Síria abandona cimeira após críticas de Presidente egípcio

Não Alinhados em Teerão

Síria abandona cimeira após críticas de Presidente egípcio

por Texto da Agência Lusa, Publicado por Patrícia ViegasHoje
Presidente egípcio Mohamed Morsi
Presidente egípcio Mohamed Morsi Fotografia © Reuters
A delegação síria presente hoje em Teerão na Cimeira dos países Não-Alinhados abandonou a reunião durante o discurso do Presidente egípcio, Mohamed Morsi, que qualificou o regime sírio de "opressivo", noticiou a agência oficial egípcia.
"A delegação síria retirou-se quando o Presidente Morsi começou a discutir a questão síria", referiu a agência Mena.O primeiro Presidente civil egípcio eleito declarou perante a assembleia dos Não-Alinhados que a revolução no Egito foi um dos pilares da Primavera Árabe, começou poucos dias depois da Tunísia, foi seguida pela Líbia e pelo Iémen e hoje a revolução na Síria (visa) o regime opressivo" deste país."Os povos palestiniano e sírio querem a liberdade, a dignidade e a justiça", acrescentou Morsi, que efetua a primeira visita de um chefe de Estado egípcio a Teerão desde a rutura das relações diplomáticas entre os dois países há mais de 30 anos.O Irão é o principal aliado regional do regime de Bashar al-Assad, alvo de uma revolta popular desde março de 2011 que exige a saída do Presidente do poder, tal como a maioria dos países ocidentais e árabes. "O Egito está disposto a trabalhar com todas as partes para evitar que continue o derramamento de sangue", acrescentou Morsi. O conflito na Síria já provocou cerca de 25.000 mortos desde março de 2011, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
 COPIADO : http://www.dn.pt/

Mais de 100 polícias mortos em 20 meses

Honduras

Mais de 100 polícias mortos em 20 meses

por Lusa, publicado por Luís Manuel CabralHoje
Mais de 100 polícias mortos em 20 meses
Fotografia © Reuters
Nos últimos vinte meses foram mortos 102 polícias nas Honduras, informou hoje o comissário hondurenho dos Direitos Humanos, Ramón Custodio, que pediu ao Governo para investigar estas mortes, noticia a agência Efe.
Num relatório da comissão, Custodio indicou que as autoridades encarregues das investigações "desconhecem os responsáveis" por 90 por cento das mortes.
Criticou ainda "o alto grau de impunidade" gozado pelos autores "da maioria dos crimes cometidos contra os membros da polícia" das Honduras.
O comissário condenou o assassínio do polícia Julio César Casaleno, que morreu hoje na capital, no seguimento das feridas de bala, causadas pelo ataque de dois homens com armas de fogo.
Casaleno, que era jornalista e advogado, trabalhava no Departamento de Relações Públicas da Polícia de Trânsito e fazia um programa de televisão.
"Este ataque cometido contra um agente da polícia apenas reflete a situação geral de insegurança pública que se vive nas Honduras", assinalou Custodio.

Em 2011, este país registou uma taxa de homicídios de 86,5 por cada 100 mil habitantes.
As forças policiais das Honduras estão a ser objeto de uma depuração, desde novembro de 2011, devido ao envolvimento de agentes e oficiais em vários delitos, como crimes, tráfico de droga e roubo de automóveis.
Nos últimos três anos, a polícia foi alvo de mais de 5.500 denúncias relativas aos seus efetivos, acusados de homicídio, tráfico de droga, extorsão e sequestro.COPIADO : http://www.dn.pt/

Brasil e Suécia juntos para reduzir pobreza mundial

Diplomacia

Brasil e Suécia juntos para reduzir pobreza mundial

por Lusa, publicado por Luís Manuel CabralHoje

O Brasil e a Suécia assinaram terça-feira um memorando de entendimento para a criação de uma plataforma de parceria e diálogo sobre o desenvolvimento global, com o objetivo de reduzir a pobreza no mundo, informaram fontes oficiais.
De acordo com o memorando, a parceria terá como foco a redução da pobreza em países mais pobres, por meio de trabalhos conjuntos e troca de informações entre os dois países.
No texto, ambos os países reconhecem os sucessos internos alcançados; no caso do Brasil, no combate à pobreza em seu próprio território, e no da Suécia, pelo empenho com as Metas do Milénio e com programas multilaterais em Nações menos desenvolvidas.
Com a assinatura do documento, os dois países comprometem-se a realizar reuniões periódicas para definir um Plano de Ação conjunto.
O memorando foi assinado durante encontro do ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, Antônio Patriota, e da Suécia, Carl Bildt, em Estocolmo.
Na ocasião, os dois ministros reiteraram ainda o apoio a um acordo "ambicioso e equilibrado" entre a União Europeia e o Mercosul (Mercado Comum do Sul - formado por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela). COPIADO : http://www.dn.pt/

Paul Ryan diz que falta liderança na Casa Branca

Paul Ryan e a família
Candidato republicano a vice

Paul Ryan diz que falta liderança na Casa Branca


O candidato republicano a vice-presidente dos Estados Unidos, Paul Ryan, afirmou hoje que um "Governo limitado" será prioritário para uma administração Mitt Romney, divergindo das administrações Obama...
  • Mulher de Romney comove republicanos
  • Barack Obama joga com contra-programação
  • Mitt Romney alcança nomeação presidencial republicana

