Blasts at one of Buddhism's holiest sites in India

7/07/2013 - 16:23

Blasts at one of Buddhism's holiest sites in India


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PATNA, India (AFP) Multiple small bomb blasts at one of Buddhism's holiest sites -- the Bodh Gaya temple complex in eastern India -- wounded two monks on Sunday but the historic temple was undamaged, police said.
The Indian government called the blasts a "terror attack" after nine bombs exploded at the complex in Bihar state which attracts Buddhists and other visitors from all over the world.
No one claimed responsibility for the attack, but police said they earlier warned officials that Islamic militants could target the site as revenge for Buddhist violence against Muslims in neighbouring Myanmar.
"Four blasts took place inside the temple complex," Home Minister Sushil Kumar Shinde told reporters. "Three blasts took place near the Karmapa monastery while one each happened near the Buddha statue and a tourist bus stand outside."
Two more bombs were found and defused at the complex, one of them near the temple's celebrated 80-feet-tall (24-metre) statue of the Buddha, the minister said.
Along with temples, dozens of monasteries housing monks from around the world are located near the complex, which is believed to contain the tree under which the Buddha reached enlightenment in 531 BC.
"The holy bodhi tree is safe and there is no damage to it," Bihar police chief Abhayanand, who goes by one name, told AFP.
Prime Minister Manmohan Singh condemned the blasts at the complex, a UNESCO World Heritage Site, and said that "such attacks on religious places will never be tolerated".
Junior home minister R.P.N. Singh told reporters "it is clear that this was a terror attack" and teams of investigators were probing the incident.
Police in New Delhi had warned state officials last winter that Islamist militants from the Indian Mujahideen group were planning to attack the complex, an official focused on anti-terror operations told AFP.
"We told state police that the Indian Mujahideen planned to carry out an attack as retaliation for Buddhist violence against Muslims in Myanmar," the official said on condition of anonymity.
"We told them that Bodh Gaya is a probable target for attack," he said.
The Indian Mujahideen has admitted carrying out numerous bomb blasts in recent years, and is often listed as a suspect in attacks across the country.
Attacks on Buddhists are rare in India but there have been tensions in the wider region recently following clashes between Buddhists and Muslims in Myanmar, Sri Lanka and Bangladesh.
Additional security forces were deployed to guard the complex after the blasts, which wounded two monks, a 50-year-old Tibetan and a 30-year-old Myanmar national, who were taken to hospital.
Windows were shattered at one of the buildings, while a wooden door at a small temple was destroyed and debris was strewn inside another building.
Sri Lanka Buddhist monk Gomarankadawala Hemarathana, 28, who raced to the scene after the blasts, said one of the bombs had been placed at the base of the statue.
"It is a miracle that the Buddha statue was not harmed. The bomb was placed at the foot of the statue but it did not go off," he told AFP.
The Bodh Gaya complex, 110 kilometres (68 miles) south of the state capital Patna, is one of the earliest Buddhist temples still standing in India. The first temple was built in the 3rd century BC by the Buddhist Emperor Asoka and the present temples date from the 5th or 6th centuries, according to UNESCO.
The complex houses the holy bodhi tree as well as the giant Mahabodhi statue of Buddha, and multiple shrines marking the places where he is believed to have spent time after his enlightenment.
Tibetan spiritual leader the Dalai Lama makes frequent trips to the complex, which attracts visitors during the peak tourist season from October to March.
After his meditations beneath the tree, Buddha is said to have devoted the rest of his life to teaching and he founded an order of monks before dying aged 80. Copiado  http://www.afp.com/

Coreias acertam reabertura de zona industrial conjunta

07/07/2013 - 16:20

Coreias acertam reabertura de zona industrial conjunta


SEUL (AFP)
As duas Coreias chegaram neste domingo a um acordo de princípio após 15 horas de negociações delicadas para reabrir o complexo industrial conjunto de Kaesong, fechado em abril devido a uma crescente tensão militar entre os dois países.
Os negociadores de ambas as partes, reunidos na localidade de Panmunjon, decidiram que as empresas presentes neste complexo financiado pela Coreia do Sul, mas situado na Coreia do Norte, retomem suas atividades quando estiverem prontas para fazê-lo, segundo o acordo assinado, informaram os meios de comunicação sul-coreanos.
As duas partes decidiram realizar uma nova reunião na quarta-feira em Kaesong para encontrar os meios para evitar outro futuro fechamento das instalações e acordaram uma inspeção prévia por parte dos empresários sul-coreanos.
A retomada das negociações ocorre depois de dois meses de fortes tensões entre os dois países, e de ameaças por parte de Pyongyang, cuja economia se viu enfraquecida após as sanções decretadas pelas Nações Unidas devido aos seus testes nucleares.
Pyongyang e Seul sempre afirmaram que queriam reabrir esta zona industrial conjunta, um complexo de alto significado simbólico sobre a cooperação transfronteiriça entre o Norte e o Sul. Os dois países se culparam mutuamente pelo fechamento.
Problemas técnicos atrasaram no sábado o reinício das negociações no povoado fronteiriço de Panmunjom, devido ao conserto de linhas telefônicas para restabelecer o contato com o Sul. Isso adiou em duas horas o início das negociações.
A Coreia do Norte, invocando tensões militares e a hostilidade do Sul, retirou em abril seus 53.000 funcionários das 123 fábricas deste centro industrial. O Sul depois fez o mesmo com seus diretores e funcionários do complexo.
O complexo industrial de Kaesong é produto da "diplomacia do raio de sol" realizada pela Coreia do Sul de 1998 a 2008 para estimular os contatos entre os dois irmãos inimigos.
Os dois países seguem tecnicamente em estado de guerra desde a guerra da Coreia, que terminou em armistício, mas sem um tratado de paz.
Nenhum dos dois países quis assumir a responsabilidade de declarar o complexo de Kaesong oficialmente fechado, e ambos se limitaram a reconhecer que se tratava de um fechamento temporário.
Após a assinatura do acordo, Suh Ho, responsável sul-coreano na reta final das negociações, disse que os negociadores norte-coreanos estavam "muito satisfeitos" pela reabertura do centro, uma importante fonte de receitas para o empobrecido Estado comunista.
A notícia do acordo foi recebida com satisfação pelas empresas sul-coreanas reunidas em Kaesong, embora algumas tenham afirmado que será difícil recuperar clientes após os três meses de suspensão das atividades do complexo.
No âmbito internacional, após a Coreia do Norte ter ameaçado Seul e Washington com ataques nucleares, nas últimas semanas sua posição se moderou e parece optar pelo diálogo, segundo os observadores.
 Copiado  http://www.afp.com/pt/

