Líder opositora birmanesa dirigirá investigação sobre repressão de protesto

01/12/2012 - 20:04

Líder opositora birmanesa dirigirá investigação sobre repressão de protesto


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MONYWA, Birmania (AFP)
A chefe da oposição de Mianmar, Aung San Suu Kyi, dirigirá uma comissão investigadora encarregada de esclarecer a violenta repressão de um protesto contra a exploração de uma mina de cobre administrada por uma empresa chinesa.
A comissão, composta por 30 pessoas, deverá definir se o projeto Monywa (norte) "se adequa às normas internacionais" e buscar a verdade sobre a violenta dispersão do protesto desta semana, que deixou dezenas de feridos, segundo comunicado da presidência.
Na madrugada de quinta-feira, a polícia dispersou cerca de 300 pessoas que exigiam o abandono do projeto mineiro, denunciando, sobretudo, a insuficiência das indenizações para as expropriações de terras.
A mina é administrada por uma empresa mista formada pelo grupo chinês Wanbao e a empresa pertencente ao exército, Myanmar Economic Holdings.
A líder da oposição, Aung San Suu Kyi, havia reivindicado um pedido de desculpas, mas não solicitou o fechamento da mina.

COPY http://www.afp.com

Governo e sindicalistas entram em acordo para acalmar cidade tunisiana

01/12/2012 - 20:02

Governo e sindicalistas entram em acordo para acalmar cidade tunisiana


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TUNES (AFP)
O governo da Tunísia e a UGTT, a maior central sindical do país, anunciaram neste sábado que chegaram a um acordo para pacificar Siliana, palco de violentos confrontos nos últimos dias, que inclui afastar de suas funções o governador da região.
"O primeiro oficial do governo [o vice-governador] dirigirá o governo à espera de que as autoridades tomem as decisões certas", disse Mohamed Ben Salem, ministro da Agricultura, que representou o governo nas negociações.
"As duas partes concordaram em trabalhar para alcançar a calma", declarou, acrescentando que também serão tomadas medidas para o desenvolvimento econômico da região, uma das reivindicações dos habitantes.
O governador de Siliana, Ahmed Ezin Mahjubi, continuará no cargo, mas não no exercício do poder.
"É um passo positivo enquanto esperamos medidas concretas", disse à AFP Belgacem Ayari, vice-secretário-geral da UGTT.
Ayari insistiu que os reforços policiais, considerados os responsáveis pelos confrontos dos últimos dias, têm de deixar Siliana. "Eles provocaram as pessoas", ressaltou.
A cidade de Siliana, localizada a 120 km a sudeste de Tunes, voltou a ser neste sábado, pelo quinto dia consecutivo, o centro de protestos no país, causados pela decepção da população, dois anos após a primeira revolução da "Primavera Árabe".COPIADO  http://www.afp.com/pt

Kuwaitianos votam nas legislativas boicotadas pela oposição

  • 01/12/2012 - 19:59

    Kuwaitianos votam nas legislativas boicotadas pela oposição


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    CIDADE DO KUWAIT (AFP)
    Os kuwaitianos votam neste sábado nas eleições legislativas boicotadas pela oposição, que acusa o poder deste emirado do Golfo rico em petróleo de criar um Parlamento segundo seus interesses.
    O comparecimento às urnas era baixo nas áreas de maioria tribal e maior nas regiões xiitas, contaram testemunhas e um jornalista da AFP.
    Os chefes de várias tribos beduínas pediram o boicote, al igual que os dirigentes da oposição islamita, nacionalista e liberal, que impunham una emenda à lei eleitoral.
    A única incógnita dessas eleições, as segundas em dez meses, é a taxa de participação. A oposição conta com um índice de abstenção de 70% e os candidatos pró-governo esperam mobilizar mais de 50% dos eleitores.
    Alguns opositores denunciaram fraudes, como a entrega de duas cédulas, em vez de uma, a alguns eleitores.
    O ministro de Informação, xeique Mohamed Abdallah Al Sabaj, reiterou que a comissão nacional eleitoral é a única autoridade capacitada para anunciar os resultados e lembrou que as eleições estão sendo supervisionadas por observadores kuwaitianos e internacionais.
    "O povo kuwaitiano conseguiu dificultar estas eleições", disse em sua conta do Twitter um chefe da oposição, Musallam al Barrak.
    Pela manhã, o posto de votação de Salwa, em uma área tribal ao sul da capital, estava praticamente deserta.
    "O governo e o emir nos dão bons salários, serviços públicos quase gratuitos, ajudas para as habitações, por que boicotaria?", questionou Mahmud Abdedin, um funcionário de 47 anos.
    Crises políticas recorrentes
    Os kuwaitianos votam neste sábado nas eleições legislativas boicotadas pela oposição, que acusa o poder deste emirado do Golfo rico em petróleo de criar um Parlamento segundo seus interesses.
    O comparecimento às urnas era maior em Rumeithiya, onde predominam os xiitas, já que esta comunidade não se declarou favorável ao boicote.
    "Não apoio completamente o governo, mas sou a favor do novo sistema eleitoral", declarou a governanta Fatma Ahmad, depois de ter depositado sua cédula na urna.
    A polêmica lei eleitoral prevê que cada eleitor escolha um único candidato (antes era possível optar por até quatro). Cada uma das cinco circunscrições do emirado escolhe 10 deputados.
    A oposição, que dispunha de 36 das 50 cadeiras da Câmara dissolvida em junho, não apresentou candidatos às novas eleições por considerar que a emenda eleitoral favorece a compra de votos e permitirá ao poder escolher uma assembleia a seu favor.
    Cerca de 422.000 eleitores estavam convocados a votar. Os primeiros resultados serão anunciados à noite.
    Estas eleições são as quintas desde meados de 2006 no país, a primeira monarquia do Golfo a adotar um Parlamento eleito em 1962 e atingida por crises políticas recorrentes. Durante esse período, houve nove governos.
    A oposição pede reformas democráticas para reduzir a influência da família reinante no funcionamento do Estado. Também quer um governo vindo da maioria parlamentar e uma luta contra a corrupção, mas não contesta o reino da dinastia dos Al Sabaj, no poder há mais de 250 anos.
    Os problemas políticos dificultaram o desenvolvimento do emirado, que possui mais de 400 bilhões de dólares em reservas de divisas devido às receitas petrolíferas.
     COPIADO  http://www.afp.com/pt

