Ajudar o pequeno Francisco de 7 anos a voltar a ouvir. Esse é o
objetivo da campanha criada pela irmã dele, a estudante de geografia
Júlia Milanez, 21, pelo Facebook. O pequeno nasceu totalmente surdo e
passou por uma cirurgia quando tinha um ano, fazendo um implante coclear
que consiste em uma operação com a colocação de um aparelho que é capaz
de estimular diretamente os nervos auditivos e provocar sensações
sonoras. No entanto, desde o último dia 19 de maio o aparelho do pequeno
estragou e o preço de um novo é de R$ 26 mil. A família não tem
condições de arcar com o custo.
A página criada por Júlia, “Ajude o pequeno Francisco”,
já tem cerca de mil curtidas. Pelo Facebook, além de divulgar uma conta
para quem quiser ajudar, há ainda um link para uma arrecadação online
por meio do site “vaquinha”. Por lá, dos R$ 26 mil necessário foram arrecadados apenas R$ 2.340 até está segunda-feira (6).
Francisco faz aulas de libras, a língua brasileira de sinais,
tratamento com fonoaudióloga e com a ajuda do aparelho, ele aprendeu a
falar. “Ficar sem o aparelho é um retrocesso para ele. Sem escutar fica
bastante difícil para ele conseguir falar”, explica Júlia. Segundo ela,
depois que o irmão passou pela cirurgia em Bauru, São Paulo, há seis
anos, ele ganhou um aparelho do Sistema único de Saúde (SUS) porém com o
tempo o aparelho foi estragando e foi preciso fazer trocas de peças.
“Essa luta não é só do Francisco é de várias outras crianças que passam
pelo mesmo problema. Eles ganham o aparelho a primeira vez, mas quando
precisam de outro existe uma grande dificuldade para eles conseguirem
gratuitamente. Não só conseguir o dinheiro para o Francisco quero,
principalmente, chamar a atenção para essa dificuldade”, esclareceu
Júlia.
A estudante contou ainda que frequentemente é necessário fazer
manutenções no aparelho que também tem um alto custo, cerca de R$ 5 mil.
Além disso, em Belo Horizonte não há as peças e é preciso mandar o
aparelho para São Paulo, com isso o menino fica sem escutar durante
vários dias.
Dessa vez, o aparelho foi enviado para São Paulo, porém a irmã não sabe
se terá conserto e o tempo que ficará pronto. Por isso ela criou a
campanha para conseguir comprar um novo aparelho. Julia contou que sem o
aparelho o menino fica mais isolado pela dificuldade de se comunicar.
Ele só consegue falar fazendo a leitura labial. Por meio de um vídeo feito com a ajuda da irmã o Francisco pede ajuda:
Quem quiser ajudar o Francisco pode fazer depósito na conta:
Banco: CAIXA
Nome: Silvana Felix da Silva
Agencia: 0091
Operação: 013
Conta Poupança: 00123757-6
As doações também podem ser feitas pelo site:
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/aparelho-do-francisco
vídeo
Facebook, Twitter, mas também YouTube e Microsoft assinaram um código
de conduta da União Europeia (UE) através do qual se comprometem a lutar
melhor contra a incitação ao ódio nas redes sociais, anunciou nesta
terça-feira (31) a Comissão Europeia.
Estas empresas se comprometem a "ter procedimentos claros e eficazes
para analisar" as denúncias de "discursos que incitem o ódio" em seus
suportes, segundo o texto publicado pela Comissão.
A "maioria das notificações válidas" que exigirem a supressão de
conteúdos deverão ser analisadas "em menos de 24 horas" e suprimidas se
for necessário, afirma o novo código.
Os signatários também se comprometem a fornecer uma "formação periódica
aos seus funcionários sobre a evolução da sociedade atual" e a
"intensificar a cooperação entre si e com outras plataformas e empresas
de meios de comunicação social para reforçar o intercâmbio de boas
práticas".
"Os recentes atentados terroristas nos lembraram da necessidade urgente
de enfrentar a incitação ilegal ao ódio na internet", estimou a
comissaria europeia a cargo da Justiça, Vera Jourova, citada em um
comunicado.
"Infelizmente, as redes sociais são um dos instrumentos que os grupos
terroristas utilizam para radicalizar as pessoas jovens e os racistas
para divulgar a violência e o ódio", acrescentou.
No Twitter, "mantemos nosso compromisso de permitir que o fluxo de
tuítes continue", mas "existe uma clara distinção entre a liberdade de
expressão e as condutas que incitam a violência e o ódio", estimou Karen
White, responsável de políticas europeias da rede social, citada no
comunicado da Comissão.
"Convocamos as pessoas a utilizar nossos instrumentos de notificação se
encontrarem conteúdos que acreditem que violam nossas normas, de forma
que possamos investigar", disse também citada no comunicado Monika
Bickert, responsável de gestão de política global do Facebook. copiado http://www.otempo.com.br/c
Ninguém está imune a um ataque hacker. Mark Zuckerberg que o diga. O
presidente e fundador do Facebook teve seus perfis no Twitter, no
Pinterest e no LinkedIn invadidos, segundo um grupo conhecido como
OurMine Team.
A notícia foi divulgada pelos próprios hackers na noite de domingo (5) e
confirmada pelo próprio Facebook nesta segunda-feira (6). O grupo
provou o feito publicando imagens (já apagadas) no Twitter, e ainda
disse que invadiu também o Instagram de Zuckerberg. Contudo, a
assessoria do empresário disse que seu Instagram não foi comprometido.
O perfil de Zuckerberg no Facebook também permaneceu intacto. Os
hackers revelaram a senha que o CEO usava no Twitter e no Pinterest e
que lhe garantiram acesso aos seus perfis: "dadada". Segundo o OurMine
Team, essa era a mesma senha usada por Zuckerberg no LinkedIn até 2012,
quando mais de 160 milhões de autenticações foram roubadas.
Pelo que tudo indica, porém, o estrago não foi tão grande. Os hackers
fizeram apenas algumas postagens pelo Twitter de Zuckerberg, que já
foram apagadas. copiado http://www.otempo.com.br/c
O Ministério do Trabalho quer agilizar a análise de recursos de trabalhadores que tiveram o pedido de seguro desemprego negado.
Na última quinta-feira (2), o ministério encaminhou às suas unidades e à
Caixa novas orientações que podem beneficiar pessoas identificadas como
sócias ou administradoras de empresas e que, por isso, tiveram o pedido
indeferido.
As mudanças, entre elas a apresentação de provas documentais para
análise dos recursos, começam a valer a partir desta segunda-feira (6),
segundo o ministério.
Nos casos em que a pessoa apareça nos sistemas do governo como sócio de
empresa, será aceita a Certidão de Baixa de Inscrição no CNPJ, emitida
gratuitamente no site da Receita Federal, como prova de que a empresa
foi fechada.
