War & Conflict Obama: Russia action in Syria is 'recipe for disaster' US president warns Russia that its bombing campaign will suck Moscow into a quagmire that will be hard to get out of.

Obama: Russia action in Syria is 'recipe for disaster'

Activists accused Russia of targeting civilians during its air strikes in Syria [Syria Civil Defense/AP]
US president warns Russia that its bombing campaign will suck Moscow into a quagmire that will be hard to get out of.
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Embaixador da Alemanha: "São pouquíssimos os que desejam de volta os tempos em que viviam atrás de muros"


Embaixador da Alemanha: "São pouquíssimos os que desejam de volta os tempos em que viviam atrás de muros"

Embaixador da Alemanha: "São pouquíssimos os que desejam de volta os tempos em que viviam atrás de muros"


Ulrich Brandenburg, embaixador da Alemanha em Lisboa admite que ainda há diferenças, mas garante que se desemprego é hoje um pouco mais alto no Leste do que no Ocidente alemão, as estradas são melhores.
  • 25 anos da reunificação da Alemanha: entre o escândalo da Volkswagen e a crise dos refugiados


    por Helena Tecedeiro  
    Embaixador da Alemanha: "São pouquíssimos os que desejam de volta os tempos em que viviam atrás de muros"
    Ulrich Brandenburg, embaixador da Alemanha em Lisboa admite que ainda há diferenças, mas garante que se desemprego é hoje um pouco mais alto no Leste do que no Ocidente alemão, as estradas são melhores.
    25 anos depois da reunificação, as diferenças entre Leste e Oeste ainda se sentem? Sobretudo em que aspetos?
    Os dois Estados alemães desenvolveram-se de forma completamente diferente até 1990. Para a reconstrução económica do Leste da Alemanha e a aproximação das condições de vida foram exigidos esforços significativos aos contribuintes alemães: de acordo com o método usado, foram entre 250 mil milhões e 1,2 biliões de euros. Continuamos a pagar uma sobretaxa de IRS, que foi introduzida para financiar a reunificação. Entretanto, os esforços da reconstrução já deram os seus frutos: as estradas e vias de comunicação são atualmente melhores no Leste do que na parte ocidental, os centros históricos das cidades foram recuperados, estabeleceram-se novas indústrias. Porém, os níveis salariais no Leste alemão correspondem, em média, a 90% dos da parte ocidental e o nível de desemprego continua a ser mais elevado, com 8,8%, mais do que a média registada em todo o território nacional (6,2%).
    O exemplo da Alemanha Ocidental a receber quem vinha do Leste alemão após a reunificação explica a abertura da Alemanha agora com os refugiados?
    Depois da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha recebeu aproximadamente 13 milhões de refugiados dos antigos territórios do Leste europeu. Depois disso, a partir de 1949, cerca de 3,8 milhões de pessoas fugiram da antiga RDA para a Alemanha Ocidental. Desde os anos 80, cerca de três milhões de pessoas dos países da ex-União Soviética vieram para a Alemanha e, nos anos 90, chegaram centenas de milhares de refugiados de guerra da ex-Jugoslávia. Sem dúvida que temos experiência no acolhimento de refugiados - e também de requerentes de asilo. Porém, a dimensão atual da crise exige que todos os Estados membros da União Europeia atuem de forma solidária.
    Fala-se muito em Ostalgie. É positivo a saudade das coisas e tempos do Leste? 
    Eu  e a minha esposa somos ambos da Alemanha Ocidental, mas temos a nossa casa em Berlim Oriental e vivemos lá durante oito anos. Sim, obviamente continua a haver diferenças - até nos modos de falar - e, por vezes, existe uma certa tendência de romantizar o passado. Porém, o patriotismo local é um fenómeno natural e são pouquíssimas as pessoas que desejam de volta os tempos em que viviam atrás de muros e arame farpado.

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Aviões russos bombardeiam pela primeira vez o Estado Islâmico



François Hollande e Vladimir Putin no Eliseu

Aviões russos bombardeiam pela primeira vez o Estado Islâmico


Foi visada a "capital" dos jihadistas e uma outra cidade em poder destes. A coligação internacional pede a Moscovo para cessar os ataques à "oposição síria e à população civil".


por Abel Coelho de Morais  
François Hollande e Vladimir Putin no Eliseu
François Hollande e Vladimir Putin no Eliseu Fotografia © EPA
Foi visada a "capital" dos jihadistas e uma outra cidade em poder destes. A coligação internacional pede a Moscovo para cessar os ataques à "oposição síria e à população civil".
Aviões russos atacaram ontem pelo terceiro dia consecutivo alvos dos grupos que combatem o regime de Bashar al-Assad, ao mesmo tempo que o presidente da Rússia se reunia, em Paris, com François Hollande para discutir a guerra civil na Síria. Vladimir Putin encontrou-se em seguida com outros líderes, incluindo a chanceler alemã e o presidente da Ucrânia, tendo abordado a crise no Leste deste país.
Como sucedera nos dias anteriores, os alvos da aviação russa não foram campos ou estruturas do Estado Islâmico (EI), ainda que, pela primeira vez de forma confirmada por fontes independentes, tenham sido efetuados bombardeamentos nos arredores de Raqqa, a "capital" dos islamitas, e de uma outra cidade na posse destes, Qarytayn. A confirmação destas últimas operações foi feita pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), que conta com uma vasta rede de informadores no interior do país. Segundo o OSDH, foram mortos 12 islamitas no ataque em Raqqa enquanto em Qarytayn foram visados edifícios e outras estruturas.
No ataque a Raqqa foi usado o mais recente e sofisticado avião de combate russo, o Sukhoi-34, além dos Sukhoi-24M e Sukhoi-25.
A maioria das surtidas russas ocorreram em pontos como Hama e Idlib, atacados em dias anteriores, e na província de Aleppo, onde a presença do EI é pouco relevante. Além de outros grupos islamitas, que combatem o EI, foram alvejadas milícias apoiadas pelos Estados Unidos, a Turquia e outros países europeus.
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Morto líder do Estado Islâmico responsável por ataques no Iraque

Morto líder do Estado Islâmico responsável por ataques no Iraque

Morto líder do Estado Islâmico responsável por ataques no Iraque

 
O extremista morreu num ataque aéreo na província de Kirkuk. Al Kurdi era responsável por um órgão diretivo do EI nessa zona iraquiana.