Violentos protestos no México durante posse de novo presidente

01/12/2012 - 19:48

Violentos protestos no México durante posse de novo presidente


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MEXICO (AFP)
A posse de Enrique Peña Nieto, do Partido Revolucionário Institucional (PRI), como o novo presidente do México foi marcada por protestos de parlamentares dentro da Câmara dos Deputados e confrontos entre a polícia e manifestantes armados fora da sede da Câmara.
"Prometo cumprir e fazer cumprir a Constituição dos Estados Unidos Mexicanos e as leis dela decorrentes, e desempenhar com lealdade e patrioticamente o cargo de Presidente da República", jurou Peña Nieto.
A sessão, prevista para às 9H00 (14H00 no horário de Brasília), começou com cerca de 45 minutos de atraso e em meio ao protesto dos legisladores. "Termina um governo ilegítimo e começa o pesadelo da imposição, ilegitimidade, a restauração começa, voltaremos ao passado", afirmou o deputado Ricardo Monreal.
Nas ruas, cerca de 3.000 manifestantes protestaram. Alguns deles tentaram furar o cerco policial. Ao menos vinte pessoas ficaram feridas em confrontos, segundo fontes médicas.
"Nós não esperávamos algo tão violento", comentou à AFP um dos cerca de 200 soldados que cercaram o Palácio Legislativo, onde a Polícia Federal instalou, há vários dias, cercas metálicas de três metros de altura.
Pelo menos cinco soldados ficaram feridos, um deles foi atingido no rosto por uma pedra, dois por um coquetel molotov, e dois outros pelo mesmo gás lacrimogêneo lançado para repelir os manifestantes.
Várias organizações críticas ao novo poder, entre elas o movimento estudantil #YoSoy132, organizaram manifestações na capital e em outras cidades.
Uma delas aconteceu próximo à emblemática estátua do Anjo da Independência, liderada pelo líder da esquerda Andrés Manuel López Obrador, que perdeu as duas últimas eleições e que acusa Peña Nieto de ter comprado milhões de votos para ganhar a eleição presidencial, alegações rejeitadas pelo Tribunal Eleitoral.
Peña Nieto, um advogado de 46 anos que diz representar uma nova geração do Partido Revolucionário Institucional (PRI, que governou o México com mão de ferro de 1929 a 2000), irá, em seguida, para o histórico Palácio Nacional, na Praça Zocalo, onde fará seu primeiro discurso.
A cerimônia foi assistida por Joe Biden, vice-presidente dos Estados Unidos (em nome do presidente Barack Obama) e pelo príncipe Felipe da Espanha.
Também marcaram presença o governador geral do Canadá e os presidentes da Costa Rica, Honduras, Colômbia, Panamá, Nicarágua, Guatemala e Peru, bem como o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza.
Posse prévia e simbólica
Na madrugada, o então presidente Felipe Calderón entregou o comando do país para Peña Nieto, em uma cerimônia simbólica. Em seguida, tomaram posse os novos membros do gabinete da segurança.
"Hoje começo a exercer o honroso cargo de presidente" do México, afirmou Peña Nieto no fim da cerimônia, que durou apenas cinco minutos, durante a qual os dois presidentes apertaram as mãos.
A cerimônia foi assistida por senadores e deputados, reunidos em sessão solene do Congresso, e por membros do Poder Judicial, como exige a Constituição.
Peña Nieto, que havia prometido um gabinete "inclusivo", como forma de desvincular o PRI do seu passado autoritário e hegemônico, nomeou três independentes (Política Social, Segurança Pública e Relações Exteriores), mas reservou as principais secretarias a pessoas próximas.
O México está imerso em uma onda de violência que já causou milhares de mortes e desaparecimentos, como resultado dos conflitos entre cartéis de drogas que disputam as rotas para os Estados Unidos e a guerra que Calderón lançou, em 2006, para combatê-los.COPIADO  http://www.afp.com/pt

Islamitas manifestam em meio à crise no Egito

01/12/2012 - 18:58

Islamitas manifestam em meio à crise no Egito


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CAIRO (AFP)
Milhares de muçulmanos manifestaram neste sábado no Egito em apoio a Mohamed Mursi, um dia após uma manifestação em massa da oposição contra o aumento dos poderes do presidente, um sinal da crescente divisão do país.
A oposição, por sua vez, pretendia continuar sua mobilização para denunciar a recente aprovação pela Comissão Constitucional de um projeto de Constituição acusado de violar a liberdade de religião e de expressão.
É a crise política mais grave enfrentada pelo país desde a eleição de Mohamed Mursi, da Irmandade Muçulmana, em junho deste ano. As divisões são cada vez mais profundas entre islâmicos e grupos laicos, liberais e cristãos.
O projeto de Constituição, que substituirá a lei fundamental suspensa após a queda de Hosni Mubarak, no início de 2011, deverá ser entregue ao presidente que submeterá o texto a um referendo.
Milhares de manifestantes pró-Mursi, entre eles membros da Irmandade Muçulmana e de grupos salafistas, reuniram-se em frente à Universidade do Cairo, para onde a polícia foi enviada.
"Queremos que esta transição termine, queremos uma Constituição. Se alguns não gostam da Constituição, que opinem nas urnas", gritou um manifestante.
"O povo quer a aplicação da lei de Deus", gritavam outros, incluindo mulheres.
Uma árvore caiu sobre a multidão perto do pódio principal da universidade, matando um manifestante e ferindo outros 24.
As manifestações pró-Mursi também aconteceram em Alexandria e na província de Assiut (centro).
Os partidários do presidente acreditam que as decisões recentes permitirão o Egito, que passa por uma difícil transição política, estabilizar e consolidar a sua democracia.
Rivais em cada lado do Nilo
Milhares de muçulmanos manifestaram neste sábado no Egito em apoio a Mohamed Mursi, um dia após uma manifestação em massa da oposição contra o aumento dos poderes do presidente, um sinal da crescente divisão do país.
Na outra margem do Nilo, centenas de manifestantes ainda estão acampados na Praça Tahrir, o epicentro da revolta de 2011, desde 23 de novembro, com o decreto de Mursi aumentando seus poderes.
A Frente de Salvação Nacional (FSN), uma coalizão de partidos de oposição liderada por Mohamed ElBaradei, ex-chefe da agência nuclear da ONU, e Hamdeen Sabbadi, um ex-candidato presidencial, convocaram os egípcios a rejeitar o decreto e reivindicar o cancelamento do projeto de Constituição.
A coalizão ressaltou em um comunicado o direito do povo a "usar todos os meios pacíficos de protesto, incluindo a greve geral e a desobediência civil".
Milhares de anti-Mursi manifestam desde sexta-feira na praça Tahrir, no Cairo, e em muitas outras cidades, particularmente em Alexandria, onde foram registrados confrontos entre os dois lados.
Depois de meses de impasse, o projeto de Constituição foi adotado entre quinta e sexta-feira pela Comissão Constituinte, que foi boicotado pela oposição liberal e laica, bem como cristãos, que denunciam o domínio islamista.
Como na antiga Constituição, o novo texto se baseia em "princípios da sharia", a "principal fonte da legislação", uma formulação bem aceita no Egito.
Mas ele acrescenta uma nova disposição, segundo a qual os princípios da sharia devem ser interpretados de acordo com a doutrina sunita, o que alguns veem como uma oportunidade para reforçar a posição da lei islâmica, particularmente em suas interpretações mais rigorosas.
O projeto também dá ao Estado um papel de "proteção da moral" e proíbe "insultar pessoas humanas" e "profetas", disposições que poderiam abrir caminho para a censura.
COPIADO  http://www.afp.com/pt