    Paul Ryan diz que falta liderança na Casa Branca

    por Texto da Agência Lusa, Publicado por Patrícia ViegasHoje
    Paul Ryan e a família
    Paul Ryan e a família Fotografia © Reuters
    O candidato republicano a vice-presidente dos Estados Unidos, Paul Ryan, afirmou hoje que um "Governo limitado" será prioritário para uma administração Mitt Romney, divergindo das administrações Obama e Bush reduzindo o peso do Estado na economia.
    O discurso de aceitação de Ryan, congressista escolhido por Romney para "número dois" da candidatura às presidenciais norte-americanas de novembro, foi o ponto alto da segunda noite de trabalhos da Convenção republicana, que decorre em Tampa, Florida, com tónica na falta de resultados da administração Obama a nível económico e financeiro."Num claro corte com os anos Obama, e francamente com os anos antes deste presidente [de George W. Bush], vamos manter a despesa federal a 20 por cento do PIB, o que é suficiente. A escolha é se impomos limites rígidos ao crescimento económico ou ao tamanho do Governo e nós escolhemos limitar o Governo", adiantou Ryan, na sua intervenção de cerca de 30 minutos.Como esperado, Ryan acusou a administração Obama de ineficiência no combate à crise económica e desemprego, por ter dado prioridade à reforma da lei dos cuidados de saúde, e de ter presidido ao maior aumento da dívida pública na história do país.Agora, disse, o presidente incumbente está "desesperado para manter o poder", recorrendo ao "medo e divisão" e a "atirar dinheiro ao ar", algo em que "tem experiência"."O que falta é liderança na Casa Branca", disse Ryan, lembrando uma entrevista em que Obama disse que o principal problema da sua administração era a comunicação."Depois de quatro anos sujeita à errância, a América precisa de uma reviravolta e a pessoa certa para isso é o governador Mitt Romney", O congressista, confirmado juntamente com Romney como candidatos do Partido durante a Convenção, prometeu resolver os "problemas económicos da nação", com "um plano para uma classe média mais forte, com o objetivo de criar 12 milhões de empregos nos próximos quatro anos".Ryan reiterou ainda a promessa de anular a lei de cuidados de saúde da administração Obama, caso Romney seja eleito.O ex-governador do Massachusetts chegou à noite a Tampa, regressado de um evento de campanha em Indianápolis, e assistiu à intervenção de Ryan no seu hotel.Romney fará o discurso de aceitação da nomeação na quinta-feira, em horário nobre nas televisões, na conclusão e ponto alto da Convenção, que decorre a 10 semanas das eleições de 06 de novembro.O tema da Convenção republicana é "Um Futuro Melhor", numa clara tentativa de colocar o foco sobre a falta de resultados da administração Obama em assuntos económicos, algo que é percebido como uma vantagem para Mitt Romney, que incansavelmente propala a importância da sua experiência no mundo dos negócios para resolver os problemas do país.No terceiro dia da Convenção, o Departamento do Comércio norte-americano anunciou que o crescimento económico nos Estados Unidos abrandou para 1,7 por cento no segundo trimestre.Outras atrações do penúltimo dia em Tampa foram o senador e ex-candidato presidencial em 2008 John McCain, a ex-secretária de Estado da administração Bush, Condolleeza Rice, e ainda dois dos principais candidatos à nomeação vice-presidencial Rob Portman, senador do Ohio, e Tim Pawlenty, ex-governador do Minnesota.As críticas à administração Obama foram uma constante durante a noite, tal como a mensagem de que os Estados Unidos podem "fazer melhor" do que nos últimos quatro anos, com políticas de menor intervenção governamental. Particular alvo de críticas foram as recentes declarações do presidente norte-americano defendendo o papel do Estado no sucesso empresarial, ao dizer que os empreendedores "não construíram" sozinhos o seu negócio. COPIADO : http://www.dn.pt/

Ban Ki-moon condena negação do Holocausto pelo Irã

Ban Ki-moon condena negação do Holocausto pelo Irã

TEERÃ (AFP)
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou com veemência o Irã pela negação do Holocausto e do direito de Israel a existir, em um discurso na presença das principais autoridades iranianas na reunião do Movimento de Países Não Alinhados em Teerã.
"Lamento firmemente qualquer ameaça de um Estado membro (da ONU) de destruir outro, ou os comentários ultrajantes que negam os fatos históricos como o Holocausto", declarou Ban, em uma referência às repetidas declarações dos dirigentes iranianos a respeito.
No mesmo discurso, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu ao Irã o cumprimento total das resoluções do Conselho de Segurança da ONU sobre seu programa nuclear.
"O Irã deve cumprir totalmente as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança e cooperar plenamente com a Agência Internacional de Energia Atômica" (AIEA), declarou Ban, antes de advertir sobre qualquer ativação da "espiral de violência" a respeito da questão nuclear iraniana.COPIADO :  http://www.afp.com/

Presidente egípcio denuncia regime opressivo da Síria

Presidente egípcio denuncia regime opressivo da Síria

TEERÃ (AFP)
O presidente egípcio, Mohamed Mursi, denunciou o "regime opressivo" da Síria em seu discurso, nesta quinta-feira, na reunião do Movimento dos Países Não Alinhados em Teerã, principal aliado de Damasco.
De acordo com agência oficial egípcia Mena, a delegação síria abandonou o local da reunião durante o discurso crítico de Mursi.
"A revolução no Egito era um pilar da Primavera Árabe, que começou poucos dias depois da Tunísia e foi seguida por Líbia e Iêmen, e atualmente a revolução na Síria aponta contra o regime opressivo deste país", afirmou Mursi.
O Irã é o principal apoio regional do regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, com uma aliança incondicional desde o início da revolta popular na Síria em março de 2011.
O governo iraniano é contrário a uma mudança de regime para solucionar a crise, ao contrário do Egito.
"O Egito está disposto a trabalhar com todas as partes para fazer com que o sangue pare de ser derramado", disse o presidente egípcio.
O conflito sírio deu a Mursi a oportunidade de estender a mão a Teerã, após 32 anos de relações difíceis entre os dois países, ao propor em meados de agosto a ideia de um comitê regional com, além do Egito e Irã, Arábia Saudita e Turquia para buscar uma solução à crise síria.COPIADO :  http://www.afp.com/

