Dia do Trabalhador; FOTOS Veja imagens do 1º no Brasil e no mundo; marchas e protestos marcam a data.

Por G1

Manifestantes participam da tradicional marcha do Dia do Trabalhador em Marselha, na França, nesta segunda-feira, 1º de maio  (Foto: Jean-Paul Pelissier/Reuters)Manifestantes participam da tradicional marcha do Dia do Trabalhador em Marselha, na França, nesta segunda-feira, 1º de maio  (Foto: Jean-Paul Pelissier/Reuters)
Manifestantes participam da tradicional marcha do Dia do Trabalhador em Marselha, na França, nesta segunda-feira, 1º de maio (Foto: Jean-Paul Pelissier/Reuters)
Manifestantes usam máscaras dos candidatos à presidente da França, Marine Le Pen (à esquerda) e Emmanuel Macron (à direita), além de máscara da mulher dele, Brigitte (ao centro), na tradicional marcha do Dia do Trabalhador de Marselha, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Jean-Paul Pelissier/Reuters)Manifestantes usam máscaras dos candidatos à presidente da França, Marine Le Pen (à esquerda) e Emmanuel Macron (à direita), além de máscara da mulher dele, Brigitte (ao centro), na tradicional marcha do Dia do Trabalhador de Marselha, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Jean-Paul Pelissier/Reuters)
Manifestantes usam máscaras dos candidatos à presidente da França, Marine Le Pen (à esquerda) e Emmanuel Macron (à direita), além de máscara da mulher dele, Brigitte (ao centro), na tradicional marcha do Dia do Trabalhador de Marselha, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Jean-Paul Pelissier/Reuters)
Ativistas usam máscara de Jean-Marie Le Pen, fundador do partido de extrema-direita da França, com o o cabelo da filha dele, Marine Le Pen, candidata à presidente do país, durante marcha do Dia do Trabalhador em Paris nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters)Ativistas usam máscara de Jean-Marie Le Pen, fundador do partido de extrema-direita da França, com o o cabelo da filha dele, Marine Le Pen, candidata à presidente do país, durante marcha do Dia do Trabalhador em Paris nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters)
Ativistas usam máscara de Jean-Marie Le Pen, fundador do partido de extrema-direita da França, com o o cabelo da filha dele, Marine Le Pen, candidata à presidente do país, durante marcha do Dia do Trabalhador em Paris nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters)
Ativista gay que segurava um guarda-chuva com as cores da bandeira LGBT é detida pela polícia durante marcha do Dia do Trabalhador no centro de São Petersburgo, na Rússia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Dmitri Lovetsky/AP)Ativista gay que segurava um guarda-chuva com as cores da bandeira LGBT é detida pela polícia durante marcha do Dia do Trabalhador no centro de São Petersburgo, na Rússia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Dmitri Lovetsky/AP)
Ativista gay que segurava um guarda-chuva com as cores da bandeira LGBT é detida pela polícia durante marcha do Dia do Trabalhador no centro de São Petersburgo, na Rússia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Dmitri Lovetsky/AP)
Participante de marcha do Dia do Trabalhador em Moscou usam uniforme da NKVD, nome da polícia secreta soviética entre 1934 e 1946, ao participar de marcha organizada por comunistas nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; a exemplo da época soviética, eles desfilaram com bandeiras vermelhas com o símbolo do martelo e da foice (Foto: Alexander Zemlianichenko/AP)Participante de marcha do Dia do Trabalhador em Moscou usam uniforme da NKVD, nome da polícia secreta soviética entre 1934 e 1946, ao participar de marcha organizada por comunistas nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; a exemplo da época soviética, eles desfilaram com bandeiras vermelhas com o símbolo do martelo e da foice (Foto: Alexander Zemlianichenko/AP)
Participante de marcha do Dia do Trabalhador em Moscou usam uniforme da NKVD, nome da polícia secreta soviética entre 1934 e 1946, ao participar de marcha organizada por comunistas nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; a exemplo da época soviética, eles desfilaram com bandeiras vermelhas com o símbolo do martelo e da foice (Foto: Alexander Zemlianichenko/AP)
Membros do Partido Social Democrata e simpatizantes participam de marcha do Dia do Trabalhador em Kiev, na Ucrânia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Sergei Chuzavkov/AP)Membros do Partido Social Democrata e simpatizantes participam de marcha do Dia do Trabalhador em Kiev, na Ucrânia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Sergei Chuzavkov/AP)
Membros do Partido Social Democrata e simpatizantes participam de marcha do Dia do Trabalhador em Kiev, na Ucrânia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Sergei Chuzavkov/AP)
Marcha pelo Dia do Trabalhador em Barcelona, na Espanha, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Manu Fernandez/AP)Marcha pelo Dia do Trabalhador em Barcelona, na Espanha, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Manu Fernandez/AP)
Marcha pelo Dia do Trabalhador em Barcelona, na Espanha, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Manu Fernandez/AP)
Manifestantes participam de protesto no Dia do Trabalhador contra políticas trabalhistas do governo local em Taipei, nesta segunda-feira, 1º de maio de 2017 (Foto: Tyrone Siu/Reuters)Manifestantes participam de protesto no Dia do Trabalhador contra políticas trabalhistas do governo local em Taipei, nesta segunda-feira, 1º de maio de 2017 (Foto: Tyrone Siu/Reuters)
Manifestantes participam de protesto no Dia do Trabalhador contra políticas trabalhistas do governo local em Taipei, nesta segunda-feira, 1º de maio de 2017 (Foto: Tyrone Siu/Reuters)
Manifestantes participam de protesto no Dia do Trabalhador em Taipei, Taiwan, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Tyrone Siu/Reuters)Manifestantes participam de protesto no Dia do Trabalhador em Taipei, Taiwan, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Tyrone Siu/Reuters)