por Lusa  
Morto líder do Estado Islâmico responsável por ataques no Iraque
Fotografia © REUTERS/Alaa Al-Marjani
O extremista morreu num ataque aéreo na província de Kirkuk. Al Kurdi era responsável por um órgão diretivo do EI nessa zona iraquiana.
As forças de segurança do Curdistão iraquiano anunciaram hoje a morte de um líder do movimento extremista Estado Islâmico (EI), que planeou vários ataques do grupo no norte do Iraque.
Em comunicado, o conselho de segurança do Curdistão disse que o 'jihadista' Saad Falah al Kurdi foi abatido numa operação conjunta das tropas curdas e da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, que está a bombardear posições do EI no Iraque.
O extremista morreu num ataque aéreo perto da cidade de Al Hawiya, na província de Kirkuk (norte).
Al Kurdi era responsável por um órgão diretivo do EI em Kirkuk e terá planeado vários atentados terroristas no norte do Iraque, além de ser presumivelmente o autor intelectual de ataques suicidas cometidos em agosto, em Erbil, na região autónoma do Curdistão iraquiano.
O EI conquistou a cidade de Mossul em junho do ano passado e declarou a constituição de um califado nas regiões sob o seu domínio no Iraque e na Síria, onde controla vastas zonas e várias cidades.As forças curdas lideram a luta contra os 'jihadistas' no norte e noroeste do Iraque, onde vive a minoria curda iraquiana, que também é alvo de perseguições do EI.
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Mercosul e UE buscam novas ofertas em negociação de TLC

  • 03/10/2015 - 01:30

    Mercosul e UE buscam novas ofertas em negociação de TLC




    (Arquivo) O Mercosul busca incluir novas ofertas para avançar em novembro nas negociações para um acordo de livre-comércio com a União Europeia - disse nesta sexta-feira o porta-voz de um encontro entre técnicos de ambos os blocos
    O Mercosul busca incluir novas ofertas para avançar em novembro nas negociações para um acordo de livre-comércio com a União Europeia - disse nesta sexta-feira o porta-voz de um encontro entre técnicos de ambos os blocos.
    "Nossa evolução preliminar é satisfatória. Os europeus terão notado que o Mercosul leva a sério as negociações", disse em coletiva de imprensa o porta-voz do bloco sul-americano, Rigoberto Gauto.
    Segundo Gauto, "a reunião foi positiva, e há setores importantes que não estavam contemplados na oferta da UE em 2004 e que hoje estão".
    Gauto é vice-ministro das Relações Exteriores do Paraguai, país que ocupa nesse semestre a presidência pro tempore do grupo regional, também integrado por Argentina, Brasil, Uruguai e Venezuela. Esta última não é parte das negociações.
    Na quinta e na sexta-feira, encontraram-se na capital paraguaia os chefes negociadores dos blocos, em cumprimento ao acordado no encontro ministerial de Bruxelas em junho passado, com vistas às negociações para a conclusão de um "Acordo de Associação Birregional".
    Os seis técnicos europeus presentes liderados pelo chefe-negociador da Comissão Europeia, Rupert Schlegelmilch, ouviram as posições dos sul-americanos e apresentaram informação sobre sua oferta.
    "Na reunião, foi notado um desejo de avançar", disse Gauto.
    "O mais importante para a União Europeia é que haverá um acesso real a países que não têm acordos de livre-comércio com nossos países, enquanto que o Mercosul se unirá a um grupo de países que já gozam de preferências na União Europeia, como Chile, México, Colômbia, Equador e Peru".
    "Se a avaliação for positiva, vamos decidir se avançamos", advertiu o porta-voz da reunião, reconhecendo que há muitas condições de ambas as partes.
    Gauto afirmou ainda que os ministros do Mercosul decidirão em novembro sobre o próximo passo, que deve ser o intercâmbio de ofertas.

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Vivir y sobrevivir en la frontera Venezuela-Colombia

  • 28/09/2015 - 22:15 Vivir y sobrevivir en la frontera Venezuela-Colombia

    El negocio de sobrevivir en la frontera Venezuela-Colombia



    Por Ernesto TOVAR

    Soldados venezolanos montan guardia en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)
    Soldados venezolanos montan guardia en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)
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    LA GUAJIRA, frontera Venezuela-Colombia, 23 de septiembre de 2015 - Una larga fila de vehículos viejos y destartalados indica que la frontera entre Colombia y Venezuela está cerca. Conocidos como “lanchones” por su longitud, estos automóviles -con tanques capaces de albergar hasta más de cien litros de gasolina- simbolizan el contrabando de mercancías que domina la economía de la Guajira colombo-venezolana.
    Golpeada por la pobreza y la carencia de servicios públicos, esta región paradójicamente genera millonarias ganancias para las mafias que aprovechan las diferencias abismales de precios entre los dos países, haciendo de la ilegalidad una rutina.
    Soldados venezolanos revisan los vehículos en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)
    Soldados venezolanos revisan los vehículos en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)

    En la frontera parece que el tiempo no pasa. Generación tras generación el negocio más lucrativo ha sido el del comercio ilegal amparado en la impunidad: gasolina, alimentos básicos, productos de cuidado personal, cemento y, recientemente, hasta billetes del bolívar venezolano… Cualquier producto con precios regulados por el gobierno venezolano se vende con astronómicas ganancias al otro lado de la frontera gracias al diferencial cambiario entre el peso colombiano y el bolívar.
    El contrabando en Zulia o Táchira, dos de los estados más poblados de Venezuela, no es nuevo. Desde hace décadas el tráfico de mercancías ha encontrado terreno fértil en poblaciones colombianas como Maicao, Paraguachón o Cúcuta, y venezolanas como Paraguaipoa, Ureña o San Antonio, donde esa actividad es la tabla de salvación para muchos ante la falta de oportunidades.
    Miembros de la etnia Wayuu cruzan la frontera de Colombia en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, frente a soldados venezolanos, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)
    Miembros de la etnia Wayuu cruzan la frontera de Colombia en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, frente a soldados venezolanos, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)

    Hace 20 años la fortaleza del bolívar frente al peso propiciaba que las mercancías se llevaran de Colombia a Venezuela. Pero tras el paso de la revolución bolivariana la relación monetaria se invirtió, y hoy el peso colombiano muestra una fortaleza que muchos añoran en el lado venezolano, con una economía asfixiada por un modelo centralista –calificado por el gobierno como socialista- que incluye un control de cambio que impide la compra y venta libre de divisas y que es generador de buena parte de las distorsiones en la economía de frontera.
    Y para los habitantes de la región todo esto ocurre ante la vista gorda de las autoridades –civiles y militares-, a quienes no pocos acusan de beneficiarse de una u otra manera del mismo negocio ilegal que se supone deben combatir.

