Ministro pede demissão por chegar 2 minutos atrasado ao Parlamento

Veja o anúncio do pedido de demissão e a reação dos parlamentares:


Ministro pede demissão por chegar 2 minutos atrasado ao Parlamento


POR CONGRESSO EM FOCO | 01/02/2018 16:49
Um ministro de Estado do governo britânico pediu demissão do cargo por ter chegado dois minutos atrasado ao início da sessão do Parlamento em que deveria responder a perguntas em nome do Executivo. Para choque dos parlamentares, Michael Bates disse que estava “envergonhado” por não estar presente no horário, pediu desculpas e anunciou que estava deixando o governo por não ter correspondido ao que se espera de um representante do Executivo.
 
Enquanto ele deixava o plenário, carregando sua pasta, parlamentares tentaram dissuadi-lo da ideia aos gritos de “não”. Michael Bates é ministro de Estado do Departamento para o Desenvolvimento Internacional desde 2016. Segundo o jornal The Guardian, esse foi um dos pedidos de demissão mais dramáticos dos últimos anos no Reino Unido.
Veja o anúncio do pedido de demissão e a reação dos parlamentares:
Integrante da Câmara dos Lordes desde 2008, Bates dirigiu seu pedido de desculpas à baronesa Ruth Lister, dos trabalhistas. “Quero pedir as mais sinceras desculpas à baronesa Lister pela minha descortesia ao não estar no meu lugar para responder à pergunta dela sobre um assunto muito importante no início da sessão”, disse. Por causa do atraso de dois minutos, ele deixou de responder a uma pergunta sobre desigualdade de rendimentos feita por Ruth Lister.
“Sempre acreditei que devemos nos reger pelos mais altos padrões de cortesia e respeito quando respondemos em nome do governo às questões legítimas da legislatura. Estou envergonhado por não ter estado no meu lugar e, portanto, vou entregar a minha demissão à primeira-ministra com efeitos imediatos. Desculpem-me.”
O pedido de demissão, porém, não foi aceito pelo governo britânico. Depois de reconsiderar sua decisão, Michael Bates resolveu continuar no cargo.
copiado  http://congressoemfoco.uol.com.br/n

Governo planeja aumentar idade para idoso pobre se aposentar O país exige uma reforma… dos privilégios!

 







"Pouco se fala é da necessidade de uma reforma dos privilégios (na verdade, sua extinção), que deveria anteceder a todas as outras reformas. 

Governo planeja aumentar idade para idoso pobre se aposentar


EBC
Anúncio feito por secretário-executivo contraria discurso de Temer de que a reforma só vai retirar direitos de quem tem privilégios

O governo Michel Temer quer elevar a idade mínima para idosos pobres receberem benefício assistencial caso consiga aprovar a reforma da Previdência neste ano, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, informa a Folha de S.Paulo. O secretário-executivo da pasta e ministro em exercício, Alberto Beltrame, disse ao jornal que a ideia é aumentar para 68 anos a idade mínima do BPC (Benefício de Prestação Continuada), hoje fixada em 65 anos.
“A idade do BPC, em aprovada a mudança da idade da Previdência, tem que subir um pouco”, afirmou. “O que estamos falando aqui é de colocar em torno de 68 anos.”
O benefício, no valor de um salário mínimo (R$ 954), é pago a idosos e pessoas com deficiência cuja renda familiar por pessoa seja inferior, hoje, a R$ 238,50.
O anúncio da elevação da idade mínima para o BPC contraria o discurso do governo de que a reforma não vai prejudicar as pessoas de baixa renda, mas apenas quem usufrui de privilégios.
Manter a idade do BPC em 65 anos “pode ser desestimulante à contribuição” à Previdência, disse Beltrame. Como é assistencial, o benefício não exige contribuição anterior ao INSS, como ocorre com a aposentadoria.
Na versão original da reforma da Previdência, o governo propôs elevar a idade mínima para o BPC para 70 anos. A comissão especial que analisou a proposta reduziu para 68 anos. Já para votar em plenário, os deputados fizeram acordo com o relator, Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), em manter os atuais 65 anos.
“A ideia é ir aumentando gradativamente a idade. Suavemente”, disse Beltrame à Folha. A idade mínima subiria um ano a cada dois. Ou seja, levaria seis anos para alcançar a marca pretendida.
<< Governo não tem legitimidade para promover mudanças na Previdência, ressalta entidade

O país exige uma reforma… dos privilégios!