Manifestantes participam de protesto no Dia do Trabalhador em Taipei, Taiwan, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Tyrone Siu/Reuters)
Membros da União Geral dos Trabalhadores Tunisiana (UGTT, na sigla em inglês) seguram sinalizadores e bandeiras durante marcha para marcar o Dia do Trabalhador em Tunis nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Zoubeir Souissi/Reuters)Membros da União Geral dos Trabalhadores Tunisiana (UGTT, na sigla em inglês) seguram sinalizadores e bandeiras durante marcha para marcar o Dia do Trabalhador em Tunis nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Zoubeir Souissi/Reuters)
Membros da União Geral dos Trabalhadores Tunisiana (UGTT, na sigla em inglês) seguram sinalizadores e bandeiras durante marcha para marcar o Dia do Trabalhador em Tunis nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Zoubeir Souissi/Reuters)
Membros da União Geral dos Trabalhadores Tunisiana (UGTT, na sigla em inglês) seguram cartazes e bandeiras durante marcha para marcar do Dia do Trabalhador na Tunísia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Zoubeir Souissi/Reuters)Membros da União Geral dos Trabalhadores Tunisiana (UGTT, na sigla em inglês) seguram cartazes e bandeiras durante marcha para marcar do Dia do Trabalhador na Tunísia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Zoubeir Souissi/Reuters)
Membros da União Geral dos Trabalhadores Tunisiana (UGTT, na sigla em inglês) seguram cartazes e bandeiras durante marcha para marcar do Dia do Trabalhador na Tunísia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Zoubeir Souissi/Reuters)
Manifestantes entram em confronto com a polícia durante marcha do Dia do Trabalhador em Turim, na Itália, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Alessandro Di Marco/ANSA via AP)Manifestantes entram em confronto com a polícia durante marcha do Dia do Trabalhador em Turim, na Itália, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Alessandro Di Marco/ANSA via AP)
Manifestantes entram em confronto com a polícia durante marcha do Dia do Trabalhador em Turim, na Itália, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Alessandro Di Marco/ANSA via AP)
Manifestantes entram em confronto com a polícia durante marcha do Dia do Trabalhador em Turim, na Itália, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Alessandro Di Marco/ANSA via AP)Manifestantes entram em confronto com a polícia durante marcha do Dia do Trabalhador em Turim, na Itália, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Alessandro Di Marco/ANSA via AP)
Manifestantes entram em confronto com a polícia durante marcha do Dia do Trabalhador em Turim, na Itália, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Alessandro Di Marco/ANSA via AP)
Pai carrega filha nos ombros durante protesto no Dia do Trabalhador em direção ao palácio presidencial em Manila, nas Filipinas, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Bullit Marquez/AP)Pai carrega filha nos ombros durante protesto no Dia do Trabalhador em direção ao palácio presidencial em Manila, nas Filipinas, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Bullit Marquez/AP)
Pai carrega filha nos ombros durante protesto no Dia do Trabalhador em direção ao palácio presidencial em Manila, nas Filipinas, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Bullit Marquez/AP)
Manifestantes participam de marcha em direção ao palácio presidencial em Manila, Filipinas, no Dia do Trabalhador nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Bullit Marquez/AP)Manifestantes participam de marcha em direção ao palácio presidencial em Manila, Filipinas, no Dia do Trabalhador nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Bullit Marquez/AP)
Manifestantes participam de marcha em direção ao palácio presidencial em Manila, Filipinas, no Dia do Trabalhador nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Bullit Marquez/AP)
Centenas de membros da união dos trabalhadores e militantes de esquerda marcham durante o Dia do Trabalhador em Varsóvia, na Polônia; eles pediram união da esquerda contra as políticas conservadoras e nacionalistas do país. Bandeira que eles mostraram nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017, trazia a seguinte inscrição: 'Constituição é nossa lei' (Foto: Czarek Sokolowski/AP)Centenas de membros da união dos trabalhadores e militantes de esquerda marcham durante o Dia do Trabalhador em Varsóvia, na Polônia; eles pediram união da esquerda contra as políticas conservadoras e nacionalistas do país. Bandeira que eles mostraram nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017, trazia a seguinte inscrição: 'Constituição é nossa lei' (Foto: Czarek Sokolowski/AP)
Centenas de membros da união dos trabalhadores e militantes de esquerda marcham durante o Dia do Trabalhador em Varsóvia, na Polônia; eles pediram união da esquerda contra as políticas conservadoras e nacionalistas do país. Bandeira que eles mostraram nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017, trazia a seguinte inscrição: 'Constituição é nossa lei' (Foto: Czarek Sokolowski/AP)
Mais de 2 mil membros e simpatizantes do Patido Comunista libanês participam de marcha do Dia do Trabalhador em Beirute nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; eles protestaram por aumento salarial e melhores condições de trabalho (Foto: Bilal Hussein/AP)Mais de 2 mil membros e simpatizantes do Patido Comunista libanês participam de marcha do Dia do Trabalhador em Beirute nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; eles protestaram por aumento salarial e melhores condições de trabalho (Foto: Bilal Hussein/AP)
Mais de 2 mil membros e simpatizantes do Patido Comunista libanês participam de marcha do Dia do Trabalhador em Beirute nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; eles protestaram por aumento salarial e melhores condições de trabalho (Foto: Bilal Hussein/AP)