Internet, phone services back online for much of Syria

Internet and cell phone coverage were restored Saturday to most Syrian provinces, according to the Syrian Observatory for Human Rights, two days after a blackout shut down virtually all Internet service in the country. FULL STORY

Internet, phone services back online for much of Syria

By Amir Ahmed and Laura Smith-Spark, CNN
December 1, 2012 -- Updated 2026 GMT (0426 HKT)
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Residents return to homes in Syria

STORY HIGHLIGHTS
  • NEW: State-run TV blames Internet outage on a malfunction in the main grid
  • At least 73 people killed across Syria on Saturday, says another group
  • Rebels say they control a swath north of Damascus International Airport
  • Syrian state TV denies success claims by rebels
(CNN) -- Internet and cell phone coverage were restored Saturday to most Syrian provinces, according to the opposition Syrian Observatory for Human Rights, two days after a blackout shut down virtually all Internet service in the country.
Residents in the capital, Damascus, told CNN via Skype that their Internet and cell phone services were working again.
Syria's Internet and phone systems blacked out Thursday.
A Syrian government information minister said Friday that "terrorists" -- which is how the Assad regime refers to rebels in a bloody, ongoing civil war -- cut the cable, knocking out Web communication with other countries.
"All the Internet connections and communications lines are back to work in Damascus and its suburbs, after the technicians teams managed to fix the malfunction that led to the outage for two days," an anchor on state-run TV said Saturday. The network reported there was a malfunction in the main grid in the suburbs of Damascus.
Aleppo power out, rubble everywhere
Syria's Internet blackout
Syrian crisis nearing end game?
No Internet, phone service in Syria
Rebels have routinely used the Web to transmit images of the civil war, including what they claim have been military attacks by the Assad regime on civilians.
However, a leading Web security firm said the outage was almost certainly the work of the Syrian government.
Matthew Prince, CEO of CloudFlare, said his firm's investigations showed that all four Internet cables linking Syria to the outside world would have had to been cut simultaneously for a whole country outage to occur.
The blackout forced fighters to rely on radio communication, which they say is easier for the Syrian government to tap.
The U.S. Embassy in Damascus and expat opposition supporters urged people to use "Speak to Tweet," a service which allows users to leave an audio message which is tweeted out as a link for people to click on and play. However, the phone service outage likely made it difficult to use.
As a result of the Internet shutdown, the flood of daily video images of fighting and decimation dried up.
Rebel leaders accused the government of creating the blackout to hide its mass killings from the outside world.
At least 73 people have been killed Saturday across Syria, including 23 in Damascus and its suburbs, and 20 more in Aleppo, according to the Local Coordination Committees of Syria, a network of opposition activists.
At least eight people were killed when a car bomb exploded in the northern city of Reqqah, said the Syrian Observatory for Human Rights. Two other car bombs went off in Damascus, the group said. No casualties were reported in those attacks.
Meanwhile, in a continued attempt to weaken President Bashar al-Assad's aerial strength, Syria's rebel fighters say they have tightened their grip on territory near Damascus International Airport.
Rebels have taken control of a crescent shaped swath of land about 20 kilometers long just north and east of the main road leading to the airport, said a revolutionary council for the Damascus area.
The airport is "the gate of death that supplies the regime in Damascus and its suburbs with more tools to kill the Syrian people," said Abu Eyaad, spokesman to the Revolutionary Military Council in Damascus and its Suburbs in an audio message posted late Friday.
Although rebel forces have not taken the airport, they have shut down its operations, claimed Abu Eyaad, which is his nom de guerre. "Our main goal is to sap the strength of the regime's air force and supplies."
He accused Russia and Iran of delivering arms to Assad's army via the airport.
The government rejected the rebels' claim on state-run TV on a banner reading, "Damascus airport is functioning normally, and the highway to the airport is fully secure."
The network aired footage of the airport, along with interviews of employees and passengers, to show that operations were normal.
The captured swath stretches from the town of Harran Al-Awameed, almost within a mile of the airport, up to the Damascus suburb of Deir Asafeer and includes a captured military helicopter airport and a road to connect them all, the military council said.
Despite government bombardments, which have rained death and destruction indiscriminately from above for months upon rebel stronghold neighborhoods, revolutionary fighters have gained ground.
They have captured military bases, driving out regular army troops, seizing their heavy weaponry and turning it back on them -- including anti-aircraft guns and missiles.
In the last week, rebels claim to have shot down one plane and two helicopters in Syria's north. CNN's Arwa Damon went to the crash site of the plane Wednesday, and saw chunks of metal being carted off by locals.
U.S. Secretary of State Hillary Clinton on Friday called for ongoing support of the opposition's "current momentum" via non-military aid to Syrian rebels in a speech in Washington. The United States and many of its allies have thrown their support behind the rebel movement and openly advocate the overthrow of Assad's government.
U.N. Secretary General Ban Ki-Moon urged the international community Friday, "in particular the Security Council," to pull together.
Council members China and Russia, which are allies of Assad, are at loggerheads over the handling of the crisis with the other permanent members France, Britain and the United States, which oppose Assad.
Ban said he would soon visit Syrian refugees who have fled over the borders to neighboring countries.
More than 42,000 people have died in the Syrian conflict since the uprising began in March 2011, according to opposition activists. CNN cannot confirm claims by the government or the opposition because of government restrictions that prevent journalists from reporting freely within Syria.
  copy http://edition.cnn.com

