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Sexta-feira, 014 de Outubro de 2011
Pesquisas alavancadas nas mudanças na medicina do Brasil e do mundo.
Outubro 2011
Macacos sentem e movem objetos virtuais usando apenas seus cérebros
Estudo publicado na revista Nature faz parte do Projeto Walk Again, cujas novas etapas ocorrem no Brasil, no IINN-ELS
O laboratório de neurociências da Universidade de Duke, dos EUA, concluiu a segunda e penúltima etapa do Projeto Walk Again, cuja meta é fazer um jovem paraplégico dar o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014. Pela primeira vez dois macacos conseguiram identificar a textura de objetos virtuais, além de mover um avatar usando somente a atividade do cérebro. Esta demonstração aconteceu em via de mão dupla, ou seja, entre o cérebro de um primata e um corpo virtual. O estudo foi publicado dia 5 de setembro, pela revista científica Nature.
O Projeto Walk Again, liderado por Miguel Nicolelis, é uma organização internacional, consórcio sem fins lucrativos, criada por uma equipe de cientistas brasileiros, americanos, suíços e alemães, que visa restaurar a mobilidade de corpo inteiro para os pacientes tetraplégicos. Para tanto é utilizada uma interface cérebro-máquina-cérebro, implementada em conjunto com um exoesqueleto robótico de corpo inteiro. A partir de 2012, o projeto será desenvolvido no Brasil, pela equipe do Instituto de Neurociências de Natal Edmond e Lilly Safra (IINN-ELS). A ideia é que o projeto seja concluído no Brasil, na cidade de Natal.
Os macacos, sem mover nenhuma parte do seu corpo real, usaram a atividade elétrica de seus cérebros para dirigir as mãos virtuais de um avatar até a superfície de objetos virtuais. Em contato, eles foram capazes de diferenciar as suas texturas, expressas como padrões de sinais elétricos, transmitidos por minuto para os cérebros dos macacos. Três diferentes padrões elétricos correspondiam a cada uma das três texturas de objetos diferentes.
Pelo fato de nenhuma parte do corpo real dos animais ter sido envolvida na operação desta interface cérebro-máquina-cérebro, esses experimentos sugerem que, no futuro, pacientes severamente paralisados devido a uma lesão da medula espinhal poderão tirar proveito desta tecnologia. E isto acontecerá não só para recuperar mobilidade, mas também para ter o sentido do tato restaurado. “Com a nova etapa do estudo concluída, será possível a pacientes tetraplégicos aproveitar essa tecnologia não apenas para mover seus braços e mãos e voltar a andar, mas também para sentir a textura de objetos colocados em suas mãos, ou ter experiência com as superfícies do terreno sobre o qual eles passeiam com a ajuda de um exoesqueleto robótico", disse Nicolelis.
A interação entre o cérebro e um avatar virtual foi totalmente independente do corpo real do animal, pois os macacos não mexeram os braços nem as mãos de verdade. Eles sequer usaram sua pele real para tocar os objetos e identificar a sua textura. É quase como a criação de um novo canal sensorial, por meio do qual o cérebro pode continuar a processar a informação que até o experimento não eram mais capazes de realizar.
"O sucesso notável com primatas não-humanos é o que nos faz acreditar que os humanos poderão realizar a mesma tarefa com muito mais facilidade no futuro próximo", disse Nicolelis. "Esperamos que nos próximos anos, esta tecnologia ajude a restaurar uma vida mais autônoma para muitos pacientes que estão atualmente bloqueados, sem a capacidade de se mover ou ter qualquer sensação tátil", explica o neurocientista.
Os resultados fornecem novas evidências de que é possível criar um exoesqueleto robótico, para que pacientes paralisados possam explorar e receber feedbacks do mundo exterior. Tal exoesqueleto será diretamente controlado pela atividade cerebral voluntária do paciente, a fim de permitir que este se mova de forma autônoma. Simultaneamente, sensores distribuídos em todo o exoesqueleto geram um tipo de feedback tátil necessário para o cérebro identificar a textura, a forma e a temperatura dos objetos, assim como muitas características da superfície sobre a qual os pacientes andam.
O estudo teve como autores, além do Dr. Miguel Nicolelis, Joseph E. O'Doherty, Mikhail A. Lebedev, Peter J. IFFT, Katie Z. Zhuang, todos do Centro de Neurociência da Universidade de Duke, e Shokur Solaiman e Hannes Bleuler, da Escola Politécnica Federal da Lausanne (EPFL), em Lausanne, Suíça. Este trabalho foi financiado pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA.
Assista ao filme
Publicado : http://www.natalneuro.org.br
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Sexta-feira, 014 de Outubro de 2011
Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra
(IINN-ELS)
Graças à generosa doação provida pela sra. Lily Safra (a maior na história da ciência brasileira) e às parcerias com instituições públicas e privadas estamos nos aproximando do objetivo de transformar o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra em um centro de referência mundial de pesquisa biomédica, educação científica e um paradigma de desenvolvimento socioeconômico no Rio Grande do Norte.
Visão
No Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra, acreditamos que a produção e disseminação do conhecimento científico são forças propulsoras importantes para o progresso social e econômico de países em desenvolvimento como o Brasil. Essa idéia é baseada não somente nas importantes contribuições econômicas que a expansão da produção científica propicia a esses países, mas também na convicção de que o crescimento da prática científica de alto nível, com seus princípios éticos, pode ter um papel determinante na formação cultural das futuras gerações de brasileiros.
