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01/05/2014 - 15:30
Mecanismo Europeu de Estabilidade já dispõe de todo o seu capital
01 Mai 2014O Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEDE), principal dispositivo anticrise da Eurozona, já dispõe da totalidade de seu capital, 80 bilhões de euros, o mais elevado do mundo para uma instituição financeira internacional, anunciou nesta quinta-feira.AFP / DANIEL ROLAND
Logo do Banco Central Europeu, em Frankfurt
Os 80 bilhões foram alcançados graças ao pagamento por parte dos 18 Estados membros de uma quinta e última parcela de 15,7 bilhões de euros, declarou em um comunicado o MEDE, operacional desde outubro de 2012.
Este nível de capitalização permite ao MEDE "emitir bônus e obrigações a taxas favoráveis, para financiar os empréstimos concedidos aos Estados" que compartilham o euro, explica o comunicado.
Este capital "é investido em ativos líquidos de grande qualidade, com o objetivo de preservá-lo", acrescenta a instituição, com sede em Luxemburgo.
O nível de capitalização "é o mais elevado entre as instituições financeiras mundiais. É um fator importante que faz com que os investidores considerem o MEDE como um emissor de muito boa reputação e de confiança", destacou o diretor-executivo do Mecanismo, Klaus Regling.
O diretor ressaltou que, utilizando este capital como modo de garantia, o Mecanismo poderá emprestar aos países da Eurozona em dificuldades até 500 bilhões de euros.
Em 2012, o MEDE já concedeu 41,3 bilhões de euros ao governo espanhol para resgatar seu setor bancário.
COPIADO http://www.afp.com/
Mecanismo Europeu de Estabilidade já dispõe de todo o seu capital
De Hong Kong a Istambul, trabalhadores e manifestantes saem às ruas neste 1º de Maio
01/05/2014 - 15:30
De Hong Kong a Istambul, trabalhadores e manifestantes saem às ruas neste 1º de Maio
AFP / PIERRE-PHILIPPE MARCOU
Manifestantes fazem marcha do Dia do Trabalho em Madri, pedindo mais empregos e oportunidades, em 1º de maio de 2014
A polícia turca utilizou canhões de água e bombas de gás lacrimogêneo para dispersar centenas de pessoas que tentaram desafiar a proibição de se manifestar na praça Taksin, onde no ano passado ocorreram protestos que chegaram a colocar o governo em xeque.
Nas imediações da praça foram mobilizados até 40.000 agentes da polícia, que isolaram todas as avenidas e ruas próximas para impedir seu acesso.
Animado pela vitória de seu partido nas eleições municipais de 30 de março e em plena pré-campanha para as presidenciais de agosto, o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, havia lançado na quarta-feira uma séria advertência aos seus opositores.
"Não tenham esperança alguma na Taksim (...) vão protestar em outros lugares de Istambul", declarou.
As celebrações de 1º de Maio também foram perturbadas no Camboja, onde os sindicatos pediram apoio aos trabalhadores do setor têxtil em greve em duas zonas econômicas especiais perto da fronteira com o Vietnã.
A maioria dos trabalhadores deste setor vital para a economia cambojana, que dá emprego a 650.000 pessoas, ganham menos de 100 dólares mensais.
A polícia, armada com cassetetes, dispersou os manifestantes reunidos ao redor do Parque da Liberdade em Phnom Penh, fechado para impedir o acesso aos opositores do primeiro-ministro Hun Sen, no poder há 30 anos.
Várias pessoas foram atingidas, constatou a AFP. "Os direitos dos trabalhadores foram pisoteados", declarou Ath Thorn, presidente da confederação de trabalhadores da indústria têxtil.
- "Putin tem razão" -
Na Rússia, em plena efervescência nacionalista alimentada pela crise na Ucrânia, cerca de 100.000 pessoas protestaram na Praça Vermelha de Moscou, muito próxima ao Kremlin, por ocasião do Dia do Trabalho, recuperando uma tradição soviética desaparecida há 23 anos.
"Putin tem razão", "Estou orgulhoso do meu país", afirmavam alguns dos cartazes mostrados pelos manifestantes, em meio a um mar de bandeiras russas.
AFP / LOUISA GOULIAMAKI
Trabalhadores gregos fazem ato pelo Dia do Trabalho em Atenas, 1º de maio de 2014
"Um vento de liberdade sopra sobre a Crimeia", exclamou um homem com uniforme militar.
Além disso, também há manifestações previstas para Indonésia, Malásia e para as economias mais desenvolvidas da região, como Hong Kong, Cingapura, Coreia do Sul e Taiwan, onde o aumento do custo de vida, e, em particular, os preços exorbitantes de habitação, aumentam as desigualdades.
Na Europa, muitas manifestações marcam tradicionalmente este 1º de Maio, "dia internacional dos trabalhadores" nascido durante o movimento para a redução da jornada de trabalho no fim do século XIX nos Estados Unidos.
Na França, os sindicatos protestarão em Paris contra o plano de cortes de 50 bilhões de euros anunciado pelo primeiro-ministro, Manuel Valls.
A menos de um mês das eleições europeias de 25 de maio, a ultradireitista Frente Nacional quer que sua tradicional marcha seja uma demonstração de força para reforçar sua posição nas pesquisas, que a colocam em primeiro ou segundo lugar, emparelhada com a direitista UMP, da oposição.
A Espanha, que começa a sair timidamente do marasmo econômico e segue minada por um desemprego recorde, também sairá às ruas em Madri e em mais de 70 cidades.
Manifestações também na Grécia e na Itália, onde o presidente do Conselho, Matteo Renzi, prometeu devolver a confiança aos italianos, que saem de mais de dois anos de recessão.
Na Venezuela, opositores convocados pela Mesa de Unidade Democrática e chavistas acompanhados pelo presidente Nicolás Maduro marcharão em locais separados de Caracas, após o anúncio de um aumento do salário mínimo em 30% em resposta à elevada inflação.
COPIADO http://www.afp.com/
Correa entra na onda da banana contra racismo
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01/05/2014 - 14:50
Correa entra na onda da banana contra racismo
O presidente do Equador, Rafael Correa, se somou na quarta-feira à campanha da banana contra o racismo, após a tirada genial do jogador Daniel Alves, que comeu uma fruta jogada da arquibancada na partida entre FC Barcelona e Villarreal, no domingo passado.AFP / JOSEP LAGO
Rafael Correa discursa em Barcelona no dia 22 de abril de 2014
"Do Equador, o maior e melhor produtor de bananas do mundo, rejeitamos o racismo ", disse o presidente em sua conta no Twitter.