Marcha marca do Dia do Trabalhador em Belgrado, na Sérvia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; protesto pediu aumento salarial e melhores condições de trabalho (Foto: Darko Vojinovic/AP)Marcha marca do Dia do Trabalhador em Belgrado, na Sérvia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; protesto pediu aumento salarial e melhores condições de trabalho (Foto: Darko Vojinovic/AP)
Marcha marca do Dia do Trabalhador em Belgrado, na Sérvia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; protesto pediu aumento salarial e melhores condições de trabalho (Foto: Darko Vojinovic/AP)
Parada em Nairobi, no Quênia, celebra o Dia do Trabalhador nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Sayyid Abdul Azim/AP)Parada em Nairobi, no Quênia, celebra o Dia do Trabalhador nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Sayyid Abdul Azim/AP)
Parada em Nairobi, no Quênia, celebra o Dia do Trabalhador nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Sayyid Abdul Azim/AP)
Marcha em Hyderabad, na Índia, celebra o Dia do Trabalhador nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Mahesh Kumar A./AP)Marcha em Hyderabad, na Índia, celebra o Dia do Trabalhador nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Mahesh Kumar A./AP)
Marcha em Hyderabad, na Índia, celebra o Dia do Trabalhador nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Mahesh Kumar A./AP)
Manifestante acende sinalizador durante marcha do Dia do Trabalhador em Jacarta, na Indonésia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Dita Alangkara/AP)Manifestante acende sinalizador durante marcha do Dia do Trabalhador em Jacarta, na Indonésia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Dita Alangkara/AP)
Manifestante acende sinalizador durante marcha do Dia do Trabalhador em Jacarta, na Indonésia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Dita Alangkara/AP)
Participantes de marcha do Dia do Trabalhador tentam tirar do caminho cerca de arame farpado e entram em confronto com a polícia enquanto tentam ir em direção ao palácio presidencial em Jacarta, na Indonésia; milhares de trabalhadores pedem aumento do salário mínimo, fim da tercerização, assistência médica gratuita e melhores condições de trabalho (Foto: Dita Alangkara/AP)Participantes de marcha do Dia do Trabalhador tentam tirar do caminho cerca de arame farpado e entram em confronto com a polícia enquanto tentam ir em direção ao palácio presidencial em Jacarta, na Indonésia; milhares de trabalhadores pedem aumento do salário mínimo, fim da tercerização, assistência médica gratuita e melhores condições de trabalho (Foto: Dita Alangkara/AP)
Participantes de marcha do Dia do Trabalhador tentam tirar do caminho cerca de arame farpado e entram em confronto com a polícia enquanto tentam ir em direção ao palácio presidencial em Jacarta, na Indonésia; milhares de trabalhadores pedem aumento do salário mínimo, fim da tercerização, assistência médica gratuita e melhores condições de trabalho (Foto: Dita Alangkara/AP)
Marcha pelo Dia do Trabalhador em Viena, na Áustria (Foto: Ronald Zak/AP)Marcha pelo Dia do Trabalhador em Viena, na Áustria (Foto: Ronald Zak/AP)
Marcha pelo Dia do Trabalhador em Viena, na Áustria (Foto: Ronald Zak/AP)
Manifestantes protestam em marcha do Dia do Trabalhador em Ancara, na Turquia, nesta segunda-feira, dia do 1º de maio de 2017; ativistas pediram aumento salarial e melhores condições de trabalho (Foto: Burhan Ozbilici/AP)Manifestantes protestam em marcha do Dia do Trabalhador em Ancara, na Turquia, nesta segunda-feira, dia do 1º de maio de 2017; ativistas pediram aumento salarial e melhores condições de trabalho (Foto: Burhan Ozbilici/AP)
Manifestantes protestam em marcha do Dia do Trabalhador em Ancara, na Turquia, nesta segunda-feira, dia do 1º de maio de 2017; ativistas pediram aumento salarial e melhores condições de trabalho (Foto: Burhan Ozbilici/AP)
Manifestantes protestam perto de policiais durante marcha pelo Dia do Trabalhador em Atenas, na Grécia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Thanassis Stavrakis/AP)Manifestantes protestam perto de policiais durante marcha pelo Dia do Trabalhador em Atenas, na Grécia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Thanassis Stavrakis/AP)
Manifestantes protestam perto de policiais durante marcha pelo Dia do Trabalhador em Atenas, na Grécia, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017 (Foto: Thanassis Stavrakis/AP)
Marcha do Dia do Trabalhador em Seul, na Coreia do Sul, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; manifestantes pediram melhores condições de trabalho e pediram o fim da contratação de temporários (Foto: Lee Jin-man/AP)Marcha do Dia do Trabalhador em Seul, na Coreia do Sul, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; manifestantes pediram melhores condições de trabalho e pediram o fim da contratação de temporários (Foto: Lee Jin-man/AP)
Marcha do Dia do Trabalhador em Seul, na Coreia do Sul, nesta segunda-feira, dia 1º de maio de 2017; manifestantes pediram melhores condições de trabalho e pediram o fim da contratação de temporários (Foto: Lee Jin-man/AP)
Público acompanha ato da Força Sindical com shows no Campo de Bagatelle, Zona Norte de São Paulo (Foto: Celso Tavares/G1)Público acompanha ato da Força Sindical com shows no Campo de Bagatelle, Zona Norte de São Paulo (Foto: Celso Tavares/G1)
Público acompanha ato da Força Sindical com shows no Campo de Bagatelle, Zona Norte de São Paulo (Foto: Celso Tavares/G1)
Trabalhadores se concentraram na Praça Waldemar Henrique, em Belém (Foto: Arthur Sobral/ G1)Trabalhadores se concentraram na Praça Waldemar Henrique, em Belém (Foto: Arthur Sobral/ G1)
Trabalhadores se concentraram na Praça Waldemar Henrique, em Belém (Foto: Arthur Sobral/ G1)copiado http://g1.globo.com/mundo/