Dois feridos em explosões em local santo do budismo

07/07/2013 - 16:19

Dois feridos em explosões em local santo do budismo


PATNA, Índia (AFP)
Várias explosões de baixa potência deixaram dois feridos no templo indiano de Bodh Gaya, um dos principais locais santos do budismo, anunciou a polícia.
A árvore sagrada em cuja sombra Buda conheceu a Iluminação, visitada por adeptos de todo o mundo, não foi danificada, indicou à AFP o chefe da polícia do Estado de Bihar (leste).
"A árvore santa de Bodhi está intacta, não sofreu danos", disse.
Os feridos seriam dois monges.
Testemunhas e policiais afirmaram que ocorreram de quatro a oito explosões. Segundo a rede de televisão NDTV, um dos artefatos não chegou a ser detonado.
"Foram mobilizadas forças de segurança suplementares" no local, indicou à AFP um responsável da polícia local, N.H. Jan.
O templo de Bodh Gaya, situado 110 km ao sul da capital do Estado, Patna, foi inscrito em 2002 como patrimônio mundial da Unesco.
Abriga a árvore Bodhi, uma estátua gigante de Buda e muitos altares que marcam sua presença depois de sua Iluminação.
Depois de meditar debaixo da árvore Bodhi, Buda consagrou sua vida aos seus discípulos. Fundador de uma ordem de monges errantes, faleceu aos 80 anos.Copiado  http://www.afp.com/pt/

Putin adverte sobre risco de guerra civil no Egito

07/07/2013 - 16:15

Putin adverte sobre risco de guerra civil no Egito


MOSCOU (AFP)
O presidente russo, Vladimir Putin, advertiu neste domingo que o Egito está à beira de uma guerra civil devido à divisão criada entre os partidários e os opositores do presidente deposto Mohamed Mursi.
"A Síria já é palco de uma guerra civil, infelizmente, e o Egito caminha na mesma direção", declarou Putin durante uma visita ao Cazaquistão, segundo as agências russas.
"Gostaríamos que o povo egípcio evitasse o mesmo destino", acrescentou.
A diplomacia russa convocou na quinta-feira todas as forças políticas do Egito à moderação e a seguir no âmbito democrático.
Copiado  http://www.afp.com/pt/