    Un camino de gasolina


    Trasladarse de Maracaibo -la capital de Zulia y tercera ciudad más importante del país- hasta la frontera en Paraguachón, en el extremo norte, toma aproximadamente tres horas en una carretera asfaltada, llamada la Troncal del Caribe, que recorre casi 120 kilómetros.
    Soldados venezolanos detienen un camión en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)
    Soldados venezolanos detienen un camión en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)

    Y mientras se avanza hacía “la línea” y va quedando atrás la capital zuliana, empiezan a aparecer tímidamente los vendedores de combustible.
    A orillas de la carretera, usando envases de cinco litros para agua mineral, se ofrece la gasolina para la venta a partir de unos 70 u 80 bolívares el litro. Este precio es al menos 700 veces más alto que el regulado de 0,097 bolívares por litro que se paga en las estaciones de toda Venezuela, que a fuerza de subsidios tiene la gasolina más barata del mundo.
    Mientras más cerca se está de territorio colombiano, más caro es el precio del combustible.
    Venta de gasolina venezolana de contrabando en Cúcuta, Colombia, el 26 de agosto de 2015 (AFP / Luis Acosta)
    Venta de gasolina venezolana de contrabando en Cúcuta, Colombia, el 26 de agosto de 2015 (AFP / Luis Acosta)
    Al cruzar “la paila negra” (una carretera llamada así porque se asemeja a una cacerola ahumada por su total oscuridad en las noches, además carente de señalización) se enfila hacia la aduana del río Limón. Este es un punto de control de las autoridades militares, aduaneras y de inmigración, donde se revisa vehículo por vehículo en busca de contrabando o indocumentados.
    Aquí, apenas a 50 kilómetros de Maracaibo, ya se percibe el ambiente de frontera. Durante los primeros días del estado de excepción decretado en esta región a principios de septiembre por el presidente venezolano, Nicolás Maduro, la fila de vehículos para cruzar esta aduana era kilométrica, pues la medida del gobierno provocó que este paso se cerrara por las noches y se reabriera a las seis de la mañana.
    Venezolanos que regresan de Colombia están varados en la frontera en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)
    Venezolanos que regresan de Colombia están varados en la frontera en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)

    El trayecto, por recomendación de un taxista de la zona, debe hacerse de día. “De noche en esta vía roban carros”, dice, como uno de los crímenes posibles. Faltan el sistema de justicia y las leyes; la impunidad posible se siente de cerca.
    A las seis y media de la mañana la cola ya es larga. Abundan los vehículos con fallas y recalentamiento pues son sometidos a un régimen de cientos de kilómetros al día de ida y vuelta a la frontera, transportando las mercancías que se filtrarán ilegalmente. Con 30 o 40 años a cuestas, muchos de estos automóviles ya no dan para más. Parece un museo de transporte en el que rugen vehículos Chevrolet Caprice, Nova y Malibu; Ford Bronco, LTD y Fairlane; y Dodge Dart, entre otros modelos.
    Soldados venezolanos revisan un vehículo en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)
    Soldados venezolanos revisan un vehículo en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)

    Tras cruzar el río Limón divisamos el territorio wayúu, la etnia indígena reconocida por el gobierno venezolano como legítima ocupante de la península, con sus propias leyes y autoridades, y que engloba a cinco millones de personas entre Colombia y Venezuela, que en la mayoría de los casos ostentan ambas nacionalidades.
    El conductor que nos lleva al paso fronterizo se sorprende de cómo han mermado las ventas ambulantes de gasolina, cuando lo corriente es que se acumulen a ambos costados de la vía: los quioscos hechos de madera y palmas secas, con bidones de gasolina expuestos en la carretera, han formado parte del paisaje tradicional de  la ruta.
    Vehículos esperan para pasar en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 10 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)
    Vehículos esperan para pasar en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 10 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)
    Pese a la reducción, todavía se ven hombres jóvenes y hasta adolescentes gesticulando números con las manos para ilustrar los precios: 200, 240, 280 bolívares por cinco litros.
    Es notoria la ausencia de un Estado que saque de la pobreza a estas poblaciones rurales. En los pueblos y caseríos abundan las viviendas precarias de un solo ambiente, sospechosas de ser depósitos de combustible. Para sorpresa nuestra, también hay casas muy bien construidas, pintadas y ornamentadas.
    Miembros de la etnia Wayuu cruzan la frontera de Colombia en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)
    Miembros de la etnia wayúu cruzan la frontera de Colombia en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)

    “Es que los wayúu tienen plata de sus negocios”, dice un transportista de la zona, sin aludir directamente a la legalidad de esa economía y evitando suministrar detalles que puedan comprometerlo.
    Los contrastes en las casas y el secreto a voces de que los indígenas están muy ligados a esta economía informal, levantan suspicacias. Un operativo conducido por la Guardia Nacional venezolana descubrió una “caleta” o escondite de contrabando dentro de una casa perfectamente decorada, pero que más allá de cuatro paredes no tenía ninguna habitación o mobiliario, sino pilas enormes de azúcar y arroz venezolano, listos para ser despachados hacia Colombia.
    Este es el panorama en la población llamada Los Filudos. El vallenato, la cerveza y el olor a combustible son los símbolos de esta comunidad.
    Venezolanos que regresan de Colombia están varados en la frontera en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)
    Venezolanos que regresan de Colombia están varados en la frontera en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)

    Lo extraordinario se hace cotidiano


    Las temperaturas de casi 40 grados centígrados, la humedad y la poca infraestructura convierten a la Guajira en una zona inhóspita, pero además desesperanzada ante la falta de alternativas de trabajo.
    Las limitaciones en servicios públicos hacen inevitable la pregunta sobre cómo se atiende a un enfermo en un ambulatorio u hospital en las cercanías de la frontera. “¡Ay, a esa gente hay que llevarla a Paraguaipoa o Maracaibo!”, dice una mujer cuya vivienda está edificada a un costado de la Troncal del Caribe a 200 metros de la línea limítrofe. Ella misma se queja del cierre de frontera que perjudica su negocio de venta de alimentos y bebidas, pues asegura que “el contrabando no pasa por esta carretera, sino que todo el mundo sabe que es por las trochas (caminos de tierra)”, que son más de 100 según los habitantes del área.
    La atención médica no es lo único deficiente. El acceso a los alimentos es exponencialmente más difícil y costoso que en Maracaibo.
    La escasez e inflación en Venezuela, cuyas cifras el gobierno del presidente Nicolás Maduro ha decidido no reportar, golpean con fuerza a los habitantes de la Guajira. Algunos economistas estiman en 200% el aumento del costo de vida al cierre de 2015. El efecto del contrabando o "bachaqueo" de alimentos se percibe en los costos.
    Venezolanos que regresan de Colombia caminan hacia la frontera en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)
    Venezolanos que regresan de Colombia caminan hacia la frontera en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)