ECONOMIA Manifestantes na tradicional marcha de 1º de maio, em Paris. Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP No 1º de maio, trabalhadores vão às ruas em todo o mundo Na França, protestos se misturam à campanha eleitoral

ECONOMIA


Manifestantes na tradicional marcha de 1º de maio, em Paris. Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP

No 1º de maio, trabalhadores vão às ruas em todo o mundo

Na França, protestos se misturam à campanha eleitoralPOR O GLOBO, COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
01/05/2017 9:55 / atualizado 01/05/2017 10:26
Manifestantes na tradicional marcha de 1º de maio, em Paris. Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP


PARIS, INSTAMBUL, MOSCOU, NANTES, BORDEAUX - Trabalhadores foram às ruas em muitas cidades nesta segunda-feira nas manifestações pelo Dia do Trabalho. Na França, milhares participaram de manifestações em cidades como Paris, Nantes e Bordeaux pedindo melhores condições para o mercado de trabalho. Os atos se misturaram ao clima da campanha eleitoral do país, principalmente com cartazes contra a candidata da Frente Nacional, Marine Le Pen.
Em Instambul, na Turquia, a polícia dispersou com bombas de gás lacrimogêneo cerca de 200 pessoas que se dirigiam à praça Taksim para participar de uma manifestação pelo 1º de maio proibida pelas autoridades, constatou um jornalista da AFP. Em Moscou, o centro também foi tomado por trabalhadores na tradicional marcha no dia 1º de maio.
No Brasil, estão previstos atos de trabalhadores no Rio e em São Paulo.CLIMA TENSO NA TURQUIA
A Turquia comemora o Dia do Trabalho em um clima de tensão, duas semanas depois do triunfo do “sim” no referendo constitucional organizado pelo presidente Recep Tayyip Erdogan para fortalecer seu poder.
Os manifestantes dispersados, que formavam parte de vários grupos de esquerda, exibiam cartazes com lemas contra o governo, como “Longa vida ao 1º de maio, não ao ditador!”.
As autoridades turcas proibiram as concentrações na praça Taksim, local emblemático dos movimentos de protesto na Turquia. A polícia fechou os acessos à praça nesta segunda-feira.
copiado http://oglobo.globo.com/



Mudanças propostas pelo governo Datafolha aponta que 71% no país são contra a reforma da Previdência Apenas 10% dos brasileiros têm previdência privada, diz pesquisa Para 60% dos entrevistados, novas leis trabalhistas beneficiam patrões

Mudanças propostas pelo governoDatafolha aponta que 71% no país 
são contra a reforma da Previdência






Sete em cada dez brasileiros se dizem contrários à reforma da Previdência, mostra pesquisa realizada pelo Datafolha. A rejeição chega a 83% entre os funcionários públicos, que representam 6% da amostra e estão entre os grupos mais ameaçados pelas mudanças nas regras para aposentadorias e pensões.
Há maioria antirreforma entre todos os grupos sociodemográficos, e a taxa cresce entre mulheres (73%), brasileiros que ganham entre 2 e 5 salários mínimos (74%), jovens de 25 a 34 anos (76%) e os com ensino superior (76%).
O Datafolha fez 2.781 entrevistas em 172 municípios na quarta (26) e na quinta (27), antes das manifestações ocorridas na última sexta-feira (28). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Apesar da rejeição à ideia de mudanças, a maioria dos entrevistados concorda com tópicos que o governo pretendia mudar na proposta inicial e outros que ainda estão em discussão no Congresso.
MENOS DIFERENÇAS
É o caso, por exemplo, das regras especiais que permitem aos professores se aposentar cinco anos mais cedo do que outros trabalhadores.
A proposta original do governo previa que os requisitos para aposentadoria seriam os mesmos para todas as profissões, gêneros e setor de trabalho, com exceção de policiais militares dos Estados e membros das Forças Armadas.
A proposta foi alterada pelo relator da reforma na Câmara, Arthur Maia (PPS-BA). Na versão que os deputados debatem, professores e policiais mantêm condições mais favoráveis de aposentadoria.
indiferente
indiferente
contra71
a favor23
5
não sabe
indiferente (1)



não sabe
4
58
deveriam ter as mesmas regras
38
deveriam ter regras diferentes
4
não sabe