A mensagem inclui uma foto de Correa, na qual aparece segurando um cacho de bananas com a catedral de Quito ao fundo (pic.twitter.com/aAiTtZ55zh).
O Equador é o principal exportador mundial de banana.
A polícia espanhola prendeu nesta quarta-feira o torcedor que supostamente jogou a banana em direção a Daniel Alves, durante o jogo da 35ª rodada do Campeonato Espanhol.
O detido, que foi colocado em liberdade depois de ter sido denunciado, pode ser condenado a uma pena de entre um e três anos de prisão, com base no artigo 510 do código penal espanhol, que prevê a punição para aqueles que "provocam a discriminação" ou "divulgam informações ofensivas" por motivos racistas
Daniel Alves, de 30 anos, estava pronto para bater um escanteio quando a banana caiu perto dele no gramado do estádio Madrigal. Imediatamente, o brasileiro pegou a banana, descascou e comeu a fruta antes de dar prosseguimento ao jogo.
Após a partida, que o Barcelona venceu por 3-2, Daniel Alves afirmou: "Estou há 11 anos na Espanha e há 11 anos sofrendo a mesma coisa. No fim, levo com humor".
"Nós não vamos poder mudar isto, infelizmente. Mas se você não dá importância, eles não conseguem seu objetivo", completou.
O insulto provocou uma reação mundial de apoio ao lateral brasileiro, de seu companheiro de time Neymar até a presidente brasileira, Dilma Rousseff, passando pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter.
COPIADO http://www.afp.com/
Merkel pede ajuda de Putin para libertar inspetores da OSCE
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01/05/2014 - 14:50
Merkel pede ajuda de Putin para libertar inspetores da OSCE
A chanceler alemã, Angela Merkel, pediu nesta quinta-feira ao presidente russo, Vladimir Putin, que contribua para a libertação de inspetores da OSCE detidos por insurgentes pró-russos no leste da Ucrânia, informou o Kremlin.AFP / Vasily Maximov
Observadores da OSCE detidos em apresentação à imprensa em Slaviansk no dia 27 de abril
Em uma conversa telefônica, "Merkel pediu uma contribuição para a libertação dos observadores militares detidos no sudeste da Ucrânia, cidadãos de países europeus, incluindo a Alemanha", informou o Kremlin em um comunicado.
COPIADO http://www.afp.com/
Peaches Geldof 'morreu de overdose de heroína'
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01/05/2014 - 14:40
Peaches Geldof 'morreu de overdose de heroína'
Peaches Geldof, filha do cantor irlandês Bob Geldof, morreu de overdose de heroína, como sua mãe, Paula Yates, no ano 2000, revela nesta quinta-feira o jornal britânico The Times.AFP / Miguel Medina
Peaches Geldof no dia 25 de fevereiro de 2014 em Paris
Modelo, jornalista e apresentadora de TV, Peaches Geldof foi descoberta sem vida no dia 7 de abril passado, aos 25 anos, e a necropsia não foi conclusiva.
Mas o inspector Paul Fotheringham deve anunciar nesta quinta-feira que as análises toxicológicas provam que a jovem morreu de overdose de heroína, em um "paralelismo trágico" com o destino de sua mãe.
Paula Yates, apresentadora da TV britânica, morreu de overdose em 2000, quando tinha 41 anos.
Peaches, que escrevia para revistas e jornais britânicos, além de apresentar programas de televisão, foi encontrada morta em sua casa de campo em Kent, onde estava com seu filho de 11 meses.
Peaches Geldof se casou em duas ocasiões e além do filho de 11 meses tinha outro, de dois anos, ambos do cantor Thomas Cohen, da banda S.C.U.M.
COPIADO http://www.afp.com/
Diretor de Inteligência militar dos EUA deixará o cargo
01/05/2014 - 04:20
Diretor de Inteligência militar dos EUA deixará o cargo
AFP / Mandel Ngan
O diretor da Agência de Inteligência Militar
americana (DIA), general Michael Flynn, depõe na Comissão de
Inteligência da Câmara dos Representantes sobre ameaças mundiais, no
Capitólio, em Washington, em 4 de fevereiro de 2014
O general Flynn e seu adjunto, David Shedd, "anunciaram formalmente hoje seu objetivo de sair este ano", revela o comunicado do Pentágono, acrescentando que a decisão "era prevista há algum tempo".
Sua saída deve ser efetivada "no início do outono" boreal, comunicou a DIA à AFP.
Segundo The Washington Post, os dois funcionários foram pressionados a sair após "semear o caos" dentro da agência com sua gestão.
O general Flynn entrou em conflito com o subsecretário de Defesa para a Inteligência, Michael Vickers.
Após uma década de guerras no Iraque e Afeganistão, a DIA busca se concentrar na missão de obter informações de caráter militar e expandir sua rede no estrangeiro.
De acordo com o Washington Post, o cargo de diretor da DIA pode ser entregue a general Mary Legere, a primeira mulher a ocupar a posição.
COPIADO http://www.afp.com/
Alstom declara preferência pela GE; Siemens melhora proposta
01/05/2014 - 04:20
Alstom declara preferência pela GE; Siemens melhora proposta
01
Mai
2014
AFP / Sebastien Bozon
Logo do grupo francês Alstom e, ao fundo, o do conglomerado americano General Electric (GE), em 29 de abril de 2014
O conselho administrativo da Alstom, grupo emblemático da indústria francesa, recomendou a seus acionistas a oferta da General Electric (GE), de € 12,35 bilhões (cerca de US$ 17 bilhões). Já a Siemens melhorou a proposta para chegar a um valor entre € 10,5 bilhões e € 11 bilhões.
"A Alstom estuda a proposta de aquisição de suas atividades de energia por parte da General Electric", declarou a companhia francesa Alstom, acrescentando que seu conselho de administração reconheceu "por unanimidade os méritos estratégicos e industriais dessa oferta".
Um comitê de administradores independentes fará uma "análise exaustiva" da oferta até o final de maio, completou a nota.
"É claro que o Estado terá algo a dizer a respeito", desconversou o presidente e conselheiro delegado da Alstom, Patrick Kron, em teleconferência com a imprensa.
Nesta quarta, a Alstom fechou em alta de 9,33% na Bolsa de Paris, até se situar em € 29,52. Sua cotação estava bloqueada desde 25 de abril.