    Un kilo de arroz, cuyo precio regulado por el gobierno venezolano es de 25 bolívares (0,03 dólares a la tasa de cambio del mercado negro) puede venderse hasta por 20 veces su valor, es decir, 500 bolívares. Lo mismo sucede con otros rubros básicos como harina de maíz, café, azúcar. Estos son precios prácticamente impagables para familias humildes, considerando que el salario mínimo nacional es casi 7.500 bolívares (poco más de 10 dólares).
    Así, la única opción para muchos pobladores guajiros es comprar los alimentos en los esporádicos programas sociales de la gobernación del estado Zulia o del gobierno nacional, donde les suministran cantidades limitadas de los productos básicos.
    La escasez alcanza incluso los billetes de 100 y 50 bolívares, los de más alta denominación, que son comprados hasta en 30 o 50% por encima de su valor a ambos lados de la frontera, para poder utilizarlos en la adquisición de mercancías reguladas en Venezuela. Ante la fuerte devaluación y por cuestiones de logística, no conviene cargar grandes fajos. Esto ha provocado que los bancos y cajeros automáticos en las ciudades fronterizas tengan problemas para dispensar dinero en efectivo a sus clientes, y que hayan limitado los montos de los retiros.
    Soldados venezolanos montan guardia en un retén en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)
    Soldados venezolanos montan guardia en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)

    Militarización en zonas con gran peso electoral


    La instauración del estado de excepción y la militarización de toda la frontera venezolana con Colombia en Zulia, en búsqueda de contrabandistas y presuntos paramilitares, le creó el inconveniente a los pobladores de la zona de que los militares les decomisan parte de la mercancía que incluso compran en programas de ayuda, bajo sospecha de que es contrabando.
    Progresivamente el presidente Maduro ha ordenado, en el lapso de un mes, el cierre y la militarización del territorio limítrofe de 2.219 km, restando solo por extender la medida a cuatro municipios del lejano estado Amazonas, en el sur de Venezuela.
    Un miembro de la Guardia Nacional de Venezuela comprueba las pertenencias de indígenas Wayuu en una alcabala cerca de Mara, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)
    Un miembro de la Guardia Nacional de Venezuela comprueba las pertenencias de indígenas Wayuu en una alcabala cerca de Mara, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 14 de septiembre de 2015 (AFP / Federico Parra)

    Pero luego de casi tres semanas de cierre, en Maracaibo y otras poblaciones de Zulia se sigue presentando una severa crisis de escasez de productos básicos. Las colas no desaparecen, como tampoco ha ocurrido en Táchira, y en la totalidad de una Venezuela sumidad en una severa crisis económica gestada desde 2012, antes de la caída mundial del precio del petróleo ocurrida el año pasado.
    Mientras, a poco más de dos meses de una crucial elección legislativa que por primera vez podría perder el chavismo, sigue en pie la militarización de miles de kilómetros de frontera que abarcan Táchira y Zulia, con un gran peso electoral y donde el estado de excepción limita el derecho de reunión y autoriza los allanamientos y las escuchas telefónicas sin orden judicial.
    Ernesto Tovar es periodista de AFP en la oficina de Caracas. Síguelo en Twitter.
    Soldados venezolanos revisan un vehículo en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)
    Soldados venezolanos revisan un vehículo en un puesto de control en Paraguachón, estado Zulia, Venezuela, en la frontera con Colombia, el 9 de septiembre de 2015 (AFP / Juan Barreto)
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Tusk critica uso da crise migratória para 'enfraquecer Europa'

  • 03/10/2015 - 01:10

    Tusk critica uso da crise migratória para 'enfraquecer Europa'



    O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, participa de coletiva de imprensa, em Bruxelas, no dia 23 de setembro de 2015
    O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, afirmou nesta sexta-feira que alguns dirigentes estão usando a atual crise migratória para enfraquecer politicamente a União Europeia.
    "Pela primeira vez desde que faço política, ouvi políticos declararem abertamente que os refugiados que se dirigem para a Europa são seu método para impor a ela certos comportamentos", afirmou Tusk em um fórum europeu em Sopot, na costa polonesa do mar Báltico.
    "Alguns dizem que é seu método para enfraquecer a Europa enquanto organismo político", acrescentou o presidente do Conselho Europeu, sem citar nomes.
    Também criticou "as soluções militares propostas por certos Estados na Síria", as quais, segundo ele, correm o risco de "forçar os oito milhões de sírios deslocados no interior de seu país a abandonar sua pátria".
    Nesse sentido, Dusk mencionou "o envolvimento militar da Rússia, o envolvimento militar e político do Irã e o envolvimento cada vez mais claramente colocado da China".
    "Os refugiados se transformaram em um elemento de confrontação política e, às vezes, nas mãos e no espírito de alguns políticos, em um elemento de troca e mesmo em um novo elemento da guerra híbrida, da qual vimos os primeiros sinais na Crimeia e em Donbass (leste da Ucrânia)", completou Tusk.
    "E não estou falando apenas da Rússia", frisou.
    O termo "guerra híbrida" foi usado para descrever o conflito armado no leste da Ucrânia, no qual Kiev e as potências ocidentais acusam a Rússia de apoiar os rebeldes de maneira alternativa, com militares sem pertencimento declarado a um Exército, operações de forças especiais, propaganda e manobras militares nas fronteiras.
    Tusk reafirmou a vocação da UE de acolher os refugiados que fogem de guerras em seus países de origem e advertiu contra o ressurgimento de "muros" dentro da Zona Schengen de livre circulação.
     copiado  http://www.afp.com/pt