"Confirmada a baixa da empresa, independente do ato ter ocorrido em
momento posterior à demissão, o recurso será deferido, atendidos aos
demais requisitos legais", diz o ministério em nota.
Para trabalhadores que aparecem como sócios de empresa não baixada, mas
que alegam ter saído da sociedade, será aceita certidão emitida pela
junta comercial ou pelo cartório de registro civil na qual conste sua
exclusão do quadro societário. O mesmo documento vale para quem declara
não receber renda, possuir participação ínfima nas contas ou nunca ter
feito parte da companhia.
Foram criados ainda critérios para ex-administradores, que não eram
sócios de empresa, nos casos em que a falência da companhia foi
decretada, mas ainda não tenha ocorrido baixa na Receita. "Comprovada a
alegação e atendidos os requisitos legais, o recurso será deferido,
independente da data do recurso ou da data de falência da entidade."
O ministério informou ainda que os recursos administrativos indeferidos
poderão ser reanalisados mediante solicitação do recorrente, sem
necessidade de cadastrar novo recurso.
A iniciativa foi feita em conjunto com a Defensoria Pública da União, a
CGU (Controladoria-Geral da União) e a AGU (Advocacia-Geral da União).
Resultado do Sisu já está disponível para consulta na internet
Nesta edição foram ofertadas 56.422 vagas, em 65 universidades federais e estaduais e institutos federais
PUBLICADO EM 06/06/16 - 08h42
Agência Brasil
O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre deste ano já está disponível para consulta na página do programa.
Para acessar o resultado o estudante precisa do número de inscrição no
Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e da senha.
O Sisu seleciona candidatos às vagas em universidades federais e
institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia com base na nota
do Enem.
A matrícula dos selecionados deverá ser feita entre os dias 10 e 14 de
junho. Quem não conseguiu uma vaga no ensino superior, poderá participar
da lista de espera, entre 6 e 17 de junho. Os candidatos na lista
começarão a ser convocados a partir do dia 23 de junho.
Nesta edição foram ofertadas 56.422 vagas, em 65 universidades federais e estaduais e institutos federais.
Puderam participar do Sisu os estudantes que fizeram o Exame Nacional
do Ensino Médio (Enem) de 2015 e não tiraram 0 na redação.
Ministro nega pedido para suspender reunião da comissão do impeachment
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),
Ricardo Lewandowski, negou pedido de parlamentares do PT para suspender a
sessão da comissão do Senado que julga o pedido de impeachment de Dilma
Rousseff.
PUBLICADO EM 06/06/16 - 16h23
AGÊNCIA BRASIL
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski,
negou nesta segunda-feira (6) pedido de parlamentares do PT para
suspender a sessão da comissão do Senado que julga o pedido de
impeachment da presidente afatastada Dilma Rousseff.
A reunião está marcada para 16h, quando os parlamentares devem definir o
calendário de trabalho da comissão. Senadores petistas queriam que
recursos de defesa fossem analisados antes da definição do plano de
trabalho.
O recurso foi decido por Lewandowski, porque o ministro atua no
processo de impeachment como instância recursal dos procedimentos
adotados pelo presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB).
O presidente do Supremo deve decidir ainda nesta segunda-feira os
recursos do senador Aluysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para reduzir o
número de testemunhas que a defesa dde Dilma poderá apresentar, além da
petição protocolada pelo advogado José Eduardo Cardozo, que constesta
prazo de cinco dias para apresentação das alegações finais da defesa. copiado http://www.otempo.com.br/c
Seguro desemprego tem nova regra para análise de recursos
As mudanças, entre elas a apresentação de provas
documentais para análise dos recursos, começam a valer a partir desta
segunda-feira (6), segundo o ministério
PUBLICADO EM 06/06/16 - 16h52
FOLHAPRESS
O Ministério do Trabalho quer agilizar a análise de recursos de trabalhadores que tiveram o pedido de seguro desemprego negado.
Na última quinta-feira (2), o ministério encaminhou às suas unidades e à
Caixa novas orientações que podem beneficiar pessoas identificadas como
sócias ou administradoras de empresas e que, por isso, tiveram o pedido
indeferido.
As mudanças, entre elas a apresentação de provas documentais para
análise dos recursos, começam a valer a partir desta segunda-feira (6),
segundo o ministério.
Nos casos em que a pessoa apareça nos sistemas do governo como sócio de
empresa, será aceita a Certidão de Baixa de Inscrição no CNPJ, emitida
gratuitamente no site da Receita Federal, como prova de que a empresa
foi fechada.
"Confirmada a baixa da empresa, independente do ato ter ocorrido em
momento posterior à demissão, o recurso será deferido, atendidos aos
demais requisitos legais", diz o ministério em nota.
Para trabalhadores que aparecem como sócios de empresa não baixada, mas
que alegam ter saído da sociedade, será aceita certidão emitida pela
junta comercial ou pelo cartório de registro civil na qual conste sua
exclusão do quadro societário. O mesmo documento vale para quem declara
não receber renda, possuir participação ínfima nas contas ou nunca ter
feito parte da companhia.
Foram criados ainda critérios para ex-administradores, que não eram
sócios de empresa, nos casos em que a falência da companhia foi
decretada, mas ainda não tenha ocorrido baixa na Receita. "Comprovada a
alegação e atendidos os requisitos legais, o recurso será deferido,
independente da data do recurso ou da data de falência da entidade."
O ministério informou ainda que os recursos administrativos indeferidos
poderão ser reanalisados mediante solicitação do recorrente, sem
necessidade de cadastrar novo recurso.
A iniciativa foi feita em conjunto com a Defensoria Pública da União, a
CGU (Controladoria-Geral da União) e a AGU (Advocacia-Geral da União). copiado http://www.otempo.com.br/c
O presidente interino Michel Temer mandou paralisar todas as nomeações
para diretorias e presidências de empresas estatais e de fundos de
pensão, enquanto a Câmara dos Deputados não aprovar os projetos que
limitam as indicações a pessoas com qualificação técnica. Em declaração à
imprensa, ele informou que esperará a votação das propostas, prevista
para ocorrer ainda esta semana.
Aprovados pelo Senado em abril, os projetos – um para as estatais e
outro para os fundos de pensão – determinam que as nomeações de
diretores, membros do conselho deliberativo e de presidentes desses
órgãos e empresas sigam critérios técnicos, de preferência com pessoas
do próprio quadro. Temer informou que, ontem à noite, falou com líderes
da Câmara, que lhe informaram que o Plenário da Casa vote as propostas
amanhã (7) ou quarta (8).
