redes sociais "Eu, empregada doméstica". Brasileiras denunciam abusos dos patrões



O que diria a sua empregada doméstica sobre si? "Eu, empregada doméstica": o que elas contam (nas costas) sobre os patrões
"Joyce, tu foste contratada para cozinhar para a minha família, e não para ti. Por favor, traz uma marmita e um par de talheres". Esta foi uma das frases que Joyce Fernandes, de 31 anos, ouviu quando era empregada doméstica e que mais a marcou.
Agora, a brasileira professora de história e cantora de hip hop criou uma hashtag - Eu empregada doméstica - nas redes sociais que se tornou viral e tem servido para muitas mulheres revelarem abusos pelos quais passam.
Joyce criou o movimento quase sem querer. Fê-lo para desabafar e ficou surpreendida pela quantidade de pessoas que, como ela, tinha histórias para contar. Decidiu depois criar uma página no Facebook e o número de comentários e gostos só aumentou. Em menos de duas semanas, a página acumulou mais de 110 mil seguidores e muitos desabafos.
"O meu objetivo é provocar e dar voz a quem não tem voz. Esse tipo de tratamento desumano acontece entre quatro paredes e essas mulheres, a maioria negras, não têm com quem desabafar", disse Joyce Fernandes à BBC.
"Quero expor o que está a ser varrido para debaixo do tapete" continua. "É preciso humanizar a relação entre patrões e empregados. Muitas vezes, naturalizamos agressões e opressões e isso está errado", acrescenta.
Para a professora que usa o hip hop para falar das questões sociais com os alunos, esta questão está ligada ao passado de escravatura. "Infelizmente, para nós, mulheres negras, ser empregada doméstica é algo hereditário. Minha mãe, minha tia e minha avó foram empregadas domésticas. Não é possível dissociar isso da nossa história de escravidão."
Umas das patroas de Joyce fez questão de deixar claro que aquele seria sempre o seu futuro. Quando pediu para sair mais cedo uma vez porque tinha de estudar para um exame, "ela recusou" e disse "que meu destino era ser empregada doméstica, como todas as mulheres da minha família".
Dos relatos que recebe desde que criou a página no final de julho, o que mais chocou Joyce foi o da mulher de 76 anos que era obrigada a subir vários andares do prédio onde trabalhava há vários anos porque o elevador de serviço estava avariado e ela era proibida de usar o principal.
Na página Eu Empregada Doméstica, várias mulheres partilharam anonimamente momentos difíceis que enfrentaram em casa dos patrões. Muitos são de humilhação e exclusão, ou "desumanização", como descreve Joyce Fernandes.
Há a história de uma menina de 10 anos que limpou uma casa a pedido de uma amiga da mãe e trabalhou das oito horas da manhã às 18 horas, sem comer, e recebeu no final 3,50 reais, o equivalente a 90 cêntimos. A patroa disse que não pagou mais porque ela não limpou as louças de um dos armários.
A história da ama que foi avisada para "evitar ao máximo contactos físicos com a criança" de quem cuidava. Isto queria dizer não abraçar, beijar, não deixar a criança cheirar a empregada e só pegar ao colo se fosse extremamente necessário.
Ou a história da mulher que foi repreendida por estar a comer um bolo, que era comida dos patrões, e teve de ver a patroa a meter o bolo inteiro em que ela tinha tocado no lixo. Esta mulher contou ainda que várias vezes ia a restaurantes com os patrões, porque tinha de cuidar do filho deles, mas não podia comer. "Sentamos numa mesa para 4 pessoas, o empregado chega com o menu, serve os três primeiro e quando ousa me servir ouve: para ela não. Ela já comeu". Naquele dia, tal como em muitos outros, ela só tinha tomado o pequeno-almoço e ficou mais de 10 horas sem comer.
Outro testemunho conta que a mãe de uma das utilizadoras foi empregada doméstica durante muitos anos e foi proibida de comer a mesma comida que os patrões e dentro de casa. Só lhe restava comer ovos nos degraus da porta da frente todos os dias.
 copiado http://www.dn.pt/portugal/in

Ex-empregada doméstica lança campanha nas redes sociais para denunciar abusos de patrões

  • 21 julho 2016

Página no Facebook criada na madrugada já tem mais de 20 mil seguidores 
Image copyright Joyce Fernandes
Image caption Página no Facebook criada na madrugada já tem mais de 20 mil seguidores
"Joyce, você foi contratada para cozinhar para a minha família, e não para você. Por favor, traga marmita e um par de talheres e, se possível, coma antes de nós na mesa da cozinha; não é por nada; só para a gente manter a ordem da casa."
Essa foi, segundo a paulista Joyce Fernandes, de 31 anos, uma das frases que ouviu de uma ex-patroa em seu último trabalho como empregada doméstica, em 2009.
Hoje professora de História, ela decidiu criar a hashtag #EuEmpregadaDoméstica e uma página homônima no Facebook para denunciar o que chamou de "abusos dos patrões".
"Meu objetivo é provocar e dar voz a quem não tem voz. Esse tipo de tratamento desumano acontece entre quatro paredes e essas mulheres, a maioria negras, não têm com quem desabafar", conta ela à BBC Brasil.
"Quero expor o que está sendo varrido debaixo do tapete. É preciso humanizar a relação entre patrões e empregados. Muitas vezes, naturalizamos agressões e opressões. Isso está errado", acrescenta.
Cantora conhecida na cena de rap de Santos, onde vive, Joyce, que se apresenta com o nome artístico Preta-Rara, conta que a campanha ganhou força após ela postar um comentário em sua página no Facebook na última quarta.
"Venho fazendo terapia e, nesse processo de autoconhecimento, tive a ideia de compartilhar uma situação que havia sofrido na minha página no Facebook com a hashtag #EuEmpregadaDoméstica. Queria encorajar pessoas que talvez tivessem passado pela mesma coisa", lembra.
O sucesso instantâneo surpreendeu Joyce.
"Fiquei chocada com a quantidade de comentários. Meu celular travou com tantas notificações. Criei, então, uma página no Facebook especialmente para compartilhar esses relatos", acrescenta.
A página, criada à meia-noite desta quinta-feira, já tem mais de 20 mil seguidores.
Image copyright Joyce Fernandes
Image caption Hoje professora, Joyce Fernandes criou hashtag e página após sucesso de post

'Tratamento desumano'Hoje professora, Joyce Fernandes criou hashtag e página após sucesso de post