Com um projeto político focado na luta contra o desemprego e contra a desindustrialização, o governo francês interveio no assunto, nos últimos dias, evocando o interesse da França e pedindo à Alstom que use o tempo para examinar outras propostas.
O governo "foi ouvido" sobre o "assunto Alstom", afirmou o primeiro-ministro Manuel Valls, comemorando o fato de que não se tenha feito de imediato "nenhuma discussão exclusiva" com a GE.
O conselho administrativo da Alstom garantiu que não fechou as portas para outras propostas, destacando que a Siemens "terá um acesso equilibrado às informações para que (...) possa apresentar uma proposta firme".
Para competir com a GE, a Siemens melhorou a oferta. Além de seu setor de trens de alta velocidade, propôs ceder ao grupo francês sua atividade nos metrôs e trens de subúrbio, segundo uma carta, à qual a AFP teve acesso.
Em nota, a GE afirmou que sua proposta foi recebida "positivamente" pela Alstom e que a mesma é "boa" para o grupo francês.
O grupo Alstom está há muito tempo implantado em vários países da América Latina, tanto no setor de transportes (trens e metrôs), quanto no de energia hidráulica e eólica. Em 2011, inaugurou uma fábrica de turbinas no nordeste do Brasil.
COPIADO http://www.afp.com/
Highest house price rise since 2007
Highest house price rise since 2007
Nationwide report showing 10.9%
rise in a year may strengthen calls for Bank of England to intervene
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Latest“The pound could surge higher tomorrow morning if the latest survey of the construction sector matches today's strong manufacturing data.So reckons…” UK manufacturing growth surges
- Young workers hit hardest by fall in wages
- UK manufacturing growth hits five-month high
- Larry Elliott: when to halt stimulus and how?
Nationwide reports highest annual house price rise since 2007
Index shows 10.9% rise in past year and could strengthen calls for Bank of England to intervene
The annual rate of
house price inflation is the highest in four years and has been driven
by price rises in London and the south-east. Photograph: Yui Mok/PA
The annual rate at which UK house prices
are increasing moved into double digits in April, according to figures
from the country's largest building society, as low mortgage rates and a
mismatch between supply and demand for homes continued to drive the
market.
Nationwide's latest house price index showed UK prices have increased by 10.9% in the past 12 months, to an average of £183,577. The monthly rate of growth picked up, with a rise of 1.2% following March's 0.5% increase.
The annual rate of inflation is the biggest rise since June 2007, before the credit crunch, and the society warned homes could get further out of buyers' reach.
"Earnings growth is beginning to pick up, with wage increases finally outpacing the rise in the cost of living in February," said Nationwide's chief economist, Robert Gardner.
"Nevertheless, house price growth is outstripping income growth by a wide margin. The risk is that unless supply accelerates significantly, affordability will become stretched."
Although prices in many parts of the country remain below their 2007 peak, and annual inflation is well below the 20% plus recorded every month between July 2002 and May 2003, the return to double-digit price growth may increase fears of a bubble and lead to further calls for intervention by the Bank of England to keep a lid on the market.
Gardner, said the recent introduction of new rules on mortgage lending could have an impact on activity levels in the months ahead as the new measures bed down.
"However, underlying demand is likely to remain robust, as mortgage rates remain close to all-time lows and as consumer confidence improves further on the back of stronger labour market conditions and the brighter economic outlook," he added.
Nationwide's figures are based on mortgages approved by the society, with prices adjusted to reflect the value of a "typical house", and the monthly changes are seasonally adjusted.
The annual figures, which are not seasonally adjusted, showed prices have increased by £17,991, or £49 a day, since April 2013.
The three-month figure, which is less volatile than the monthly figure, showed price growth had eased slightly in the three months to April, to 2.5%. In March, the three-month figure was 2.7% and in the previous two months it reached 3.1%.
Gardner said a notable feature of the current upturn was the strength of price inflation in the south of England.
In March, the society reported an 18% year-on-year increase in prices in the capital, and the signs are that activity and prices have continued to be strong into April, with estate agents reporting huge growth in some parts of the market.
"Interestingly, price growth in London and the south-east appears to be driven by the top end of the market, with higher priced locations recording stronger price growth," he said.
"This pattern accords with housing transactions data, which shows that higher priced properties in London and the south-east have accounted for a higher proportion of transactions. For example, in London the proportion of housing transactions involving properties over £500,000 has increased from 13% in 2007 to around 25% in 2013."
Howard Archer, chief UK economist at IHS Global Insight, said it was "certainly justifiable to talk of a house price bubble in London". However, he added: "the strength of house prices is not yet a serious problem outside of the capital and housing market activity is still not unduly strong compared to long-term norms, so in these respects it is premature to talk of a general housing market bubble."
On Wednesday, the Land Registry reported that prices in England and Wales fell by 0.4% in March. Its figures are based on completed sales, so lag the Nationwide data, and do not include sales of newbuild homes.
COPY http://www.theguardian.com/uk
Nationwide's latest house price index showed UK prices have increased by 10.9% in the past 12 months, to an average of £183,577. The monthly rate of growth picked up, with a rise of 1.2% following March's 0.5% increase.
The annual rate of inflation is the biggest rise since June 2007, before the credit crunch, and the society warned homes could get further out of buyers' reach.
"Earnings growth is beginning to pick up, with wage increases finally outpacing the rise in the cost of living in February," said Nationwide's chief economist, Robert Gardner.
"Nevertheless, house price growth is outstripping income growth by a wide margin. The risk is that unless supply accelerates significantly, affordability will become stretched."
Although prices in many parts of the country remain below their 2007 peak, and annual inflation is well below the 20% plus recorded every month between July 2002 and May 2003, the return to double-digit price growth may increase fears of a bubble and lead to further calls for intervention by the Bank of England to keep a lid on the market.
Gardner, said the recent introduction of new rules on mortgage lending could have an impact on activity levels in the months ahead as the new measures bed down.
"However, underlying demand is likely to remain robust, as mortgage rates remain close to all-time lows and as consumer confidence improves further on the back of stronger labour market conditions and the brighter economic outlook," he added.
Nationwide's figures are based on mortgages approved by the society, with prices adjusted to reflect the value of a "typical house", and the monthly changes are seasonally adjusted.
The annual figures, which are not seasonally adjusted, showed prices have increased by £17,991, or £49 a day, since April 2013.
The three-month figure, which is less volatile than the monthly figure, showed price growth had eased slightly in the three months to April, to 2.5%. In March, the three-month figure was 2.7% and in the previous two months it reached 3.1%.