Negociações para eleger primeiro-ministro no Egito

07/07/2013 - 15:17

Negociações para eleger primeiro-ministro no Egito


CAIRO (AFP)
As novas autoridades egípcias pareciam neste domingo hesitar em escolher como primeiro-ministro o prêmio Nobel da Paz Mohamed ElBaradei, criticado pelos salafistas, enquanto adversários e partidários do presidente deposto Mohamed Mursi se preparavam para um novo dia de manifestações.
A eleição de ElBaradei, anunciada na véspera pela agência oficial Mena e por várias fontes políticas e militares, se choca com as reservas do partido salafista al-Nur, sócio islamita de uma coalizão que é integrada principalmente por partidos e movimentos laicos.
A presidência chegou inclusive a convocar a imprensa na noite de sábado na expectativa de um anúncio.
Mas o presidente interino Adly Mansour, designado pelos militares após um golpe de Estado para substituir Mohamed Mursi, anunciou que ainda não havia tomado uma decisão, embora a eleição de ElBaradei seja, a seu ver, "a mais lógica".
A oposição laica elegeu ElBaradei - de 71 anos, ex-diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e prêmio Nobel da Paz em 2005 - como sua voz na transição aberta na era pós-Mursi.
Sua nomeação à frente do governo forneceria à transição, vigiada pelo exército, o brilho de uma personalidade reconhecida internacionalmente com firmes convicções democráticas.
No entanto, esta ação pode enfurecer os islamitas de todas as tendências, independentemente de serem partidários ou não de Mursi, que acusam ElBaradei de ser mais popular nos salões do Cairo do que entre o povo.
"ElBaradei é um tecnocrata que não será capaz de colocar fim às divisões que existem nas ruas", declarou à AFP Nader Baqar, responsável do al-Nur. "Não se pode falar de reconciliação nacional e nomear depois como primeiro-ministro o mais ferrenho opositor a Mursi", acrescentou.
Independentemente de quem for escolhido, o futuro chefe de Governo terá um papel difícil. Herdará um país à beira da falência, cujas divisões políticas se traduzem em confrontos sangrentos, e também terá que preparar eleições legislativas e presidenciais, embora a data ainda não tenha sido marcada.
--- Novo dia de mobilização ---
São esperadas neste domingo novas manifestações dos dois lados para manter a pressão das ruas tanto a favor quanto contra Mursi.
Os opositores a Mursi devem se reunir, como costuma ser habitual, na praça Tahrir, no centro da cidade, enquanto o campo do presidente deposto ocupa há vários dias os arredores da Universidade do Cairo, no bairro de Guizeh, e uma grande praça em frente a uma mesquita em Nasr City, um bairro da capital.
No norte do Sinai, perto da cidade de El-Arich, um gasoduto que transporta gás à Jordânia foi alvo de um atentado a bomba neste domingo, pela primeira vez em um ano, disseram testemunhas à AFP.
Este atentado se soma ao surto de violência que deixou 37 mortos na sexta-feira, entre eles vários policiais e um militar no Sinai. Desde 26 de junho, quando começaram os confrontos, mais de 80 pessoas morreram no país.
Os islamitas, que denunciam um "golpe de Estado militar" e a instauração de um "Estado policial", prometeram seguir nas ruas até o retorno de Mursi, primeiro presidente democraticamente eleito no país árabe mais populoso do mundo.
O influente pregador Youssef al-Qaradaoui, mentor da Irmandade Muçulmana, grupo do qual Mursi faz parte, declarou sua destituição como "nula e sem valor".
O presidente Barack Obama "repetiu que os Estados Unidos não estão alinhados nem apoiam nenhum partido político ou grupo egípcio em particular", informou no sábado a Casa Branca em um comunicado.
Já o presidente russo, Vladimir Putin, considerou que o Egito estava à beira de uma guerra civil, mas o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, emissário do Quarteto para o Oriente Médio, defendeu a decisão do exército de derrubar Mursi, já que a alternativa era o "caos".
Mursi, acusado por opositores de acumular o poder para a Irmandade Muçulmana, está detido pelo exército, e o guia supremo, Mohamed Badie, é alvo, junto com outros oito chefes da confraria, de uma acusação de "incitação ao assassinato". O número dois da Irmandade, Khairat al-Shater, está detido.
Neste domingo, um tribunal do Cairo absolveu 12 militantes políticos conhecidos por suas ferrenhas críticas contra Mursi.
Copiado  http://www.afp.com/pt/

Avião Solar Impulse finaliza viagem pelos EUA ao pousar em Nova York

07/07/2013 - 14:48

Avião Solar Impulse finaliza viagem pelos EUA ao pousar em Nova York


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NOVA YORK (AFP)
O avião Solar Impulse, uma aeronave experimental que foi pilotada de forma alternada por dois aventureiros suíços, aterrissou na noite de sábado em Nova York, colocando fim a uma longa viagem que começou em maio passado e que o levou a cruzar os Estados Unidos de costa a costa.
A aeronave pousou no aeroporto John F. Kennedy de Nova York às 23:11 locais (03h11 GMT; 00h11 de Brasília), antes de seu horário previsto depois que foi detectada uma rachadura de 2,5 metros na tela que cobre a parte baixa de sua asa esquerda.
O piloto Andre Borschberg se encontrou no aeroporto com seu compatriota Bertrand Piccard e os dois posaram juntos de maneira triunfal para os fotógrafos. Os dois pilotos se revezaram para voar na gigantesca aeronave através de todo o território americano, de oeste a leste.
O avião impulsionado por energia solar decolou pouco antes do amanhecer de sábado do aeroporto internacional Dulles de Washington para realizar sua última etapa.
"Estou muito feliz por estar aqui", disse Borschberg aos jornalistas após o pouso. "Cada momento é uma descoberta, uma exploração. Não se trata apenas de tecnologia, mas sobre o que isto representa", disse.
"Acreditava-se que este seria o trecho mais curto e fácil da travessia", disse Piccard, "mas acabou sendo o mais difícil".
Piccard afirmou que tinham sentimentos parecidos ao concluir sua longa viagem. "Normalmente a pessoa se sente um pouco triste e nostálgica, mas nos sentimos aliviados (de chegar) depois de sofrer este problema na asa", acrescentou.
A viagem de costa a costa realizada pelo avião solar começou no dia 3 de maio perto de San Francisco (Califórnia). A aeronave continuou seu périplo aterrissando em dias posteriores em Phoenix (Arizona), Dallas/Fort Worth (Texas), St. Louis (Missouri), Cincinnati (Ohio), na capital Washington e finalmente em Nova York.
O Impulse é um avião de fibra de carbono, de 1.600 quilos de peso e de uma envergadura de 63,4 metros, equivalente à de um Boeing 747.
A aeronave funciona com 12.000 células fotovoltaicas capazes de produzir eletricidade suficiente para recarregar sua bateria de lítio de 400 quilos, necessária para alimentar quatro motores elétricos com hélice de 10 cavalos de força cada um, tanto de dia quanto de noite.
Voar acima da ponte Golden Gate, no início do périplo, é uma das melhores lembranças de viagem para Piccard, enquanto para Borschberg a aventura esteve marcada por episódios mais perigosos, como quando o vento se tornou um obstáculo para o bom funcionamento do avião.
A travessia dos Estados Unidos foi "mais difícil que o previsto devido ao tempo: ocorreram muitos tornados, tempestades, razão pela qual muitos de nossos voos foram adiados ou atrasados", acrescentou. "Apesar de tudo continua sendo um grande sucesso", disse.
O objetivo da viagem é a promoção de tecnologias que utilizam energias renováveis.
"Nosso objetivo não é apenas cruzar os Estados Unidos, este projeto deve ser útil para a sociedade, para mostrar às pessoas como o mundo pode ser eficaz com a utilização de tecnologias limpas", explicou o suíço.
Em cada escala, o avião ficou em exibição entre uma semana e dez dias, para que os interessados pudessem vê-lo e falar com os pilotos.
Os dois pilotos planejam agora uma volta ao mundo em 2015 com uma versão melhorada da aeronave. Copiado  http://www.afp.com/pt/