Patrocinadores pedem renúncia, mas Blatter descarta deixar o cargo

  • 03/10/2015 - 01:00

    Patrocinadores pedem renúncia, mas Blatter descarta deixar o cargo




    Joseph Blatter, em Zurique, no dia 20 de julho de 2015
    O mega-escândalo de corrupção que abala o futebol mundial ganhou mais um capítulo nesta sexta-feira, com a decisão dos principais patrocinadores da Fifa, Coca-Cola, McDonald's, Visa e Budweiser, de pedir a renúncia imediata de Joseph Blatter, presidente demissionário da entidade.
    É a primeira vez que essas empresas - que investiram centenas de milhões de dólares na entidade nos últimos anos - pedem explicitamente a saída do cartola.
    Na última sexta-feira, a justiça suíça abriu uma investigação criminal contra Blatter, por "abuso de confiança" e "pagamento indevido" de dois milhões de francos suíços (1,8 milhão de euros) a Michel Platini, presidente da Uefa e favorito à sua sucessão.
    A Procuradoria-Geral também suspeita que o suíço de 79 anos assinou "um contrato desfavorável para a Fifa" com a União Caribenha de Futebol (CFU), presidida por Jack Warner, na venda dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2010 e 2014.
    "Pelo bem do jogo, a companhia Coca-Cola pede para que o presidente da Fifa, Joseph Blatter, renuncie imediatamente, para que um processo de reformas confiável e viável possa começar seriamente", escreveu o gigante do ramo de bebidas num comunicado.
    "Os eventos da semana passada mancharam a reputação da Fifa e abalaram a confiança do público na sua liderança", disse por sua vez a rede de lanchonetes.
    Investigação criminal
    Minutos depois dos primeiros pedidos de renúncia, enviados de forma simultânea pelas empresas americanas, o cartola respondeu por meio dos seus advogados que descarta deixar o cargo.
    "Coca-Cola é um patrocinador valioso para a Fifa, mas o senhor Blatter discorda, com todo o respeito, da sua posição, e acredita com firmeza que deixar o cargo agora não serviria aos interesses da Fifa ou adiantaria o processo de reformas, por isso descarta renunciar ao cargo", rebateu Richard Cullen, advogado do suíço de 79 anos, em outro comunicado.
    Menos de uma hora depois desta reação, Blatter recebeu mais um baque, com o anúncio de que a Visa e a Budweiser também se juntaram ao coro dos patrocinadores que pedem sua saída.
    "Acreditamos que nenhuma reforma significativa pode ser feita na liderança atual da Fifa", disparou a operadora de cartões de crédito.
    "Pelos eventos ocorridos na semana passada, é claro que seria do melhor interesse da Fifa a renúncia imediata de Sepp Blatter", completou.
    Já o grupo Anheuser Busch InBev, matriz da Budweiser, disse por sua vez que "a saída de Blatter seria bem-vinda".
    O principais patrocinadores da Fifa desembolsam todo ano 30 milhões de dólares para associar suas marcas a eventos organizados pela entidade.
    - Federação Inglesa comemora -
    O escândalo estourou no dia 27 de maio, com a prisão num hotel de luxo em Zurique de sete altos dirigentes da Fifa a pedido da justiça americana, entre eles o brasileiro José Maria Marin, ex-presidente da CBF.
    Esses cartolas estavam na Suíça para participar do congresso em que Blatter foi reeleito para um quinto mandato, no dia 29 de maio.
    O suíço, porém, acabou colocando o cargo a disposição quatro dias depois, diante da forte pressão internacional, principalmente da parte dos patrocinadores.
    Mesmo assim, Blatter, que está à frente da Fifa desde 1998, pretende permanecer nas suas funções até o dia 26 de fevereiro, data marcada para a eleição do seu sucessor.
    Para o presidente da Federação Inglesa (FA), Greg Dyke, um dos críticos mais ferrenhos do presidente demissionário, o pedido de renúncia dos patrocinadores pode ser um golpe fatal.
    "Acho que isso vai virar o jogo. Agora, não importa mais o que Blatter vai falar. Se as pessoas que pagam querem uma mudança, vão ter esta mudança", comentou o britânico.
    "O importante não é apenas que ele renuncie, é assegurar que haverá um programa efetivo de reformas. Para aqueles que querem uma mudança profunda, isso é uma boa notícia", completou.
    Blatter já começou a ver o cerco se apertar na semana retrasada, com o afastamento do seu braço-direito, Jerôme Valcke, do cargo de secretário-geral da entidade, por conta de denúncias de envolvimento num esquema de venda ilegal de ingressos durante a Copa do Mundo no Brasil.
    copiado  http://www.afp.com/pt

Dilma reduz em 10% o próprio salário, do vice e de ministros Salários de Dilma e Temer também terão corte de 10% Remuneração é de R$ 30.934,70, com com a redução vai para R$ 27,841,23


Dilma reduz em 10% o próprio salário, do vice e de ministros


Salários de Dilma e Temer também terão corte de 10%

Remuneração é de R$ 30.934,70, com com a redução vai para R$ 27,841,23

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Dilma anuncia reforma administrativa que inclui redução dos salários dela e do vice-presdiente, Michel Temer - André Coelho / Agência O Globo

BRASÍLIA - Embora não tenha informado no comunicado público que fez sobre a reforma administrativa na manhã desta sexta-feira, a presidente Dilma Rousseff também irá cortar o seu próprio salário em 10%.
Os rendimentos mensais do vice Michel Temer também serão afetados no mesmo percentual. Os salários dos dois é o mesmo, de R$ 30.934,70. E com a redução, vai para R$ 27,841,23. O percentual de redução dos salários dos ministros também é igual.
O corte de 10% no salário dos ministros foi anunciado por Dilma durante a apresentação da reforma administrativa do governo. A presidente reduziu oito ministérios, extinguiu secretarias, cortou 3 mil cargos de confiança e também anunciou redução de 20% nos gastos em custeio.
Também serão limitados os gastos dos funcionários com viagens e telefone e vendidos imóveis do governo federal porque, segundo a presidente, "a União não pode continuar sendo uma grande imobiliária". A presidente também criou uma comissão permanente da reforma administrativa. As mudanças, disse, são para dar mais eficiência ao Estado e contribuir para que o país saia da crise o mais rapidamente possível.
Conforme O GLOBO adiantou, a presidente não cortou dez pastas, como foi inicialmente anunciado. Ela desistiu de acabar com o Desenvolvimento Social, que seria fundido ao Trabalho e Previdência. Dilma também desistiu de tirar o status de ministério da Controladoria Geral da União (CGU).
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Para governistas, reforma une a base; oposição diz que é busca por votos Presidente Dilma Rousseff anunciou nova configuração dos ministérios. Reforma gerou repercussão entre políticos da oposição e da base NOVOS MINISTROS Dilma faz mudanças no 1º escalão 8 ministérios são cortados perfis: quem entra e quem sai composição por partido

repercussão
Medidas são 'corretas', diz Cardozo; para Aécio, reforma é 'maquiagem'
Veja os que disseram governistas e oposição.
Não conseguiu 'trazer quem é contra', diz Cunha

Para governistas, reforma une a base; oposição diz que é busca por votos

Presidente Dilma Rousseff anunciou nova configuração dos ministérios.
Reforma gerou repercussão entre políticos da oposição e da base.