A maioria dos entrevistados pelo Datafolha, porém, é contra essa diferença nos casos de professores (54%), policiais (55%) e militares (58%). O governo promete enviar ao Congresso mais tarde outro projeto para tratar das aposentadorias dos militares.
No caso dos trabalhadores rurais, 52% dos brasileiros querem que eles continuem se aposentando mais cedo, condição também mantida no projeto de Arthur Maia.
Mesmo entre os que se dizem favoráveis a uma reforma previdenciária, há discordância em relação a três pilares: idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens, de 62 para mulheres, e a nova fórmula para cálculo de benefício, que exige 40 anos de contribuição para receber o benefício máximo.
Questionados sobre os três pontos em conjunto, 87% declararam oposição às mudanças. Deles, 83% são contra o tempo necessário para benefício pleno: 60% citaram a regra e outros 23% disseram rejeitar todas as três mudanças.
A regra dos 40 anos não atinge quem contribui pelo salário mínimo. Para esses trabalhadores, mais da metade dos beneficiários, a aposentadoria plena pode ser obtida com 25 anos de contribuição.
A mudança também não leva necessariamente à perda de benefício para trabalhadores do setor privado, que hoje têm o valor reduzido pelo fator previdenciário.
Outros 27% são contra a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria dos homens e 25% se opõem à idade de 62 anos para mulheres.
PUBLICIDADE



PUBLICIDADE

COMEÇA AOS 60
A instituição de uma idade mínima é uma das principais mudanças da reforma, e atinge trabalhadores do setor privado que hoje podem se aposentar por tempo de contribuição, com 30 anos no caso de mulheres ou 35, se homens.
Na média, os pesquisados pelo Datafolha disseram que esperam se aposentar aos 60 anos, mesma idade declarada em pesquisa feita no ano passado e próxima da idade em que, na média, os brasileiros se aposentaram em 2016.
Caiu, no entanto, a parcela dos brasileiros que considera que a população hoje se aposenta mais tarde do que deveria. Eram 59% no ano passado, e hoje são 52%. Os que consideram que a retirada do mercado de trabalho se dá na idade adequada passaram de 27% para 38%.
ENTENDA
A reforma da Previdência foi proposta pelo governo em dezembro de 2016, com a justificativa de que o envelhecimento da população brasileira tornará suas contas insustentáveis.
A Previdência consome hoje 57% dos gastos do governo, que tem aumentado a dívida pública para financiar suas despesas. A queda dos juros e a reativação da economia dependem do equilíbrio das suas contas.
O projeto atualmente em discussão na Câmara dos Deputados, que já fez várias alterações na proposta original do governo, precisa ser aprovado por 60% dos deputados e dos senadores em duas votações para entrar em vigor. 
copiado http://www1.folha.uol.com.br/mercado/

Com caciques alvejados pela Lava Jato, PSDB grava programa só com as caras novas da sigla


Com caciques alvejados pela Lava Jato, PSDB grava programa só com as caras novas da sigla

POR PAINEL
Tudo novo de novo O PSDB começou neste fim de semana as gravações para seu programa nacional de televisão, que será exibido dia 15 de maio. Com quadros tradicionais extremamente desgastados pelos desdobramentos da Operação Lava Jato, até agora só novos rostos na estrutura da legenda foram acionados para aparecer. Integrantes da sigla admitem que é “improvável” a exibição de nomes há pouco vistos como os maiores símbolos do tucanato, como Aécio Neves e Geraldo Alckmin.
Unidos pela dor Aécio e Alckmin marcaram para esta semana uma conversa. O senador mineiro virá a São Paulo para encontrar o governador. Será a primeira reunião após a avalanche que a delação da Odebrecht fez desabar sobre os dois.
Meia palavra basta Em meio à crescente especulação sobre uma candidatura presidencial do prefeito João Doria em 2018, Alckmin usou seu discurso no 61º Congresso Estadual dos Municípios para afirmar que “ninguém assume um Airbus em 24 horas”.
Passo por passo “[Primeiro] vai no monomotor, no bimotor, de copiloto… Vai adquirindo experiência”, disse o governador. Narrando sua trajetória política, Alckmin citou Cora Coralina: “Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o professor é o tempo.”
Eu contra ele Encrencado com a Lava Jato, o ex-presidente Lula não se mostrou abatido e ainda fez piada sobre o depoimento que prestará ao juiz Sergio Moro. Disse a aliados que está “louco” para falar porque só assim sua defesa terá espaço na imprensa.
Busca os arquivos Lembraram que, na última visita do papa, em 2013, o pontífice fez exigências que alteraram o plano de segurança, mas não houve problema: readequaram tudo em cinco dias.
Túnel do tempo Os ataques do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) a Michel Temer começam a despertar reações explícitas. Romero Jucá (PMDB-RR) disse que “Renan está mais alinhado com o PC do B do que com a modernidade”. “Deve ter tido uma recaída, já que militou no partido na juventude.”
Andar de cima Empresários e analistas do mercado financeiro acionaram deputados para criticar a forte fala do senador alagoano contra a reforma trabalhista. Até aliados do peemedebista na Câmara acharam que, desta vez, ele pesou demais a mão.
Tesourada Rebelde, o PSB do Paraná perderá cargos que ocupa em Itaipu, como a chefia da área de comunicação. A sigla está na mira do governo. As exonerações dos indicados pelos infiéis começarão a ser publicadas na terça-feira (2).
Linha direta Para ampliar o apoio dos municípios às reformas trabalhista e da Previdência, Michel Temer finalmente escolheu um nome para a Subchefia de Assuntos Federativos. Du Altimari, ex-prefeito de Rio Claro (SP), ficará com o cargo.
Quem te viu… A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que decidiu apoiar o fim do imposto sindical em campanha publicitária, disse ter usado os recursos arrecadados com a contribuição para pagar, em 2016, ações pró-impeachment de Dilma Rousseff.
… quem te vê Em comunicado do início deste ano, a entidade destacou a “importância da contribuição sindical”. O documento afirma que o dinheiro também foi usado para a campanha contra o aumento de impostos.