Asilo latino-americano a Snowden carrega sérios problemas logísticos


07/07/2013 - 14:44

Asilo latino-americano a Snowden carrega sérios problemas logísticos


MOSCOU (AFP)
O americano Edward Snowden, buscado por seu país e que está há mais de duas semanas na zona de trânsito de um aeroporto de Moscou, enfrentará uma série de problemas logísticos se quiser deixar a Rússia e se refugiar em um dos três países latino-americanos - Venezuela, Nicarágua e Bolívia - que ofereceram asilo a ele.
O presidente boliviano, Evo Morales, somou-se no sábado às nações que ofereceram asilo a Snowden, depois das declarações no mesmo sentido dos presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Nicarágua, Daniel Ortega.
Os três países desafiaram abertamente os Estados Unidos, país com o qual têm importantes intercâmbios econômicos, mas tensas relações políticas, ao oferecer asilo ao ex-consultor da Agência de Segurança Nacional (NSA) americana.
O governo da Nicarágua revelou na noite de sábado que Snowden pediu asilo ao seu país porque considera improvável receber um julgamento justo nos Estados Unidos, onde pode ser condenado "à prisão perpétua ou inclusive à morte" por espionagem.
"Eu, Edward Snowden, cidadão dos Estados Unidos, escrevo para solicitar asilo na República da Nicarágua devido ao risco de ser perseguido pelo governo e por seus agentes" por revelar a existência de um programa de espionagem mundial da NSA dos Estados Unidos, afirma a carta de Snowden, enviada no dia 30 de junho ao presidente Daniel Ortega.
Em uma entrevista realizada antes destas revelações e publicada neste domingo pela revista alemã Der Spiegel, Snowden disse que os países ocidentais - que tanto se indignaram pela espionagem praticada pela NSA - cooperam estreitamente com ela.
O fugitivo está bloqueado há duas semanas na zona de trânsito do aeroporto de Moscou-Sheremetievo, de onde pediu asilo a 21 países, tendo a maioria de seus pedidos negados.
Washington solicitou que a Rússia entregue o americano, embora os dois países não tenham acordo de extradição. O presidente russo, Vladimir Putin, rejeitou o pedido, e sugeriu, em troca, que Snowden decida rapidamente onde quer ir.
Mas as opções de Snowden neste aeroporto moscovita são limitadas: os únicos voos diretos à América Latina passam por Cuba, país que se manteve surpreendentemente silencioso neste conflito, diferentemente de Manágua, Caracas e La Paz.
Snowden também corre o risco de que na Europa seu avião seja obrigado a aterrissar ou tenha o pedido de sobrevoo de seu espaço aéreo negado, como ocorreu nesta semana com a aeronave do presidente boliviano Evo Morales, devido a suspeitas infundadas de que levava consigo de Moscou o fugitivo americano.
--- Pesadelo logístico para Snowden ---
O chanceler venezuelano, Elías Jaua, reiterou no sábado que por enquanto a Venezuela não recebeu nenhum pedido de asilo por parte de Snowden. "Estamos esperando a próxima segunda-feira para (...) saber se ele ratificará sua disposição de se asilar na Venezuela", disse.
Isso significa um elemento de incerteza para as autoridades russas, que buscam para Snowden um destino viável legalmente.
O informático deveria pegar um avião no dia 24 de junho do aeroporto de Moscou para Havana, o que não ocorreu, embora os motivos ainda não sejam claros.
Segundo analistas, é provável que as autoridades russas não tenham permitido que subisse a bordo deste voo porque não tinha nenhum documento legal, depois que Washington revogou o passaporte americano de Snowden.
Também é pouco provável que o fugitivo deixe Moscou a bordo do avião de um presidente ou com uma delegação estrangeira, já que estes voos saem e chegam de outro aeroporto de Moscou, o de Vnukovo, localizado no outro extremo da cidade.
E ainda que diplomatas latino-americanos concedam ao fugitivo documentos para viajar, seus problemas não estariam necessariamente resolvidos. Todos os voos de Moscou a Cuba sobrevoam o espaço aéreo europeu. É possível que aconteça com o avião que transportar o americano o mesmo ocorrido com a aeronave de Morales, obrigada a pousar em Viena.
Cuba, por sua vez, parece se manter à margem do conflito, e não indicou que atitude adotaria se o fugitivo americano chegasse ao aeroporto de Havana.
"Snowden é um homem morto, no sentido figurado da palavra", opina o especialista francês de espionagem Sebastien Laurent. "Diante da gravidade do que fez, jamais encontrará um refúgio seguro", afirma.
 Copiado  http://www.afp.com/pt/