Do G1, em Brasília
O anúncio da reforma ministerial feito pela presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira (2) movimentou o mundo político em Brasília e gerou repercussão entre políticos ligados ao  governo e também na oposição.
Para parlamentares governistas, a reforma vai fortalecer a base no Congresso. Os oposicionistas criticaram e disseram que  é uma tentativa de Dilma de se "sustentar no poder", distribuindo cargos.
Ao fazer o anúncio, em discurso no Palácio do Planalto, Dilma disse que a reforma visa cortar gastos no Executivo Federal e ampliar o diálogo no Congresso.
O número de ministérios passa de 39 para 31 e o PMDB, maior partido da base, ao lado do PT, passa a comandar 7 pastas, uma a mais do que comandava atualmente.
Veja a repercussão entre políticos:
PRÓ
Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado
"Entendo o momento tendo consciência que essa reforma é importante. Tendo consciência dos desafios que nossa economia exige. Consciência das polítcas públicas que são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.Nós vamos fortalecendo nossa base. Nossa base passa a ter mais consistência ainda na Câmara e no Senado e vamos fazer o teste semana que vem, na sessão do Congresso".
CONTRA
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), líder do PSDB no Senado
"Não promove nenhuma redução que consiga sinalizar para um equilíbrio fiscal e agrava a credibilidade do governo. Um mapeamento que foi feito para tentar escapar do impeachment. É visível que toda a acomodação que ela [Dilma Rousseff] faz não é pela capacidade pela competência de ocupar o cargo, mas pelo número de votos na Câmara dos Deputados."
PRÓ
José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça
"Acho que nós passamos por um período de turbulência, período de muitos debates, intensos e acalorados, e agora [com o anúncio] o governo passa a ter uma compactação da sua base, passa a ter um caminho que se coloca pela frente na perspectiva de que nós possamos, juntos, sair da crise, tomando as medidas necessárias e corretas, naquilo que todo brasileiro quer."
CONTRA
Aécio Neves (PSDB-MG), senador e presidente do PSDB
A chamada reforma administrativa anunciada hoje apequena ainda mais o governo Dilma. Não em sua estrutura, porque os cortes são pouco expressivos frente ao aumento excessivo de gastos do governo nos últimos anos. Se assemelha na verdade a uma maquiagem.
PRÓ
Jandira Feghali (PCdoB), líder do PCdoB na Câmara
"Não é 'toma lá, dá cá'. Ela não se elegeu sozinha, desde que o mundo é mundo as pessoas governam com quem os elegeu. Ela [Dilma] precisava governar com um governo de coalizão, isso é normal, natural. Tem que parar de carimbar as coisas assim de forma tão pobre. Quem se elege com determinados partidos tem que governar com eles.”

CONTRA
Chico Alencar (PSOL-RJ), líder do PSOL na Câmara
“O escopo continua sendo o da barganha política. Deveria ser mais uma questão de qualidade do que quantidade de ministérios. O negativo é que o que prevalece não é o acúmulo, a experiência, o notório saber, o compromisso de políticas públicas com os assuntos da sua pasta, mas o ‘toma lá, dá cá’."
PRÓ
Eunício Oliveira (PMDB-CE), líder do PMDB no Senado
"É uma sinalização que governo dá ao reduzir secretarias e ministérios e despesas da União com vários tipos de gastos. [...] A grande preocupação era com a Câmara dos Deputados, ela deu uma boa mexida, trouxe o líder do PDT, juntou outros partidos políticos. Ela dá um bom encaminhamento na Câmara. O Senado estava muito tranquilo."
CONTRA
Mendonça Filho (DEM-PE), líder do DEM na Câmara
“É uma reforma com o objetivo da presidente Dilma de se manter e se sustentar no poder, não é para atender à necessidade de um governo menor, mais eficiente. É a luta desesperada contra o impeachment. Ela fez uma reforma para se sustentar no governo no velho método ‘toma lá- da cá’. Não se discutiu nomes e funções por qualificação para o cargo."
PRÓ
Sílvio Costa (PSC-PE), vice-líder do governo na Câmara
“Eu acho que a reforma sinaliza que a coalizão foi ampliada. Eu acho que nós vamos, sinceramente, ter tempo de calmaria na Câmara. As turbulências vão diminuir, assim espero. A oposição critica o tamanho do corte, mas pega um estado como São Paulo, que é governado pela oposição e tem 27 secretarias. Pernambuco, governado pelo PSB, que se diz de oposição, tem 29 secretarias."
CONTRA
Ronaldo Caiado (DEM-GO), lider do DEM no Senado
“Pela primeira vez na história estamos assistindo a um presidencialismo figurativo. A presidente Dilma entregou todo o governo ao PMDB com objetivo único de retardar a votação do processo de impeachment. Ela foi totalmente excluída do processo de comando, é a viúva Porcina: foi sem ter sido. Agora, ela não tem nenhuma credibilidade para fazer ajuste fiscal".
PRÓ
Leonardo Picciani (PMDB-RJ), líder do PMDB na Câmara
"O PMDB tem uma representação adequada, como o maior partido da base. O PT tem representação maior que a nossa como partido da presidente. Creio que o PMDB teve nessa reforma um tamanho compatível com a representatividade que tem.  A presidente não precisa cobrar fidelidade, porque o PMDB tem tido fidelidade. Nos momentos de enfrentamento, o PMDB tem votado a favor."
CONTRA
Rubens Bueno (PPS-PR), lider do PPS na Câmara
“A presidente quer se safar do impeachment. Isso não é uma reforma ministerial. Essa liquidação de cargos mostra bem o grau de desespero de Dilma para se manter  no poder.”
PRÓ
José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara
"Não tem esse negócio de o PT perder ou o PMDB ganhou. A reforma atende à nova governabilidade. Não tem que partido A ou B ficar chateado. São as exigências do momento. [...] Evidentemente que pode ter uma ou outra insatisfação, mas a reforma foi vital para momento que o país está vivendo", disse.
CONTRA
José Agripino Maia (DEM-RN), senador:
"Existe momento em que se impõe um ministério de salvação nacional. Mas a Dilma fez um ministério de salvação pessoal, colocando pessoas ligadas a partidos políticos como forma de garantir suporte para garantir ela como presidente. Não quero entrar em qualificação individual. Olhando todos, é um ministério de salvação pessoal."
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Reforma de Dilma é um fósforo no fim do túnel

Reforma de Dilma é um fósforo no fim do túnel

:
"A experiência universal ensina que as reformas ministeriais são como um palito de fósforo. O espetáculo visível dura pouco – o tempo exato de brilho da chama – até que só reste um desprezível palito queimado. O importante é saber se a chama deixou um fogo capaz de iluminar a escuridão", observa Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília; ele destaca que "o ministério anunciado por Dilma nesta manhã tem a finalidade essencial da sobrevivência política e foi um passo positivo"; a melhor notícia da semana, segundo o jornalista, é "a reaproximação política com Lula"; PML prevê ainda a derrota do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), "maior e mais poderoso inimigo" do governo