De acordo com o presidente interino, as nomeações segundo critérios
técnicos ajudarão a limitar os gastos públicos e a tornar mais
eficientes a gestão das estatais e dos fundos de pensão. “Se
conseguirmos aprovar os dois projetos ainda esta semana, teremos dado um
passo na configuração daquele propósito que expressamos em
pronunciamento que anteriormente fizemos”, declarou Temer.
copiado copiado http://www.otempo.com.br/c
Na véspera da votação do relatório que defende a cassação de Eduardo
Cunha (PMDB-RJ), o aliado Arthur Lira (PP-AL) entregou nesta
segunda-feira (6) à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) parecer que
será usado para tentar salvar o mandato do presidente afastado da
Câmara dos Deputados.
O parecer de Lira é uma resposta a uma consulta formulada pelo
presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), também aliado de
Cunha, sobre mudanças nas regras de cassação de mandato.
Como esperado por aliados de Cunha, todas as respostas dadas por Lira se aplicam de forma benéfica ao peemedebista.
O parecer de Lira deve ser votado pela CCJ, a principal comissão da
Casa, na terça-feira (7). No mesmo dia, o Conselho de Ética da Câmara
vota o parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que pede a cassação
do mandato de Cunha devido à acusação de que ele ocultou contas no
exterior abastecidas por propina do petrolão.
A consulta feita por Maranhão à CCJ fazia quatro perguntas: 1) Se no
caso de o Conselho de Ética decidir aplicar uma punição a um deputado, o
plenário da Câmara deve votar um parecer ou um projeto de resolução
vindo do Conselho; 2) se são admitidas emendas em plenário; 3) se essas
emendas podem prejudicar o acusado; e 4) se no caso de o plenário
rejeitar o projeto, é votado a denúncia original que pede a cassação ou
ela é automaticamente arquivada.
Lira pediu para ser o relator da consulta, de acordo com o presidente
da CCJ, Osmar Serraglio (PMDB-PR). O deputado de Alagoas nega.
O objetivo dos aliados de Cunha era o de que as respostas fossem a de
que a votação é do projeto, que cabe qualquer emenda desde que não
prejudique o acusado e que a rejeição do projeto não resulta na votação
da denúncia original, pela cassação.
Lira deu exatamente essas respostas, com destaque para a última, que se
aprovada sepulta de vez a possibilidade de o plenário da Câmara votar a
cassação de Cunha caso o Conselho de Ética aprove apenas uma punição
branda ao peemedebista.
"Rejeitado, pelo Plenário, o projeto de resolução destinado à aplicação
da penalidade, a respectiva proposição é simplesmente arquivada, com a
consequente absolvição do parlamentar processado", diz o texto assinado
por Lira.
A ação dos aliados de Cunha é uma das últimas tentativas de salvar o
mandato do peemedebista, afastado do cargo e do mandato pelo Supremo
Tribunal Federal, no dia 5 de maio, justamente sob o argumento de usar
seu poder para tentar barrar as investigações da Lava Jato e de seu
processo de cassação na Câmara.
O processo de cassação de Cunha já é o maior da história -deu início em
outubro de 2015- e tem sido marcado por sucessivas reviravoltas
patrocinadas por manobras de Cunha e de aliados.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e presidente do TSE
(Tribunal Superior Eleitoral), Gilmar Mendes, disse nesta segunda-feira
(6) que uma jurisprudência de um caso do governo de Roraima pode dar
pistas sobre como o TSE poderá julgar a cassação da chapa Dilma-Temer.
As contas da campanha de 2014 da presidente afastada Dilma Rousseff e
seu vice Michel Temer estão sob questionamento no TSE. O julgamento,
contudo, só deverá ocorrer em 2017, de acordo com o ministro.
No caso citado por Mendes, o ex-governador de Roraima Ottomar Pinto era
julgado por crime eleitoral, mas morreu durante o processo. Seu vice
assumiu e foi inocentado, porque o tribunal entendeu que o responsável
pelas contas é o titular da chapa.
"Essa é uma pista que se tem dessa matéria, mas será um novo caso, com novas configurações", disse o ministro.
Antes de fazer a ressalva, no entanto, Mendes havia dito que o TSE não
separa contas de presidente e vice, e que "a responsabilidade recai
sobre os dois". "Mas agora se coloca uma nova questão. Num cenário que o
impeachment venha a ser aceito, aí o processo teria que tramitar contra
ele, não mais contra a presidente Dilma", afirmou.
Padilha: Denúncia contra ministro do Turismo 'constrange' novo governo
Padilha disse que, antes da nomeação do novo
ministério, reuniu os candidatos e perguntou aos que foram citados na
Lava Jato se avaliavam que havia "algo a mais", e que só os nomeou
diante da negativa dos entrevistados
PUBLICADO EM 06/06/16 - 14h22
Folhapress
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou, nesta
segunda-feira (6), que "constrangem" o governo Temer as informações
reveladas pela 'Folha de S.Paulo' de que o novo ministro do Turismo,
Henrique Eduardo Alves, teria atuado para obter recursos desviados da
Petrobras em troca de favores para a empreiteira OAS, de acordo com o
procurador geral da República, Rodrigo Janot.
"Qualquer citação que possa ser negativa, eu não sou ingênuo, nem
nossos ouvintes nem ninguém, claro que constrange", disse, em entrevista
à rádio Gaúcha, de Porto Alegre, na manhã desta segunda (6).
Padilha repetiu o que disse à entrevista à 'Folha de S.Paulo' publicada
nesta segunda, que, antes da nomeação do novo ministério, reuniu os
candidatos e perguntou aos que foram citados na Lava Jato se avaliavam
que havia "algo a mais", e que só os nomeou diante da negativa dos
entrevistados.
Perguntado se a denúncia contra o titular do Turismo colocava o cargo
do ministro em xeque, Padilha se esquivou: "Eu não acho nada, quem acha é
o presidente Michel Temer." Ele afirmou que Temer vai decidir ainda
nesta segunda se Alves continua na pasta.
Em referência a Fátima Alves, suspeita de integrar uma "articulação
criminosa" e nomeada nova chefe da Secretaria Especial de Políticas Para
Mulheres, o ministro-chefe afirmou que ela não tomou posse porque o
governo ainda não concluiu uma "pesquisa" em relação a seus
antecedentes.
Ele exemplificou como funciona essa pesquisa: "Eliseu Padilha vai
receber um cargo importante no governo. O SNI, serviço de informação do
governo, GSI [Gabinete de Segurança Institucional], Advocacia Geral da
União, CGU [atual Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle],
dão uma olhada na vida da pessoa, vê se tem muitos problemas, que tipo
de problema tem, se a Lava Jato já pegou, não pegou. Se tem coisas desta
ordem, daí não deve tomar posse.", disse.