"Pouco se fala é da necessidade de uma reforma dos privilégios (na verdade, sua extinção), que deveria anteceder a todas as outras reformas. É muito difícil abrir mão de um privilégio"
Nunca se falou tanto em “reforma”. Paradoxalmente, nunca se reformou tão pouco. A reforma política empacou e não deve andar até que se consiga fechar um acordo capaz de reformar o “modus operandi” da política sem mexer na zona de conforto em que se encontram os “operadores” dessa reforma, ou seja, os próprios políticos.
“Desse jeito nunca vai haver reforma porque ninguém joga contra o patrimônio, néaaaann?”, argumentará a loura falsa, jogando o cabelo pro outro lado. “Claro que não, miga. Uma reforma dessas só será aprovada com prazo de entrada em vigor num futuro bem distante, que não comprometa os planos imediatos dos políticos que venham a aprová-la”, completo eu. E segue o baile.
A reforma trabalhista, criticada por gregos, troiados, hunos e baianos, reformou bem pouca coisa. O pouco onde mexeu só ajudou o patronato e prejudicou relações trabalhistas estáveis e históricas. A Universidade Estácio de Sá, com base na nova legislação, acaba de demitir 1.200 professores para recontratá-los por um salário menor e sem obrigações trabalhistas.
Por sua vez, a reforma tributária subiu e se aboletou no telhado. Não sai de lá nem com reza forte. Para aprová-la em sua plenitude é necessária uma articulação com atores de todos os níveis e estratos políticos e econômicos. E considerar interesses nacionais, estaduais e municipais. É serviço pra gente grande, tarefa que exige política de alto coturno. Por isso tão cedo ela não vai descer do telhado. Se descer.
Já a reforma previdenciária é alvo de artilharia pesada tanto de quem fala com propriedade quanto de quem só quer se aproveitar da onda pra fazer politicagem barata. Está mais desidratada do que nordestino na seca. Se for aprovada este ano, do que todas as torcidas duvidam, o que restará dela será um fiapo do projeto original.
Quem concorda em abrir mão de um privilégio?
Pouco se fala é da necessidade de uma reforma dos privilégios (na verdade, sua extinção), que deveria anteceder a todas as outras reformas. É muito difícil abrir mão de um privilégio. Quem, a não ser o Tiririca naquele discurso em que renunciou sem renunciar, está disposto a abrir mão do carro oficial? E do auxílio-moradia, mesmo tendo casa em Brasília? E do auxílio-creche?
Será que aquele juiz do Mato Grosso abriria mão dos R$500 mil reais que embolsou num único mês? E as viagens oficiais? E os penduricalhos nos contracheques? Suas excelências topariam abrir mão do foro privilegiado, única proteção que restou aos gatunos de Pindorama?
Os privilégios são de tal ordem que deixam o realismo mágico de Gabriel García Marquez num chinelo de dedo. Absurdos como punir o magistrado criminoso com a “pena” de aposentá-lo com salário integral. Parece gozação. Mas não é. Pindorama é extremamente criativa. Mesmo em países onde também há a “pena” da aposentadoria compulsória, como Portugal, também existe a hipótese de pura e simples demissão do magistrado do serviço público, “com a cessação de quaisquer vínculos com a função pública, inclusive de caráter remuneratório.
Além disso, há a previsão de suspensão temporária do serviço público, também sem o recebimento dos vencimentos”, como lembra o deputado Wadih Damous, do PT, ex-presidente da seccional da OAB no Rio de Janeiro. Na saltitante Terra dos Papagaios, não. Magistrado condenado vai é pra casa, viver no bem-bom, com salário integral, sem nada pra fazer nada pelo resto da vida, em pleno gozo da “condenação” compulsória. Realismo mágico? Não: realismo safado.
Privilégios imorais e… ilegais!
Privilégios são requeridos mesmo quando não há provisão legal. Tal como aquela ministra tucana cara de pau que queria porque queria acumular – superando o teto constitucional – vencimentos de desembargadora aposentada com os de ministra de estado. Só recuou diante da indignação e de gozações de toda ordem. Sua excelência só queria um privilegiozinho: embolsar R$61 mil bagarotes por mês, superando o teto e a decência. Sabem o que aconteceu com ela? Nada. Continua ministra.
Privilégios são resquícios do absolutismo, quando o rei podia tudo e a patuleia lambia as sobras, se as houvesse. Naturalizaram-se de tal forma que nem os prejudicados percebem. Uma vez, numa cidade do interior do Piauí, ouvi uma senhora comentar que, “agora sim, o fulano foi eleito, portanto vai mandar fazer uma estrada passando na fazenda dele”. “Mas ele não pode governar em causa própria”, contestei, ingenuamente. “Claro que pode”, respondeu. E acrescentou, definitiva: “Trabalhou pra se eleger e se elegeu. Se não pudesse usufruir do poder que conquistou, pra que iria se candidatar?”
Lustosa da Costa, amigo saudoso, uma vez apontou para um figurão que descia de um carro oficial e comentou: “Aquele ali tem mais de 30 anos que não abre porta de carro”.
Outro dia o jovem deputado Pedro Cunha Lima, do PSDB da Paraíba, fez um discurso lapidar, em que defendeu uma reforma dos privilégios, lembrando que, em nosso país, as “necessidades” (aspas minhas) das excelências estão sempre à frente das necessidades do trabalhador, da dona de casa e da população mais pobre. O diabo é que só as excelências têm o poder de inverter a prioridade, aprovando leis que extingam os privilégios. E as excelências, cada vez mais, vêm se tornando indignas do título pelo qual são tratadas. Entre extinguir os privilégios e usufruir deles, coração, adivinha de que lado nossas excelências estão?
Do mesmo autor:
copiado  http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/