Entre as centenas de relatos que recebeu, Joyce diz ter ficado particularmente comovida com o de uma empregada doméstica de 76 anos que teve de subir vários andares de escada porque o elevador de serviço do prédio onde trabalhava havia quebrado.
"O filho dela me contou que a mãe trabalha há 30 anos com a mesma família. Eles moram em um prédio de alto luxo. O elevador de serviço quebrou e, impedida de usar o social, ela acabou tendo de subir vários andares de escada", diz.
Segundo Joyce, a profissão de empregada doméstica deveria "acabar", pois se trata de um "resquício da escravidão".
"Mas enquanto isso não acontece, temos de lutar por um tratamento mais humano e igualitário. Não queremos ser da família. Também não queremos desrespeitar hierarquia. Queremos apenas um tratamento justo", afirma.
"Infelizmente, para nós, mulheres negras, ser empregada doméstica é algo hereditário. Minha mãe, minha tia e minha avó foram empregadas domésticas. Não é possível disassociar isso da nossa história de escravidão."
Joyce diz que ouviu de outra patroa que não deveria estudar por causa de sua "condição social".
"Eu lhe havia pedido para sair mais cedo para poder fazer um curso pré-vestibular. Ela se recusou a me liberar dizendo que meu destino era ser empregada doméstica, como todas as mulheres da minha família", afirma.
"Se conseguimos lidar com a limpeza do nosso corpo, por que não podemos limpar o nosso lixo? Por que precisamos de empregadas domésticas?", questiona.
Além de lecionar História, Joyce criou projeto de empoderamento de mulheres acima do pesoImage copyright Joyce Fernandes
Image caption Além de lecionar História, Joyce criou projeto de empoderamento de mulheres acima do peso

Final feliz

Mas nem todas as experiências como empregada doméstica foram negativas: Joyce diz lembrar-se do apoio que recebeu de uma ex-patroa.
"Um dia estava limpando a prateleira de livros e ela me emprestou um deles. Era 'Olga', do escritor Fernando Morais. Ela me incentivou a retomar os estudos e a fazer a faculdade de História que eu tanto queria", diz.
Além de lecionar, Joyce criou um projeto de empoderamento de mulheres acima do peso, a Ocupação GGG ("fizemos um ensaio na praia de Santos para combater a gordofobia"). E também usa a música como instrumento de mudança social.
"Tenho um projeto pedagógico pelo qual levo o hip hop para as escolas falando sobre questões sociais dentro de uma abordagem mais pessoal", afirma.
"Prefiro usar meu microfone para cantar ou recitar a fazer discursos. Acredito que consiga envolver mais pessoas", conclui.
copiado  http://www.bbc.com/portuguese/salasocial

Sindicato dos inspetores do SEF denuncia falha de segurança no aeroporto Pista do aeroporto de Lisboa encerrou sábado devido a invasão de pista por quatro argelinos. MAI diz que protocolo foi cumprido


Pista do aeroporto de Lisboa encerrou sábado devido a invasão de pista por quatro argelinos. MAI diz que protocolo foi cumprido


A confissão do fiasco do ato da direita, no vídeo dos Jornalistas Livres A maldição do atalho




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A confissão do fiasco do ato da direita, no vídeo dos Jornalistas Livres

Michel Temer conseguiu, nestes dois meses e meio, arrastar multidões. Para dentro de casa. Porque o que se viu ontem, nas visivelmente  manifestações “coxinhas” foi, como diz o personagem do vídeo dos Jornalistas Livres,...

A confissão do fiasco do ato da direita, no vídeo dos Jornalistas Livres

paulistapoucagente
Michel Temer conseguiu, nestes dois meses e meio, arrastar multidões.
Para dentro de casa.
Porque o que se viu ontem, nas visivelmente  manifestações “coxinhas” foi, como diz o personagem do vídeo dos Jornalistas Livres, um fiasco, para um movimento que, em tese, está na posição de “vencedor”.
O que ficou foi a direita hidrófoba, fascistóide, mais agressiva do que nunca.
Assista:

 veja aqui vídeo   A confissão do fiasco do ato da direita, no vídeo dos Jornalistas Livres





atalho

A maldição do atalho

Mais desculpável nos muito jovens do que nos velhos – pois a escassa idade reúne desejo e  ímpeto enquanto a aventura na maturidade em geral só é regida pela ambição – a tentação do atalho carrega em...

atalho
Mais desculpável nos muito jovens do que nos velhos – pois a escassa idade reúne desejo e  ímpeto enquanto a aventura na maturidade em geral só é regida pela ambição – a tentação do atalho carrega em si uma maldição.
Temer, ao que parece, caiu nela.
Os vapores da ambição e da vaidade já não deixam que perceba que é um instrumento, não o protagonista.
O negado – e por isso, no caso dele, confirmado – desejo de ser candidato à reeleição, em 2018, o transforma em vidraça para seus próprios cúmplices.
Ou será que é possível crer que os tucanos aposentaram suas ambições de retornar às glórias palacianas e hão de contentar-se em ser representados por José Serra em sua condição de macaco na loja de louças diplomáticas?
Acha que que a ingenuidade – real ou fingida – vai persistir eternamente aceitando a estratégia de fazer vazar o mal em quantidades maiores para que ele surja como o mitigador do desastre, sem que isso abra fissuras na base política que o sustenta e que os parlamentares – que ao contrário dele, precisam de voto – vão sacudir bandeirinhas saudando a imposição de mais anos de trabalho aos eleitores?
Temer pegou um atalho – o do golpe, o da perfídia, o da traição – para o poder que ele jamais atingiu senão como caudatário.
Acha que é o mais esperto na turma de espertos que o colocou lá.
Foi fabricado pela mídia e por uma simplificação que faz da corrupção – nojenta, asquerosa – o mal dos males, fonte da pobreza, do atraso, da carência. É produto deles, porque segue a mesma lógica de tudo no Brasil: a apropriação por poucos daquilo que é de todos.
Quem dirá que uma ordem social iníqua e uma ordem econômica – interna e externa – não é a corrupção egoísta das relações humanas?
O presidente interino deixou – quase uma imposição de sua natureza abjeta – de compreender que a pouca legitimidade sem voto que poderia ter seria da assunção de sua transitoriedade. Quer que o que lhe veio pelo crime político se transforme em virtude.
É a encarnação do que negava Ulysses Guimarães: é velho e é velhaco.
E velhacos dependem de que os outros sejam tolos, e tolos por todo o tempo.
copiado  http://www.tijolaco.com.br/b

José Roberto de Toledo, indispensável: Temer sob tensão Reproduzo, por preciso e claro, o texto de José Roberto de Toledo, hoje, no Estadão. Os ensaios da novas traições do vice e a dura realidade do quatro que pintam em cor-de-rosa descritos sem... Na Folha, braço-direito de Temer confirma “pedágio” para aposentadoria. E paulada nos mais jovens

Na Folha, braço-direito de Temer confirma “pedágio” para aposentadoria. E paulada nos mais jovens