"Enquanto não se tem esta notícia, não se dá posse. Se surgir, tem uma
condenação criminal, ainda de primeiro grau, não toma posse, por óbvio,
não entra no governo. Tem processos crime por isso, por aquilo, de
função pública, também não toma posse. Então, estas são as orientações
do presidente", concluiu. Denúncia
Rodrigo Janot afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o ministro
do Turismo atuou para obter recursos desviados da Petrobras em troca de
favores para a empreiteira OAS.
Parte do dinheiro do esquema desbaratado pela Operação Lava Jato teria
abastecido a campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte em
2014, quando ele acabou derrotado.
Henrique Eduardo Alves disse em nota que todas as doações recebidas em
2014 foram registradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral.
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O meme aí de cima, do pessoal do Mídia Ninja, está atrasado.
Já são 58 dias sem pesquisas de popularidade de governo e governantes. A
última foi divulgada dia 9 de abril, uma semana antes...
O meme aí de cima, do pessoal do Mídia Ninja, está atrasado.
Já são 58 dias sem pesquisas de popularidade de governo e governantes. A última foi divulgada dia 9 de abril,
uma semana antes no “domingo da vergonha” que o país assistiu ao vivo,
aquele, do “sim pela mamãe, pelos meus filhinhos, pelos netos que eles
vão me dar” e murchou as orelhas da direita brasileira, tamanho o
vexame.
Mas não é normal que as pesquisas esperem, aguardem, não sejam feitas
um em cima das outras para justamente poderem registrar as mudanças na
opinião pública?
Não, elas hoje são feitas de forma sistemática, porque são elas que
dirigem muito do comportamento da mídia e dos agentes políticos.
É só ver como foram feitas este ano, antes da votação do impeachment.
Exceto pelo intervalo de dezembro e fevereiro (16 e 17 de dezembro
para 24-25 de fevereiro), o que se explica facilmente pela ocorrência
das festas de fim de ano e do carnaval neste intervalo, a frequência dos
levantamentos era muito mais veloz do que este longo hiato.
Em março, saiu um Datafolha com “campo” nos dias 17 e 18. Portanto, 21 dias após a pesquisa de fevereiro.
Os mesmos 21 dias de intervalo que a separaram da feita em abril, a derradeira.
Agora, o intervalo mais que dobrou.
Se não aparecerem em cinco dias, triplicará.
Está dando, como se dizia no meu tempo, “bandeira”.
Ou mostrando, como dizia o velho Brizola, que tem batata nesta chaleira.
Porque não dá para disfarçar mais que onde junta gente é “Fora, Temer!”.
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Embora a ofensiva para tentar – o que não se conseguiu até agora –
imputar a Dilma Rousseff, pessoalmente, qualquer gesto desonesto seja
imensa, é possível notar que pouco efeito faz além dos círculos...
Temer aposta em “não fazer marola”. Mas há um furacão a caminho
Embora a ofensiva para tentar – o que não se conseguiu até agora –
imputar a Dilma Rousseff, pessoalmente, qualquer gesto desonesto seja
imensa, é possível notar que pouco efeito faz além dos círculos de ódio.
Ao mesmo tempo, a espetacularização da ação policial e judicial vai,
por tabela, alcançando cada vez mais personagens do novo regime e estes,
sim, agora com efeito escandaloso.
É que – logo após o afastamento de Dilma escreveu-se aqui –
Temer agora é o “dono da lojinha” e, nessa função, não apenas fez pouco
ou nada que pudesse apontar numa mudança nas perspectivas econômicas e,
ao contrário, revelou muito para que se observe que seu governo é tão
ou mais afeito às práticas que se apontaram para derrubar a
antecessora.
Frequentemente, aliás, com os mesmos personagens ocupando a ribalta dos escândalos.
Temer governa para agradar os que os levaram ao poder e, como estes
foram os políticos – e a vasta lama que ao seu redor se acumula – e as
corporações de Estado, só o que se viu, de concreto, foi “alargar o
rombo” e distribuir benesses aos ministros dos tribunais superiores, na
cola dos quais vão os promotores e, claro, os deputados e senadores que
há tempos tiveram a esperteza de grudar seus vencimentos nos das
insuspeitas Excelências.
O diagnóstico de José Roberto de Toledo hoje, no Estadão, é implacável e perfeito:
O governo interino consegue conviver
com protestos nas avenidas Paulista e Atlântica. Mas tem pesadelos com a
imagem de uma Esplanada dos Ministérios tomada por servidores
enfurecidos – ou, pior, vazando documentos a repórteres e
procuradores. O plano do PMDB é manter Brasília satisfeita, mesmo que
para isso tenha que estrangular ainda mais o resto do Brasil.
Todo o restante é consequência.
Inclusive, e sobretudo os prazos para a votação do impeachment, a
distribuição de cargos para assegurar-se do resultado da votação, e os
caroços de azeitona que o ex-homem forte da economia, Henrique
Meirelles, vai tendo que engolir.
Vai encolhendo, claro, mas espera que possa de novo crescer quando,
aprovado o afastamento da presidenta, soltem-lhe a coleira para avançar
sobre direitos sociais.
O “pequeno” problema desta gente é que, ainda que garantido o poder –
e não está sendo fácil, apesar do lixo parlamentar e da cobertura de
artilharia da mídia – continuarão existindo um país e um povo,
desgraçadamente para o golpe, ambos imensos.
Temer tem a tática de “não fazer marola”. O que pode ser bom no
curto prazo, mas inútil quando se sabe que há um furacão chegando.
A jornalista Monica Bergamo, da Folha, entrevistou Dilma e ninguém a chamou de “chapa-branca” por isto.
Em qualquer lugar do mundo, uma presidente afastada num processo
tumultuado politicamente seria notícia e personagem de entrevistas a
TVs, jornais e revistas.
Aqui, salvo a solitária exceção de Bergamo, não.
A Folha anunciou a disposição do presidente reintegrado da TV Brasil
de realizar o jornalismo que a grande mídia não quer fazer, por
evidente razão política: a condenação de Dilma ao silêncio.
Foi o que bastou para agitar a matilha da direita.
“Como é que vão deixar aquela mulher falar?” é o complemento do “como
é o que vão deixar aquela mulher viajar/” e, até, como se viu hoje, “o como é que vão deixar aquela mulher comer?”
O site O antagonista, onde a presença de Diogo Mainardi dispensa maiores explicações sobre sua natureza, partiu para a figuração de uma operação de guerra.
Publica, às 15 horas, que “Ricardo Melo dá novo vexame. Ricardo
Melo está na redação da EBC. Aos berros, exige passagem aérea de São
Paulo para Brasília para que Luís Nassif entreviste Dilma Rousseff no
Palácio da Alvorada, amanhã, às 17h”.