Gardner said a notable feature of the current upturn was the strength of price inflation in the south of England.
In March, the society reported an 18% year-on-year increase in prices in the capital, and the signs are that activity and prices have continued to be strong into April, with estate agents reporting huge growth in some parts of the market.
"Interestingly, price growth in London and the south-east appears to be driven by the top end of the market, with higher priced locations recording stronger price growth," he said.
"This pattern accords with housing transactions data, which shows that higher priced properties in London and the south-east have accounted for a higher proportion of transactions. For example, in London the proportion of housing transactions involving properties over £500,000 has increased from 13% in 2007 to around 25% in 2013."
Howard Archer, chief UK economist at IHS Global Insight, said it was "certainly justifiable to talk of a house price bubble in London". However, he added: "the strength of house prices is not yet a serious problem outside of the capital and housing market activity is still not unduly strong compared to long-term norms, so in these respects it is premature to talk of a general housing market bubble."
On Wednesday, the Land Registry reported that prices in England and Wales fell by 0.4% in March. Its figures are based on completed sales, so lag the Nationwide data, and do not include sales of newbuild homes.
COPY http://www.theguardian.com/uk
Miliband unveils rental reforms
Miliband unveils rental reforms
Labour plans longer tenancy
agreements and rent hike ceiling but Tories deride 'Venezuelan-style'
controls
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Latest“• Ed Miliband has rejected Tory claims that his plans to cap rent increases amount to "Venezuelan-style" rent controls. He was speaking at the launch…” Politics blog - all the day's developments
- Owen Jones: 'Tory response stops rational debate'
- Are Miliband's rent reforms a good idea?
- Generation Rent: will Labour's reforms affect you?
Labour to unveil far-reaching reforms to rent market
Ed
Miliband announces plans for longer tenancy agreements and rent
increase cap as Tories accuse him of 'Venezuelan-style rent controls'
The rent racket: tenants are trapped in a game of Monopoly that won't end
The rent racket: tenants are trapped in a game of Monopoly that won't end
-
Nicholas Watt, chief political correspondent
- The Guardian,
Ed Miliband will say
that a Labour government will take action to deliver a fairer deal for
the nine million people living in rented homes. Photograph: Murdo
MacLeod
A future Labour government would ban landlords from evicting tenants as a quick way of increasing rental income, Ed Miliband will announce on Thursday as he outlines the most far-reaching changes to the rental market in two decades.
In a policy designed to be one of the most eye-catching elements in his campaign to tackle the "cost of living crisis", the Labour leader will pledge to introduce three-year tenancy agreements with strict rules to make it more difficult to evict tenants.
Pledging to champion Britain's overlooked "generation rent", he will say he would introduce a mechanism to place a ceiling on rent increases. He will also ban letting agents from demanding fees from tenants that can be as much as £500.
Speaking at the launch of Labour's European and local election campaign in Redbridge, Miliband will say: "Generation rent is a generation that has been ignored for too long. Nine million people are living in rented homes today, over a million families and over two million children. That is why a Labour government will take action to deliver a fairer deal for them, too."
Miliband has made clear in recent weeks that while reform of the rental market would mark the next stage in his cost-of-living campaign, his plans would stop short of rent controls. But Grant Shapps, the Tory chairman, accused the Labour leader of planning to introduce "Venezuelan-style rent controls".
Labour sources were adamant that their reforms do not amount to the blunt instrument of rent controls because the market will still set the rent. The Labour plans would give tenants security, with a three-year tenancy agreement to allow them to plan ahead, with predictable rent.
The Miliband plan, modelled on reforms introduced in the Republic of Ireland, will have three main elements:
• New three-year tenancy agreements that would start with a six-month probationary period allowing landlords to evict a tenant if they are in breach of their contract. This would then be followed by a two-and-a half-year term in which tenants would be able, as they are now, to terminate contracts after the first six months with one month's notice.
Landlords would only be able to terminate contracts with two months notice if a tenant fell into arrears or was guilty of anti-social behaviour; or if the landlord wanted to sell the property or needed it for their family. This is designed to prevent landlords from terminating tenancy agreements to put up rent.
• A new formula to prevent excessive rental increases. Labour will be guided by the Royal Institute of Chartered Surveyors, which is examining options for a new benchmark. This could be linked to average rent rises, inflation or a combination of the two.
• Ban letting agents from charging tenants fees just to sign a tenancy agreement. They will instead have to ask landlords for fees.
Miliband decided to act after a 13% rise in the average costs of rent since 2010. He will say: "One of the biggest causes of the cost of living crisis in our country is the price of renting or buying a home. People simply can't afford it, they're priced out, saving for a deposit year after year, decade after decade, or having to look for somewhere to live further and further away from where they go to work or where the kids have always gone to school."
Shapps said: "This is another short-term gimmick – political tampering from Ed Miliband. Evidence from Britain and around the world conclusively demonstrates that rent controls lead to poorer quality accommodation, fewer homes being rented and ultimately higher rents – hurting those most in need. And it's yet another Labour policy bought by Ed Miliband's union boss, Len McCluskey."
In a policy designed to be one of the most eye-catching elements in his campaign to tackle the "cost of living crisis", the Labour leader will pledge to introduce three-year tenancy agreements with strict rules to make it more difficult to evict tenants.
Pledging to champion Britain's overlooked "generation rent", he will say he would introduce a mechanism to place a ceiling on rent increases. He will also ban letting agents from demanding fees from tenants that can be as much as £500.
Speaking at the launch of Labour's European and local election campaign in Redbridge, Miliband will say: "Generation rent is a generation that has been ignored for too long. Nine million people are living in rented homes today, over a million families and over two million children. That is why a Labour government will take action to deliver a fairer deal for them, too."
Miliband has made clear in recent weeks that while reform of the rental market would mark the next stage in his cost-of-living campaign, his plans would stop short of rent controls. But Grant Shapps, the Tory chairman, accused the Labour leader of planning to introduce "Venezuelan-style rent controls".
Labour sources were adamant that their reforms do not amount to the blunt instrument of rent controls because the market will still set the rent. The Labour plans would give tenants security, with a three-year tenancy agreement to allow them to plan ahead, with predictable rent.
The Miliband plan, modelled on reforms introduced in the Republic of Ireland, will have three main elements:
• New three-year tenancy agreements that would start with a six-month probationary period allowing landlords to evict a tenant if they are in breach of their contract. This would then be followed by a two-and-a half-year term in which tenants would be able, as they are now, to terminate contracts after the first six months with one month's notice.