Rallies in Cairo as Morsy sets date for constitution referendum

Egypt's Islamist-dominated constitutional assembly hands the new draft constitution to President Mohamed Morsy, as both supporters and protesters fill Cairo's streets. FULL STORY | WHY THE UNREST?

Rallies in Cairo as Morsy sets date for constitution referendum

By the CNN Wire Staff
December 1, 2012 -- Updated 2110 GMT (0510 HKT)
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Islamists call for Morsy support rally

STORY HIGHLIGHTS
  • NEW: President's supporters cheer proposed constitution at rallies in Cairo, elsewhere
  • NEW: But an opposition leader rips the document and says "the struggle will continue"
  • Egyptians can vote in a referendum on the proposed constitution on December 15
  • Protesters have criticized Morsy for what they call an undemocratic power grab
Cairo (CNN) -- Egyptians will vote in two weeks to approve, or reject, a new constitution -- a potentially pivotal moment for the North African nation that underwent a revolution a year ago and, more recently, has seen its president become the target of fierce protests.
President Mohamed Morsy on Saturday announced a December 15 referendum date on what could become the nation's constitution, shortly it was presented to him by the Islamist-dominated assembly that crafted it.
While his supporters cheered the move, there was little indication the vote or anything Morsy said would placate the opposition.
"(Morsy) put to referendum a draft constitution that undermines basic freedoms & violates universal values," said Mohamed ElBaradei, a Nobel laureate and head of Egypt's Constitution Party, on his Twitter account. "The struggle will continue."
The proposed constitution will be published Sunday in government newspapers, said Hossam al-Gheryani, head of the 85-person group that pushed through its 234 articles Friday after 21 hours of haggling. Egypt effectively has been without a guiding constitution, as well as a legislature, since the 2011 revolution marked by the ouster of its longtime leader Hosni Mubarak.
Egyptians protest president's powers Egyptians protest president's powers
Egyptian women protest against Morsy
Egyptian council approves constitution
Making sense of Egypt's political crisis
Sign of the times in Egypt
Thousands of the president's supporters packed streets around Cairo University on Saturday, taking part in marches and a massive rally organized by the Freedom and Justice Party, the Muslim Brotherhood's political branch that Morsy once led. They carried banners featuring Morsy's photo, waved the Egyptian flag and chanted their support.
An even larger rally took place just south of Cairo in the city of Giza. It involved Brotherhood members, fellow Islamist groups and others including the Egyptian Revolution's Alliance, the Revolutionary Front to Protect the Revolution and the Coalition of the January 25th Youth.
Other pro-Morsy rallies were held in the northern port city of Alexandria and the central city of Asiut.
These events aimed to bolster Morsy after more than a week of protests against him, during which stones flew, demonstrators and police clashed and clouds of tear gas wafted through, among other places, Tahrir Square in central Cairo.
That landmark square, which is across the Nile River from one large pro-Morsy rally, remained buzzing Saturday night with people who have camped out there and marched elsewhere to vent their anger at the president. They have called Morsy a dictator, even worse than Mubarak, for his edict declaring that his past and future decisions are immune from judicial oversight -- new power that the president insists is only temporary.
They responded to his speech, which was blared over loudspeakers, by chanting, "Leave, leave" -- suggesting that, whatever comes of the constitutional referendum, their goal remains removing Morsy as president.
Morsy's controversial edict, issued November 22, energized the opposition and led them to reoccupy Tahrir Square, as dissidents did in the winter of 2011.
Many saw it as an overbearing, undemocratic grab for power that left the president in charge without any checks and balances. Morsy described it as a necessary move to fight judges loyal to Mubarak's regime who were blocking progress in government.
It engendered sharp opposition within Egypt's judiciary, with many courts basically shut down as judges and prosecutors went on strike. Despite the order, the nation's high administrative court has indicated it will review the proposed constitution -- though it's not clear, if they rule it invalid, if that will prevent the referendum.
As part of his edict, Morsy had also given the constitutional assembly up to six more months to craft the pivotal document. But amid the raging discontent, the president spurred the group to speed up its work -- an expedited process that prompted Christian, liberal and leftist members of the group to walk-out in protest, with many of them later replaced by Islamists.
Essam El-Erian, a senior Morsy adviser, insisted all viewpoints -- including the need to safeguard freedoms when it comes to things like gender and religion -- were taken into account nonetheless. But critics are unconvinced.
A quick glimpse at the constitution's articles show language dealing with individuals' civil rights, particularly how security forces and the justice system treats them.
There is wording prohibiting arbitrary arrest and detention and ensuring due process, a sensitive topic in Egypt. Mubarak and his loyalists are blamed for jailing and harshly mistreating innocent people in the years before and especially during last year's uprising.
One article stipulates no one in jail can be interrogated without a lawyer present, and if detainees don't have one, the judicial system must appoint one. Phone conversations, electronic correspondence and other communication could not be taped without a warrant.
While many of the articles sound democratic, the fine print indicates otherwise, some human rights advocates say.
"Moving a flawed and contradictory draft to a vote is not the right way to guarantee fundamental rights or to promote respect for the rule of law," said Joe Stork, deputy Middle East and North Africa director at Human Rights Watch.
Mohamed Naeem, a member of the Egyptian Social Democratic Party, said he fears the proposed constitution would open the way for a theocracy by moving the country closer to Sharia law.
The preamble includes language pertaining to women, saying they are equal to men, but it also accentuates their role as mothers.
And the United Nations' high commissioner for human rights, Navi Pillay, has urged Morsy to reconsider the draft, saying a number of measures contained in it are incompatible with international human rights law.
Beyond the details about the constitution itself, some see this month's vote more generally as a referendum on the government.
Morsy took office in June as Egypt's first popularly elected president, following decades in which Mubarak held vast powers and limited dissent (including by banning the Muslim Brotherhood). But Morsy's recent moves have stirred suspicions that he and his Islamist allies are intent on amassing powers at the expense of others. copy http://edition.cnn.com