Ocorre que, como você pode ver no cartão de embarque reproduzido
acima, Melo estava acabando de chegar em São Paulo, vindo de Brasília.
Os “meninos” da direita da direita, que não cabem nem na Veja, estão nervosos, à beira de um ataque de nervos.
Por que será?
copiado http://www.tijolaco.com.br/b
Estadão Conteúdo | Publicado em
O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim
Barbosa afirmou em seu Twitter que o Brasil só sairá da crise "com
eleições presidenciais ainda este ano". O ex-ministro fez as afirmações
em duas mensagens postadas em sua rede social na manhã deste sábado, 4.
Barbosa
citou em suas mensagens a Organização para Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE), que reúne 34 das mais importantes economias mundiais.
E mandou um recado direto para a presidente afastada Dilma Rousseff
(PT) e o presidente em exercício Michel Temer (PMDB).
"OCDE diz o
que eu venho dizendo em palestras: só sairemos dessa crise com eleições
presidenciais ainda este ano. Disse-o em 22/4 e 12/5", declarou o
ex-ministro. "Para que isso ocorresse, dois ilustres brasileiros teriam
que renunciar aos seus interesses pessoais e pensar no país: D Roussef e
M Temer."
Dilma se afastou da Presidência no dia 12 de maio, por
decisão do Senado. Ela vai ficar afastada 180 dias, período em que será
conduzido o processo de impeachment por crime de responsabilidade
atribuído à petista.
O governo interino de Michel Temer vem sendo
alvo de frequentes críticas. Nesta segunda-feira, 6, o jornal americano
The New York Times questionou em editorial o compromisso do peemedebista
de acabar com a corrupção e pede medidas concretas do novo governo e
sua equipe para combater as irregularidades. Uma destas medidas é
extinguir a imunidade de parlamentares e de ministros, descrita no texto
como "injustificável".
copiado http://massanews.com/noticias/politica
Estadão Conteúdo | Publicado em
O jornal americano The New York Times (NYT) questiona, em um
editorial publicado na edição desta segunda-feira, 6, o compromisso do
governo de Michel Temer para acabar com a corrupção e pede medidas
concretas do novo governo e sua equipe para combater as irregularidades.
Uma destas medidas é acabar com a imunidade de parlamentares e de
ministros, descrita no artigo como "injustificável".
"Não está
claro o quão longe Temer pretende ir para combater a corrupção. Se ele
for sério e quiser acabar com as suspeitas sobre a motivação para
remover Dilma Rousseff, seria inteligente defender o fim da imunidade
parlamentar para congressistas e ministros em casos de corrupção",
afirma o texto em sua conclusão.
O NYT começa o artigo, que
recebeu o título "A medalha de ouro do Brasil para a corrupção",
criticando o ministério de Temer, formado apenas por homens brancos, e
faz referência à ficha suja de alguns deles, mencionando que sete são
investigados pela Operação Lava Jato.
O avanço das investigações
já levou a queda de dois ministros, Romero Jucá, do Planejamento, e
Fabiano Silveira, da Transparência, em apenas poucos dias de governo,
ressalta o texto.
"As nomeações reforçaram as suspeitas de que o
afastamento temporário da presidente Dilma Rousseff no mês passado, por
acusações de maquiar ilegalmente as contas do governo, teve uma segunda
intenção: fazer as investigações (sobre corrupção) sumirem", afirma o
jornal.
Os recentes acontecimentos, destaca a publicação, forçaram
Temer a repetir várias vezes nos últimos dias que não atrapalharia as
investigações da Lava Jato, que "chacoalharam" a política do Brasil.
"Considerando as pessoas que Temer se cercou, a promessa parece vazia",
diz o texto.
Por isso, se o peemedebista pretende ganhar a
confiança dos brasileiros, incluindo parte da população que vê sua
chegada no poder como um golpe, precisa tomar "medidas concretas".
Uma
destas medidas é acabar com a imunidade parlamentar para políticos
envolvidos com corrupção. "Esta proteção injustificável claramente
permitiu uma cultura de corrupção e impunidade institucionalizada",
ressalta o editorial, destacando que, no Brasil, os políticos, incluindo
os parlamentares e o alto escalão do governo, contam com o foro
privilegiado e por isso não podem ser investigados pela Justiça comum.
O
texto cita ainda declarações recentes do juiz Sergio Moro, que comanda a
Operação Lava Jato, nas quais pede punição a crimes cometidos por
políticos. "Os esquemas de corrupção sistêmica são danosos porque têm
impacto na confiança nas leis e na democracia", afirmou o juiz em trecho
citado no editorial.
copiado http://massanews.com/noticias/politica
Presidente nacional do PT convoca a militância do partido para uma
"grande mobilização nacional do dia 10 de junho" contra o governo
interino de Michel Temer; o dirigente orienta ainda os petistas,
"sobretudo os que atuam diretamente no movimento sindical, a ajudarem na
preparação para uma greve geral contra o golpe, pelo fora Temer e por
nenhum direito a menos"; segundo ele, "em meio à campanha eleitoral e às
jornadas contra o golpe, a militância, nesse período, estará debatendo
diretrizes políticas para a atuação futura do PT"; petroleiros marcaram
para esta data greve geral de 24 horas contra ataques à Petrobras e
ameaças de perda dos direitos trabalhistas; categoria é contra a
nomeação de Pedro Parente
6 de Junho de 2016 às 11:57
247 – O presidente nacional do PT, Rui Falcão, clamou por uma "greve geral contra o golpe" em artigo semanal publicado
nesta segunda-feira 6 no site do PT e nas redes sociais. Ele também
convocou a militância a sair às ruas no dia 10 de junho em protesto
contra o governo interino de Michel Temer.
"Duas decisões importantes na mais recente reunião da Comissão
Executiva Nacional, realizada dia 31 de maio. A primeira, que dá
continuidade à nossa participação na luta contra o golpe do vice
usurpador, conclama a militância a empenhar-se para a grande mobilização
nacional do dia 10 de junho", escreve o dirigente petista.
"Nesse sentido, orienta os (as) petistas, sobretudo os que atuam
diretamente no movimento sindical a ajudarem na preparação para uma
greve geral contra o golpe, pelo fora Temer e por nenhum direito a
menos", prossegue Rui Falcão.
"Em meio à campanha eleitoral e às jornadas contra o golpe, que se
intensificam com a participação da presidenta Dilma e do Lula (veja a agenda completa no nosso site), a militância, nesse período, estará debatendo diretrizes políticas para a atuação futura do PT", finaliza o presidente do PT.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) marcou para esta data uma
greve geral de 24 horas contra ataques à Petrobras e ameaças de perda
dos direitos trabalhistas. A categoria se manifestou contra a nomeação de Pedro Parente para o comando da estatal.