Landlords would only be able to terminate contracts with two months notice if a tenant fell into arrears or was guilty of anti-social behaviour; or if the landlord wanted to sell the property or needed it for their family. This is designed to prevent landlords from terminating tenancy agreements to put up rent.
• A new formula to prevent excessive rental increases. Labour will be guided by the Royal Institute of Chartered Surveyors, which is examining options for a new benchmark. This could be linked to average rent rises, inflation or a combination of the two.
• Ban letting agents from charging tenants fees just to sign a tenancy agreement. They will instead have to ask landlords for fees.
Miliband decided to act after a 13% rise in the average costs of rent since 2010. He will say: "One of the biggest causes of the cost of living crisis in our country is the price of renting or buying a home. People simply can't afford it, they're priced out, saving for a deposit year after year, decade after decade, or having to look for somewhere to live further and further away from where they go to work or where the kids have always gone to school."
Shapps said: "This is another short-term gimmick – political tampering from Ed Miliband. Evidence from Britain and around the world conclusively demonstrates that rent controls lead to poorer quality accommodation, fewer homes being rented and ultimately higher rents – hurting those most in need. And it's yet another Labour policy bought by Ed Miliband's union boss, Len McCluskey."
COPY http://www.theguardian.com/uk
Malaysia set to release initial report into MH370 disappearance
- Malaysia set to release initial report into MH370 disappearance By Siva GovindasamyKUALA LUMPUR Thu May 1, 2014 2:11pm BST
Crew aboard the Australian Defence Vessel Ocean Shield move the U.S. Navy’s Bluefin-21 autonomous underwater vehicle into position for deployment in the southern Indian Ocean to look for the missing Malaysia Airlines flight MH370, April 14, 2014 in this handout picture released by the U.S. Navy. A U.S. Navy underwater drone sent to search for a missing Malaysian jetliner on the floor of the Indian Ocean had its first mission cut short after exceeding its 4.5 km (2.8 mile) depth limit, Australian search authorities said on Tuesday.The launch of the Bluefin-21 autonomous underwater vehicle on Monday marked a new phase in the six week search for Malaysia Airlines MH370 which disappeared on March 8 and is presumed to have crashed thousands of kilometres (miles) off course with the loss of all 239 people on board. Picture taken April 14, 2014.
Credit: Reuters/U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 1st Class Peter D. Blair/Handout via ReutersRelated Topics
(Reuters) - Malaysia is expected to release a report on Thursday on the missing Malaysia Airlines plane that it has sent to the International Civil Aviation Organization (ICAO), the UN body that governs global aviation.
Malaysian Prime Minister Najib Razak told CNN last week that the report on Flight MH370 would be released this week, and the Ministry of Transport said in a statement that a media release and preliminary report would be issued later on Thursday.
Malaysian officials declined to comment on what the report might contain.
The fact that the aircraft has not yet been found suggests there will be few, if any, major revelations in the report, although any information on the missing flight is being closely followed by families of missing passengers and international media.
The Boeing 777-200ER, which had 239 passengers and crew on board, disappeared off civilian radars on March 8 while on a scheduled flight from Kuala Lumpur to Beijing.
Relatives of those on board have accused the Malaysian government of bungling the early phase of the search and of keeping them in the dark about the details of the incident.
The search moved to the Straits of Malacca a week after the disappearance after radar data confirmed that the aircraft made a turn back. It was expanded after satellite data showed it could have taken a course anywhere from central Asia to the southern Indian Ocean.
Satellite data eventually showed that the aircraft flew to the southern section of the Indian Ocean, off the coast of western Australia, where a massive search of the waters and underwater has still not yielded any evidence of the aircraft.
(Reporting By Siva Govindasamy; Editing by Mike Collett-White)
COPY http://uk.reuters.com
Ukraine's restive east slipping from government's grasp
Ukraine's restive east slipping from government's grasp 2:09pm BST
HORLIVKA Ukraine - Pro-Moscow separatists seized government offices in more Ukrainian towns on Wednesday, in a further sign that authorities in Kiev are losing control of the country's eastern industrial heartland bordering Russia. | VideoUkraine's restive east slipping from government's grasp
By Marko Djurica
HORLIVKA Ukraine
Thu May 1, 2014 12:50pm BST
1
of 5. Pro-Russian armed men stand guard at a checkpoint after pro-Russian activists set tires on fire when Ukrainian soldiers arrived on armoured personnel carriers, on the outskirts of Slaviansk, eastern Ukraine April 30, 2014.
of 5. Pro-Russian armed men stand guard at a checkpoint after pro-Russian activists set tires on fire when Ukrainian soldiers arrived on armoured personnel carriers, on the outskirts of Slaviansk, eastern Ukraine April 30, 2014.
Credit: Reuters/Baz Ratner
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Gunmen who turned up at dawn took control of official buildings in Horlivka, a town of almost 300,000 people, said a Reuters photographer. They refused to be photographed.
The heavily armed men wore the same military uniforms without insignia as other unidentified "green men" who have joined pro-Russian protesters with clubs and chains in seizing control of towns across Ukraine's Donbass coal and steel belt.
Some 30 pro-Russian separatists also seized a city council building in Alchevsk, further east in Luhansk region, Interfax-Ukraine news agency said. They took down the Ukrainian flag and flew a city banner before allowing workers to leave.
Attempts to contain the insurgency by the government in Kiev have proved largely unsuccessful, with security forces repeatedly outmanoeuvred by the separatists. The West and the new Ukrainian government accuse Russia of being behind the unrest, a charge Moscow denies.
Daniel Baer, the U.S. ambassador to the OSCE, a European security watchdog which has monitors in the region, told reporters in Vienna: "I think it's very clear that what is happening would not be happening without Russian involvement."
A police official in Donetsk, the provincial capital where separatists have declared a "People's Republic of Donetsk", said separatists were also in control of the Horlivka police station, having seized the regional police headquarters earlier in April.
The murder of a town councillor from Horlivka who opposed the separatists was cited by Kiev last week among reasons for launching new efforts to regain control of the region.
Wednesday's takeovers followed the fall of the main government buildings on Tuesday further east in Luhansk, capital of Ukraine's easternmost province, driving home just how far control over the densely populated region has slipped from the central government in Kiev.
SECESSION REFERENDUM
The town sits just north of Donetsk, unofficial capital of the whole Donbass area, where mainly Russian-speaking separatists have called a referendum on secession for May 11.