O que ontem foi registrado aqui se confirma hoje, em matéria da Folha. onde Eliseu Padilha confirma o que disse a O Globo. A “proposta” de Michel Temer para as mudanças na Previdência é...
50anos
O que ontem foi registrado aqui se confirma hoje, em matéria da Folha. onde Eliseu Padilha confirma o que disse a O Globo.
A “proposta” de Michel Temer para as mudanças na Previdência é brutal.
O “pedágio” de 40% a 50% para os que estão com mais de 50 anos de idade, que os jornais apresentam com um simplório “para quem falta um ano para se aposentar terá de trabalhar mais seis meses” – o que não achega a assustar, é bem pior.
Se você tem 50 anos e 25 anos de contribuição, em lugar de dez anos, terá de trabalhar mais  quatro ou cinco anos, dependendo da escala de maldade a ser aplicada.
Agora, se você tem 49 anos e trinta de contribuição, porque começou no batente aos 19 anos, vai ter de completar 65 anos se quiser se aposentar. “Só” 14 anos a mais de trabalho, porque você não está na regra de transição.
Está evidente que, mesmo com o Congresso dominado pela canalha que, neste momento, forma a sua maioria, uma monstruosidade assim não passará.
Mas passarão “menores monstruosidades”.
Porque o saneamento da Previdência, é claro, só pode se dar no lombo do trabalhador.
O que é queimar cinco ou seis anos de uma vida humana perto de 1% de aumento  nas contribuições?
Nada, porque a vida humana não vale nada para essa gente.
Exceto a deles, claro.
copiado  http://www.tijolaco.com.br/b

Press Release from Business Wire : The Dow Chemical Company "A Dow é uma cidadã corporativa no Brasil e na América Latina há 60 anos- aniversário que coincide com a realização, no Brasil, dos primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul. Não consigo imaginar uma maneira melhor de comemorar o nosso legado e preparar o cenário para os próximos 60 anos de colaborações e crescimento robustos de nossos negócios na região," afirmou Fabian Gil, Presidente da Dow América Latina.

Press Release from Business Wire : The Dow Chemical Company AFP

 RIO DE JANEIRO, (BSW) - Os Jogos Olímpicos Rio 2016 vão entrar para a história deixando um legado significativo de tecnologias de baixo carbono para a América Latina a partir da meta de mitigar 2 milhões de toneladas de COequivalentes (COe).

O Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 e aDow (NYSE:DOW), Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos e Parceira Oficial de Carbono dos Jogos Rio 2016, anunciaram hoje a projeção de que mais de 2 milhões de toneladas em reduções de emissões de gases do efeito estufa (GEE), verificadas por especialistas externos, serão entregues por meio dos projetos implementados para cumprir o compromisso de garantir um evento global com impacto mínimo ao clima. Em um esforço colaborativo multissetorial, os Jogos Olímpicos agem como um agente catalisador para a adoção de soluções mais sustentáveis e relevantes para a economia e para a sociedade.

"A parceria da Dow com o Movimento Olímpico nos permite utilizar a plataforma de esportes e o poder dos Anéis Olímpicos para demonstrar como nossas tecnologias podem impulsionar a adoção de soluções de baixo carbono", afirma Louis A. Vega, Vice-Presidente Global para o negócio de Olimpíadas & Soluções para Esportes. "Os Jogos Olímpicos Rio 2016 nos deram uma oportunidade única para iniciar o diálogo e colaborar com líderes de diversos setores industriais na América Latina para introduzir soluções que vão beneficiar as gerações futuras".



Com base no sucesso do programa "Futuro Sustentável", que viabilizou a mitigação de toda a pegada de carbono direta do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Inverno Sochi 2014 antes mesmo da Cerimônia de Abertura, a Dow foi selecionada como Parceira Oficial de Carbono dos Jogos Rio 2016 em setembro de 2014 e desenvolveu um portfólio de projetos nas áreas agrícola, industrial e de infraestrutura que já entregou reduções verificadas que somam 100 mil toneladas de COequivalentes (COeq) até a presente data. Esses projetos continuarão a gerar benefícios climáticos durante todo o período de execução do programa - que se estende até 2026.

"Garantir a entrega de Jogos com uma pegada de carbono reduzida é um dos pontos principais de nossa estratégia de sustentabilidade", afirma Tania Braga, líder de sustentabilidade e acessibilidade para o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016. "Mais importante ainda é que aproveitamos esta oportunidade para engajar setores estratégicos no Brasil e na América Latina em torno de uma forma mais sustentável de produzir e operar. As colaborações inspiradas nos Jogos Olímpicos e lideradas pela nossa parceira Dow já criaram um legado positivo na região".

Deixando um impacto duradouro

Como Parceira Oficial de Carbono do Rio 2016, a Dow assumiu o compromisso de mitigar 500 mil toneladas de COeq em emissões de gases do efeito estufa verificadas por especialistas externos até 2026 para compensar a pegada de carbono da organização dos Jogos. A Dow ainda trabalha para gerar benefícios climáticos adicionais de 1,5 milhão de CO2eq para compensar outras emissões associadas ao evento, tais como as viagens dos espectadores.

Ao trabalhar com o Rio 2016, a Dow desenvolveu um programa personalizado para responder às necessidades ambientais e tecnológicas do Brasil e da América Latina por meio da introdução de soluções e práticas de baixo carbono em setores importantes da economia. Ao substituir combustíveis fósseis por fontes de energia renovável, otimizar recursos na agropecuária e difundir conhecimento para uma infraestrutura com maior eficiência energética, o portfólio de projetos da Dow permite que as empresas façam mais com menos, aumentem a produtividade e preservem energia por meio de mudanças no mercado em longo prazo.

A Dow escolheu a Environmental Resources Management (ERM) como consultora externa para validação dos projetos segundo aMetodologia de Soluções Climática da Dowe verificação das reduções nas emissões de GHG a serem consideradas na mitigação das pegadas de carbono própria e associada do Comitê Rio 2016.

"Somos responsáveis por realizar uma auditoria independente, validando os projetos de mitigação, verificando as reduções e fazendo projeções conservadoras dos impactos durante o período de realização", explicou Braulio Pikman, sócio sênior da ERM. "Nosso processo abrangente, que combina a auditoria da documentação dos projetos com a verificação de evidências de implementação, determinou que o portfólio de projetos da Dow deverá gerar mais de 2,2 milhões de toneladas em benefícios climáticos até o final de 2026".

Para as gerações futuras

Além das metas de mitigação de carbono, Dow e Rio 2016 assumiram o compromisso de conscientizar meio milhão de pessoas no Brasil sobre sustentabilidade e mudanças climáticas. A Dow engajou tomadores de decisão no setor de construção civil organizando seminários sobre eficiência energética, além de mobilizar produtores rurais em um diálogo sobre práticas agrícolas mais sustentáveis. Adicionalmente, a Dow apoia a plataforma educacionalTransforma, por meio da qual mais de 7 milhões de alunos foram beneficiados.