Diante das novas delações e gravações vazadas da Lava Jato, o governo
interino de Michel Temer promete afastar nomes envolvidos no esquema de
corrupção da Petrobras; “Na Lava Jato, se aparecer alguém do governo,
já se sabe qual a posição do presidente: é que a pessoa deixe a equipe.
Portanto, [o governo] não será atingido diretamente de nenhuma forma,
fica preservado”, disse o ministro-chefe da Casa Civil; em outras
medidas defendidas pelo governo interino estão a revisão das regras para
exploração do pré-sal, a total abertura das empresas aéreas para grupos
estrangeiros e a possível liberação da compra de terras por
estrangeiros
6 de Junho de 2016 às 05:27
247 - Alvo central das novas delações e gravações
vazadas da Lava Jato, o PMDB de Michel Temer adotou uma nova postura
para não desestabilizar o governo interino. Segundo o ministro-chefe da
Casa Civil, quem for envolvido terá de entregar o cargo. “Na Lava Jato,
se aparecer alguém do governo, já se sabe qual a posição do presidente: é
que a pessoa deixe a equipe. Portanto, [o governo] não será atingido
diretamente de nenhuma forma, fica preservado”, disse ele, em entrevista
à "Folha de S. Paulo".
Depois de Romero Juca, que diz em gravação que o impeachment foi
motivado para frear a Lava Jato, outros ministros devem cair. O
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou um despacho recente
ao STF afirmando que o ministro do Turismo, Henrique Alves, se
beneficiou diretamente do esquema com a ajuda do deputado afastado
Eduardo Cunha.
Também na tentativa de melhorar a confiança na economia antes da
votação final do impeachment, Padilha afirma que o presidente interino
pretende lançar um pacote de "medidas de impacto" no curto prazo. “Para
geração de empregos e ativar a economia, com algum tipo de mecanismo
estimulante que não importe em subsídios”.
Entre as ideias, estão a revisão das regras para exploração do
pré-sal, a total abertura das empresas aéreas para grupos estrangeiros e
a possível liberação da compra de terras por estrangeiros.
Também diz que a reforma da previdência deve sair antes do final do
ano: “Se houver uma fórmula que se sustente sem idade mínima, vamos ver.
O exemplo mundial que temos dos sistemas bem-sucedidos inclui idade
mínima e crescente. É o caso que o Brasil terá de fazer," disse – leia aqui.
copiado http://www.brasil247.com/pt/247/economia/
18 de mai de 2016 - Autor: Rádio Gaúcha ... Ouça a entrevista de Eliseu Padilha no Gaúcha Atualidade. ... Ouça entrevista com o goleiro Alisson após empate.
Seguindo boletim do BC, melhora é de 0,1 ponto percentual
Focus: após PIB do 1º tri, analistas melhoram previsão para o ano
Pesquisa semanal do BC com o mercado piora expectativa de inflação
por Andrea Freitas
/
Atualizado
Fábrica da Peugeot Citroën, em Porto Real - Agência O Globo
RIO - Depois da divulgação de um desempenho da economia nos três
primeiros meses deste ano acima do que o esperado, o relatório semanal
Focus com analistas do mercado financeiro melhorou a previsão para o
Produto Interno Bruto (PIB) em 2016. Em vez de retração de 3,81%, a
expectativa é que a economia encolha um pouco menos, 3,71%. Por outro
lado, o levantamento feito pelo Banco Central (BC) piorou a expectativa
para a inflação deste ano, de 7,06% para 7,12%.
A
pesquisa do BC melhorou a previsão para o PIB de 2016 pela terceira
semana consecutiva. A melhora de 0,1 ponto percentual segue o anúncio
feito pelo IBGE na última quarta-feira de que a economia brasileira encolheu 0,3% no primeiro trimestre na comparação com os três últimos meses do ano passado. Embora este tenha sido o quinto resultado trimestral negativo seguido foi melhor do que o recuo de 0,8% esperado pelo mercado financeiro.
O Focus também melhorou a previsão para o PIB de 2017, mas de forma
mais expressiva do que a revisão feita para este ano. Em vez de expansão
de 0,55%, os analistas agora esperam que a economia cresça 0,85%. Foi a
segunda semana seguida de elevação da previsão.
Já a expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a
inflação oficial do país, piorou pela terceira semana seguida. Na pesquisa passada,
os analistas esperavam que a taxa chegasse ao fim deste ano em 7,06%.
Agora, esperam 7,12%. De acordo com o relatório, a taxa ficará mais um
ano acima da meta do governo, que é de 4,5%, podendo variar dois pontos
percentuais para cima ou para baixo. O IPCA referente a maio será
divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE.
Para 2017, a projeção foi mantida pela terceira vez seguida em 5,50%.
O resultado previsto está dentro do limite estipulado pelo governo, que
é de 6%, já que a meta também é 4,5%, mas a margem de tolerância foi
reduzida de dois pontos para cima ou para baixo para 1,5 ponto.
As previsões para taxa básica de juros, a Selic, para este ano e o
próximo foram mantidas sem alterações em relação à pesquisa anterior em
12,88% e 11,25%, respectivamente. Esta semana, o Comitê de Política
Monetária (Copom) se reúne para discutir a taxa de juros, que desde
julho do ano passado está em 14,25% ao ano. O banco Bradesco acredita
que a Selic vai seguir sem alteração.
Já a cotação esperada para o dólar no fim deste ano registrou alta
frente ao relatório da semana passada: subiu de R$ 3,65 para R$ 3,68.
Para o fim do ano que vem, a expectativa dos analistas em relação ao
preço da moeda americana foi mantida em R$ 3,85.
Ex-diretor internacional da Petrobras Nestor Cerveró apontou em
delação premiada na Lava Jato o pagamento de pelo menos R$ 564,1 milhões
em propina envolvendo negócios da estatal e de uma de suas
subsidiárias, a BR Distribuidora; segundo ele, o valor mais alto se
refere à aquisição pela Petrobras, em 2002, da empresa petrolífera
argentina Pérez Companc, que rendeu US$ 100 milhões em propina para
integrantes do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB); sem correção
monetária, a cifra chega a R$ 354 milhões; em nota, FHC defendeu o
ex-presidente da estatal Francisco Gros: “pessoa de reputação ilibada e
sem qualquer ligação político partidária”
6 de Junho de 2016 às 08:37
247 - O ex-diretor internacional da Petrobras Nestor
Cerveró apontou em delação premiada na Lava Jato o pagamento de pelo
menos R$ 564,1 milhões em propina envolvendo negócios da estatal e de
uma de suas subsidiárias, a BR Distribuidora.