TIROTEIO
Da forma como está, a pejotização vai explodir e o recolhimento do INSS vai despencar. Bala de prata da Previdência.
DO PRESIDENTE DA UNAFISCO, KLEBER CABRAL, sobre as regras para terceirização previstas na reforma trabalhista aprovada pela Câmara

CONTRAPONTO
Te pego na saída
No domingo de Páscoa, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), retornou uma ligação de Sergio Luiz Leite, presidente da Federação dos Trabalhadores Químicos do Estado, que o procurara durante a semana.
O sindicalista, que é dirigente da Força Sindical, queria que o tucano convencesse os deputados de seu partido a votar contra a reforma trabalhista na Câmara.
Percebendo que nenhum dos argumentos convencia o governador, apelou:
— Com essa posição do PSDB, pode ficar tranquilo que em 2018 vocês não terão nenhum sindicato por perto. Talvez só a CUT, que certamente não vai querer ajudar!
copiado http://painel.blogfolha.uol.com.br

Sindicalistas vão usar 1º de Maio para convocar atos em Brasília contra reforma da Previdência

POR PAINEL
Pressão permanente As centrais sindicais que organizaram a greve geral desta sexta (28) vão usar o 1º de Maio, Dia do Trabalho, para convocar seus filiados a “ocupar Brasília” no dia da votação da reforma da Previdência. As entidades vão fazer o chamado para novas manifestações em um comunicado conjunto. O documento também terá ordens para que dirigentes estaduais organizem atos para pressionar os senadores a mudar o texto que cria novas regras trabalhistas, aprovado esta semana na Câmara.
Que greve? Ministros ironizaram os atos, dizendo que não houve paralisação, mas protestos promovidos por sindicatos que, com a adesão das categorias que fazem o transporte público, conseguiram dar um ar de feriado prolongado às grandes cidades.
Deu margem Os atos de vandalismo no Rio e em São Paulo, por exemplo, foram destacados por auxiliares de Michel Temer. Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) disse que as centrais recorreram “a práticas violentas, reproduzindo aqui cenas que vemos na Venezuela”.
Linha cruzada Embora o prefeito João Doria tenha proibido a CUT de fazer seu 1º de Maio na Paulista, o coordenador de operações da PM ligou para a central e afirmou que vai cumprir o acertado em reunião anterior e fazer a segurança dos sindicalistas.
Salão azul O texto da reforma trabalhista, um dos alvos da greve geral, chegou ao Senado nesta sexta-feira (28). O presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que recebeu alta médica no fim da tarde desta sexta, vai decidir no início da próxima semana por quais comissões a proposta deve passar.
Vale a pena… Governistas começaram a distribuir em grupos de WhatsApp um vídeo de 40 segundos da ex-presidente Dilma Rousseff, então no comando do Palácio do Planalto, defendendo a reforma da Previdência.
… ver de novo No gravação, a petista diz que “todos os países desenvolvidos buscaram aumentar a idade de acesso à aposentadoria” — justamente o que presidente Michel Temer agora propõe.
Esquenta Movimentos de esquerda decidiram manter a programação e fazer protestos em Curitiba no dia 3 de maio mesmo após o juiz Sergio Moro ter adiado o depoimento de Lula para o dia 10.
Ao que importa A mobilização do governo para cortar cargos de deputados que votaram contra a reforma trabalhista provocou uma romaria ao gabinete do secretário de Governo, Antonio Imbassahy, desde a quinta (27).
Ilustrativo O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) protagonizou situação que resumiu o sentimento geral. Entrou na sala do ministro aos gritos: “Cadê a lista do Imbassahy? Ninguém mais quer saber da lista do Fachin, só da lista do Imbassahy!”
Fora do eixo Com a operação Satélites 2, que teve entre os alvos um advogado de Renan Calheiros (PMDB-AL), ala do PMDB que não é afeita ao líder do partido no Senado diz que o maior impacto da ação é o psicológico, o que a aumentaria a possibilidade de ele cometer erros.
Sobrevida Mais do nunca, dizem, Renan tentará politizar todas as ações da Lava Jato para, além de tentar se manter vivo até as eleições de 2018, atrair o apoio de outros parlamentares que estão na mesma situação.
Malvado favorito “Vai querer ser visto como um mal necessário”, resume um dirigente do PMDB.
Pode isso? A defesa do advogado Bruno Mendes se surpreendeu com o que chamou de atuação “cortês” e “educada” da PF durante a operação de busca e apreensão.
Visita à Folha O vereador paulistano Fernando Holiday (DEM) visitou a Folha nesta sexta-feira (28).