Como a primeira e maior parceira corporativa do Transforma, a Dow ampliou a plataforma adicionando à grade curricular nove aulas de ciências que tratam de sustentabilidade, química, física e biologia aplicadas ao conceito dos esporte e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Desde sua implantação em 2013, o Transforma já foi lançado em todos os 27 estados brasileiros.

"A Dow é uma cidadã corporativa no Brasil e na América Latina há 60 anos- aniversário que coincide com a realização, no Brasil, dos primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul. Não consigo imaginar uma maneira melhor de comemorar o nosso legado e preparar o cenário para os próximos 60 anos de colaborações e crescimento robustos de nossos negócios na região," afirmou Fabian Gil, Presidente da Dow América Latina.

Para saber mais sobre o programa de mitigação de carbono da Dow para os Jogos Olímpicos Rio 2016, visitewww.dow.com/carbonmitigation.

Sobre a Dow

A Dow (NYSE: Dow) alia a força da ciência e da tecnologia para inovar com paixão o que é essencial ao progresso humano. A Companhia produz inovações que extraem valor das ciências químicas, físicas e biológicas, ajudando a desenvolver soluções para os mais desafiadores problemas mundiais, como a necessidade de água potável, a geração e conservação de energia limpa e o aumento da produção agrícola. O portfólio líder e integrado da Dow nas áreas de Especialidades Químicas, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para aproximadamente 180 países e em setores de grande crescimento, como embalagens, eletrônicos, água, revestimentos e agricultura. Em 2015, a Dow teve vendas anuais de mais de US$ 49 bilhões e empregou aproximadamente 49.500 funcionários em todo o mundo. Os mais de 6.000 produtos da Companhia são produzidos em 179 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo. Em 1º de junho de 2016, a Dow adquiriu 100% do negócio de silicones da Dow Corning Corporation, empresa global com vendas de mais de US$ 4,5 bilhões em 2015, 25 unidades fabris em 9 países e cerca de 10.000 funcionários em todo o mundo. As referências à "Dow" ou à "Companhia" significam a The Dow Chemical Company e suas subsidiárias consolidadas, a não ser que detalhadas expressamente de outra forma. Informações adicionais sobre a Dow podem ser encontradas emwww.dowbrasil.com ewww.dow.com

Contact

Dow Olympic & Sports Solutions Fernão Silveira +55 11 950-339-814 fsilveira@dow.com

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End of the Business Wire's Press Release
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Como funcionam os apps que alertam em caso de perigo? DW .....E, de fato, a polícia esperou um longo tempo antes de difundir o alerta oficial. "A situação era, nas primeiras uma ou duas horas, muito localizada, e as autoridades não queriam confundir a população", afirma Faust. "Só quando o atirador deixou o shopping é que foi declarado estado de alerta na cidade, pois só nesta altura ele poderia ser uma ameaça extrema à toda população."

Como funcionam os apps que alertam em caso de perigo? - DivulgaçãoComo funcionam os apps que alertam em caso de perigo? DWAplicativo Nina, da Alemanha, informa seus usuários sobre o que acontece no local onde eles se encontram

Aplicativo Nina, da Alemanha, informa seus usuários sobre o que acontece no local onde eles se encontram
Na Alemanha, aplicativos como Katwarn e Nina avisam sobre ataques terroristas e catástrofes naturais, mas especialistas advertem que eles são bons complementos às opções já existentes, como o rádio e a TV.
Imagine uma situação de caos nas ruas, com pessoas correndo de um lado para o outro numa região e procurando seus familiares. Quando um adolescente abriu fogo recentemente contra frequentadores de um centro comercial de Munique, o aplicativo Katwarn, que envia avisos sobre situações de emergência, ajudou algumas pessoas a serem informadas sobre o risco e, assim, evitar a região afetada.
Mas o sistema eletrônico de alerta não estava preparado para o acesso de muitos usuários e ficou temporariamente inacessível justamente quando mais se precisava dele.
O Katwarn é um sistema de alerta geral. Ele avisa seus usuários sobre uma variedade de situações de emergência, como tempestades, incêndios de grandes dimensões, acidentes com produtos químicos e tiroteios, e fornece orientações de como proceder através de notificações, SMS ou e-mail. As informações vêm de autoridades, serviços de emergência médica ou do Serviço Meteorológico Alemão (DWD).
O aplicativo, que é gratuito, foi desenvolvido pelo Instituto Fraunhofer para Sistemas de Comunicação Aberta (Fokus), em Berlim, para informar pelo celular sobre situações de perigo. O usuário pode se registrar através de seu código postal.
A vantagem do Katwarn é que o usuário pode ser informado sobre uma situação de perigo num determinado local, já que ele deve se registrar numa determinada região (distritos ou comunidades). A desvantagem é que, se estiver em outro lugar, pode não ser informado, pois o usuário só recebe informações sobre os locais para os quais se inscreveu, e não para onde está no momento.

Alternativa

Já o aplicativo Nina, desenvolvido pelo Departamento Federal para Proteção da População e Auxílio em Catástrofes (BBK, responsável em nível federal pela defesa civil), da Alemanha, informa seus usuários sobre o que acontece no local onde eles se encontram.
"A ideia original era desenvolver um aplicativo para proteção interna, por assim dizer, que advertisse principalmente contra ataques de mísseis militares", explica Christoph Unger, presidente do BBK.
Até hoje existem sirenes instaladas em telhados de escolas ou prefeituras da Alemanha que emitem alertas sonoros. Porém, elas não bastam mais. "Grande parte da população não reage mais a esses sinais acústicos. Por isso tivemos a necessidade de nos atualizar e, assim, desenvolvemos o aplicativo", afirma Unger.
Para Daniel Faust, coordenador do setor de segurança pública do Instituto Fraunhofer que desenvolveu o Katwarn, "os aplicativos são bons complementos aos mecanismos já existentes, como rádio, televisão e mídias sociais". Os apps são, portanto, fontes de informações adicionais.
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Fotos transformadas em obras de arte viram mania e invadem as redes sociais15 fotos

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O recém-lançado aplicativo Prisma, que transforma fotos em obras de arte em poucos cliques, ganhou o gosto dos internautas. Não à toa já virou mania nas redes sociais. Quem é que não gostaria de ver um selfie aos traços de Van Gogh, Picasso, Levitan ou Hokusai? O app está disponível gratuitamente apenas para iOS VEJA MAIS > Imagem: Reprodução/Instagram

Cedo demais ou tarde demais?