Segundo ele, o valor mais alto se refere à aquisição pela Petrobras,
em 2002, da empresa petrolífera argentina Pérez Companc, que rendeu US$
100 milhões em propina para integrantes do governo Fernando Henrique
Cardoso (PSDB). Sem correção monetária, a cifra chega a R$ 354 milhões.
O ex-presidente FHC já se posicionou sobre a delação de Cerveró,
defendendo o ex-presidente da estatal Francisco Gros. “Na época o
presidente da Petrobras era Francisco Gros, pessoa de reputação ilibada e
sem qualquer ligação político partidária. Afirmações vagas como essa,
que se referem genericamente a um período no qual eu era presidente e a
um ex-presidente da Petrobras já falecido, sem especificar pessoas
envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que
permitam verificação”.
Leia aqui reportagem de André de Souza e Carolina Brígido.
copiado http://www.brasil247.com/pt/247/poder
Cerveró relatou propinas de mais de meio bilhão de reais desde 2002
Ex-diretor da Petrobras delata 11 políticos como beneficiários de esquema de corrupção
por André de Souza e Carolina Brígido
/
Atualizado
Nestor Cerveró relatou R$ 564,1 milhões em propina
- Jorge William/16-4-2014
BRASÍLIA — O ex-diretor internacional da Petrobras Nestor Cerveró
apontou o pagamento de pelo menos R$ 564,1 milhões em propina envolvendo
negócios da estatal e de uma de suas subsidiárias, a BR Distribuidora.
Onze políticos são nominalmente citados como beneficiários dos desvios.
Os detalhes estão na delação premiada de Cerveró, que está colaborando
com a Justiça em troca de redução da pena. A cifra deve ser maior, uma
vez que os valores não estão atualizados e não há informação de quanto
foi pago em propina em parte dos negócios com irregularidades.
Individualmente, o valor mais alto se refere à aquisição pela
Petrobras, em 2002, da empresa petrolífera argentina Pérez Companc.
Segundo ele, o negócio rendeu US$ 100 milhões em propina para
integrantes do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Usando o câmbio
de sexta-feira passada, mas sem correção monetária, a cifra chega a R$
354 milhões. INFOGRÁFICO:Os pagamentos de propina citados por Cerveró
Em
2007, outro negócio relativo à Pérez Companc voltaria a render propina,
segundo Cerveró. Foi durante a venda da Transener, principal linha de
energia que liga a Argentina de norte a sul e que era da Pérez Companc.
Em 2003, Nestor Kirchner assumiu a Presidência da Argentina e, segundo
Cerveró, fez pressão para a Petrobras vender a Transener. O negócio foi
fechado com um amigo de um ministro da administração Kirchner e rendeu
pelo menos US$ 300 mil (R$ 1,06 milhão) para Cerveró e outros US$ 300
mil para o lobista Fernando Antônio Falcão Soares, mais conhecido como
Fernando Baiano. Mas, segundo o próprio Cerveró, a maior parte da
propina ficou na Argentina.
De acordo com o ex-diretor da Petrobras, a compra da refinaria de
Pasadena, nos Estados Unidos, rendeu US$ 15 milhões (R$ 53,1 milhões) em
propina para o ex-senador Delcídio Amaral, Fernando Baiano e o
ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, entre
outros. Mais R$ 4 milhões foram pagos a Delcídio em razão da reforma da
refinaria. Em 2014, o Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que
Pasadena causou um prejuízo de US$ 792,3 milhões (R$ 2,804 bilhões) à
Petrobras.
A aquisição de sondas também levou ao pagamento de pelo menos US$ 24
milhões (R$ 84,96 milhões) em propina. Cerveró apontou como
beneficiários o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o
presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o senador Jader
Barbalho (PMDB-PA) e Delcídio, entre outros.
Segundo Cerveró, a compra de blocos de petróleo em Angola gerou
propinas de R$ 40 milhões a R$ 50 milhões para a campanha presidencial
do PT de 2006, quando Luiz Inácio Lula da Silva era candidato à
reeleição. O ex-diretor da Petrobras disse que obteve essa informação de
Manoel Vicente, presidente da Sonangol, empresa estatal de petróleo de
Angola. As negociações do lado brasileiro teriam sido conduzidas pelo
ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci.
Cerveró citou ainda várias propinas para Fernando Collor envolvendo
negócios da BR Distribuidora. Seriam pelo menos R$ 26 milhões. Em
algumas das negociações, porém, não há informação de valores. Ele também
falou de propina, mas sem entrar em detalhes, para a campanha de alguns
petistas, como Jaques Wagner, em 2006.
Além de propinas, Cerveró mencionou ingerências políticas, como a
interferência da ex-ministra Ideli Salvatti para que a BR Distribuidora
renegociasse uma dívida de R$ 90 milhões que a transportadora Dalçoquio
tinha com a estatal. Outro ponto da delação é o prejuízo de US$ 40
milhões (R$ 141,6 milhões) com a interrupção da obra da fábrica de
lubrificantes em Duque de Caxias (RJ). Disse ainda que o ex-ministro de
Minas e Energia Edison Lobão ordenou o fundo de pensão da estatal,
Petros, a investir no Banco BVA, que viria a falir.
Quando as primeiras informações da delação de Cerveró vieram a
público, o ex-presidente Fernando Henrique soltou nota defendendo o
ex-presidente da estatal Francisco Gros. “Na época o presidente da
Petrobras era Francisco Gros, pessoa de reputação ilibada e sem qualquer
ligação politico partidária. Afirmações vagas como essa, que se referem
genericamente a um período no qual eu era presidente e a um
ex-presidente da Petrobras já falecido, sem especificar pessoas
envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que
permitam verificação”.
O Instituto Lula sempre rechaçou todas as acusações vindas de
Cerveró, assim como o ex-ministro Jaques Wagner. Os presidentes do
Senado, Renan Calheiros, e o afastado da Câmara, Eduardo Cunha, negaram
ter recebido quaisquer vantagens indevidas. Os senadores Jader Barbalho e
Edison Lobão adotam a mesma posição em relação a Cerveró. O senador
Fernando Collor disse repudiar “os termos da delação que são
absolutamente inverídicos”. Ideli Salvatti disse que Cerveró “mente em
todas as suas declarações”. Apesar de ter feito delação premiada, o
ex-senador Delcídio Amaral afirmou à Polícia Federal não ter recebido
propinas.
copiado http://oglobo.globo.com/
Amanhã, provavelmente, caem mais duas “casquinhas” do governo
Michel Temer. O “devogado” geral da União que perdeu a ação que
reintegrou Ricardo Melo na presidência da EBC e – vejam que atentado ao
jornalismo...
Amanhã, provavelmente, caem mais duas “casquinhas” do governo Michel Temer.
O “devogado” geral da União que perdeu a ação que reintegrou Ricardo
Melo na presidência da EBC e – vejam que atentado ao jornalismo –
autorizou que a emissora fizesse uma entrevista com a presidenta
afastada.