Temer fica sem aposentadoria por não provar que está vivo, mostra O Globo Temer se aposentou aos 58 anos. Sua aposentadoria em outubro passou de R$ 45 mil. Com abate-teto, valor líquido ficou acima de R$ 22 mil

O presidente Michel Temer não recebeu sua aposentadoria referente aos meses de novembro e dezembro do ano passado por não ter feito o recadastramento anual obrigatório. A chamada prova de vida deve ser realizada por todo beneficiário no mês de seu aniversário. As informações são de O Globo e foram confirmadas pela própria Presidência. Aposentado como procurador do estado de São Paulo desde 1998, quando tinha 58 anos, Temer completou 77 anos em 23 de setembro de 2017.


Temer fica sem aposentadoria por não provar que está vivo, mostra O Globo


Alan Santos/PR
Temer se aposentou aos 58 anos. Sua aposentadoria em outubro passou de R$ 45 mil. Com abate-teto, valor líquido ficou acima de R$ 22 mil
 
O presidente Michel Temer não recebeu sua aposentadoria referente aos meses de novembro e dezembro do ano passado por não ter feito o recadastramento anual obrigatório. A chamada prova de vida deve ser realizada por todo beneficiário no mês de seu aniversário. As informações são de O Globo e foram confirmadas pela própria Presidência. Aposentado como procurador do estado de São Paulo desde 1998, quando tinha 58 anos, Temer completou 77 anos em 23 de setembro de 2017.
A situação inusitada ocorre no momento em que o presidente faz ofensiva no Congresso e na mídia para aprovar a reforma da Previdência. Segundo a reportagem, a São Paulo Previdência (SPPrev), responsável por administrar a folha de pagamento das pensões e aposentadorias do governo paulista, o benefício é automaticamente suspenso quando não é feita a prova de vida e sai da folha de pagamento da instituição.
De acordo com a SPPrev, a situação de Temer “já está sendo regularizada”. Ele terá de fazer o recadastramento comparecendo a uma agência do Banco do Brasil ou em uma unidade de atendimento da São Paulo Previdência. O Palácio do Planalto atribuiu o corte do benefício à “falta de tempo” do presidente e informou que ele vai se recadastrar “assim que possível”.
Segundo o Globo, o portal da transparência do governo de São Paulo mostra que o valor a aposentadoria de Temer foi de R$ 45.050. Após o abatimento do teto previsto para o cargo, seu rendimento final ficou em R$ 22,1 mil naquele mês.
Temer tem defendido uma idade mínima de 65 anos e a equiparação do teto do funcionalismo público ao dos demais trabalhadores, hoje fixado em R$ 5.645,00 , pelo INSS, como medidas para reduzir o rombo do deficit previdenciário. Segundo ele, a reforma pretende atacar quem tem privilégios.
copiado http://congressoemfoco.uol.com.br/