Reforma de Dilma é um fósforo no fim do túnel

:
A experiência universal ensina que as reformas ministeriais são como um palito de fósforo. O espetáculo visível dura pouco -- o tempo exato de brilho da chama -- até que só reste um desprezível palito queimado. O importante é saber se a chama deixou um fogo capaz de iluminar a escuridão.
O ministério anunciado por Dilma na manhã de hoje tem a finalidade essencial da sobrevivência política e foi um passo positivo. A presidente falou o que todo governo precisa dizer no momento em que reorganiza o ministério para reforçar o lugar dos aliados políticos, em prejuízo do próprio partido. Lembrou que vivemos numa democracia de coalização – regime no qual é indispensável contar com uma boa base parlamentar, sob o risco de sobreviver tentando apagar incêndios sucessivos e, em geral, cada vez mais devastadores.
Não é preciso nem esperar pelo Ibope para saber a reação popular ao anúncio de que os ministros terão o salário reduzido. Nenhuma categoria de assalariados brasileiros – ao menos os que têm carteira assinada – teve uma redução de 10% em seus vencimentos nos últimos anos. A redução no número de ministérios vai na mesma direção. Seu efeito é discutível e, do ponto de vista de custos reais, perto da insignificância. Numa conjuntura de pancadaria permanente como a atual, ajuda a economizar críticas – o que é sempre uma utilidade num governo que, pelos motivos certos e especialmente pelos errados, não para de apanhar desde a posse.
A presidente incluiu em seu discurso dados que ajudam a ter uma ideia mais realista da crise e dos efeitos do ajuste sobre os programas sociais. Não se pode negar que ocorreram cortes. Apesar disso, foram mais 4 000 doutores para o Mais Médicos, 1,3 milhão de vagas no Pronatec e 360 000 residências no Minha Casa, Minha Vida. Pode parecer pura propaganda mas não é. Parte do processo de reconstrução do governo, que sequer completou o primeiro de quatro anos de mandado, é formar uma imagem realista de si próprio, num país onde os grandes meios de comunicação renunciaram, há muito, diante da hipótese de fazer uma cobertura equilibrada do governo.
Os ministros que chegaram não formam uma equipe de notáveis nem de sábios. Espera-se que sejam bons políticos.
A reaproximação política com Lula é a melhor notícia da semana, não só porque recompõe uma história que parecia fraturada por um afastamento sempre negado pelas partes mas cada vez mais visível, mas porque ocorre num momento particularmente difícil para a estrutura política que deu vida a ambos, o Partido dos Trabalhadores. Para quem ganhou uma nova identidade a partir das políticas de distribuição de renda iniciadas em 2003, o ajuste econômico trouxe surpresas desagradáveis. Ao fundir e/ou eliminar ministérios dessa área – só o futuro irá dizer se todos irão sobreviver com dignidade, ou se alguns irão desaparecer -- a reforma pode atingir um pouco mais a imagem do partido que está em sua origem.
Uma pergunta a se fazer envolve a reação de militantes, o que pode ser decisivo se a necessária resistência a movimentos golpistas incluir mobilizações de rua.
Há um novo estado de espírito no governo, que se alimenta de um dado paralelo, diante do qual o Planalto não possui a menor responsabilidade, mas que é um elemento essencial do novo período – o ocaso de Eduardo Cunha, um inimigo que diminui a cada nova denúncia retirada de um baú talvez infinito.
Orientado a não mover um dedo que possa prejudicar o presidente da Câmara, desde a posse do campeão de votações destinadas a emparedar o governo, pautas-bomba e regras para debater o impeachment absurdamente desfavoráveis à presidente, o PT possivelmente não terá necessidade de sair do lugar para assistir à derrota de seu maior e mais poderoso inimigo.
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Lula será ouvido como testemunha na Lava Jato

Lula será ouvido como testemunha na Lava Jato

Ex-presidente Lula passará por um constrangimento com o qual a direita sonha há vários meses: terá que prestar depoimento num dos inquéritos da Operação Lava Jato, na condição de testemunha; pedido foi formulado pelo delegado Josélio Sousa, da Polícia Federal, que alegou que o ex-presidente, potencial candidato ao Palácio do Planalto em 2018, pode ter se beneficiado da compra de apoio político durante seu governo; autorização para que Lula seja ouvido foi concedida pelo ministro Teori Zavascki; imagem de Lula depondo diante de delegados da PF é um dos sonhos dourados de seus adversários
2 de Outubro de 2015 às 18:52

247 – O ex-presidente Lula passará por um constrangimento com o qual a direita sonha há vários meses: terá que prestar depoimento num dos inquéritos da Operação Lava Jato, na condição de testemunha.
O pedido foi formulado pelo delegado Josélio Sousa, da Polícia Federal, que alegou que o ex-presidente, potencial candidato ao Palácio do Planalto em 2018, pode ter se beneficiado da compra de apoio político durante seu governo.
A autorização para que Lula seja ouvido foi concedida pelo ministro Teori Zavascki. No entanto, Lula não é formalmente investigado, como ressalta o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
"Para que a condição jurídica das referidas pessoas seja alterada – de testemunhas para investigados – é necessário que a autoridade policial aponte objetivamente o fato a ensejar a mudança do status, o que será oportunamente avaliado pelo titular da ação penal", disse Janot, num despacho recente.
A imagem de Lula depondo diante de delegados da PF é um dos sonhos dourados de seus adversários.

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Atolado até o pescoço, Cunha fala em impeachment


Atolado até o pescoço, Cunha fala em impeachment

Gustavo Lima - Câmara dos Deputados:
Cada vez mais encrencado em função das denúncias de que recebeu propina, de que mantém contas secretas na Suíça e ainda por ter mentido à CPI da Petrobras, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta sexta-feira 2 que a rejeição das contas de 2014 do governo pelo Tribunal de Contas da União (TCU) pode "turbinar" os pedidos de afastamento da presidente Dilma; "Acho que tem um conteúdo de politicamente turbinar [a apresentação de novos pedidos de impeachment]", disse; "Se você tiver o parecer e ele provocar a rejeição das contas e essa rejeição for aprovada pelo Congresso Nacional, provavelmente será um outro pedido. Vai fundamentar um outro tipo de pedido", completou
2 de Outubro de 2015 às 18:21