Claro que nenhum aplicativo consegue alertar a tempo contra atiradores ou ataques terroristas, que são imprevisíveis. As autoridades que ativam o alerta necessitam antes saber que algo está em curso. E ninguém quer emitir um aviso cedo demais, já que informações incorretas também podem deixar as pessoas inseguras.
O massacre em Munique é um exemplo de como a comunicação em situações extremas pode ser difícil. Informações fluíram não somente por meio de apps oficiais, mas também pelas redes sociais, como Twitter ou Facebook. As redes sociais são mais rápidas, já que qualquer um pode publicar algo, mas há uma desvantagem: não é possível saber se a informação é mesmo verdade.
Por isso, o tiro pode sair pela culatra: em Munique, situações de pânico aconteceram mesmo em locais longe do massacre. De repente, pessoas estavam correndo para salvar suas vidas sem qualquer necessidade. A causa do pânico foi provavelmente a informação - errada - que possivelmente outros atiradores pudessem estar à solta na cidade.
E, de fato, a polícia esperou um longo tempo antes de difundir o alerta oficial. "A situação era, nas primeiras uma ou duas horas, muito localizada, e as autoridades não queriam confundir a população", afirma Faust. "Só quando o atirador deixou o shopping é que foi declarado estado de alerta na cidade, pois só nesta altura ele poderia ser uma ameaça extrema à toda população."

 copiado  http://noticias.uol.com.br/

Propina - Grandioso - Nada escapa - Agora sinônimo de POLÌTICO - Lava Jato investiga propinas de R$ 150 mi em contratos do BB


Lava Jato investiga propinas de R$ 150 mi em contratos do BB



A Operação Lava Jato investiga o pagamento de propinas em contratos de fornecimento de softwares e serviços de informática ao Banco do Brasil, que, somados, ultrapassam os R$ 150 milhões.
Documentos obtidos pela Polícia Federal, em Curitiba, indicam que uma "empresa de fachada", acusada de corrupção e lavagem de dinheiro na Petrobras, recebeu repasses de até 10% nos negócios com o banco, fechados entre 2008 e 2010, como "comissão".
É a primeira frente de investigações da Lava Jato em contratos do Banco do Brasil desde que a operação foi deflagrada, em março de 2014. Até aqui, negócios da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estavam sob suspeita.
O Banco do Brasil, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que o Conselho Diretor "determinou a realização imediata de auditoria interna dos principais contratos da área de tecnologia, firmados desde 2008".
São quatro contratos e um aditivo contratual que estão sob apuração, desde junho. As contratadas do banco são a Ação Informática Brasil, a PBTI Soluções e a CTIS Tecnologia. As três são fornecedoras de serviços de tecnologia da instituição estatal e atuam no Brasil como representantes de desenvolvedoras de softwares como as norte-americanas Oracle Corporation e BMC Softwares.
Ação, PBTI e CTIS passaram a ser investigadas depois da identificação, pela força-tarefa, de pagamentos feitos por elas para a Credencial Construtora, Representações e Participações - firma que estava na mira dos investigadores. Seus donos são acusados de corrupção em contratos da Petrobras, com repasses de valores comprovados para o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu - preso e condenado, em Curitiba.
Quebra de sigilo decretada por ordem do juiz federal Sérgio Moro, da Lava Jato, identificou que as três contratadas do Banco do Brasil transferiram, em 2009 e 2010, um total de R$ 8,1 milhões para a Credencial.
Para os investigadores, a firma - que entrou no radar da Lava Jato por ter recebido, entre 2010 a 2013, R$ 29,76 milhões de fornecedoras da Petrobras - é uma "fantasma" usada para pagar propinas a agentes públicos e políticos. "A empresa (Credencial) teria recebido valores milionários das empreiteiras, e ainda de outras empresas, sem que tivesse tido despesas equivalentes ou estrutura aparente para prestar qualquer serviço a elas", informa o Ministério Público Federal.
Aberta em 2004, em Sumaré (SP), a Credencial movimentou milhões com grandes quantias de saques em espécie, mas não têm funcionários nem sede com estrutura física. Os donos, Eduardo Meira e Flavio Macedo, foram presos pela Lava Jato, em maio, alvos da 30ª fase, batizada de Operação Vício, por envolvimento em corrupção.
Com a informação de que três empresas do mesmo setor com contratos públicos haviam pago a Credencial, a Polícia Federal exigiu que elas prestassem esclarecimentos. A Ação, a PBTI, a CTIS e seus executivos informaram em junho que a firma prestou serviço de "intermediação" e "agilização" em contratos com o Banco do Brasil. Nenhuma das empresas cita propina, mas sim "comissão".
A PBTI informou que a Credencial atuou e ajudou na "agilização" de três contratos com o Banco do Brasil, todos assinados no critério inexigibilidade de licitação - por envolver produtos exclusivos de informática fornecidos por ela. Os negócios que tiveram participação da investigada envolviam altos valores - R$ 50 milhões, R$ 36 milhões e R$ 12 milhões.
No contrato da CTIS Tecnologia, o presidente da empresa, Alvadir da Silva Oliveira, afirmou em depoimento prestado no dia 28 de junho, em Curitiba, que a Credencial foi indicada para participar da negociação por uma subsidiária do banco, a Cobra Tecnologia, que atualmente se chama Banco do Brasil Tecnologia e Serviço (BBTS).
Enio Issa e Maurício David Teixeira, dois ex-sócios da Ação, declararam que um representante da multinacional Oracle e um executivo da brasileira Memora Processos Inovadores orientaram que pagassem a comissão para a Credencial.
Por meio de seus advogados, os donos da Credencial informaram que a empresa não é "de fachada" e nem "pagadora de propinas". A PBTI informou que já se manifestou nos autos e que está colaborando. Os representantes da CTIS não responderam aos questionamentos.
A Oracle informou que investiga "alegações de má conduta com seriedade e coopera integralmente com qualquer solicitação de autoridades do governo". A Memora negou ter relações com a Credencial. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
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Suspeita de propina Petrobras quer anular contrato com a WTorre Sergio Moraes/Reuters Empresa vai à Justiça para parar obra de R$ 300 mi em Mato Grosso

Suspeita de propina Petrobras quer anular contrato com a WTorre Sergio Moraes/Reuters Empresa vai à Justiça para parar obra de R$ 300 mi em Mato Grosso