Many hope to follow Crimea's break from Ukraine in March and subsequent annexation by Russia, following the overthrow of Ukraine's Moscow-backed president Viktor Yanukovich in late February in a tug-of-war between the West and Russia over the strategic direction of the former Soviet republic.
The Donbass region is home to giant steel smelters and heavy plants that produce up to a third of Ukraine's industrial output. An armed uprising began there in early April, with Kiev almost powerless to respond for fear of provoking an invasion by tens of thousands of Russian troops massed on the border.
Many Russian-speaking business "oligarchs" from the Donbass backed Yanukovich and exercise great influence over the region.
On Wednesday, the most powerful of these, Ukraine's richest man Rinat Akhmetov issued a formal statement saying he remained committed to his investments in the Donbass and to keeping the region as part of Ukraine.
Prime Minister Arseny Yatseniuk warned his ministers their jobs were on the line if the east remained out of reach - "The country demands action," he said.
Oleksander Turchinov, Ukraine's acting president until after an election on May 25, reiterated on Wednesday that police were incapable of reasserting control in the region and said the armed forces were on full alert for a Russian invasion.
That prompted a return volley from Moscow, where the Foreign Ministry demanded that Kiev "immediately ceases the bellicose rhetoric, which is aimed at intimidating its own population".
There were, however, more conciliatory noises elsewhere.
Foreign Minister Sergei Lavrov said Russia would not "do stupid things" in response to Western sanctions.
Describing a phone call between President Vladimir Putin and British Prime Minister David Cameron, the Kremlin said they agreed that only "peaceful means" could resolve the conflict - although Putin has shown little sign of backing down to sanctions.
In Germany, Chancellor Angela Merkel said she ruled out any military solution to the conflict over Ukraine, which is sandwiched between Russia and the U.S.-led NATO bloc:
"Would we have learned anything 100 years after the start of World War One and 75 years after the start of World War Two if we resorted to the same methods? No," said Merkel, who will visit U.S. President Barack Obama on Friday. "We will not resolve our conflicts in Europe with military means.
"Military solutions can be excluded."
SANCTIONS COST
There were further signs on Monday that Russia is paying an economic price for its involvement in Ukraine. The International Monetary Fund said international sanctions imposed on Moscow over the crisis in Ukraine were hurting the economy.
The IMF cut its 2014 growth forecast for Russia to 0.2 percent from 1.3 percent and forecast capital outflows of $100 billion (59.2 billion pounds) this year.
The IMF mission chief to Russia, Antonio Spilimbergo, also told reporters that Russia was "experiencing recession" and that a resolution of the Ukraine crisis would significantly reduce Russia's own economic uncertainties.
"If you understand by recession two quarters of negative economic growth then Russia is experiencing recession now," Spilimbergo said.
Ukraine is also suffering from the turmoil, with economic output falling 1.1 percent year-on-year in the first three months of 2014, according to government figures released on Wednesday. Gazprom GAZP.MM said Ukraine's unpaid bill for gas supplied by the Russian energy giant was now $3.5 billion.
However, the European Union said it was ready to provide economic aid to Ukraine along with the IMF, which on Wednesday approved a $17-billion aid package, including an immediate disbursement of $3.2 billion.
((Additional reporting by Pavel Polityuk, Natalia Zinets and Elizabeth Piper in Kiev, Thomas Grove in Luhansk, Maria Tsvetkova in Slaviansk and Lidia Kelly in Moscow; Writing by Matt Robinson and Giles Elgood Editing by Peter Millership and Alastair Macdonald))
COPY http://uk.reuters.com
PAÍS DA COPA - ME EXPLICA? - Por que as pessoas estão protestando no Brasil? - TODOS QUERIAM COPA-AGORA QUE O DINHEIRO FOI GASTO PROTESTAM CONTRA
Por que as pessoas estão protestando no Brasil?
ADVERTÊNCIA DO ME EXPLICA?: Nossos
leitores pediram várias vezes para que fizéssemos um texto sobre os
protestos e decidimos atende-los. Mas advertimos que ainda é muito cedo
para entender completamente o que está acontecendo, porque a toda hora
as coisas podem mudar – e têm de fato mudado. Por isso, as fontes que
sempre estão no final do texto estão longe de contemplar todas as
explicações possíveis sobre esse assunto. E também já pedimos desculpas
se esse texto ficar rapidamente desatualizado. Aliás, pedimos que vocês,
leitores, nos mandem outras análises que ajudem a explicar esse momento
inédito que nosso país está vivendo.
***
Agora eu quero ver você explicar: o que está acontecendo? Por que tanta gente foi à rua?Você sempre quer me complicar, né? Olha, ainda é cedo para dizer exatamente o que está acontecendo. Muitos colunistas de jornal e TV acham que as pessoas não sabem por que estão protestando, dizem que é uma “insatisfação geral”, mas talvez não seja bem isso.
Agora eu quero ver você explicar: o que está acontecendo? Por que tanta gente foi à rua?Você sempre quer me complicar, né? Olha, ainda é cedo para dizer exatamente o que está acontecendo. Muitos colunistas de jornal e TV acham que as pessoas não sabem por que estão protestando, dizem que é uma “insatisfação geral”, mas talvez não seja bem isso.
Como não? Tinha um monte de gente com bandeira do Brasil, cartaz contra a corrupção…
Sim, tinha mesmo. Ouviu-se xingamentos para todos, de Dilma a Neymar. Mas o fato é que os protestos todos começaram, principalmente em São Paulo, por causa do aumento na tarifa do transporte público.
Ah, mas essa é só uma causa! Olha só quanta gente foi para a rua!Bom, vamos com calma. Muita gente esteve nas ruas durante esses dias, mas o Movimento Passe Livre está desde 6 de junho protestando contra o aumento (e ele existe desde 2005). Foi assim que a coisa começou. A maioria das pessoas só se juntou aos protestos depois que a polícia foi muito violenta com os manifestantes no dia 13 de junho (quinta-feira) em São Paulo e no sábado e domingo seguintes no Rio em Brasília. Foi depois disso que as multidões foram para a rua.
Claro que tem causas claras! Contra a corrupção! Contra esse roubalheira toda!
Mas pense no seguinte: quem, em sã consciência, protestaria a favor da corrupção? E da roubalheira? É importante mostrar que não estamos satisfeitos, mas uma passeata “contra a corrupção” não cria pressão nos governos porque não tem uma demanda clara. É por isso que muitos acham importante apoiar a redução da tarifa.
Ih, já vi que você é do tal do MPL, não é?