Irã não buscará a arma atômica, afirma Khamenei aos Não Alinhados

Irã não buscará a arma atômica, afirma Khamenei aos Não Alinhados

TEERÃ (AFP)
O Irã nunca buscará possuir a arma atômica, reafirmou nesta quinta-feira o guia supremo da República Islâmica, o aiatolá Ali Khamenei, ao declarar aberta a 16ª reunião dos Países Não Alinhados reunidos em Teerã.
O encontro dos países não alinhados foi inaugurado nesta quinta-feira na presença de 29 chefes de Estado e de Governo.
"O Irã não buscará jamais possuir a arma atômica", insistiu Khamenei.
Ao mesmo tempo, o guia iraniano reafirmou que o país "jamais renunciará ao direito do povo iraniano de utilizar a energia nuclear com fins pacíficos".
O evento, depois do qual o Irã assumirá por três anos a presidência do Movimento dos Países Não Alinhados (MPNA), é apresentado por Teerã como um importante êxito diplomático ante os países ocidentais que tentam, segundo o Irã, isolar o país no cenário internacional por seu polêmico programa nuclear.
O Irã espera revitalizar a organização, criada no período da Guerra Fria, para transformá-la em um contrapeso às grandes potências, principalmente os Estados Unidos.
COPIADO :  http://www.afp.com/

Venezuela investiga massacre de 80 ianomâmis por brasileiros



 0/08/2012 06h27 - Atualizado em 30/08/2012 07h03

Venezuela investiga massacre de 80 ianomâmis por brasileiros

Líder indígena diz que mineradores ilegais no país cometeram os crimes.
Ataque ocorreu após tentativa de estupro que teve resistência.

Da BBC
1 comentário
A Promotoria da Venezuela investiga um suposto massacre de índios ianomâmi em uma aldeia situada na fronteira com o Brasil, num caso em que garimpeiros brasileiros são apontados como suspeitos da morte de até 80 de pessoas.
O suposto massacre, segundo testemunhas e sobreviventes, teria sido desencadeado pela tentativa dos garimpeiros de estuprar mulheres indígenas.
Fotos de arquivo da tribo ianomâmi feitas pela ONG Survival International (Foto:  ONG Survival International)Fotos de arquivo da tribo ianomâmi feitas pela ONG Survival International (Foto: ONG Survival International)
A Promotoria Geral da Venezuela indicou nesta quarta-feira (29) uma comissão para investigar o suposto ataque, que teria sido cometido em julho, mas cujos detalhes só vieram à tona nos últimos dias.
De acordo com a ONG Survival International, os índios, que teriam encontrado os corpos carbonizados das supostas vítimas do massacre, só conseguiram reportar a ação muito tempo após ela ter sido cometida, já que os ianomâmi vivem em uma região isolada e as testemunhas levaram dias para chegar a pé até o povoamento mais próximo.
Histórico
Os ianomâmi são uma das maiores tribos relativamente isoladas da América do Sul. Vivem em florestas tropicais e em montanhas no norte do Brasil e no sul da Venezuela. No Brasil, seu território tem o dobro do tamanho da Suíça. Na Venezuela, os índios ianomâmis vivem em uma região de 8,2 milhões de hectares no Alto Orinoco. Juntas, as duas regiões formam o maior território indígena florestal em todo o mundo.
A denúncia sobre o suposto massacre ocorre no ano em que os indígenas celebram as duas décadas de criação do território ianomâmi no Brasil. Em março deste ano, o líder ianomâmi Davi Kopenawa havia alertado a ONU, em Genebra, sobre os perigos trazidos pela mineração ilegal, colocando a vida de indígenas em risco, principalmente em tribos isoladas, e contribuindo para a destruição da floresta e a poluição de rios.
''Testemunhas que conversaram com os três sobreviventes do ataque contaram que a comunidade irotatheri foi atacada e que ali vivem aproximadamente 80 pessoas. Esse é o número de mortos com o qual estamos trabalhando, mas esse dado ainda não foi confirmado', disse à BBC Mundo Luis Shatiwë, secretário-executivo da organização ianomâmi Horonami.
Especialistas que conhecem a região e a realidade das comunidades pediram cautela e advertiram sobre a dificuldade em verificar-se a precisão das denúncias, em parte pelo fato de que é complicado o acesso à zona conhecida como Alto Orinoco.
'Corpos carbonizados'
Ainda segundo o relato de Luis Shatiwë, 'no último dia 5 de julho, um grupo de garimpeiros queimou a aldeia irothatheri. Em seguida, três visitantes chegaram à comunidade e encontraram os corpos carbonizados''.
''Ao tomarem outro caminho para voltar, os visitantes encontraram três sobreviventes no meio da selva, que narraram que os garimpeiros pretendiam abusar sexualmente de mulheres ianomâmis. Diante da resistência dos ianomâmis, que conseguiram resgatar as jovens, os mineiros começaram a murmurar e a se organizar para matar e destruir a comunidade. Foi assim que o ataque ocorreu'', afirmou Shatiwë.
''Os três sobreviventes disseram que não podiam abandonar a aldeia, já que tinham ali os corpos sem vida de seus entes queridos. E pediram aos visitantes que transmitissem a informação ao exterior e pedissem ajuda. Assim começou o itinerário de volta, que culminou nesta semana, com a apresentação da denúncia formal do massacre perante as autoridades de Puerto Ayacucho (na Venezuela)'', contou Shatiwë.
A denúncia foi apresentada perante a Promotoria-Geral e a Defensoria Popular, em Puerto Ayachucho, e também perante a 52ª Brigada de Guarnição Militar, que registrou os depoimentos.
Incursões de garimpeiros
Em entrevista à BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC), a antropóloga Hortensia Caballero disse que a ação ilegal dos garimpeiros brasileiros na região ocorre desde o final dos anos 1980.
Em 1993, uma incursão de garimpeiros da comunidade Haximú, em território venezuelano, levou à morte de 16 índios ianmoami.
''Foi nesse momento que o Estado Venezuelano começou a se envolver, quando se deu conta de que a matança havia ocorrido em seu território. Um grupo de direitos humanos com sede em Puerto Ayacucho fez uma denúncia perante a Comissão Interamericana por julgar que governo venezulano atuava de forma negligente, e a comissão deu razão aos ianomâmis'', afirmou a antropóloga.
Em 1999, o governo da Venezuela assinou um acordo no qual se comprometeu a implementar e financiar um programa de saúde para o povo ianomâmi e a firmar um acordo com o governo do Brasil com o intuito de promover a vigilância e a repressão à mineração ilegal.
Um advogado que trabalhou com organizações indígenas no Estado do Amazonas, na Venezuela, e que prefere manter anonimato devido ao temor de represálias, disse à BBC Mundo que teme que as incursões de mineiros ilegais em áreas indígenas estejam se intensificando.
''Devido à subida do ouro, existe uma incursão muito forte de mineração ilegal em toda a zona, e, com ela, todo um sistema de delinquência organizada, que vai além da área ianomâmi e se propaga por todo o Estado.'
A Venezuela conta com cerca de 15 mil índios ianomami no Estado do Amazonas e outra parte no Estado de Bolívar. Os indígenas estão distribuídos ao longo de 200 comunidades, que mantêm práticas tradicionais de caça, pesca, coleta, ritos fúnebres, mitos e cosmologia.