Petrobras quer anular contrato com empreiteira de estádio e shopping de SP

Guilherme Azevedo e Rodrigo Mattos
Do UOL, em São Paulo e no Rio

  • Divulgação
    O futuro terminal de distribuição de combustíveis em Rondonópolis (MT), que está sendo construído pela WTorre para a BR Distribuidora. Estatal quer cancelar negócio
    O futuro terminal de distribuição de combustíveis em Rondonópolis (MT), que está sendo construído pela WTorre para a BR Distribuidora. Estatal quer cancelar negócio
A Petrobras Distribuidora (BR Distribuidora) está pedindo na Justiça a anulação de contrato com a empreiteira WTorre para a construção de um terminal de distribuição de combustíveis em Rondonópolis (MT). A empresa suspeita de que houve pagamento de propina com sobrepreço e dispensa de licitação na compra do terreno repassado à construtora. A suspeita surgiu em investigação interna da BR Distribuidora em decorrência da Operação Lava Jato.
Avaliado em R$ 300 milhões, o empreendimento está sendo erguido há mais de um ano pela WTorre, a mesma empresa que construiu o novo estádio do clube Palmeiras e o shopping JK Iguatemi, em São Paulo.
A 31ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, na qual a ação foi ajuizada em 29 de junho último, entretanto negou o pedido para suspender as obras imediatamente e marcou audiência de mediação para 1º de setembro, quando a WTorre deverá apresentar sua defesa. A construtora nega as acusações e ameaça processar a BR Distribuidora para pedir indenização, se houver ruptura do contrato.
Em resumo, a principal suspeita sobre o negócio é de que funcionários da própria BR Distribuidora abriram mão da preferência que a estatal tinha de compra da área do futuro terminal, para transferirem essa opção a terceiros, com quem dividiriam os ganhos de forma fraudulenta.

Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo
O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró
Há indícios de envolvimento, no caso, do ex-diretor financeiro da estatal Nestor Cerveró, do senador e ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTC-AL) e do empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, que foi secretário na Presidência de Collor (1991-92) e de quem seria operador até hoje.
Um inquérito (número 4112) está em andamento em segredo de Justiça no STF (Supremo Tribunal Federal), para apurar o negócio. O terminal em Rondonópolis foi citado nominalmente na colaboração premiada de Cerveró, no âmbito da Lava Jato, que atribuiu influência local a Fernando Collor e a Pedro Paulo.

José Paulo Lacerda/Estadão Conteúdo
Pedro Paulo Leoni Ramos em 1991, durante governo Collor
Cerveró cumpre pena de regime fechado em prisão domiciliar, após o acordo de colaboração com a Justiça. Collor divulgou nota em que nega participação no caso de Rondonópolis, e Pedro Paulo afirmou que não ia comentar.
Este é o segundo caso que vem a público de suposta irregularidade da WTorre em concorrências da Petrobras e de subsidiárias, já que a empreiteira e o presidente do seu conselho, Walter Torre Júnior, são acusados de receber propina de R$ 18 milhões para abandonar a licitação do Cenpes (Centro de Pesquisas da Petrobras), no Rio de Janeiro. A empresa também nega essas acusações.

Compra de terreno contestada

O terreno onde está sendo erguido o terminal, com 98 mil m² e originariamente pertencente à ALL (América Latina Logística), se localiza no interior do complexo intermodal que a ALL mantém junto da rodovia BR-163 em Rondonópolis, município a 210 km de Cuiabá, que é o centro de convergência da produção do agronegócio do Mato Grosso (sobretudo soja e milho) e de transferência para outras regiões do país e para o exterior.
As obras locais se iniciaram em junho de 2015, depois de um ano para a aprovação do projeto pela ANP (Agência Nacional do Petróleo). O prazo estimado para a conclusão da obra é de 24 meses (com mais cinco meses de pré-operação e operação assistida). Mesmo com os conflitos entre WTorre e BR Distribuidora, as obras seguem sem interrupções, com a presença de 200 trabalhadores.
O contrato entre a BR Distribuidora e a WTorre, do qual também participa o fundo de investimento imobiliário Taranto, foi assinado no dia 21 de julho de 2014. Prevê a construção das instalações do empreendimento em Rondonópolis e depois sua locação para a BR Distribuidora por 20 anos, a um custo anual de R$ 26,9 milhões.
É a forma da aquisição do terreno a principal base para o pedido de anulação do contrato. Segundo a BR Distribuidora, devido à suposta fraude conjunta de alguns de seus funcionários e de empresas privadas, a distribuidora abriu mão, em novembro de 2011, da aquisição da área e direcionou o negócio para beneficiar a empresa de Pedro Paulo Leoni Ramos, a GPI Participações e Investimentos, que passou depois o terreno para a WTorre.
Para a BR Distribuidora, o grupo Fortiori, que comprou o terreno e é vinculado à GPI de Pedro Paulo, atuou apenas para fazer o negócio e repassar o terreno à WTorre.
A BR Distribuidora alega também que a ausência de licitação teria provocado prejuízos financeiros, pois impediu a escolha da melhor oferta.
"A verdade é que, além do sobrepreço nas estimativas para a construção do empreendimento, a CIA [Comissão Interna de Apuração] constatou, de forma específica, fraude no procedimento que levou à contratação, mediante uma artificial inexigibilidade de licitação", destacam os advogados Felipe Mendonça Terra e Ana Paula de Barcellos, na ação ajuizada pela BR Distribuidora.
A investigação interna começou em 21 de outubro de 2015 e se encerrou em 4 de fevereiro de 2016, após analisar documentos internos (e-mails, controle de entrada e saída de pessoas nos prédios, contatos nas visitas), ouvir empregados e ex-empregados e representantes dos próprios contratados.
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Caos na Segurança Presidente do TJRN apoia combate ao crime e propõe medidas contra burocracia Criminosos põem fogo em morro, atacam prédios públicos e banco em Natal na 3ª noite de ataques Desde sexta, Natal e pelo menos 20 cidades do interior se tornaram alvo de ataques, com incêndios a ônibus e outros veículos, além de atentados contra prédios públicos

Caos na Segurança

Criminosos põem fogo em morro, atacam prédios públicos e banco em Natal na 3ª noite de ataques

Desde sexta, Natal e pelo menos 20 cidades do interior se tornaram alvo de ataques, com incêndios a ônibus e outros veículos, além de atentados contra prédios públicos

Caos na Segurança

Criminosos põem fogo em morro, atacam prédios públicos e banco em Natal na 3ª noite de ataques