E você sempre quer dizer que eu estou a mando de alguém… Não sou membro do MPL. Nunca fui. O que estou dizendo é: essa demanda que eles estão levando às ruas é algo que está criando um ponto de pressão. Criando essa pressão, eles fazem com o que os governos sejam obrigados a responder. Se você pede um monte de coisas diferentes e genéricas em um protesto, na verdade, não está pedindo nada.
Tá, mas e o povo que está protestando contra a Copa?
Sim, esse é outro movimento interessante. Muito dinheiro foi gasto em obras que não ficaram muito boas e isso deve ter incomodado as pessoas, que acham que o dinheiro podia ter ido para a educação e a saúde.
Mas por que de repente tanta gente resolveu ir para a rua? Fazia muito tempo que isso não acontecia…
Isso é verdade. Tem algumas pessoas, como o filósofo José Arthur Gianotti (veja o link para o texto dele lá embaixo), que acham que pode ser porque as pessoas ficaram irritadas com o fato de que os condenados no caso do mensalão ainda não terem ido parar na cadeia. Outro problema seria que os partidos de hoje estão mais preocupados em fazer acordos entre si do que ouvir a população.
Essa é a nossa “Primavera Brasileira”?
Bom, a coisa começou no outono, né? Agora é inverno! Não sei se esse termo se aplica. Em primeiro lugar, o Brasil é uma democracia, ao contrário dos países da tal “Primavera Árabe”. Lá, eles ajudaram a tirar ditadores do poder e começar a caminhar para instalar uma democracia.
Mas eles não estavam usando as redes sociais também?
Sim, claro. Um ponto em comum é esse: a organização através da internet, sem precisar de líderes específicos. Além disso, essas pessoas, na maioria jovens, não se identificam com os políticos que estão no poder – e nem com os que querem chegar ao poder.
Sim, tinha mesmo. Ouviu-se xingamentos para todos, de Dilma a Neymar. Mas o fato é que os protestos todos começaram, principalmente em São Paulo, por causa do aumento na tarifa do transporte público.
Ah, mas essa é só uma causa! Olha só quanta gente foi para a rua!Bom, vamos com calma. Muita gente esteve nas ruas durante esses dias, mas o Movimento Passe Livre está desde 6 de junho protestando contra o aumento (e ele existe desde 2005). Foi assim que a coisa começou. A maioria das pessoas só se juntou aos protestos depois que a polícia foi muito violenta com os manifestantes no dia 13 de junho (quinta-feira) em São Paulo e no sábado e domingo seguintes no Rio em Brasília. Foi depois disso que as multidões foram para a rua.
Claro que tem causas claras! Contra a corrupção! Contra esse roubalheira toda!
Mas pense no seguinte: quem, em sã consciência, protestaria a favor da corrupção? E da roubalheira? É importante mostrar que não estamos satisfeitos, mas uma passeata “contra a corrupção” não cria pressão nos governos porque não tem uma demanda clara. É por isso que muitos acham importante apoiar a redução da tarifa.
Ih, já vi que você é do tal do MPL, não é?
E você sempre quer dizer que eu estou a mando de alguém… Não sou membro do MPL. Nunca fui. O que estou dizendo é: essa demanda que eles estão levando às ruas é algo que está criando um ponto de pressão. Criando essa pressão, eles fazem com o que os governos sejam obrigados a responder. Se você pede um monte de coisas diferentes e genéricas em um protesto, na verdade, não está pedindo nada.
Tá, mas e o povo que está protestando contra a Copa?
Sim, esse é outro movimento interessante. Muito dinheiro foi gasto em obras que não ficaram muito boas e isso deve ter incomodado as pessoas, que acham que o dinheiro podia ter ido para a educação e a saúde.
Mas por que de repente tanta gente resolveu ir para a rua? Fazia muito tempo que isso não acontecia…
Isso é verdade. Tem algumas pessoas, como o filósofo José Arthur Gianotti (veja o link para o texto dele lá embaixo), que acham que pode ser porque as pessoas ficaram irritadas com o fato de que os condenados no caso do mensalão ainda não terem ido parar na cadeia. Outro problema seria que os partidos de hoje estão mais preocupados em fazer acordos entre si do que ouvir a população.
Essa é a nossa “Primavera Brasileira”?
Bom, a coisa começou no outono, né? Agora é inverno! Não sei se esse termo se aplica. Em primeiro lugar, o Brasil é uma democracia, ao contrário dos países da tal “Primavera Árabe”. Lá, eles ajudaram a tirar ditadores do poder e começar a caminhar para instalar uma democracia.
Mas eles não estavam usando as redes sociais também?
Sim, claro. Um ponto em comum é esse: a organização através da internet, sem precisar de líderes específicos. Além disso, essas pessoas, na maioria jovens, não se identificam com os políticos que estão no poder – e nem com os que querem chegar ao poder.
Olha, “Me Explica?”, dessa vez você não
está explicando nada! Me diz de uma vez, vai: É revolução isso? A gente
corre o risco de virar ditadura de novo?
Quanta hostilidade! Ainda é muito cedo para avaliar qualquer coisa. O que sabemos é: tem bastante gente insatisfeita com a política, com os serviços públicos e com os gastos na Copa do Mundo. Muito mais do que qualquer um esperava, especialmente os governos estaduais e o federal.
Nossa, mas eu vejo gente dizendo isso no Facebook o tempo todo.
É, as pessoas estão com medo disso porque, de repente, as passeatas começaram a ser tomadas por pessoas que dizem querem o fim dos partidos políticos e o impeachment da presidenta Dilma. Teve até gente de partido que apanhou na avenida Paulista na última quinta. Risco de golpe? Muito improvável e explico o porquê: por enquanto, tudo o que está acontecendo respeita a democracia. Sim, tem alguns casos de pessoas agindo de maneira anti-democrática, mas não tem sido a regra.
Saiba mais:- (Estadão) Texto de José Arthur Gianotti- (Vídeo) Debate no Instituto de Estudos Avançados da USP: “O que está acontecendo?”- (Em inglês) Reuters: “O despertar da classe média mundial”- (Folha) “Dois em cada três paulistanos acham que os protestos devem continuar”- (Carta Capital) Coluna do deputado Jean Wyllys
Quanta hostilidade! Ainda é muito cedo para avaliar qualquer coisa. O que sabemos é: tem bastante gente insatisfeita com a política, com os serviços públicos e com os gastos na Copa do Mundo. Muito mais do que qualquer um esperava, especialmente os governos estaduais e o federal.