Inversão de polos magnéticos pode tornar a Terra inabitável, apontam cientistas


Reversão dos polos magnéticos da Terra ocorrem a cada 200 ou 300 mil anos, o que evidencia um atraso nessa ‘virada’

Inversão de polos magnéticos pode tornar a Terra inabitável, apontam cientistas


Considerada "iminente" por estudiosos, inversão dos polos Norte e Sul mataria ao menos 100 mil pessoas por ano; estudo da Universidade do Colorado mostra que radiação duplicaria, aumentando taxas de câncer

Reversão dos polos magnéticos da Terra ocorrem a cada 200 ou 300 mil anos, o que evidencia um atraso nessa ‘virada’
Reprodução/Nasa
Reversão dos polos magnéticos da Terra ocorrem a cada 200 ou 300 mil anos, o que evidencia um atraso nessa ‘virada’













A Terra possui um núcleo fundido que gera um campo magnético capaz de defender o planeta contra ventos solares devastadores. Assim, a proteção se estende por todo o espaço,  capaz de afetar a comunicação global e as redes elétricas. Entretanto, segundo cientistas, nos últimos 200 anos, esse campo poderoso enfraqueceu 15%, o que pode significar que os polos magnéticos terrestres irão se inverter.

Em um novo relatório, o diretor do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, Daniel Baker, explica que, caso os polos magnéticos se invertam, é provável que algumas áreas do planeta se tornem inabitáveis por causa da eliminação das redes elétricas dos ventos solares, que perfurariam a camada de ozônio.

Radiação e monitoramento

Historicamente, a reversão dos polos Norte e Sul da Terra ocorrem a cada 200 ou 300 mil anos, o que evidencia um atraso nesta ‘virada’, já que a última aconteceu cerca de 780 mil anos atrás. De acordo com os últimos dados de satélite Swarm da Agência Espacial Europeia (ESA), responsável por monitorar o campo magnético da Terra, essa "virada" é iminente.
Por meio do monitoramento, especialista afirmam que o ferro fundido e o níquel estão drenando energia do núcleo terrestre, perto de onde o campo magnético é gerado. Não se sabe exatamente por que isso acontece, mas os estudiosos acreditam que sejam sinais de que a inversão está próxima.  
"Imagine por um momento que sua fonte de energia elétrica tenha sido interrompida por alguns meses. O clima da Terra mudaria drasticamente. Na verdade, um estudo dinamarquês aponta que o aquecimento global está diretamente relacionado ao campo magnético e não às emissões de dióxido de carbono”, disse o professor de Ciências da Terra, do Oceano e da Ecológica da Universidade de Liverpool ao Daily Mail .
O estudo ainda mostrou que o planeta está passando por um período natural de baixa cobertura de nuvens devido à diminuição de raios cósmicos que entram na atmosfera. Tal fenômeno faz a radiação cósmica duplicar, aumentando assim as taxas de morte por câncer. Pesquisadores preveem que, em caso de inversão, pelo menos 100 mil pessoas morreriam por ano pela alta nos níveis de radiação espacial.
Para eles, se o campo magnético continuar a diminuir, e os polos magnéticos virarem, a Terra pode acabar como Marte - um mundo oceânico que se tornou seco, árido e incapaz de suportar a vida. Mas, afirmam – otimistas – que a taxa de declínio é grande para o núcleo terrestre simplesmente terminar em chamas.
copiado http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/

Flávio Dino desmascara desembargadores do TRF-4 em menos de 20 minutos Flávio Dino, primeiro colocado no concurso para juiz que teve Sérgio Moro como um dos concorrentes, precisou de menos de 20 minutos para desmontar a farsa da condenação do ex-presidente Lula

Por fim, Dino comentou sobre a candidatura Bolsonaro. “Mutatis mutandis. O Bolsonaro é o nosso Hittler, o nosso Mussolini. É a caixa de comentários do Facebook que caminha por aí fazendo campanha e falando aquelas coisas que a gente lê e se assusta”.


flávio dino advogado juiz desmascara desembargadores trf-4 condenação lula
Flávio Dino desmascara desembargadores do TRF-4 em menos de 20 minutos