Presidente do TJRN apoia combate ao crime e propõe medidas contra burocracia

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Divulgação
Atentado no prédio da STTU ocorreu por volta das 22h deste domingo
Por: UOL
A série de ataques criminosos em Natal  e outras cidades do Rio Grande do Norte entrou pela terceira noite neste domingo (31). Criminosos atearam fogo no Morro do Careca, um dos cartões-postais da capital, localizado na praia de Ponta Negra, colocaram fogo em dois carros e três motos no pátio da STTU (Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana), no bairro da Ribeira, e incendiaram o posto da Polícia Militar do bairro Jardim Petrópolis, em São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana.
Desde sexta, Natal e pelo menos 20 cidades do interior se tornaram alvo de ataques, com incêndios a ônibus e outros veículos, além de atentados contra prédios públicos. Segundo o governo do Estado, os ataques são uma reação à instalação de equipamentos de bloqueio de sinal de telefone celular no PEP (Presídio Estadual de Parnamirim), localizado no município de Parnamirim, na região metropolitana de Natal.
Entre sexta-feira e domingo, foram contabilizados 54 ataques criminosos em 20 cidades do Estado, segundo a Sesed (Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social). Em boletim divulgado na noite deste domingo, a polícia registrou 52 prisões de suspeitos de participarem dos ataques criminosos.
Os ataques
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, o ataque no Morro do Careca, localizado na zona sul de Natal, foi criminoso. De acordo com a corporação, criminosos jogaram pneus com combustível e atearam fogo na vegetação do morro. Dois veículos de combate a incêndio foram usados para controlar as chamas. O sargento Ednaldo Gomes relatou que os bombeiros tiveram de subir a pé, usando pás e outros equipamentos para chegar ao local.
“As equipes só subiram no Morro quando duas viaturas da Polícia Militar chegaram para dar apoio, pois levantam logo a suspeita de que o incêndio havia sido criminoso. Os bombeiros observaram que o fogo estava concentrado em um foco e não se alastrava na vegetação, apesar do vento. Não é comum a ocorrência de incêndio naquele local. Quando subiram, encontraram pneus queimando”, contou o sargento.
Por volta das 23h, criminosos invadiram o estacionamento da STTU de Natal e atearam fogo em dois veículos do órgão. Três homens jogaram combustível e atearam fogo no posto da PM do Jardim Petrópolis, em São Gonçalo do Amarante. O ataque ocorreu por volta das 21h e, duas horas depois, a polícia prendeu dois suspeitos do crime.
Um outro ataque aconteceu contra a agência do Banco do Brasil da avenida Jaguari, no bairro Alecrim, zona leste de Natal. As portas de vidro do banco foram estilhaçadas com tiros. Um trator que estava estacionado no bairro de Ponta Negra também foi queimado. Em nenhum dos ataques houve feridos.
1.200 homens
Na noite deste domingo, o governador Robinson Faria (PSB) informou que 1.200 homens – 1.000 do Exército e 200 fuzileiros Navais – chegarão ao Estado para dar apoio às forças policiais do RN. Por volta das 22h deste domingo, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, confirmou também o envio das tropas federais.
Ainda neste domingo, a Polícia Militar confirmou a prisão de João Maria dos Santos de Oliveira, acusado de ser um dos líderes da facção criminosa Sindicato do Crime do RN, grupo criminoso apontado como articulador dos ataques.
Posicionamento

Presidente do TJRN apoia combate ao crime e propõe medidas contra burocracia

Cláudio Santos declarou apoio às providências tomadas pelo Estado, como o bloqueio de celulares nos presídios e a resposta da polícia nas ruas

claudio-santos
Emanuel Amaral
Por: Redação
Ao participar da reunião emergencial convocada pelo Governo do Estado sobre ações criminosas no Rio Grande do Norte, no domingo à noite, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Cláudio Santos, declarou apoio às providências tomadas pelo Estado, como o bloqueio de celulares nos presídios e a resposta da polícia, mas apresentou sugestões para agilizar resultados em favor da população.
Cláudio Santos declarou que o caso “não pode ser tratado de forma pontual e sim merece atenção permanente, não podendo sofrer com entraves burocráticos.” Entre as ideias lançadas por ele, a designação de três procuradores estaduais para atuação direta junto à área de Segurança Pública para trabalhar na conclusão rápida dos processos que tratem de questões essenciais como a construção de novos presídios e a instalação de bloqueadores em todos as penitenciárias.
O presidente lembrou que os R$ 20 milhões liberados pelo Judiciário para a construção de um presídio continuam aguardando providências do Executivo. Cláudio Santos anunciou o repasse da verba em 19 de maio deste ano e a Assembleia Legislativa aprovou a proposta no dia 14 de junho, restando ao Governo do Estado definir local e demais medidas administrativas. Cláudio Santos lembrou, ainda, a urgência na obra da penitenciária de Ceará-Mirim.
“Demonstramos nosso apoio, espírito público e a nossa disposição em colaborar, que nunca deixou de ser expressada e praticada. Deveremos aplaudir as medidas de combate ao crime , porém desburocratizar ao máximo os processos que entravam a efetividade das ações”, completou o presidente do TJRN. Em fevereiro deste ano, foram liberados em convênio com a Polícia Militar, R$ 2,4 milhões em armas, munições e equipamentos.
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reforço federal 1.200 militares virão para combater ataques no RN Mil homens do Exército e 200 fuzileiros estão confirmados.


1.200 militares virão para combater ataques no RN
Mil homens do Exército e 200 fuzileiros estão confirmados.

Governo do RN confirma vinda de 1.200 militares para combater ataques

Mil homens do Exército e 200 fuzileiros navais devem chegar esta semana.
RN vive onda de ataques criminosos desde a sexta-feira

 reforço federal 
1.200 militares virão para combater ataques no RN
Mil homens do Exército e 200 fuzileiros estão confirmados.

01/08/2016 06h33 - Atualizado em 01/08/2016 08h05

Governo do RN confirma vinda de 1.200 militares para combater ataques

Mil homens do Exército e 200 fuzileiros navais devem chegar esta semana.
RN vive onda de ataques criminosos desde a sexta-feira (29).

Do G1 RN
Governador do RN confirma no Twitter que o governo federal enviará mil homens do Exército e 200 fuzileiros Navais (Foto: Reprodução)Governador do RN confirmou a presença de mil homens do Exército e 200 fuzileiros navais (Foto: Reprodução)
O governo do Rio Grande do Norte confirmou o apoio de mil homens do Exército e 200 fuzileiros navais no reforço às forças policiais. A informação foi dada pelo ministro da Defesa Raul Jungmann às 22h deste domingo (31). As tropas federais devem chegar ao estado ainda esta semana para atuar no combate a ataques criminosos.
O reforço já havia sido confirmado por Michel Temer, presidente da República em exercício. Para o governador Robinson Faria, a situação está controlada. “O número de ataques está diminuindo e as tropas federais vêm para colaborar nas ações de combate aos atos de vandalismo. Vamos dividir áreas estratégicas para a atuação de cada grupo, trazendo novamente a tranquilidade para a população”, disse o governador.
Secretário de Segurança Pública, Ronaldo Lundgren informou que o trabalho do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-E) é permanente e continuará na busca de todos os responsáveis pelos ataques. “Não vamos descansar até solucionar esta série de ataques”, disse. Wallber Virgolino, secretário de Justiça de Cidadania, assegurou a instalação dos bloqueadores de celulares em todos os presídios potiguares. “Identificaremos e puniremos dentro da lei todos aqueles que divulgaram os áudios e espalharam os boatos na internet a partir das unidades prisionais”, afirmou.
Ataques
Desde sexta-feira (29), a população do Rio Grande do Norte vivencia ataques criminosos. Pelo menos 54 ações foram registradas em 20 cidades do estado. Até as 20h deste domingo (31), 52 pessoas foram presas suspeitas de envolvimento nos ataques. A instalação de bloqueadores de celular na Penitenciária Estadual de Parnamirim, na Grande Natal, é apontada pelo governo como motivo dos atentados.
Ônibus
Os ônibus urbanos de Natal voltaram a circular na manhã desta segunda-feira (1º). Segundo o Sindicato dos Rodoviários, 30% da frota está nas ruas. Devido à onda de ataques a ônibus e prédios públicos que atinge o Estado desde a sexta-feira (29), os rodoviários decidiram recolher os ônibus e não trabalharam por mais de 24 horas.