Serial killer mais famoso da Suécia pode não ter matado ninguém

 

 

 

Serial killer mais famoso da Suécia pode não ter matado ninguém

Atualizado em  30 de novembro, 2012 - 08:56 (Brasília) 10:56 GMT
Thomas Quick / Stüre Bergwall
Stüre Bergwall está preso em uma clínica psiquiátrica forense na cidade de Säter desde 1991
Calvo e de barba branca aos 62 anos, Thomas Quick se tornou conhecido como o mais renomado serial killer da Suécia. Mas isso pode estar prestes a mudar.
Nos anos 1990 ele confessou mais de 30 assassinatos, com direito a mutilações, estupros e canibalismo. As vítimas incluíam homens, mulheres e crianças, com perfis variados. Os crimes haviam sido cometidos em vários locais diferentes da Suécia e da Noruega.
Mas após ser condenado por oito dos crimes, Quick assumiu sua identidade verdadeira, Stüre Bergwall, e passou a negá-los.
Uma investigação realizada por um jornalista local questionando as condenações sem provas levou a novos julgamentos, com a absolvição por cinco deles.
Ele ainda espera a revisão das últimas três condenações, e poderá se ver livre após 21 anos confinado em uma clínica psiquiátrica forense de Säter, a 170 quilômetros de Estocolmo.
O caso vem ganhando as manchetes dos jornais suecos nos últimos meses. De "Hanibal Lecter sueco", como foi apelidado na época de suas confissões, Quick/Bergwall passou a ser descrito como "o serial killer que nunca o foi".
"Ele certamente será inocentado de todos os oito assassinatos (pelos quais foi condenado inicialmente)", disse à BBC Brasil, com convicção, o advogado Thomas Olsson, que assumiu a defesa de Bergwall após a retratação das confissões.

Papai noel

Hospital psiquiátrico de Säter
Para advogado, funcionários do hospital psiquiátrico de Säter induziram as confissões de Bergwall
Bergwall foi preso pela primeira vez em 1990, após roubar um banco fantasiado de Papai Noel, supostamente para conseguir dinheiro para comprar drogas. Ele já havia sido anteriormente acusado de molestar meninos e de tentar esfaquear um amante.
Segundo Olsson, ao ser levado à clínica psiquiátrica de Säter, em 1991, Bergwall "estava passando por uma crise existencial e tinha pensamentos suicidas".
"Na clínica, ele foi objeto de técnicas psiquiátricas extremamente experimentais baseadas principalmente na terapia de recuperação de memória por sugestão e também teve acesso a narcóticos controlados, principalmente benzodiazepínicos (tranquilizantes)", relata o advogado.
Segundo ele, "sob essas circunstâncias Bergwall foi levado a confissões com o objetivo de satisfazer o pessoal da clínica". "O resto foi como um moto-perpétuo", diz.
Bergwall confessou seu primeiro "assassinato" em 1992. A suposta vítima era Johan Asplund, um menino de 11 anos que havia desaparecido em novembro de 1980 no caminho para a escola. O caso de Asplund era um dos mais famosos mistérios criminais da Suécia.
Ele disse ter estuprado o garoto e o asfixiado acidentalmente, antes de desmembrar o corpo e escondê-lo para que ninguém o encontrasse. De fato, o corpo nunca foi encontrado, mesmo com as descrições dos locais feitas por Bergwall, mas ele foi condenado pelo crime em 2001.
Segundo seus defensores, tudo o que Bergwall buscava era atenção. Com a confissão do assassinato de Asplund e os holofotes da mídia local sobre si, ele passou a confessar seguidos assassinatos, com detalhes.

Sem provas

Thomas Olsson
Thomas Olsson, advogado de Bergwall, acredita que ele será libertado em breve
"O caso vem ganhando uma enorme repercussão na Suécia", comenta à BBC Brasil o repórter policial Eric Tagesson, que vem cobrindo o caso para o jornal Aftonbladet, o mais lido da Suécia.
"A história esteve em evidência por quase 20 anos, e sempre houve especulações sobre se ele era um mentiroso ou um serial killer", afirma.
Segundo o jornalista, "o problema é que ele foi condenado somente com base em suas confissões. Em nenhum dos casos havia qualquer prova técnica real", diz. "Agora, com as revisões dos processos, parece óbvio que o promotor Christer vad der Kwast e a polícia tinham o mesmo objetivo – conseguir condenações, custasse o que custasse."
O atual advogado de Bergwall também critica o papel do defensor público do réu à época das condenações, Claes Borgström, que ficou famoso posteriormente como o advogado das duas mulheres que acusam o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, de estupro na Suécia.
"A razão pela qual ele foi condenado foi, pura e simplesmente, que o promotor omitiu informações que mostravam que ele não poderia ter cometido os assassinatos, que policiais e especialistas fizeram falsos testemunhos e que o advogado de defesa, Claes Borgström, tinha uma causa comum com o promotor. Em suma: a corte foi enganada", diz Olsson.
A BBC Brasil tentou entrar em contato com Borgström para que ele comentasse o caso, mas não obteve resposta. Em declarações recentes à Sveriges Radio, a rádio pública sueca, o defensor público disse ter sido vítima de calúnia e negou ter sido negligente no caso.
"Se você defende uma pessoa que confessa o crime, deve seguir essa linha, a não ser que se torne óbvio que essa confissão é incorreta. Eu fui cauteloso durante o julgamento em levantar algumas questões importantes para eliminar o risco de que algo não estava correto", disse.
"Quando Bergwall começou a retirar suas confissões, o quadro mudou. Mas isso não significa que eu tenha sido cúmplice da condenação de um inocente", afirmou.COPIADO  http://www.bbc.co.uk