Jordânia acusa clérigo islamita Abu Qatada de terrorismo

07/07/2013 - 14:42

Jordânia acusa clérigo islamita Abu Qatada de terrorismo


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AMÅ (AFP)
A justiça militar jordaniana acusou neste domingo o clérigo islamita radical Abu Qatada de terrorismo, pouco depois de sua chegada à Jordânia extraditado pela Grã-Bretanha, informou uma fonte judicial.
"O tribunal da segurança do Estado acusou Abu Qatada de conspiração com o objetivo de preparar atos terroristas", indicou a fonte à AFP, mas o acusado não se declarou culpado.
Copiado  http://www.afp.com/pt/

Autoridades tentam determinar causas de acidente aéreo em San Francisco

07/07/2013 - 14:41

Autoridades tentam determinar causas de acidente aéreo em San Francisco


SAN FRANCISCO (AFP)
As autoridades americanas tentam determinar as causas do acidente com o Boeing 777 da companhia sul-coreana Asiana Airlines, que se incendiou parcialmente ao se acidentar durante o pouso no sábado em San Francisco com mais de 300 pessoas a bordo, deixando um saldo de dois mortos e 182 feridos.
Um agente da polícia federal americana (FBI), David Johnson, disse que até o momento não há nenhum elemento que permita indicar que o acidente tenha sido produto de um ato terrorista. "Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para descobrir o que aconteceu", disse.
As causas do acidente ainda eram uma incógnita. A presidente da Agência de Segurança no Transporte dos Estados Unidos (NTSB), Debra Hersman, disse em uma coletiva de imprensa em Washington que "ainda é muito cedo para dizer algo" e que "todas as hipóteses estão na mesa".
A Autoridade Federal de Aviação (FAA) americana confirmou que o avião se acidentou ao tocar terra. Testemunhas do acidente afirmam que a cauda da aeronave se chocou contra a pista na hora do pouso.
O sobrevivente Elliott Stone disse à CNN que, ao se aproximar do solo, o "avião pareceu acelerar, como se o piloto soubesse que havia pouco espaço".
"E depois a parte de trás se choca e voa pelos ares e as cabeças de todos se batem contra o teto" do avião, acrescentou.
O ministério dos Transportes da Coreia do Sul também disse que a cauda do avião tocou a pista no momento do pouso.
Além disso, indicou que uma equipe de quatro pessoas foi enviada a San Francisco para examinar os destroços da fuselagem da aeronave acidentada.
O Boeing jaz perto da pista, semidestruído, com a cauda separada do resto da fuselagem por cerca de cem metros.
--- "Desculpas sinceras" ---
O titular da Asiana Airlines, Yoon Young-Doo, informou em uma coletiva de imprensa que o Boeing 777 foi comprado "em março de 2006... e até onde sabemos não tinha problemas de motor ou mecânicos".
Também disse que não houve um pedido de emergência antes do pouso e que "nossos pilotos cumprem rigidamente as normas da aviação".
Com um tom pesaroso, pediu que, "por favor, aceitem minhas desculpas sinceras" e disse que as duas pessoas que perderam a vida no acidente são de nacionalidade chinesa.
Segundo o ministério dos Transportes sul-coreano, os falecidos são duas jovens mulheres nascidas em 1996 e 1997.
--- "Incrível" ---
As autoridades americanas tentam determinar as causas do acidente com o Boeing 777 da companhia sul-coreana Asiana Airlines, que se incendiou parcialmente ao se acidentar durante o pouso no sábado em San Francisco com mais de 300 pessoas a bordo, deixando um saldo de dois mortos e 182 feridos.
"Isto foi incrível, e temos muita sorte de ter tantos sobreviventes", afirmou o prefeito de San Francisco, Ed Lee. "Mas ainda assim há muitos feridos em estado grave", lamentou.
Dale Carnes, vice-chefe do corpo de Bombeiros, disse que dos 291 passageiros e 16 tripulantes da aeronave, 182 ficaram feridos - 49 deles em estado delicado - e 123 estão sãos e salvos.
Entre os passageiros do Voo 214 da Asiana, que saiu de Xangai e fez escala em Seul antes de partir rumo a San Francisco, estavam 77 coreanos, 141 chineses, 61 americanos e um japonês a bordo.
Familiares ansiosos dos passageiros se reuniram nos escritórios da companhia aérea em Seul para obter detalhes do acidente e informação sobre as vítimas.
Sheryl Sandberg, alta-executiva do Facebook, pegaria o avião depois acidentado com sua família e três colegas, mas trocou o voo por um da United Airlines e chegou a San Francisco 20 minutos antes do acidente.
"Um momento importante para agradecer", escreveu em sua página do Facebook.
--- "Estou bem" ---
"Nós o vimos tocar o solo, a cauda se quebrou quase imediatamente tocando o que parecia ser o extremo da pista", relatou à CNN Jennifer Sorgen.
Um passageiro postou no Twitter uma foto que mostra pessoas saindo do avião, aparentemente sãs e salvas. Também aparecia um tobogã de salvamento instalado na parte dianteira da aeronave.
"Acabo de realizar um pouso de emergência em SFO. Cauda perdida. Parece que todos estão bem. Eu estou bem", escreveu David Eun em sua conta na rede social.
"O nariz do avião estava mais elevado que o normal para uma aeronave em fase de aterrissagem", relatou à ABC News Stepehn Dear, uma testemunha do acidente. "Foi se aproximando cada vez mais e vi como a cauda tocava o solo", acrescentou.
Outra passageira, Chun Ki-Wan, declarou à rede de televisão YTN de Seul por telefone que "a maioria dos passageiros saiu do avião bem, seguindo as instruções da tripulação".
"Vi alguns ensanguentados, que eram levados ao hospital de ambulância. Tudo parecia normal antes do pouso", acrescentou.
As condições meteorológicas não parecem ter tido influência no acidente, já que o tempo estava bom no sábado em San Francisco.
Copiado  http://www.afp.com/pt/