Nossa, mas eu vejo gente dizendo isso no Facebook o tempo todo.
É, as pessoas estão com medo disso porque, de repente, as passeatas começaram a ser tomadas por pessoas que dizem querem o fim dos partidos políticos e o impeachment da presidenta Dilma. Teve até gente de partido que apanhou na avenida Paulista na última quinta. Risco de golpe? Muito improvável e explico o porquê: por enquanto, tudo o que está acontecendo respeita a democracia. Sim, tem alguns casos de pessoas agindo de maneira anti-democrática, mas não tem sido a regra.
Saiba mais:- (Estadão) Texto de José Arthur Gianotti- (Vídeo) Debate no Instituto de Estudos Avançados da USP: “O que está acontecendo?”- (Em inglês) Reuters: “O despertar da classe média mundial”- (Folha) “Dois em cada três paulistanos acham que os protestos devem continuar”- (Carta Capital) Coluna do deputado Jean Wyllys
COPIADO http://explica.tumblr.com/post/
Unfriend Alerts - Amigo da onça: descubra agora quem te excluiu da lista de amigos do Facebook
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Com Unfriend Alerts, descubra quem não é mais seu amigo no Facebook
O Unfriend Alerts é uma extensão para Google Chrome que oferece alertas a cada vez que alguém desfizer a amizade com você no Facebook. Ele passa a mostrar quem não é mais seu amigo a partir do momento em que instalá-lo, os anteriores não são verificados.
A extensão funciona de forma simples e, após sua instalação, basta utilizar seu Facebook normalmente. Quando acontecer de alguém o excluir de sua conta, você receberá um aviso em um pop-up muito parecido com as notificações tradicionais da rede social.
O programa é instalado de forma fácil e rápida e não é preciso fazer nada mais após a incorporação. Repare que no menu superior do Facebook (barra azul) irá aparecer um ícone diferente com um +1 e, se tiver dúvida se está funcionando, basta clicar nele e verificar se está correto.
O software faz uma varredura em sua conta de hora em hora para que qualquer modificação seja apresentada rapidamente. As informações ficam armazenadas em seu computador, fazendo com que toda a operação seja segura e os dados não sejam vazados para terceiros.
A ferramenta pode apresentar algum banner de publicidade somente quando for ativado uma nova notificação. Porém, os desenvolvedores informam que somente irá aparecer um por vez, para não prejudicar a visualização pelo usuário.
Este serviço é uma forma de descobrir quem não quer mais ser seu amigo e quem ainda continua. Ele é disponibilizado em inglês, é gratuito, acessível a partir de uma extensão para Google Chrome, Mozilla Firefox e Internet Explorer. Instale já Unfriend Alerts e confira!
COPIADO http://g1.globo.com
http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/s/unfriend-alerts-app.html
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http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/s/unfriend-alerts-app.html
CIDADE DA COPA - clássico rei Evento-teste antes da Copa terá 600 PMs (Foto: Canindé Soares)
30/04/2014 18h48
- Atualizado em
30/04/2014 18h49
Evento-teste antes da Copa em Natal terá 600 policiais militares
ABC e América farão clássico no próximo sábado (3) no evento-teste.
Esquema de segurança foi definido em reunião nesta quarta-feira (30).
Felipe Gibson
Do G1 RN
1 comentário
saiba mais
O comandante geral da Polícia Militar, coronel Araújo Silva, explica
que a cobertura acontecerá tanto dentro quanto fora do estádio. No
entorno da Arena das Dunas estarão três pontos de verificação de
veículos, os chamados PPVs, que contarão com agentes do COL/Fifa,
fiscais da Semob e PMs. "Os PPVs cuidarão do perímetro onde não passarão
veículos. Só serão permitidos veículos credenciados", ressalta.De acordo com o coronel Araújo, estão previstos 19 PPVs para fazer a segurança no perímetro da Arena das Dunas durante a Copa do Mundo, no entanto, em virtude das obras de mobilidade urbana que ainda acontecem no entorno do estádio, o número foi reduzido para o evento-teste.
O Esquadrão Anti-Bombas do Batalhão de Operações Especiais (Bope) trabalhará na parte interna da Arena das Dunas. Já as equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar (BPChoque) estarão presentes fora e dentro do estádio.
(Foto: Augusto Gomes/GLOBOESPORTE.COM)
O comandante da PM acrescenta que três centros de comando vão monitorar o evento. Um deles móvel, que circulará do lado de fora do estádio. Outro dentro da Arena das Dunas. E o terceiro na Escola do Governo, onde estarão reunidos os gestores da segurança pública. "Na Copa do Mundo teremos mais dois, um do setor de inteligência e outro das Forças Armadas", conclui o coronel.
O evento-teste ainda contará com uma equipe especial criminal formada por um juiz, um promotor e um delegado. "As ocorrências fora da Arena das Dunas serão encaminhadas para as delegacias de plantão", diz o coronel.
tópicos:
COPIADO http://g1.globo.com/rn
CIDADE DA COPA - aeroporto aluízio alves Conclusão de acesso é adiada mais uma vez
15/04/2014 20h55
- Atualizado em
15/04/2014 21h41
Conclusão de acessos de aeroporto do RN é adiada para o fim de abril
Instalação de iluminação e sinalização dos acessos também tem atraso.
Terminal de São Gonçalo do Amarante começa a operar em 10 de maio.
Do G1 RN
1 comentário
O acesso Norte, que liga a BR-406 ao aeroporto, teve a entrega adiada para o dia 30 de abril. De acordo com o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) as chuvas obrigaram a empresa responsável pelas obras a aumentar o prazo. No acesso Sul, que liga o terminal às BRs 304 e 226, a pavimentação nem foi iniciada.
saiba mais
Já a iluminação e a sinalização, ambas de responsabilidade da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante,
deveriam estar concluídas, no entanto só serão entregues no dia 10 de
maio, data do início das operações do terminal de passageiros. A
informação foi repassada pela assessoria de comunicação do Executivo
Municipal.Acessos e iluminação
A obra dos acessos foi licitada em 2009, mas só teve início em agosto de 2013. O projeto, orçado em R$ 73 milhões, prevê a construção de 33,7 quilômetros de estrada duplicada, ligando o aeroporto à BR-406 pelo acesso norte e às BRs 304 e 226 pelo acesso sul. A iluminação e a sinalização dos acessos estão por conta da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, que investiu R$ 1,9 milhão no projeto.
COPIADO http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/
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