Polícia ouve três suspeitos de matar delegado do DHPP em SP

30/08/2012 06h49 - Atualizado em 30/08/2012 07h15

Polícia ouve três suspeitos de matar delegado do DHPP em SP

Crime aconteceu na noite desta quarta-feira, em Itaquera, na Zona Leste.
Câmeras da casa da vítima e de imóveis vizinhos ajudam na investigação.

Do G1 SP
A Polícia Civil ouvia no início da manhã desta quinta-feira (30) três suspeitos de participar do assassinato do delegado Euclides Batista de Souza, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo. O crime aconteceu na noite dests quarta (29), em Itaquera, na Zona Leste da capital, em frente à casa da vítima.
Câmeras de segurança instaladas na casa do delegado e em imóveis vizinhos ajudaram a polícia a chegar aos suspeitos. Dois deles teriam aparecido nas imagens.
Um morador alertou à Polícia Militar, por volta de 23h30, que um homem baleado estava caído na Rua B.B. Varela, em Itaquera. Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima tinha ao menos um ferimento na cabeça.

O delegado foi levado ao Pronto-Socorro do Hospital Santa Marcelina, na mesma região.

Five Australian soldiers killed in Afghanistan


  30 August 2012 Last updated at 08:01 GMT

Five Australian soldiers killed in Afghanistan

Australia Prime Minister Julia Gillard in the Cook Islands Ms Gillard has left a forum in the Cook Islands to return to Australia
Five Australian soldiers have been killed in Afghanistan in two separate incidents, defence officials say.
Three soldiers were killed by a man in Afghan army uniform in Uruzgan province on Wednesday, the latest in a series of so-called "green-on-blue" attacks.
In a separate incident, two others were killed in a helicopter crash in Helmand province on Thursday.
PM Julia Gillard said that "in a war of so many losses this is our single worst day in Afghanistan".
Ms Gillard has left the Cook Islands, where she was attending the Pacific Islands Forum, to return to Australia.
"In the wake of this news, I have made the judgement call that it is appropriate for me to return," she told reporters before she left.
The BBC's Quentin Sommerville in Kabul says Nato insists its strategy in Afghanistan is still on track, but a central plank of its plan is that foreign soldiers will serve alongside and train Afghans for many years to come.
That may not be realistic, given the ever increasing number of Afghan forces who turn their weapons on their foreign allies, our correspondent says.
Search ongoing Acting defence force chief Mark Binskin said the families of the soldiers had been notified.
"Australia has lost five men today. They are soldiers who were committed to serving our nation," Air Marshall Binskin told a press conference in Canberra.

Australian troops in Afghanistan

  • Average of 1,550 Australian Defence Force personnel annually
  • Main focus is training and mentoring Afghan army in Uruzgan
  • Thirty-eight soldiers killed since February 2002
  • Three soldiers died on 29 October 2011 in a "green-on-blue" incident
  • Three soldiers died on 21 June 2010 in a helicopter crash
Source: Department of Defence
The green-on-blue incident is currently under investigation, said an International Security Assistance Force (Isaf) statement. A search was underway for the man, who fled the scene.
Air Marshall Binskin said the man opened fire at close quarters when the three soldiers were relaxing at the end of their day, also injuring two other soldiers.
He said that the three soldiers - aged 40, 23 and 21 - were based at the Gallipoli Barracks in Brisbane.
The two other Australian soldiers who died, aged 30 and 23, were special forces personnel. They were killed when an Isaf helicopter crashed while attempting to land in Helmand, he said.
"There is no indication of any reaction causing that crash," Air Marshall Binskin said.
Thirty-eight soldiers from the Australian Defence Force have been killed in Afghanistan since 2002.
'Vetting process' About 1,500 Australian soldiers are based in Uruzgan province as part of the Nato's Isaf troops. Nato is training Afghan troops ahead of its pullout by the end of next year.
Afghan army soldiers on patrol (file image from 21 May 2012) Afghan troops are being trained ahead of a Nato pullout by the end of next year
The term green-on-blue comes from the colour-coding systems used by the US military.
Currently, approximately 130,000 (blue) Nato troops are fighting insurgents in Afghanistan alongside 350,000 (green) Afghans.
Some 45 coalition troops have died in more than 30 green-on-blue attacks this year. Most of the victims of the green-on-blue attacks have been American.
The Taliban has been actively recruiting members of the Afghan security forces, publicly announcing that insider attacks were a central part of their strategy against Nato forces.
This month the most senior US military officer, Gen Martin Dempsey, chairman of the US Joint Chiefs of Staff, visited Afghanistan to discuss the rising number of attacks.
He said: "We have an eight-step vetting process that's been in place in earnest for about a year, but we haven't turned the corner on the trend."copy :  http://www.bbc.co.uk

Egypt condemns 'oppressive' Syria sparking walkout

30 August 2012 Last updated at 10:10 GMT

Syria 'walkout' amid Egypt attackDelegates at the Non-Aligned Movement summit in Tehran, Iran (30 Aug 2012)