More Latin America - TOP LATIN AMERICAN STORIES - Venezuela awaits Snowden's response

July 7, 2013 -- Updated 0945 GMT (1745 HKT)
Venezuela says it has extended an offer of asylum to Edward Snowden, but it has not heard back from him. It's not the only country to offer help. FULL STORY

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    Venezuela awaits Snowden's response to asylum offer

    By Mariano Castillo, CNN
    July 7, 2013 -- Updated 0506 GMT (1306 HKT)
    Former intelligence worker <a href='http://www.cnn.com/2013/06/10/politics/edward-snowden-profile/index.html'>Edward Snowden</a>, 29, revealed himself as the source of documents outlining a massive effort by the NSA to track cell phone calls and monitor the e-mail and Internet traffic of virtually all Americans. He says he just wanted the public to know what the government was doing. "Even if you're not doing anything wrong, you're being watched and recorded," he said. While he has not been charged, the FBI is conducting an investigation into the leaks. Former intelligence worker Edward Snowden, 29, revealed himself as the source of documents outlining a massive effort by the NSA to track cell phone calls and monitor the e-mail and Internet traffic of virtually all Americans. He says he just wanted the public to know what the government was doing. "Even if you're not doing anything wrong, you're being watched and recorded," he said. While he has not been charged, the FBI is conducting an investigation into the leaks.
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    STORY HIGHLIGHTS
    • Snowden remains a man without a country two weeks after arriving in Moscow
    • Venezuela says it has not had any communication with Snowden
    • In addition to Venezuela, Bolivia has also offered him asylum
    • Nicaragua has said it would consider it "if the circumstances permit"
    (CNN) -- Venezuela says it has extended an offer of asylum to Edward Snowden, but it has not heard back from him.
    The nation has not had any communication with Snowden and is waiting to see whether he accepts their offer, Foreign Affairs Minister Elias Jaua told state television Saturday.
    "We would also secondly have to get in touch with the government from the Russian Federation where he is, since he is there -- and obviously not in Venezuelan territory -- to see their thoughts on it," Jaua said.
    Venezuela is one of three left-leaning Latin American nations that, to varying degrees, have said they'd welcome the U.S. intelligence leaker. The others are Bolivia, which has offered asylum, and Nicaragua, which said it would consider it.
    Snowden gets new options for asylum
    Two countries offer Snowden asylum
    Snowden remains a man without a country two weeks after arriving at Moscow's Sheremetyevo International Airport.
    Relief for Russia
    Wanted by the United States, he had faced a string of rejections to asylum bids he placed to numerous countries. The Latin American countries were the first to respond in the positive.
    Bolivian President Evo Morales, who became part of the saga when his presidential plane was denied permission to enter the airspace of several European countries amid a rumor about Snowden, said his country is "willing to give asylum."
    Nicaraguan President Daniel Ortega said he would grant Snowden asylum in his country "if the circumstances permit."
    The asylum offers could provide Snowden a chance to evade U.S. authorities, though it is unclear how he would get to Venezuela or the other countries.
    Snowden's exit from Russia, however, would provide relief to authorities there, who appeared weary of the American's presence at the airport.
    Alexei Pushkov, head of the lower Russian legislative body DUMA, recommended Snowden leave the airport, where he has been holed up since June 23, when he arrived from Hong Kong.
    "Sanctuary for Snowden in Venezuela would be the best solution," Pushkov tweeted Saturday. "He can't live in at Sheremetyevo."
    No help from Iceland
    Meanwhile, an Icelandic lawmaker said Snowden would not get citizenship there, as he had requested, because parliament declined to vote on an asylum proposal before ending its current session.
    Reports: Venezuela offers to take leaker
    Exploring Snowden's airport transit zone
    Snowden's name used to sell lingerie
    Snowden remains a headache for Putin
    Birgitta Jonsdottir was among a handful of lawmakers who put forward a bill Thursday urging parliament to process Snowden's request. She said Friday that the speaker of the house refused to put the bill on the agenda and the majority in parliament declined to allow a voice vote on it.
    "So it is with great grief I have to announce that Snowden will not be getting any form of shelter in Iceland because the current government doesn't even have enough spine for the parliament to discuss Snowden's request," Jonsdottir wrote on her blog.
    She praised Snowden, who has acknowledged leaking classified documents about U.S. surveillance programs and faces espionage charges in the United States. Besides Iceland, he has applied for asylum in 20 other countries.
    Bolivia's 'fair protest'
    Bolivia's position on asylum follows outrage by its president over his sidetracked trip from Russia this week.
    Several European countries refused to allow Morales' plane through their airspace Tuesday because of suspicions Snowden was aboard. With no clear path home available, the flight crew made an emergency landing in Vienna, Austria, where authorities confirmed Snowden was not a passenger.
    Bolivia's asylum offer is a "fair protest" to the incident, which involved Portugal, Italy, France and Spain, Morales said. Spain has said it did not restrict its airspace during that flight.
    'Message to the Americans'
    He put the blame squarely on the United States for the incident.
    "Message to the Americans: The empire and its servants will never be able to intimidate or scare us," Morales told supporters at El Alto International Airport outside La Paz, where he arrived late Wednesday. "European countries need to liberate themselves from the imperialism of the Americans."
    Morales said officials should analyze whether to shut the U.S. Embassy in his country.
    "Without the United States," he said, "we are better politically and democratically."
    Ecuadorian President Rafael Correa joined Morales in criticizing the United States' role in the situation. Venezuela's Maduro blamed the CIA for pressuring the European governments to refuse to grant the plane passage.
     COPY  http://edition.cnn.com/