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Atualizada rn Terror - insegurança RN tem terceira noite de ataques; presos fogem Com frota reduzida, ônibus voltam a circular insegurança RN tem terceira noite de ataques; presos fogem combate à violência Onda de ataques já soma 60 presos, diz Secretaria de Segurança com reforço policial Com frota reduzida, ônibus voltam a circular

insegurança

RN tem terceira noite de ataques; presos fogem

01/08/2016 07h47 - Atualizado em 01/08/2016 10h12

RN registra terceira noite seguida de ataques criminosos; presos fogem

Segundo a PM, 14 detentos fugiram do CDP da Ribeira, na capital potiguar.
Desde sexta (29), já foram registrados 65 ataques ou atentados no estado.

Do G1 RN
Criminosos incendiaram três motos e dois carros no anexo da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) (Foto: PM/Divulgação)Criminosos incendiaram três motos e dois carros no anexo da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) (Foto: PM/Divulgação)
A polícia do Rio Grande do Norte registrou a terceira noite seguida de ataques criminosos. Entre a noite de domingo (31) e a madrugada desta segunda (1º), novos atentados aconteceram em Natal e em cidades do interior. Além dos ataques, houve fuga de 14 presos do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Ribeira, na Zona Leste da capital. A instalação de bloqueadores de celular na Penitenciária de Parnamirim, na Grande Natal, é apontada pelo governo como motivo dos atentados.
De acordo com a Polícia Militar, os detentos do CDP da Ribeira escaparam por um buraco dentro do banheiro da cela 1. Até o momento, apenas um dos fugitivos foi recapturado. Com mais esta fuga, chega a 288 o número de presos que já escaparam do sistema penitenciário potiguar somente em 2016.
Em Currais Novos, no Seridó potiguar, quatro carros da Secretaria de Saúde foram incendiados (Foto: PM/Divulgação)Em Currais Novos, quatro carros da Secretaria de Saúde foram incendiados (Foto: PM/Divulgação)
Também na Ribeira, criminosos incendiaram três motos e dois carros no anexo da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU). Bandidos tentaram colocar fogo no Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo dos Bombeiros, localizado no bairro de Lagoa Seca. Os bombeiros perceberam a ação e impediram o atentado. Os homens fugiram e deixaram um galão de gasolina para trás.
Uma agência do Banco do Brasil, na Av. Presidente Bandeira, foi atacada. Criminosos atiraram contra o estabelecimento. Cartão-postal da cidade, a vegetação do Morro do Careca, na praia de Ponta Negra, também foi incendiada. Contudo, a polícia ainda não confirma a relação dos dois casos com os recentes ataques criminosos.
Em Canguaretama, cinco carros foram incendiados no pátio da prefeitura  (Foto: Prefeitura de Canguaretama/Divulgação)Em Canguaretama, cinco carros foram incendiados no pátio da prefeitura (Foto: Prefeitura de Canguaretama/Divulgação)
O posto policial de Jardim Petrópolis, em São Gonçalo do Amarante, foi alvo dos bandidos. Eles tentaram incendiar o prédio, mas o fogo foi controlado. Em Currais Novos, no Seridó potiguar, quatro carros apreendidos em operações foram incendiados. Em Canguaretama, no litoral Sul, três sucatas foram incendiadas, além de dois carros em operação. A Prefeitura de Florânia foi invadida por criminosos e uma porta foi queimada.
Criminosos também tentaram colocar fogo em ônibus escolares dentro do pátio da Prefeitura de João Câmara, no Agreste potiguar, mas o fogo foi controlado. Mesmo assim, as aulas foram canceladas na cidade.
Em Mossoró, um ônibus escolar foi parcialmente queimado (Foto: Alcivan Vilar/Fim da Linha )Em Mossoró, um ônibus escolar foi parcialmente queimado (Foto: Alcivan Vilar/Fim da Linha)
Já na manhã desta segunda, um ônibus escolar foi parcialmente queimado emMossoró, no Oeste potiguar. De acordo com a polícia, o motorista havia acabado de deixar os alunos em uma escola. Ele estacionou o veículo próximo a uma padaria e, em seguida, os criminosos tentaram incendiar o ônibus.
Escolas
Devido aos recentes ataques, algumas escolas públicas e particulares do estado suspenderam as aulas nesta segunda-feira (1º).
Ônibus
Os ônibus urbanos de Natal voltaram a circular na manhã desta segunda. Segundo o Sindicato dos Rodoviários, 30% da frota está nas ruas. O Sindicato das Empresas de Ônibus (Seturn) diz que 70% dos ônibus circulam.
Robinson Faria, governador do estado, anunciou que haveria reforço policial para os veículos. Devido à onda de ataques que atinge o Estado há três dias, os rodoviários recolheram os ônibus e não trabalharam por mais de 24 horas.
Detidos estão sendo apresentados à Polícia Civil (Foto: PM/Divulgação) (Foto: PM/Divulgação)Detidos foram apresentados à Polícia Civil (Foto: PM/Divulgação)
Prisões
Desde a tarde da sexta (29), quando o primeiro ataque foi registrado, 60 pessoas foram detidas suspeitas de envolvimento nos atentados.
João Maria dos Santos de Oliveira, o 'João Mago' (Foto: Governo do RN/Divulgação )João Maria dos Santos de Oliveira, o 'João Mago', é apontado como líder dos ataques (Foto: Governo do RN/Divulgação)
Chefe
Entre os presos está João Maria dos Santos de Oliveira, de 32 anos, apontado pelas forças de segurança como um dos chefes de uma facção criminosa que vem agindo no estado. "João Mago" era considerado foragido desde dezembro do ano passado, quando saiu da Penitenciária Estadual de Parnamirim, na Grande Natal, com o auxílio de um alvará de soltura falso.
Reforço federal
O governo do Rio Grande do Norte confirmou o apoio de mil homens do Exército e 200 fuzileiros navais no reforço às forças policiais. A informação foi dada pelo ministro da Defesa Raul Jungmann às 22h deste domingo (31). As tropas federais devem chegar ao estado ainda nesta semana.

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