Jatos, helicópteros e explosões são ouvidos em capital síria pelo 3º dia

Jatos, helicópteros e explosões são ouvidos em capital síria pelo 3º dia


Atualizado em  1 de dezembro, 2012 - 15:33 (Brasília) 17:33 GMT

Destruição na Síria (Reuters)
Combates em Damasco continuam pelo terceiro dia seguido
Um correspondente da BBC em Damasco, capital da Síria, afirmou que os moradores ouviram pelo terceiro dia consecutivo o som dos jatos, helicópteros militares e explosões.
O blecaute nas comunicações, que estava sendo mantido no país todo e impedia que os sírios soubessem o que está ocorrendo no país, diminuiu e a internet voltou a funcionar.
Mas, segundo o correspondente da BBC, os combates violentos continuam em bairros do sul e do leste de Damasco.
Os moradores contam que conseguem ver, a partir de suas varandas, grandes colunas de fumaça em várias partes da capital síria. COPIADO  http://www.bbc.co.uk

EUA criticam lançamento de foguete da Coreia do Norte

EUA criticam lançamento de foguete da Coreia do Norte


Atualizado em  1 de dezembro, 2012 - 15:53 (Brasília) 17:53 GMT
Foguete da Coreia do Norte (AP)
Lançamento deve ocorrer ainda em dezembro
Os Estados Unidos afirmaram neste sábado que os planos da Coreia do Norte, de lançar um segundo foguete ainda em 2012, é um ato de provocação que ameaça da paz da região.
A porta-voz do Departamento de Estado Americano, Victoria Nuland, afirmou que o uso pela Coreia do Norte de tecnologia de mísseis balísticos é uma violação direta das resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
A Coreia do Sul, que deve realizar uma eleição presidencial em dezembro, também condenou o anúncio.
A Coreia do Norte anunciou neste sábado que vai tentar pela segunda vez o lançamento de um satélite, depois da tentativa sem sucesso ocorrida em abril.
O novo lançamento deve ocorrer entre os dias 10 e 22 de dezembro.
Segundo o governo norte-coreano, os cientistas do país conseguiram melhorar a tecnologia do satélite e do foguete que vai levá-lo. Na tentativa de abril, o foguete apresentou problemas logo depois de decolar.
 COPIADO  http://www.bbc.co.uk

Corrupção, economia e narcotráfico: veja os desafios do novo presidente do México

Enrique Peña Nieto assumiu a Presidência neste sábado e terá pela frente uma difícil agenda.
  • América Latina tem ano de 'perdedores' e 'vencedores' na economia
  • Região tem 'crescimento chinês' e recessão;

    Corrupção, economia e narcotráfico: veja os desafios do novo presidente do México

    Atualizado em  1 de dezembro, 2012 - 13:08 (Brasília) 15:08 GMT
    Felipe Calderón e Enrique Peña Nieto
    Felipe Calderón (esq.) passou a Presidência a Enrique Peña Nieto neste sábado
    Corrupção em todas as camadas da sociedade, exposição à crise econômica mundial e níveis recordes de violência devido ao narcotráfico são alguns dos principais desafios para Enrique Peña Nieto, que tomou posse neste sábado como novo presidente do México.
    O México enfrenta a maior onda de violência relativa ao tráfico de drogas em toda sua história. O governo de Felipe Calderón, que deixou o cargo, disse que foi preciso recorrer ao Exército para lidar com a escalada na criminalidade que começou em 2006.
    No entanto, Calderón diz que o México ainda tem uma taxa de homicídios inferior a de outros países da região, como Brasil, Venezuela e Honduras.
    Ainda assim, a brutalidade dos cartéis mexicanos vem chamando atenção internacional. Nos últimos meses, a imprensa local noticiou massacres, com dezenas de cadáveres mutilados, vítimas penduradas em pontes e cabeças degoladas deixadas em frente a prédios do governo.
    Confira abaixo alguns dos principais desafios do novo governo mexicano que começa neste sábado.

    REDES CRIMINOSAS

    Narcotráfico
    Rede do narcotráfico que promove violência está cada vez mais sofisticada
    Alguns grupos de criminosos evoluíram e se tornaram redes sofisticadas. O caso mais notório é o do Los Zetas. Originalmente o grupo foi formado por ex-militares de México e Guatemala. Hoje ele domina o noroeste do país.
    Outro grupo que se destaca é o cartel Sinaloa, liderado por Joaquín "Chapo" Guzmán, o traficante mais procurado do mundo.
    O presidente mexicano terá que decidir se continua com a estratégia de usar ajuda militar no combate à violência, ou se buscará novas táticas.
    A especialista em segurança Ana María Salazar acredita que negociar diretamente com cartéis não é uma alternativa viável.
    "A força destas organizações torna isso impossível. 'Negociável' significa que a eventual ruptura de um acordo terá consequências. E isso significa que o governo terá que ser ainda mais violento contra os cartéis. A ideia de um pacto não agrada, e eu considero isso impossível", diz a especialista.
    O novo presidente também terá que pressionar mais os Estados Unidos para reduzir a demanda por drogas e controlar melhor o tráfico de armas que tem o México como destino.
    A luta contra o crime organizado é uma tarefa hercúlea, ainda mais devido à impunidade. Estima-se que 97% dos assassinatos relacionados ao narcotráfico seguem sem condenados.