THE LATEST - TOP EUROPE STORIES - Abu Qatada denies terror charges -

 

July 7, 2013 -- Updated 1343 GMT (2143 HKT)
Hours after he was deported from the United Kingdom to Jordan on Sunday, radical cleric Abu Qatada denied the terror charges against him in Jordan, legal sources close to the case told CNN Arabic. FULL STORY

TOP EUROPE STORIES

THE LATEST


Jordan: Radical cleric Abu Qatada denies terror charges

By Chelsea J. Carter, CNN
July 7, 2013 -- Updated 1336 GMT (2136 HKT)
Abu Qatada, shown in November 2012, was convicted in absentia in Jordan in 1999 on conspiracy charges.
Abu Qatada, shown in November 2012, was convicted in absentia in Jordan in 1999 on conspiracy charges.
STORY HIGHLIGHTS
  • Legal sources: Abu Qatada appears in court, denies the charges against him
  • He was convicted of two counts of conspiracy to cause explosions
  • Britain had been trying to deport Abu Qatada since 2005
  • Videos of his sermons were found in an apartment used by some involved in 9/11 attacks
(CNN) -- Hours after he was deported from the United Kingdom to Jordan on Sunday, radical cleric Abu Qatada denied the terror charges against him in Jordan, legal sources close to the case told CNN Arabic.
Abu Qatada was tried and convicted in absentia in Jordan in 1999 on two charges of conspiracy to cause explosions, court documents say.
Jordan will hold a fair trial for Abu Qatada for alleged terrorist attacks in 1999 and 2000, government spokesman Mohammed Al-Momani told the official Petra News Agency.
The constitution will guarantee respect for human rights, he said.
Abu Qatada's deportation early Sunday ended a years-long legal battle to force the Jordanian national to leave the country.
Britain had been trying to deport Abu Qatada since 2005, but his legal appeals kept him there.
"His departure marks the conclusion of efforts to remove him since 2001 and I believe this will be welcomed by the British public," Home Secretary Theresa May said in a written statement.
"I am glad that this government's determination to see him on a plane has been vindicated and that we have at last achieved what previous governments, Parliament and the British public have long called for. This dangerous man has now been removed from our shores to face the courts in his own country."
In January 2012, the European Court of Human Rights blocked Britain from sending him to Jordan because of fears that evidence obtained by torture could be used against him at the trial planned by the Middle Eastern country.
UK authorities accuse Abu Qatada of raising funds for terrorist groups, including organizations linked to the late al Qaeda leader Osama bin Laden, and say he has publicly supported the violent activities of those groups.
Videos of his preaching were found in a German apartment used by some of those involved in the 9/11 attacks on the United States, including ringleader Mohammed Atta.
Abu Qatada has denied the allegations against him.
Also known as Omar Othman, Abu Qatada arrived in the UK in 1993 and applied for asylum on the grounds that he had been tortured by Jordanian authorities. He came to Britain on a forged United Arab Emirates passport, according to court documents, and claimed asylum for himself, his wife and their three children.
He was ordered back to prison in April after evidence suggested he had violated his bail conditions. These include an order that prohibits him from allowing cell phones to be turned on in his house, and a ban on devices such as rewritable CDs and flash drives.
CNN's Mohammed Tawfeeq, Caroline Faraj, Mitra Mobasherat and Antonia Mortensen contributed to this report.
COPY  http://edition.cnn.com/US/

Top U.S. stories - FBI: Man tried to extort Deen - Crash survivor: 'I don't see any runway, just water'

 

July 7, 2013 -- Updated 1410 GMT (2210 HKT)
Passengers describe being too low too soon just moments before an Asiana Airlines flight crashed at San Francisco airport killing two teenagers. Hundreds escaped. FULL STORY