Flávio Dino, primeiro colocado no concurso para juiz que teve Sérgio Moro como um dos concorrentes, precisou de menos de 20 minutos para desmontar a farsa da condenação do ex-presidente Lula

flávio dino advogado juiz desmascara desembargadores trf-4 condenação lula
Flávio Dino de Castro e Costa, advogado, político, professor e ex-magistrado brasileiro (reprodução) 
Renato Rovai, Revista Fórum
Ontem (29), o governador do MaranhãoFlávio Dino (PCdoB), primeiro colocado no concurso para juiz que teve Sérgio Moro como um dos candidatos e ex-presidente da Associação de Juízes Federais do Brasil (Ajufe), precisou de apenas 19 minutos em palestra realizada no Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo, para desmontar a farsa dacondenação do ex-presidente Lula.
Dino, antes de mais nada, fez questão de registrar que a narrativa da Lava Jato começa com a denúncia do Departamento de Estado dos EUA de tráfico de drogas que passava pela lavagem de dinheiro num posto de gasolina em Brasília. E que a partir daí chegou-se ao apartamento no Guarujá que, por conta de uma reportagem de O Globo, é dado como sendo do ex-presidente Lula.
Não há um prova, nada a respeito que não seja a reportagem de O Globo, por isso ela é sempre citada como prova tanto pelos promotores como pelos juízes que já avaliaram o caso.
Dino vai além: “Imaginemos que a OAS tivesse acenado com um presente para Lula e que ele tivesse pensado em aceitar, mesmo assim não seria crime. Se você pensar em matar alguém, comprar uma arma para matar alguém, mas não vier a matá-lo, você não é um assassino. Se o apartamento não está no nome de Lula e nem sequer no nome de um laranja dele, não há crime”.
Outro dado fundamental apresentado por Dino para demolir as bases da condenação de Lula é a de que a pena mais dura que ele recebeu foi de corrupção passiva – sendo que a corrupção passiva só pode ser usada contra funcionários públicos. Mas o caso do apartamento é posterior a 2010, quando Lula já não era mais presidente da República.
Algumas milhares de páginas do Direito brasileiro produzidas nos últimos 300 anos foram rasgadas para condená-lo por corrupção passiva”, disse. E, segundo ele, os desembargadores ainda aumentaram a pena porque senão o crime prescreveria, o que é um absurdo do ponto de vista legal. “Esse consenso inusitado é algo que nunca vi. Se a pena não me serve, aumenta-se a pena. Isso não é justiça.”
Dino considera que não há muito a fazer do ponto de vista jurídico no curto prazo em nível internacional. Que é importante denunciar os abusos, mas que isso não tende a mudar as decisões que estão sendo tomadas. De qualquer maneira, acredita que ainda é possível reverter a pena em instâncias superiores ou, no limite, conseguir liminar em caso de prisão de Lula. “A força bruta utilizada no processo talvez seja a fraqueza da decisão”, pontua.
O governador é absolutamente contra debater plano B em relação à candidatura Lula. “Quem fala em Plano B é porque já escolheu seu Plano A e ele não é Lula.” E disse que depois da sentença viajou para o interior do Maranhão e viu um povo completamente decepcionado e triste com o que ocorreu. “Principalmente os mais velhos parecem estar órfãos. É algo tocante conversar com essas senhoras e senhores e vê-los falando do que estão fazendo com o Lula”.
Dino acha que é preciso debater a exposição dos juízes no Brasil e que não há nada semelhante ao que ocorre aqui em qualquer país do mundo. “Ou nós somos o que há de mais avançado em judiciário ou estamos no caminho errado. Eu tendo a ficar com a segunda opção.”
O governador do Maranhão não vê possibilidade de qualquer saída política que não seja pelo campo institucional. “O jogo institucional é essencial, por mais complicado que esteja disputar neste espaço, porque não existe via insurrecional no Brasil.”
Por fim, Dino comentou sobre a candidatura Bolsonaro. “Mutatis mutandis. O Bolsonaro é o nosso Hittler, o nosso Mussolini. É a caixa de comentários do Facebook que caminha por aí fazendo campanha e falando aquelas coisas que a gente lê e se assusta”.
copiado https://www.pragmatismopolitico.com.br/

Postagem em destaque

Ao Planalto, deputados criticam proposta de Guedes e veem drible no teto com mudança no Fundeb Governo quer que parte do aumento na participação da União no Fundeb seja destinada à transferência direta de renda para famílias pobres

Para ajudar a educação, Políticos e quem recebe salários altos irão doar 30% do soldo que recebem mensalmente, até o Governo Federal ter f...