    ECONOMIA

    Gerardo Esquivel, conselheiro do Banco Mundial e da OCDE, identifica três desafios fundamentais para a economia mexicana.
    "O primeiro é reestabelecer o crescimento econômico de forma sustentável e em um patamar maior. Depois é preciso combater a pobreza, onde os resultados foram muito fracos nos últimos anos; e o terceiro é gerar maiores oportunidades de emprego, particularmente entre os mais jovens."
    Sergio Martin, economista-chefe do banco HSBC do México, diz que a previsão de taxa de crescimento mexicano para 2012 – de 3% a 4% – é "saudável", especialmente se comparada à Europa e Estados Unidos.
    Mas Esquivel acredita que esta taxa de crescimento oculta uma realidade econômica preocupante.
    "Se considerarmos que a economia caiu fortemente em 2009, que nossa recuperação gerou muito pouco emprego formal e que muitos postos criados têm salários inferiores à média, a perspectiva é um pouco mais crítica", disse o economista à BBC.
    Outro tema espinhoso é a possível privatização da Pemex, a estatal mexicana do petróleo. A medida pode gerar bilhões de dólares para o governo mexicano, mesmo no caso de uma privatização parcial.
    No entanto, a Constituição mexicana obriga que a Pemex seja controlada pelo poder público. Uma potencial alteração na Constituição envolve um trabalho pesado no Congresso mexicano.

    CORRUPÇÃO

    Polícia mexicana
    Mexicanos confiam cada vez menos na polícia e em outras instituições oficiais
    O governo atual tentou introduzir medidas anticorrupção, inclusive com uma campanha de conscientização da população e com cortes em órgãos públicos.
    No entanto, os debates durante as eleições presidenciais revelaram que o estigma da corrupção persiste no país.
    Os quatro principais candidatos à Presidência estiveram envolvidos, em algum grau, em acusações de possíveis casos de corrupção – de escândalos do passado à ligações com pessoas de reputação duvidosa.
    "No pacto fiscal existente no México, governadores e prefeitos não precisam dar explicações sobre o dinheiro que recebem [do governo central]", afirma Eric Magar, cientista político do Instituto Tecnológico Autônomo da Cidade do México (ITAM).
    Magar acredita que, para enfrentar a corrupção, é preciso examinar o papel e a autonomia das autoridades locais e estaduais.
    "Se supõe que os Estados devem justificar como se usa o dinheiro, mas há pouco que o Congresso pode fazer para verificar realmente o que vai para cada Estado. E isso dá margem para que se use os recursos como cada um quiser."
    A guerra contra as drogas complicou ainda mais o tema, já que traficantes possuem dinheiro para comprar apoio de políticos. Cartéis de droga estão infiltrados na polícia e em órgãos de Justiça de diversos Estados. Muitos mexicanos têm pouca ou nenhuma confiança no sistema.

    MONOPÓLIOS

    Jovens manifestantes
    Jovens manifestantes protestam contra monopólio na mídia mexicana
    Os jovens mexicanos foram às ruas do país para se manifestar durante as eleições contra monopólios dominados pela elite no país, sobretudo na mídia.
    A campanha #yosoy132 começou como protesto estudantil. Após ser vaiado por estudantes, Peña Nieto havia dito que eles eram agentes pagos pelos seus opositores – e não alunos de verdade. Um vídeo de repúdio ao político, assinado por 131 estudantes, se espalhou pela internet, ganhando apoiadores (o slogan significa "eu sou o 132º estudante").
    O #yosoy132 cresceu bastante – gerando comparações até mesmo com o movimento dos indignados da Espanha. O principal foco dos protestos foi o PRI, partido que governou o México pela maior parte do século passado.
    Mas Magar sugere que todos os partidos têm problemas na hora de enfrentar as famílias mais poderosas do país, como a de Carlos Slim, o homem mais rico do mundo e dono de um império de comunicações no México.
    "Para ir contra Slim, é necessário ter uma grande coalizão. Ele tem tanto poder e influência em tantas áreas, que seria necessária uma coalizão unida e muito forte, e ainda assim isso levaria décadas."
    As redes Televisa e TV Azteca estão entre os alvos das críticas dos manifestantes.

    'TECIDO SOCIAL'

    A psicóloga social Andrómeda Valencia acredita que é preciso reconstruir o "tecido social" mexicano. Famílias em diversos Estados vivem sob o medo da violência do narcotráfico, o que tem um efeito traumático entre os mais jovens.
    Seis anos de violência intensa destruíram muitas comunidades e provocaram um êxodo à Cidade do México. O governo instaurou algumas instituições de apoio às famílias das vítimas, mas muitos reclamam que esses recursos são inacessíveis ou burocráticos demais.
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Coreia do Norte diz que unicórnios existiram

Representação onírica de um unicórnio

 

 

Coreia do Norte diz que unicórnios existiram

Uma suposta equipa de arqueólogos norte-coreanos afirmou ter descoberto vestígios que provam a existência de unicórnios, o mítico animal semelhante a um cavalo com um único corno.

Representação onírica de um unicórnio Fotografia © Kamprad69 / Wikimedia Commons
Uma suposta equipa de arqueólogos norte-coreanos afirmou ter descoberto vestígios que provam a existência de unicórnios, o mítico animal semelhante a um cavalo com um único corno.
O animal seria utilizado pelo Rei Dongmyeong, fundador do antigo reino coreano Goguryeo, como se pode ler na notícia da Agência de Notícias Central da Coreia (versão inglesa).
O 'covil' destes animais for alegadamente descoberto numa escavação a menos de 400 metros de um templo na capital do país, Pyongyang. O alegado achado foi relatado na quinta-feira pela agência noticiosa do Estado norte-coreano, que citava um relatório do departamento de História da Academia Nacional de Ciências Sociais.
A notícia, reproduzida (e ridicularizada) hoje em vários meios de comunicação ocidentais, dava conta que "uma pedra retangular com a inscrição 'Covil de Unicórnio' foi encontrada frente à entrada do covil. Esta inscrição será datada do período do Reino Goguryeo (918-1392)".
"Este templo servia como um palácio de lazer do Rei Dongmyeong, e é aí que se situava o covil do unicórnio", continua o relatório da academia.
Como é habitual nestes anúncios vindos daquela ditadura comunista, o 'achado' tem evidentes propósitos políticos: "Esta descoberta demonstra que Pyongyang era a capital da antiga Coreia, bem como do reino Goguryeo", terá dito Jo Hui Sung, diretor do Instituto de História da Academia Nacional de Ciências Sociais.
As notícias 'fenomenais' vindas da Coreia do Norte não são inéditas. A agência de informações estatal por diversas vezes já divulgou outras histórias difíceis de acreditar.
Após a morte do ditador Kim Jong Il, em dezembro de 2011, a mesma agência reportou que, no momento do seu último suspiro, uma rocha começou a brilhar intensamente e um pedaço de gelo no local do seu suposto local de nascimento partiu-se sozinho "com um ruído que pareceu fazer tremer os Céus e a Terra", lembrava ontem a edição online da revista 'Time'.
A mesma fonte acrescenta que Jong Il era creditado no país como "o inventor do hambúrguer" e dizia-se que escreveu 1500 livros em três anos.
Noutro feito mitológico não menos espantoso que a existência de unicórnios, a mesma agência noticiou que, durante a universidade, na primeira vez que o "Querido Líder" pegou num taco de golfe, fez 11 buracos numa só tacada. E se dúvidas houvesse deste recorde, 17 guarda-costas testemunharam o acontecimento.
E, como escreve o britânico Daily Telegraph, após este feito o líder norte-coreano imediatamente anunciou que nunca mais voltaria a jogar golfe.