Egypt's president Mohamed Mursi hits out at the "oppressive" Syrian regime at a summit in Iran, reportedly sparking a walkout by the Syrian delegation.
  • Egypt-Iran: Enemies or new friends?
  • Viewpoint: Is the Movement relevant?
  • Iran seeks to reap summit rewards
  • Viewpoint: Syrian set for long conflict
  • Profile: Non-Aligned Movement

    Egypt condemns 'oppressive' Syria sparking walkout

    Delegates at the Non-Aligned Movement summit in Tehran, Iran (30 Aug 2012) Syrian delegates walked out of the summit as Mr Mursi began speaking about Syria, reports said

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    Egypt's president has told a summit of the Non-Aligned Movement (Nam) that the Syrian uprising is a "revolution against an oppressive regime".
    Mohammed Mursi, making the first visit to Iran by an Egyptian leader since 1979, said the movement had an "ethical duty" to support the uprising.
    His comments prompted a walkout by the Syrian delegation, reports said.
    The Nam summit, which represents 120 countries, will also discuss human rights and nuclear disarmament.
    Mr Mursi used his speech to tell delegates: "Our solidarity with the struggle of the Syrian people against an oppressive regime that has lost its legitimacy is an ethical duty as it is a political and strategic necessity."

    Non-Aligned Movement

    • Formed in 1961, originally an alliance of newly independent Afro-Asian states
    • Currently 120 members, comprising nations ostensibly unaligned with the major world powers
    • Aims to represent the political, economic and cultural interests of the developing world
    "We all have to announce our full solidarity with the struggle of those seeking freedom and justice in Syria, and translate this sympathy into a clear political vision that supports a peaceful transition to a democratic system of rule that reflects the demands of the Syrian people for freedom."
    "Egypt is ready to work with all to stop the bloodshed," he said.
    His description of the uprising differs from Iran, which is one of the few remaining allies of embattled Syrian President Bashar al-Assad and has been accused by the US of training militia in Syria to reinforce Mr Assad's forces.
    The Syrian government says it is fighting to protect its people against terrorists and its delegation walked out as Mr Mursi began to speak about the conflict.
    UN Secretary General Ban Ki-moon, who is at the summit, met Iran's Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei and President Mahmoud Ahmadinejad on Wednesday and urged them to "really reach out to the Syrian leadership and impress on them the really urgent need to stop the violence", his spokesman said.
    But the website of Ayatollah Khamenei said the Supreme Leader told Mr Ban in their meeting that the solution to the crisis was halting the trafficking of weapons to Syrian rebel fighters.
    He said it was "natural" for there to be weapons in the hands of the Syrian government, because it was conducting an official military like any other country.
    UN Secretary General Ban Ki-moon and Iranian President Mahmoud Ahmadinejad in Tehran (29 Aug 2012) Earlier, Mr Ban made frank remarks about Iran's human rights record during his visit
    Mr Mursi's visit is the first by an Egyptian leader since the 1979 Islamic Revolution, when Iran cut ties with President Anwar Sadat's administration over its signing of a peace treaty with Israel.
    Mr Ban's acceptance of Tehran's invitation has been described by the US State Department as "strange".
    But the South Korean has not shied from drawing attention to the Islamic Republic's human rights record.
    In a press conference, seated next to the speaker of Iran's parliament and one of the country's most powerful politicians, he told reporters that he had "serious concerns" about human rights in Iran.
    'Overt dictatorship' Nuclear disarmament is also on the agenda of the talks and in his speech to delegates on Thursday, Ayatollah Khamenei said that, contrary to the view held in the West, Iran "is never seeking nuclear weapons".
    He said such weapons were "a major and unforgivable sin", but that Iran would "never give up the right to peaceful nuclear energy".
    He said sanctions imposed on Iran because of its nuclear programme "not only do not and will not paralyse us, but have made our steps steadier and elevated our resolve and boosted our confidence in our assessments".
    The ayatollah also criticised the "illogical" structure of the United Nations Security Council, saying it enabled the US to impose its "bullying manner" on the world, Reuters reports.
    "The UN Security Council has an irrational, unjust and utterly undemocratic structure, and this is an overt dictatorship," he said, while denying that UN-imposed sanctions had had any effect on Iran
copy :  http://www.bbc.co.uk

ASSISTA AO VIVO: começa sessão da CPI para ouvir dono da Delta


 
 
 
AO VIVO: começa sessão da CPI para ouvir dono da Delta
Cavendish pode se calar. Ex-diretor da Dersa, Paulo Preto também é esperado.
 
AO VIVO: começa sessão da CPI para ouvir dono da Delta
Cavendish pode se calar. Ex-diretor da Dersa, Paulo Preto também é esperado.

CPI do Cachoeira

A CPI do Cachoeira recebe nesta quarta-feira (29) Fernando Cavendish e Paulo Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto

acompanhe…
11:06 "Falamos da casa do Perillo, de várias secretarias envolvendo esquema do Cachoeira, e agora o irmão do governador Marconi Perillo servindo como tráfico de influência."
11:03 Sobre a crítica de Jilmar Tatto, disse que deu a declaração "com tristeza". "E quando dei a declaração foi em função do que irmão dele [Marconi Perillo, governador de Goiás]. [...] E falo com tristeza porque é triste um terceiro partido do país estar envolvido em maracutaia."
11:02 O líder do PT, Jilmar Tatto, disse que faz "avaliação positiva" da CPI. "Essa CPMI fez com que, por exemplo, em nenhum momento pudesse houver a manobra da cassação do senador Demóstenes. Está conseguindo apurar através da análise dos sigilos o crime organizado do Carlinhos Cachoeira."
10:55 O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) criticou declarações do líder do PT, Jilmar Tatto, que, segundo o tucano, foram dadas ao jornal "Valor Econômico". "Percebemos por parte de alguns busca de perseguição partidária. A declaração foi extremamente infeliz. Ele diz 'A CPMI do ponto de vista político cumpriu seu papel em fazer sangrar o PSDB'. Para o PT, prorrogar é continuar sangrando a CPI", criticou Sávio.
10:52 Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, será o primeiro a falar, informou Vital do Rêgo.
10:52 O senador Randolfe Rodrigues disse também que é importante a inclusão de Gilmar no programa de proteção à testemunha. Afirmou que há "necessidade" de a comissão apreciar os oito requerimentos ainda não votados sobre empresas de fachada que receberam recursos da empreiteira Delta. Ele pediu esclarecimentos sobre a ordem de depoimentos.
10:51 O presidente da CPI, Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse que a empresária Roseli Pantoja pediu proteção policial porque diz estar sofrendo ameaças.
10:49 O deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) pediu que a comissão vote o requerimento para ouvir o contador Gilmar Carvalho Moraes, que já afirmou estar disposto a depor à CPI e disse ter sido ameaçado pelo grupo de Cachoeira. "Acho importante que seja convocado ainda hoje", afirmou Macris.
10:43 O G1 começa agora a transmissão em tempo real da CPI do Cachoeira, que investiga as relações entre agentes públicos e empresas com o bicheiro goiano. A CPI vai receber nesta quarta-feira (29) Fernando Cavendish, ex-presidente da empreiteira Delta, e Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, estatal rodoviária do governo de São Paulo.
19:03
Vice-presidente da CPI encerrou a sessão. O G1 agradece a todos nesta transmissão em tempo real.