Seconds before crash, passengers knew they were too low

By Holly Yan and Greg Botelho, CNN
July 7, 2013 -- Updated 1207 GMT (2007 HKT)
Fire crews attempt to quench the blaze after an Asiana Airlines Boeing 777, inbound from Seoul, South Korea, crashed on landing at San Francisco International Airport on Saturday, July 6. Fire crews attempt to quench the blaze after an Asiana Airlines Boeing 777, inbound from Seoul, South Korea, crashed on landing at San Francisco International Airport on Saturday, July 6.
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Plane crash-lands in San Francisco
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STORY HIGHLIGHTS
  • NEW: The flight recorders have been found, the NTSB says
  • Asiana identifies the two 16-year-old girls killed in the crash
  • 182 people were hospitalized, while 123 were uninjured
  • Passengers say the plane's rear struck the edge of the runway

    Flight data recorders recovered from Asiana crash

    By Thom Patterson, CNN
    July 7, 2013 -- Updated 1427 GMT (2227 HKT)
    Watch this video

    Details of pilot flying at time of crash

    STORY HIGHLIGHTS
    • Asiana Airlines Flight 214 data recorders were recovered and sent to Washington
    • Boeing 777 crashed Saturday at San Francisco airport, killing two teen passengers
    • NTSB: "Stabilized approaches have long been a safety concern"
    (CNN) -- Investigators gathered critical clues in San Francisco on Sunday in hopes of solving the mystery surrounding the deadly crash landing of Asiana Airlines Flight 214.
    Both flight data recorders have been recovered, the National Transportation Safety Board said, from wreckage left by Saturday's tragedy that left two 16-year-old passengers dead.
    Survivors and witnesses reported the 7-year-old Boeing 777 appeared to be flying too low as it approached the end of a runway near the bay.
    "Stabilized approaches have long been a safety concern for the aviation community," NTSB Chairman Deborah Hersman told CNN on Sunday, saying they represent a significant threat. "We see a lot of runway crashes."
    "We want to understand what was going on with this crew so we can learn from it," Hersman said.
    Passengers recount moment of crash
    Passengers describe harrowing crash
    'The wheels ... were too low, too soon'
    Hersman said her team hopes to interview the pilots in the coming days.
    Internal damage to the plane is "really striking," she said, and officials are thankful there weren't more deaths.
    Nothing, including pilot error, has been ruled out as a possible cause of the crash, investigators said. The recorders have already arrived at an NTSB lab in Washington for analysis.
    Teen girls Ye Mengyuan and Wang Linjia, both Chinese nationals, were killed in the crash, Asiana Airlines said Sunday. There were 291 passengers and 16 crew members aboard the two-engine jet, which had flown a 10-hour direct flight from Seoul, South Korea.
    "The tail of the Asiana flight hit the runway and the aircraft veered to the left out of the runway," said Choi Jeong-ho, head of South Korea's Aviation Policy Bureau.
    Airport technology called the Instrument Landing System -- or ILS -- which normally would have helped pilots correctly approach the runway -- were not operating at the time, officials have said.
    "There are a lot of systems that help support pilots" as they fly into busy airports, Hersman said. Some of these systems alert the pilots. "A lot of this is not necessarily about the plane telling them" that something may be wrong, she said. "It's also about the pilot's recognition of the circumstances and what's going on. So for them to be able to assess what's happening and make the right inputs to make sure they're in a safe situation -- that's what we expect from pilots."
    San Francisco Fire Chief Joanne Hayes-White said that when crews arrived, "some of the passengers (were) coming out of the water. But the plane was certainly not in the water."
    Survivors reported hearing no warning from the cockpit before the plane slammed onto the edge of the runway, severing the plane's tail and sending the fuselage spinning on its belly. The crash landing blew a fireball and clouds of smoke into the sky.
    Passengers scrambled to exit a crash scene that one survivor described as "surreal."
    Evidence in the investigation will include data that show what action the pilots took during the approach to the airport. The pilot operating the aircraft was a veteran who had been flying for Asiana since 1996, the airline said.
    On the runway, medics found the bodies of the two Chinese teens lying next to burning wreckage. Remarkably, the other 305 people on the plane survived. Passengers included 70 Chinese students and teachers who were headed to summer camp in the United States, China's state-run Xinhua news agency reported.
    "We're lucky there hasn't been a greater loss of life," Hayes-White said. When rescuers arrived, they found some passengers coming out of the water, she said.
    "There was a fire on the plane, so the assumption might be that they went near the water's edge, which is very shallow, to maybe douse themselves with water," Hayes-White said.
    While 182 of them were taken to hospitals with injuries ranging from spinal fractures to bruises, another 123 managed to escape unharmed.
    Some jumped out or slid down emergency chutes with luggage in hand.
    South Korean investigators will work alongside U.S. investigators. Choi said it could take up to two years to learn exactly what caused the crash. Asiana CEO and President Yoon Young-doo said there was no engine failure, to his knowledge. "The company will conduct an accurate analysis on the cause of this accident and take strong countermeasures for safe operation in the future with the lesson learned from this accident," Yoon said.
    CNN's Faith Karimi and Aaron Cooper contributed to this report.


    COPY  http://edition.cnn.com/US/

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