TIROTEIO
A paralisação foi tão bem que até os grevistas aderiram. Coube, então, aos terceirizados dos organizadores irem às ruas tocar fogo.
DO DEPUTADO BETINHO GOMES (PSDB-PE), sobre o número de manifestantes que compareceu aos atos desta sexta-feira (28) contra a reforma trabalhista.

CONTRAPONTO
Sem saída 
Semana passada, o deputado Alberto Fraga (DEM-DF) solicitou ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) a prorrogação da CPI da Lei Rouanet para que pudesse redigir o relatório final de “forma mais moderada”. Integrante da comissão, a deputada Erika Kokay (PT-DF) disse que concordava, mas fez uma ressalva:
— Desde que este seja o único objetivo — disse Kokay, que, em seguida, questionou o caráter do deputado.
— Continuo com a minha moral acima de qualquer suspeita — provocou Fraga.
Maia interveio, aos risos:
— Até quando fazem acordo eles precisam brigar!
copiado http://painel.blogfolha.uol.com.br

Maia vai proibir viagens oficiais de deputados durante votação da reforma da Previdência

Maia vai proibir viagens oficiais de deputados durante votação da reforma da Previdência

POR PAINEL
Sem saída Assim como fez nesta semana, quando a Câmara aprovou a reforma trabalhista, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai proibir viagens oficiais de deputados no período em que há previsão de votação da reforma da Previdência.
Cara a tapa A manobra é para evitar que possíveis deputados infiéis se “escondam” em outros países. Aliados com viagens marcadas estão sendo orientados a remarcar compromissos.
Tá fora O governo dedicou boa parte da tarde desta quinta-feira (27) à tarefa de definir exonerações de indicados por parlamentares que foram infiéis na votação da reforma trabalhista. Ato contínuo, o Planalto premiou com mais cargos quem se manteve firme na base aliada.
Com lupa O presidente Michel Temer não foi o único a analisar detidamente os resultados da votação da reforma. A CNI (Confederação Nacional da Indústria), que defendia a proposta, produziu um relatório de 17 páginas sobre a sessão da Câmara.
Estrelinha A entidade destacou a fidelidade do DEM, a dissidência de Carlos Eduardo Cadoca — expulso do PDT por ser o único na sigla a votar a favor — além dos nomes do PMDB que não ficaram ao lado de Temer.
Nada demais Procurada, a CNI informou que o relatório é um documento interno para acompanhamento de projetos em tramitação no Congresso e que a elaboração desses papéis é uma rotina na entidade.
Leia a coluna na íntegra aqui.

copiado http://painel.blogfolha.uol.com.br

Após minimizar greve, governo quer retomar diálogo com centrais sindicais PT usará rejeição a Temer e apoio à antecipação de eleições para impulsionar candidatura de Lula


Após minimizar greve, governo quer retomar diálogo com centrais sindicais

POR PAINEL
Na coxia Apesar de ter minimizado o impacto da greve geral da última sexta (28), o governo mandou sinais de que quer retomar o diálogo. Paulinho da Força (SD-SP) disse que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi quem deu o recado.
Lições do passado Reunidos no aeroporto às vésperas da greve, ministros do governo Temer tentavam projetar o efeito político da manifestação. Um deles fez um alerta: “Dilma subestimou muito o poder do Paulinho”.
Didático O governo vai rediscutir a situação do PTN. O partido ganhou a presidência da Funasa, mas não entregou os votos na reforma trabalhista. Nesta terça, dois deputados do PTN e um do PMDB vão perder cargos no órgão. No Dnit, serão cortados cargos do PR e do PSB.
É guerra A base teria 411 integrantes se todos os deputados das siglas aliadas votassem com o governo. Como o número não se confirma no plenário, “é melhor ter 300 de Esparta”, diz um ministro.
Senhor da razão Aliados do governo no Congresso argumentam, porém, que as exonerações de indicados dos infiéis de nada adiantarão se o governo não adiar a tramitação da reforma da Previdência. Dizem que é preciso tempo para que a propaganda oficial chegue às bases eleitorais dos deputados.
Agora vai? O Canadá abriu consulta pública para medir o interesse de seus empresários num acordo comercial com o Mercosul. O Brasil torce há anos pelo negócio.