19:01 Assad foi dispensado. Os parlamentares agora discutem questões administrativas da CPI.
19:01 Vice-presidente da CPi disse que vai dispensar Adir Assad, diante da recuda em responder às perguntas.
18:55 Assad diz que vai exercer seu direito de permanecer calado.
18:50 Os parlamentares agora vão chamar o empresário Adir Assad, segundo depoente do dia.
18:50 Termina o depoimento de Pagot.
18:40 Havia uma parte de empresários que não queria me ver de forma alguma dentro do Dnit", disse Pagot.
, ex-diretor do DnitLuiz Antônio Pagot
18:33
Randolfe Rodrigues (PSOl-AP) diz que há um documento que mostra o envolvimento de agentes públicos e parlamentares com irregularidades no Dnit. O dcumento é assinado por um movimento chamado "Brasil Ficha Limpa". Ele perguntou se o documento poderia ser uma boa pista para investigação da CPI e Pagot respondeu afirmativamente.

18:06
O deputado Odair Cunha (PT-MG) reclamou do questionamento de alguns parlamentares de que Pagot não colaborou com a CPI, no sentido de trazer novidades para as investigações. "Se vem [o depoente] é criticado. Se não vem, é criticado também", disse Odair

17:59 Senador Pedro Simon (PMDB-RS) fala neste momento na CPI. Simon diz que fizeram uma injustiça com Pagot, não dando chances para ele se defender
 COPIADO :  http://g1.globo.com/

Água ultrapassa dique na Louisiana por chuvas de Isaac e começam evacuações

Água ultrapassa dique na Louisiana por chuvas de Isaac e começam evacuações

NUEVA ORLEANS (AFP)
Depois de uma inundação repentina provocada pelo furacão Isaac, os habitantes do condado de Plaquemines, no litoral da Louisiana, ao sul de Nova Orleans, tiveram de ser evacuados nesta quarta-feira, segundo as autoridades locais.
As águas que ultrapassaram um dique atingiram rapidamente uma altura de 3,6 metros em algumas casas de uma área residencial, indicou ao canal CNN Billy Nungesser, administrador do condado.
Plaquemines Parish está localizado em uma língua de terra o delta do Mississipi, junto ao Golfo do México.
"O volume de água levado pelas rajadas de ventos passam por cima do dique e o destroi", explicou Nungesser, acrescentando que independente do panorama, mesmo que o dique resisita, a zona acabará completamente inundada.
Metade dos 2.000 habitantes da localidade já haviam abandonado antes da chegada do furacão, assinalou Nungesser.
O funcionário acrescentou que outra zona contígua, que não foi afetada pelo devastador furacão Katrina em 29 de agosto de 2005, desta vez se encontra abaixo do 1,5 metros de água.
COPIADO http://www.afp.com