247 - Se a reforma ministerial arrefeceu os ânimos da base aliada em torno do apoio a um eventual processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso, o mesmo não se aplica ao presidente da Câmara.
Atolado até o pescoço em denúncias, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou nesta sexta-feira 2 que a rejeição das contas do governo referentes ao exercício de 2014 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) pode "turbinar" os pedidos de afastamento da presidente.
"Acho que tem um conteúdo de politicamente turbinar [a apresentação de novos pedidos de impeachment]", disse Cunha referindo-se ao parecer do relator do caso no TCU, ministro Augusto Nardes, que sugeriu a rejeição das contas aos demais integrantes da corte. O caso deverá ser julgado na próxima quarta-feira 7.
A resposta final, porém, deverá ser do Congresso. A oposição aposta que o TCU deverá recomendar que os parlamentares rejeitem as contas por conta das chamadas 'pedaladas fiscais'. A reprovação seria a chama esperada pela oposição para reavivar a fogueira pelo impeachment.
"Se você tiver o parecer e ele provocar a rejeição das contas e essa rejeição for aprovada pelo Congresso Nacional, provavelmente será um outro pedido [de impeachment]. Vai fundamentar um outro tipo de pedido. E mesmo assim, ainda vai ficar naquela discussão de que se trata [de um ato] do mandato anterior ou do atual mandato", disse hoje o presidente da Câmara.
Atualmente, Cunha, que é desafeto do governo desde que passou a ser um dos investigados pela Operação Lava Jato como beneficiário do esquema de corrupção na Petrobras, tem cerca de nove pedidos de impeachment para analisar. Apenas nessa semana, ele já rejeitou cinco. Segundo ele, todos devem ser apreciados em, no máximo, 15 dias.
Nesta semana, veio à tona a notícia de que a Suíça investiga Cunha por corrupção e lavagem de dinheiro. Ficou comprovado que o parlamentar mantém no país quatro contas secretas, por onde passaram dinheiro de propina. Atualmente, há cerca de US$ 5 milhões nessas contas.
Cunha já é alvo de denúncia da Procuradoria Geral da República por recebido ao menos US$ 5 milhões em propina pelo esquema da Lava Jato. A probabilidade é de que o Supremo Tribunal Federal aceita a ação e Cunha se torne réu na corte suprema.
O deputado é ainda investigado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão vinculado ao ministério da Fazenda, por suposto lucro indevido de R$ 900 mil em fundo de pensão.
copiado http://www.brasil247.com/

War & Conflict Russia and Estonia 'swap spies' at border Russian state television shows seemingly casual exchange of two men on bridge in forested border region.

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Estonian security officer Eston Kohver was detained by Russia last year [EPA]

Russia and Estonia 'swap spies' at border

Russian state television shows seemingly casual exchange of two men on bridge in forested border region.
| War & Conflict, Estonia, Russia, Europe

War & Conflict

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Estonian security officer Eston Kohver was detained by Russia last year [EPA]
Russia and Estonia have exchanged two men accused of espionage at a remote border post at a time of heightened tensions between the neighbours.
Russia's Federal Security Service (FSB) said on Saturday that it handed over Eston Kohver, an Estonian security officer detained by Russia last year, in exchange for Alexei Dressen, a former Estonian official serving a 16-year prison term for being a Russian spy in 2012.
Estonian officials confirmed the swap, which took place at a bridge over the Piusa River in a forested border region located a few kilometres south of Lake Peipus.
Russian state television showed a seemingly casual exchange with two men, each with one companion, meeting at the middle of a bridge, briefly embracing the handlers and walking off.
"I am very happy to be back in my homeland. I would like to thank all those to whom my welfare was important, everyone who supported me. I would particularly like to thank the people who helped my family cope when I was gone," Kohver said, during a news conference following his release.
'Long negotiations'
Kohver's arrest last September provoked a dispute between the two countries. Estonia said he was abducted on the Estonian side of the frontier, but Russia said he had been caught on its territory carrying a pistol and ammunition, 5,000 euros in cash and spying equipment.
"There were negotiations, long negotiations, between institutions and the conclusion was that there would be an exchange," Estonian Interior Minister Hanno Pevkur told journalists after welcoming Kohver back home.
Dressen, the alleged Russian spy, was detained at the airport in the Estonian capital Talinn with his wife in February 2012, just before she was due to board a flight to Moscow, carrying what Estonian prosecutors said were classified documents.
Russian news agency RIA cited a source in the FSB as saying Dressen had worked for Russian counter-intelligence since the 1990s, transferring information about US and British spies working in the Baltic countries.
Russia's relations with the West have hit their lowest point since the Cold War over the conflict in Ukraine, leading to a spike in spying claims.
Source: Agencies
 copy  http://www.aljazeera.com/news/

Poverty & Development Can the world end poverty in 15 years? We examine whether the UN achieved its Millennium Development Goals, and the diamond industry's attempts to bounce back.


Can the world end poverty in 15 years?

We examine whether the UN achieved its Millennium Development Goals, and the diamond industry's attempts to bounce back.

Poverty & Development

Can the world end poverty in 15 years?

We examine whether the UN achieved its Millennium Development Goals, and the diamond industry's attempts to bounce back.

| Poverty & Development, Business & Economy, UN
Fifteen years ago, leaders from across the world gathered at the United Nations in the biggest anti-poverty campaign in history.
Pledging to "spare no effort to free men, women and children from the abject and dehumanising conditions of extreme poverty," the UN tabled eight ambitious goals to be completed by September 2015.
They sought to cut of the number of people living in extreme poverty by half; bring primary education to all; promote gender equality; reduce child mortality; improve maternal health; reduce the incidence of HIV/AIDs, malaria and other diseases; promote environmental sustainability; and help develop better working relationships between governments and NGOs.
The target of reducing extreme poverty, those living on less than $1.25 a day, was met five years ahead of schedule; and more than a billion people have been lifted out of extreme poverty. But with 800 million still living below that level today, the UN is proposing 17 new Sustainable Development Goals (SDGs) - which call for an end to poverty in all its forms everywhere.
The goals are expected to cost between $3.5 trillion and $5 trillion a year, and each UN member is expected to achieve them by 2030.
Nikhil Seth, the director for Sustainable Development at the United Nations Department of Economic and Social Affairs, joins Counting the Cost to discuss the UN's plans for the next fifteen years.
Diamonds aren't forever
A symbol of everlasting love, diamonds have dominated the market for fine jewellery, particularly engagement rings, with the 'bling' seen as a requisite token to signify a marriage proposal.
But with stock market routs, currency depreciation and a slowing demand from China; the luxury item has not been immune from the economic slump.
The $80 billion dollar industry has faced a tough 2015, with diamond prices tumbling by around 15 percent.
De Beers, the biggest diamond producer and seller of rough diamonds, has been forced to lower prices and cut production.
Stephen Lussier, the CEO of De Beers Forevermark diamond company joins the programme to discuss how the industry attempts to bounce back.
Source: Al Jazeera
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