PT usará rejeição a Temer e apoio à antecipação de eleições para impulsionar candidatura de Lula

POR PAINEL
Quem sabe faz a hora Dois dados da última pesquisa Datafolha vão nortear a estratégia do PT para projetar a candidatura de Lula à Presidência: a alta insatisfação com o governo Michel Temer e o índice de 85% de apoio à convocação de eleições diretas. Os petistas centrarão fogo na propaganda pela antecipação da disputa de 2018, ainda que não acreditem que isso vá ocorrer. Querem ampliar a pressão sobre a Lava Jato e inflar o discurso de que qualquer ação contra Lula tem o objetivo de tirá-lo do páreo.
Check! A pesquisa confirmou a projeção de entusiastas da candidatura de Lula de que a divulgação das delações da Odebrecht teria efeito paradoxal sobre a imagem dele.
Bumerangue A avalanche de acusações aumentou o noticiário negativo sobre o petista, mas também lançou lama sobre a oposição. Isso, dizem aliados, deu vazão a uma espécie de pragmatismo eleitoral em fatia da população que avalia positivamente o legado econômico de Lula.
Órfã O bom desempenho do petista no Datafolha também vai acelerar o processo de isolamento de Dilma Rousseff dentro do PT. O ato no Rio Grande do Sul em que Lula apareceu ao lado dela não se repetirá em outros Estados.
É dela O governo está atento a esse movimento e tentará desidratá-lo. Vai explorar em mensagens nas redes sociais a “herança” deixada pela petista. “Quem pariu Mateus que o embale”, afirma um auxiliar de Michel Temer.
Ufanista Aliados do presidente dizem não ter medo de a rejeição ao governo dificultar a aprovação das reformas. “Não estamos preocupados com eleição. Temer não é candidato. Nosso candidato é o Brasil”, diz o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).
Vigiai No PSDB, a pesquisa reforçou o nome de Doria como presidenciável. Além de ter baixa rejeição, os tucanos veem no prefeito um reflexo mais bem acabado do comportamento que o eleitorado conservador e anti-PT espera ver na eleição.
Custou caro O tucanato admite que errou ao deixar Jair Bolsonaro (PSC-RJ) correr de maneira acrítica. Avalia que, ao minimizar o potencial competitivo do militar e optar pelo silêncio, facilitou seu crescimento no campo da direita, que despreza ataques feitos por PT e PSOL.
Na coxia Apesar de ter minimizado o impacto da greve geral da última sexta (28), o governo mandou sinais de que quer retomar o diálogo. Paulinho da Força (SD-SP) disse que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi quem deu o recado.
Lições do passado Reunidos no aeroporto às vésperas da greve, ministros do governo Temer tentavam projetar o efeito político da manifestação. Um deles fez um alerta: “Dilma subestimou muito o poder do Paulinho”.
Didático O governo vai rediscutir a situação do PTN. O partido ganhou a presidência da Funasa, mas não entregou os votos na reforma trabalhista. Nesta terça, dois deputados do PTN e um do PMDB vão perder cargos no órgão. No Dnit, serão cortados cargos do PR e do PSB.

É guerra A base teria 411 integrantes se todos os deputados das siglas aliadas votassem com o governo. Como o número não se confirma no plenário, “é melhor ter 300 de Esparta”, diz um ministro.
Senhor da razão Aliados do governo no Congresso argumentam, porém, que as exonerações de indicados dos infiéis de nada adiantarão se o governo não adiar a tramitação da reforma da Previdência. Dizem que é preciso tempo para que a propaganda oficial chegue às bases eleitorais dos deputados.
Agora vai? O Canadá abriu consulta pública para medir o interesse de seus empresários num acordo comercial com o Mercosul. O Brasil torce há anos pelo negócio.

TIROTEIO
Mulher não existe como trabalhadora. É assim que ele vê o país. Temos de ser as primeiras a dizer que invisível é o Temer.
DA DEPUTADA MARIA DO ROSÁRIO (PT-RS), sobre Michel Temer ter dito ao Programa do Ratinho que governos precisam de marido para não quebrar.

CONTRAPONTO
Vocês que se entendam
O deputado João Carlos Bacelar (PTN-BA) levou ao plenário seu descontentamento com a postura do relator da reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA). Segundo ele, o colega não poderia admitir emendas ao texto feitas individualmente por um parlamentar. Antes de solicitar que Rodrigo Maia (DEM-RJ) apreciasse a questão, Bacelar lembrou que o ex-presidente da Casa, Luís Eduardo Magalhães, analisara questão similar no passado.
— Recolho a questão de ordem e prometo respondê-la, apesar de ser um problema, pelo que estou vendo, baiano: Vossa Excelência é baiano, o relator é baiano e o ex-presidente [da Câmara] é baiano — disse Rodrigo Maia.
copiado http://painel.blogfolha.uol.com.br

Postagem em destaque

Ao Planalto, deputados criticam proposta de Guedes e veem drible no teto com mudança no Fundeb Governo quer que parte do aumento na participação da União no Fundeb seja destinada à transferência direta de renda para famílias pobres

Para ajudar a educação, Políticos e quem recebe salários altos irão doar 30% do soldo que recebem mensalmente, até o Governo Federal ter f...