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Confrontos marcam tomada de posse de Enrique Nieto



Presidente do México

Confrontos marcam tomada de posse de Enrique Nieto

Centenas de manifestantes no México entraram hoje em conflito com a polícia em frente ao Palácio do Congresso, onde o novo presidente do México, Enrique Pena Nieto, toma posse.
  • Presidente do México inicia mandato com pesada herança
    Presidente do México


    por LusaHoje
    Imagens dos confrontos entre manifestantes e polícia durante a tomada de posso de Enrique Peña Nieto como Presidente do México
    Imagens dos confrontos entre manifestantes e polícia durante a tomada de posso de Enrique Peña Nieto como Presidente do México Fotografia © Reuters
    Centenas de manifestantes no México entraram hoje em conflito com a polícia em frente ao Palácio do Congresso, onde o novo presidente do México, Enrique Pena Nieto, toma posse.
    Pelo menos cinco polícias e vários manifestantes ficaram feridos depois do lançamento de 'cocktails molotov', carga policial e gás lacrimogéneo, sendo que um dos polícias foi atingido com uma pedra na face e vários afetados pelo gás.
    "Não esperávamos tanta violência", afirmou um dos polícias à AFP.
    O grupo em confronto com as autoridades mexicanas protesta contra o novo presidente do México, Henrique Peña Nieto, do Partido Revolucionário Institucional (PRI) e que significa o regresso ao poder do partido centrista que dominou a vida política do país durante mais de sete décadas e até 2000, quando foi declarada a vitória nas urnas do Partido de Ação Nacional (PAN, direita) dos ex-presidentes Vicente Fox (2000-2006) e do cessante Felipe Calderón (2006-2012).
    O "menino bonito" do PRI, 46 anos, ex-governador do estado do México, e vencedor das polémicas presidenciais de 1 de julho, não tem sido poupado pelos adversários políticos, que destacam a sua impreparação, num México que mudou desde 2006.
    Há seis anos, quando tomou posse e na sequência de um escrutínio, de novo muito contestado pela oposição de esquerda devido a supostas fraudes eleitorais, Calderón decidiu de forma inesperada mobilizar o exército na luta contra os poderosos cartéis do narcotráfico.
    Imagens dos confrontos entre manifestantes e polícia durante a tomada de posso de Enrique Peña Nieto como Presidente do México Fotografia © Reuters
    O balanço em seis anos é particularmente sangrento: entre 80.000 a 100.000 mortos, milhares de desaparecidos, centenas de milhares de civis deslocados e a multiplicação das organizações com ligações ao lucrativo comércio ilegal de drogas, ou à imigração ilegal, que tem como principal cliente os Estados Unidos, o poderoso vizinho do norte.
    Na terça-feira, a Amnistia Internacional (AI) pediu ao novo Governo para atuar com decisão contra "a violência e a tortura" que desde 2006 se agravou no país.
    "A 'guerra contra as drogas' lançada pelo Presidente cessante Felipe Calderón provocou um aumento dramático da violência", assinalou Maja Liebing, responsável da AI para a América Latina.
    Portugal está representado no ato de posse pelo ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas.

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Constituição é uma arma contra ofensiva capitalista





Hoje



O líder parlamentar do PCP considerou hoje que os valores da Constituição da República representam uma "inequívoca base de apoio" na luta contra a política de direita, num quadro de alternância PSD/PS...

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, condenou na noite de sexta-feira a decisão israelita de construir 3.000 habitações nos colonatos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia.

Hillary Clinton
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, condenou na noite de sexta-feira a decisão israelita de construir 3.000 habitações nos colonatos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia.
  • EUA preparados para negociação bilateral com o Irão
    Hillary Clinton diz

    Extensão dos colonatos israelitas faz recuar paz

    por LusaHoje
    Hillary Clinton
    Hillary Clinton Fotografia © Reuters
    A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, condenou na noite de sexta-feira a decisão israelita de construir 3.000 habitações nos colonatos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia.
    "À luz do anúncio de hoje, deixem-me reiterar que esta administração - tal como a anterior - tem deixado claro com Israel de que estas atividades (extensão dos colonatos) fazem recuar a causa de uma paz negociada" entre israelitas e palestinianos, disse Hillary Clinton numa conferência em Washington, na presença dos ministros israelitas da Defesa, Ehud Barak, e dos Negócios estrangeiros, Avigdor Lieberman.
    Israel anunciou na sexta-feira a intenção de construir 3.000 habitações nos colonatos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia depois dos palestinianos terem sido reconhecidos como um Estado não-membro da ONU.
    Num longo discurso centrado no Médio Oriente, Hillary Clinton apelou novamente a uma "paz global entre Israel e todos os palestinianos, conduzidos pela sua autoridade legítima, a Autoridade Palestiniana".
    "Devemos todos trabalhar para encontrar o caminho para as negociações que possam levar ao objetivo de uma solução de dois Estados. Esse é o nosso objetivo", insistiu a chefe da diplomacia norte-americana. COPIADO retribution for Chen's escape from house arrest and move to the United States. FULL STORY

    COPIADO http://www.dn.pt

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