Egypt activists urge justice for civilians jailed by army courts

Egypt activists urge justice for civilians jailed by army courts

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CAIRO | Wed Aug 29, 2012 10:01am EDT
(Reuters) - Mohamed Fawzy was just 21 when he was jailed by an Egyptian military court for 25 years, accused of stealing refrigerators.
"Since his arrest last year, I have been exhausted and hysterical," said his mother Sabreya Fahmy, choking back tears. "I could kneel at the president's feet to bring me back my innocent son."
At least 12,000 civilians have gone before army courts in the security vacuum that followed the fall of Egyptian leader Hosni Mubarak, according to the campaign group No to Military Trials, and at least 5,000 are still in jail.
Many of those jailed were arrested in the protests that erupted during the 18 months an interim military government was in charge in Egypt, and some have even been tried since civilian President Mohamed Mursi took office in June.
Mursi has pardoned 630 civilians on the recommendation of a committee he formed to study the cases of 2,165 prisoners. The committee said the cases of the remaining prisoners needed to be investigated further.
Activists want the remainder to be released or at least referred to civilian courts for retrials. Until Mursi acts, they say, his claim to champion the cause of last year's Arab Spring uprising will be open to question.
"It is shameful that President Mursi, who rose to power because of these civilians' struggle and the time they are spending in jail, is sitting in his palace eating with his family, while we have no clue what has become of the people inside those prisons," said prominent activist Ahmed Domma.
They also say the situation is a direct - and dangerous - challenge to Mursi, Egypt's first elected head of state in 5,000 years. Mursi earlier this month dismissed the country's top generals in a bold show of power after 60 years of military leadership.
"The military is still continuing to sentence people and use military tribunals as if it is saying to the president you are not the only one in power," said Salma Abdel-Gelil, a member of No to Military Trials.
Activists have long complained that military trials were used by Mubarak to secure convictions that might not have been possible in more open and accountable civilian courts.
A QUESTION OF PRIORITIES
Mursi and the Muslim Brotherhood, the socially conservative movement from which he hails, came late to the uprising against Mubarak that was begun by liberal and left-wing activists.
While voicing the same commitment to democracy as those of revolutionaries, and pressing the army to stick to its timetable for elections, the Brotherhood generally avoided direct confrontation with the generals when they were temporarily in charge.
To its critics, the Brotherhood has shown more dedication to the pursuit of power than to human rights and the rule of law.
"The track record of the Brothers during this period is characterized by promises broken and silence in the face of abuses, such as military trials for civilians and the application of the emergency law for most of the SCAF's tenure," Michael Wahid Hanna of The Century Foundation wrote in Foreign Policy, referring to the Supreme Council of the Armed Forces.
"The Brothers, in tandem with the SCAF, also sought to tarnish those intent on continuing the protest movement through mass mobilization and public actions," he said.
Mubarak's overthrow and the election of Mursi has transformed Egypt's stale politics. But many Egyptians say the unreformed security forces still disregard the basic rights of citizens.
Activists say the use of torture by security officials is still common, though officials in the past have routinely denied such practices are routine and say any allegations of torture are properly investigated.
"WE WERE LUCKY"
Karim El Kennany, a member of the Egyptian Social Democratic Party, said he was detained and beaten last month on charges of insulting an army council member during a demonstration near the house of a general in Cairo.
"We were just standing silently holding up posters about the constitution," said Kennany, 26. "On my way home some plainclothes men tied my arms, blindfolded me and threw me to the ground. They just kept beating us, unthinkingly.
"We found ourselves on a floor of a civilian jail that housed dangerous criminals. The truth is we found among those criminals more humanity than the officers and informants.
"We were lucky that our party backed us and helped us, but there are thousands inside those jails that nobody knows anything about," said Kennany.
On August 12, Mursi pensioned off Field Marshal Hussein Tantawi, Mubarak's defense minister for 20 years, replaced the chief of staff and cancelled constitutional provisions that conferred wide powers on the army leadership.
The move gave Mursi powers rivaling those of Mubarak. It also removed any doubt that he would be able to release or retry the detainees facing military trial.
"It gives us new grounds to push for all our demands," said Abdel-Gelil of No to Military Trials. "Now he has the legislative and executive power to take the actions he should have taken from the start."
Campaigners say a new constitution being prepared must bar military courts from trying civilians - a practice employed under Mubarak to muzzle Islamists and other political opponents.
At the moment, an army decree still allows troops to arrest civilians on drug charges or on the vague crime of "thuggery".
Mohamed El Zarea, a rights lawyer and member of the committee Mursi appointed to review the military trial cases, said the body would recommend a civil retrial of all the civilian cases it is handling when it issues its final report, due by the end of August.
Critics of the process say the committee risks overlooking the many others detained by the army in often chaotic and arbitrary round-ups.
Others say Mursi seems to be looking after his political allies first; last month he pardoned at least 17 Islamists jailed for militancy during the Mubarak era.
"Mursi is biased because the youth in those jails are not part of his political current," said Samir Ghattas, head of the Middle East Forum, a Cairo-based think tank dealing with regional issues.
(Additional reporting by Tom Pfeiffer; Editing by Sonya Hepinstall) COPY http://www.reuters.com

500,000 Without Power as Isaac Hits Louisiana

500,000 Without Power as Isaac Hits Louisiana


Utility companies say more than 500,000 have lost power as Hurricane Isaac moves through southeast Louisiana, bringing wind, rain and flooding.
Most of the outages Wednesday are in areas around New Orleans as Isaac lashes the area with 80 mph winds.
The Category 1 hurricane has pushed water over a rural levee to flood some homes, knocked out power and immersed beach-front roads in Louisiana and Mississippi as it makes a drenching slog inland from the Gulf of Mexico.
Wind gusts of more than 60 mph and sheets of rain pelted New Orleans, where people braced themselves for the storm behind levees that were strengthened after the much stronger Hurricane Katrina hit seven years ago to the day.

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Governo pode reduzir a conta de luz em 10%

Palácio do Planalto elabora plano de redução dos custos da energia elétrica. Redução da tarifa para a indústria pode ser, em média, de 20%, diz jornal

Torre de energia
Técnico trabalha em torre de energia. Governo quer reduzir as tarifas para aquecer economia (ThinkStock)
O plano de redução dos custos de energia elétrica, que pode ser anunciado no mês de setembro, prevê um corte médio de 10% nas contas dos consumidores domésticos e de 20% nas dos industriais, informa o jornal Folha de S. Paulo.
Para bater o martelo sobre o tamanho da redução, o governo estuda ainda o quanto irá deixar de ganhar com a receita de tributos que seriam cortados para reduzir o custo da energia elétrica.
Leia mais: Indefinição sobre desoneração emperra pacote do setor elétrico
Dilma decide renovar concessões do setor elétrico
Governo quer mais conteúdo local para equipamentos e serviços voltados à energia
Ainda segundo o jornal, a avaliação final deve acontecer após o fechamento do projeto do Orçamento da União, que será enviado ao Congresso no final deste mês.
O Planalto prevê que o estímulo possa dar ânimo à produção industrial e à economia, para que o país possa ter, no ano que vem, crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de ao menos 4%.
Redução – A nova conta de luz, já com a redução, passaria a vigorar em 2013 e iria ao encontro de uma das principais reclamações dos empresários, que reclamam – não sem razão – do preço da eletricidade brasileira em comparação ao dos outros países. COPIADO : http://veja.abril.com.br

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Peluso vota nesta 4ª às vésperas da aposentadoria

Supremo abre hoje a 16ª sessão do julgamento do mensalão. E o ministro será o sétimo a apresentar seu voto - que pode, até mesmo, ter a íntegra antecipada