Como se sabe, só emissoras comunistas como a CNN têm interesse em entrevistar Dilma.
Que, aliás, Temer quer que viaje apenas para Porto Alegre, embora do que gostaria mesmo era que ela fosse para a Sibéria.
A outra casca que cai é Fátima Pelaes, da agora subsub-Secretaria das Mulheres.
Temer foi informado de que a situação dela na justiça é difícil e já mandou livrarem-se dela.
Tem mais um na lista dos “prá-já”: Henrique Eduardo Alves.
Fica de fora deste processo o que vem ainda do furacão Sérgio Machado.
E do fundo de investimento controlado por seu filho Expedito “Did” Machado em Londres.
Alguém, já não me recordo quem, escreveu: será que Temer só escrevia
poesias a Marcela enquanto o partido que comandava enchia as burras?
Daí a importância da “maré” de denúncias contra Dilma, muitas beirando o ridículo.
E a correria para “fechar o caixão” do processo de impeachment.
Briton Richard Huckle jailed for Malaysia sex abuse
A British man has
been jailed for life after admitting 71 charges of sex abuse against
children in Malaysia aged between six months and 12 years old.
Police believe Richard Huckle, 30, from Ashford, Kent, abused up to 200 children from mainly poor communities.
The
Old Bailey judge described a 60-page paedophile manual Huckle wrote as a
"truly evil document" and said he must serve at least 23 years in jail.
A woman in the public gallery shouted; "1,000 deaths is too good for you".
In online posts, Huckle had bragged: "Impoverished kids are definitely much easier to seduce than middle-class Western kids."
Commenting
on one of his victims, he boasted: "I'd hit the jackpot, a 3yo girl as
loyal to me as my dog and nobody seemed to care." How abuser Richard Huckle was caught Malaysian reaction to Huckle's abuse
Paedophile's manual
He
presented himself as a practising Christian and first visited Malaysia
on a teaching gap year when he was 18 or 19. He then went on to groom
children while doing voluntary work.
Sentencing Huckle, Judge
Peter Rook QC said: "It is very rare indeed that a judge has to sentence
sexual offending by one person on such a scale as this."
He added that Huckle's life "revolved around your obsession with your own sexual gratification by child sex abuse".
"It
is also clear that, had you not been arrested, you planned to continue
the same lifestyle using the expertise that you were keen to show off to
and share with other abusers so as to continue your sexual exploitation
of the children of such communities," he said.
The freelance
photographer admitted the offences, which took place between 2006 and
2014, and was given 22 life sentences, with a minimum prison term of 23
years.
'No genuine remorse'
Investigators
found more than 20,000 indecent pictures and videos of his assaults on
children, which were shared with paedophiles worldwide through a website
hidden in the so-called dark web.
He even tried to make a
business out of his abuse by crowd-funding the release of the images and
was compiling a paedophile's manual at the time of his arrest by the
National Crime Agency in December 2014.
Ahead of his sentencing,
Huckle claimed to a psychiatrist that he wanted to put his "madness"
behind him and settle down with a south Indian woman.
But the
court was shown a posting from 2013 in which he outlined his plan to
marry one of his victims in order to help him abuse more children.
Judge Rook said: "In my view, you may well harbour feelings of regret but there is no feeling of genuine remorse in this case."
'Borders no barrier'
James
Traynor from the NCA's child exploitation and online protection command
said Huckle had "deliberately travelled to a part of the world where he
thought he could abuse vulnerable children without being caught".
"He
spent several years integrating himself into the community in which he
lived, making himself a trusted figure. But he abused that trust in the
worst possible way."
The NCA was able to use legislation that
allows UK nationals to be prosecuted in the UK for offences that have
been committed overseas.
The NCA has now referred itself to the police watchdog over the way it handled parts of its inquiry.
Huckle is known to have returned to the UK and attended two churches in Kent and London.
But
the BBC has learned that the NCA only contacted the churches - which
cannot be identified for legal reasons - last week, almost 18 months
after Huckle was first arrested.
It says it has now referred that
aspect of its investigation to the Independent Police Complaints
Commission to see if it could have improved its response.
Todo mundo já escreveu bobagens na vida, eu inclusive. Algumas, as
mais divertidas, nos tempos de faculdade, com uma turma de amigos que
amiga permanece até hoje chamavam-se ProduSSões Culturaes e eram
pregadas no...
O autorretrato “poético” do Governo Temer, nos versos de Michel Temer
Todo mundo já escreveu bobagens na vida, eu inclusive.
Algumas, as mais divertidas, nos tempos de faculdade, com uma turma de amigos que amiga permanece até hoje chamavam-se ProduSSões Culturaes e eram pregadas no mural da sala, onde se digladiavam dois grupos: o MAU, Movimento Anarquista Universitário e o BEM, Bloco de Extermínio ao MAU.
Óbvio que era, como se diz hoje, “zoação”, mas bom treino para a escrita e para a datilografia, arte obrigatória então.
Hoje, dei de cara com uma reportagem da Folha, de 2013 (juro, está aqui)sobre o livro de poesias de Michel Temer, do qual acabou ficando conhecida a irônica “Embarquei na tua nau/Sem rumo”.
Ali, há outras. Tudo muito ruim, um troço que chega a fazer duvidar
– mais ainda – da capacidade intelectual do mesoclítico ocupante da
cadeira presidencial.
Ninguém ali na sala do velho prédio da Escola de Comunicação da UFRJ –
que não por isso já foi hospício nos tempos do Imperador – , era capaz
de cometer tamanha porcaria pomposa. Nem no BEM, nem no MAU, se escrevia tão mal.
Mas o aprendizado faz com que a gente seja capaz de perceber quando um texto, mesmo ruim, tem verdades.
E, com o espírito gaiato da juventude, acabei de notar que Temer,
anos atrás, fez um autorretrato de seu governo, bastando um
ligeiríssimo copydesk no seu poema, trocando a primeira palavra, que era escrever, pelo que faz agora: governar. Ao que parece, com a mesma péssima qualidade, veja só:
Governar é expor-se.Revelar sua capacidadeOu incapacidade.E sua intimidade.Nas linhas e entrelinhas.Não teria sido mais útil silenciar?Deixar que saibam-te (sic) pelo que parece que és?Que desejo é este que te leva a desnudar-te?A desmascarar-te?Que compulsão é esta?O que buscas?Será a incapacidade de fazer coisas úteis?Mais objetivas?É por isso que procuras o subjetivo?Para quem a tua mensagem?Para ti?Para outrem?Não sei.Mais uma que faço sem saber por quê.
Nem nós, Michel, nem nós!
COPIADO http://www.tijolaco.com.br/blog/o-a