Delta: estranha resistência

Delta: estranha resistência

Jornal do BrasilMarcelo Auler, de Brasília
Uma história contada por Luiz Antônio Pagot no depoimento que prestou à CPMI do Senado não ficou esclarecida: a resistência da Delta Construtora em iniciar a construção do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro, que ligará a BR-101 (em Manilha) à Itaguaí, cruzando duas rodovias de acesso à cidade (Rio-Belo Horizonte e Rio-São Paulo).
Como narrou Pagot, após vencer a licitação e conquistar a construção do Arco Rodoviário, incompreensivelmente a construtora não instalou seu canteiro para começar a obra para, até, poder cobrar pelos serviços.
Na explicação dele, a Delta apresentava diversas dificuldades: problemas da jazida – apesar delas estarem previstas no projeto original –  e até questões arqueológicas. Tudo, no fundo, não passava de postergação.
Como diretor do Dnit, Pagot pressionava a superintendência fluminense do órgão para notificar a empresa e, após duas notificações, convocar a segunda colocada na licitação para assumir a construção.
Ele, porém, caiu do cargo sem conseguir fazer com que a Delta desse início à obra, nem entender o motivo real da postergação. Hoje, ele não sabe em que pé está a situação. 
Tags: arco rodoviário, delta, itaguaí, manilha, obra, Rio de Janeiro, rodovia

copiado : http://www.jb.com.br/informe-

Lições de pornografia

País - Sociedade Aberta

Lições de pornografia 

Jornal do BrasilWander Lourenço*
Em agradável palestra discorríamos sobre as curiosidades da vida literária brasileira, pouco antes de iniciarmos a filmagem da segunda parte do documentário Dom Quixote dos pampas sobre o acadêmico Carlos Nejar, que nos recebera em sua residência, na Urca. Dizia eu ao poeta gaúcho que, quiçá, a maior de todas elas seria a morte de Machado de Assis e o nascimento de Guimarães Rosa, em 1908. Entretanto, adverti que outra incrível coincidência era o fato de que dois escritores nordestinos considerados pornográficos, Nelson Rodrigues e Jorge Amado, brotaram do ventre materno em 1912.
Não obstante o cenário do genial teatrólogo pernambucano tenha sido o Rio de Janeiro da década de 40 e o do romancista das fazendas de cacau o território adubado pelo sangue das emboscadas das Terras do sem fim; além do cenário da cidade de São Salvador imortalizada pelo pitoresco erotismo e miscigenação deTeresa Batista cansada de guerra e Dona Flor e seus dois maridos. É verdade que a data e região de nascituro não lhes possibilitaram a proximidade de âmbito ficcional e ideológico, uma vez que são autores distintos em suas opções políticas e literárias, que, no entanto, se igualam pelo rótulo da pornografia.
Diz que o baiano romântico e sensual se notabilizara por capturar o imaginário pátrio através das figuras sedutoras ao estilo de Tieta e Gabriela, enquanto que o autor de Bonitinha mas ordinária vinculou a alma do subúrbio carioca às obsessões sexuais extraídas de sua fértil imaginação pautada pelo patético da condição humana. Foi então que observei ao cinegrafista e editor Curt Ponce que, mesmo não se celebrizando como ficcionista, não só por se utilizar da paisagem urbana, Nelson Rodrigues encarnaria o espírito machadiano em seu clássico Vestido de noiva.
Foi então que afirmei ao Nejar que a história de um natimorto, Alaíde, até certo ponto poderia ser considerada uma espécie de versão teatral de Memórias póstumas de Brás Cubas, com elementos narrativos que, em pleno ápice realista em se tratando de Machado de Assis, antecedem o surrealismo de Buñuel e Breton. Isto sem dizer que, para além do cientificismo naturalista, a ideia fixa do memorialista Cubas pode-se fazer demonstrar pelas obsessões patológicas das figuras dramáticas inventadas por Rodrigues.
É fato que o dublê de teatrólogo ainda tentara se aventurar no ofício dramatúrgico com a investida sobre Castro Alves; contudo, Amado se equilibra na cobiçada corda da posteridade ao se utilizar de uma popularesca brasilidade calcada no retrato de malandros, pescadores e prostitutas, a causar desprezo (ou inveja?) aos desdenhosos e satíricos modernistas de São Paulo. Sobre este ponto inclusive, em seu Dicionário de apelidos dos escritores da literatura brasileira, o gramático e filólogo Claudio Cezar Henriques aponta que o criador de Jubiabá fora alcunhado, por Oswald, de “Rasputin de Linha Reta”; e de “Pai João das Letras”, por Mário de Andrade.
Apesar de não dialogar com a concepção de um sincretismo religioso e étnico, o dramaturgo Nelson Rodrigues se aproveita da popularidade obtida pela reação ao exame do grotesco que aguça a sua ira e criatividade, a ponto de escrever peças como Álbum de família, Bonitinha mas ordinária Sete gatinhos. Porém, por vezes, nota-se que nestes registros a preocupação estética se posiciona aquém da proposital agressividade contra a hipocrisia de uma sociedade arcaica e decadente.
Ainda que outras abordagens rodrigueanas esbarrem na psicanálise mítica, a erotização do discurso que se arvora em diferentes fórmulas de análise o impele à condição de gênio maldito, a se inventariar ora pelo escândalo da prostituição caseira e familiar; ora pela desestabilização da união matrimonial. Tal constatação se apercebe em Anjo negro, Toda nudez será castigada e Perdoa por me traíres que, em síntese, pode se traduzir pela magistral condição de adultério: “A esposa desiludida é uma grande mulher”.
Por fim, se parte de um país retrógrado e moralista não consente as lições de pornografia ministradas por Nelson Rodrigues e Jorge Amado, pode-se imaginar que, supostamente, a consagração de seus libertinos manuscritos se eternize; seja pelo incondicional aplauso de uma plateia a esbanjar êxtase e indignação; seja pelo silêncio cúmplice e sestroso, propositado pela instigante leitura de uma cena de Gabriela cravo e canela a subir pelos telhados da memória brasileira.
* Wander Lourenço de Oliveira, doutor em letras pela UFF, é escritor e professor universitário. Seus livros mais recentes são ‘O enigma Diadorim’ (Nitpress) e ‘Antologia teatral’ (Ed. Macabéa). - wanderlourenco.
Tags: aberta, coluna, lourenço, Sociedade, wander
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