Missão
A principal missão do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS) é promover a realização e o crescimento da pesquisa científica de ponta que pode contribuir para o desenvolvimento educacional, social e econômico do Rio Grande do Norte e de toda região nordeste do Brasil. Por isso, todos os programas de pesquisa desenvolvidos no IINN-ELS estão vinculados em iniciativas sociais e educacionais que visam a assistir à população das cidades de Natal, Macaíba e circunvizinhanças. Esses programas concentram-se principalmente no desenvolvimento e na educação da criança, e na atenção primária a saúde da mulher. Esperamos que no futuro o IINN-ELS seja um catalisador para o desenvolvimento de iniciativas econômicas baseadas no conhecimento, que favoreçam um crescimento sustentável e ecologicamente equilibrado na região nordeste do Brasil.
Vista interna do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra
Clique aqui para ver mais fotos do IINN-ELS
Desenvolvimento
O desejo de fazer da ciência um agente de transformação social e educacional e a certeza de que a produção científica de alto nível deve ser disseminada por todo o país foram determinantes na decisão de estabelecer o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra fora dos principais centros econômicos e de produção científica do país (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais).
Com um IDH/renda de apenas 0,636 e uma taxa de analfabetismo de 34% (de acordo com os dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD), a cidade de Macaíba, no Rio Grande do Norte, foi intencionalmente escolhida como sede da maioria das instalações e dos projetos do IINN-ELS.
Nosso objetivo a longo prazo é, sobretudo, contribuir com o processo de minimização das desigualdades sociais e econômicas entre o nordeste e as regiões mais desenvolvidas do sul do país, descentralizando a produção e a disseminação do conhecimento, e tornando a educação científica qualificada acessível às crianças das escolas públicas do Rio Grande do Norte.
Investimento
A neurociência moderna está gerando uma variedade de novas terapias e tecnologias. Juntos, esses novos produtos constituirão uma indústria revolucionária, a chamada “indústria do cérebro”, que certamente trará um profundo impacto na sociedade. Desde membros mecânicos controlados diretamente pelo pensamento até novos tratamentos para a doença de Parkinson, uma série de achados e descobertas científicas apontam para um futuro muito promissor da neurociência. De fato, mais de 500 empresas, somente nos EUA, estão concentrando suas pesquisas nas diversas maneiras de tratar doenças neurológicas. Essas empresas vêm investindo em pesquisa de ponta e desenvolvimento tecnológico desde o início dos anos 90. Nosso propósito é trazer esse novo campo de desenvolvimento industrial ao Brasil e criar joint-ventures entre o IINN-ELS e lideranças internacionais interessadas em investir na criação e no desenvolvimento da “Indústria Brasileira do Cérebro”.
Intercâmbio de Idéias
Como integrante de uma rede internacional de grandes instituições científicas patrocinadas pela “International Neuroscience Network Foundation”, o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra recebe regularmente pesquisadores do mundo inteiro interessados em participar dos programas de doutorado e pós-doutorado, sabáticos e cursos internacionais ministrados por neurocientistas de grande prestígio internacional.
Sexta-feira, 014 de Outubro de 2011
Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra
(IINN-ELS)
Graças à generosa doação provida pela sra. Lily Safra (a maior na história da ciência brasileira) e às parcerias com instituições públicas e privadas estamos nos aproximando do objetivo de transformar o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra em um centro de referência mundial de pesquisa biomédica, educação científica e um paradigma de desenvolvimento socioeconômico no Rio Grande do Norte.
Visão
No Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra, acreditamos que a produção e disseminação do conhecimento científico são forças propulsoras importantes para o progresso social e econômico de países em desenvolvimento como o Brasil. Essa idéia é baseada não somente nas importantes contribuições econômicas que a expansão da produção científica propicia a esses países, mas também na convicção de que o crescimento da prática científica de alto nível, com seus princípios éticos, pode ter um papel determinante na formação cultural das futuras gerações de brasileiros.
Missão
A principal missão do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS) é promover a realização e o crescimento da pesquisa científica de ponta que pode contribuir para o desenvolvimento educacional, social e econômico do Rio Grande do Norte e de toda região nordeste do Brasil. Por isso, todos os programas de pesquisa desenvolvidos no IINN-ELS estão vinculados em iniciativas sociais e educacionais que visam a assistir à população das cidades de Natal, Macaíba e circunvizinhanças. Esses programas concentram-se principalmente no desenvolvimento e na educação da criança, e na atenção primária a saúde da mulher. Esperamos que no futuro o IINN-ELS seja um catalisador para o desenvolvimento de iniciativas econômicas baseadas no conhecimento, que favoreçam um crescimento sustentável e ecologicamente equilibrado na região nordeste do Brasil.
Vista interna do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra
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Desenvolvimento
O desejo de fazer da ciência um agente de transformação social e educacional e a certeza de que a produção científica de alto nível deve ser disseminada por todo o país foram determinantes na decisão de estabelecer o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra fora dos principais centros econômicos e de produção científica do país (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais).
Com um IDH/renda de apenas 0,636 e uma taxa de analfabetismo de 34% (de acordo com os dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD), a cidade de Macaíba, no Rio Grande do Norte, foi intencionalmente escolhida como sede da maioria das instalações e dos projetos do IINN-ELS.
Nosso objetivo a longo prazo é, sobretudo, contribuir com o processo de minimização das desigualdades sociais e econômicas entre o nordeste e as regiões mais desenvolvidas do sul do país, descentralizando a produção e a disseminação do conhecimento, e tornando a educação científica qualificada acessível às crianças das escolas públicas do Rio Grande do Norte.
Investimento
A neurociência moderna está gerando uma variedade de novas terapias e tecnologias. Juntos, esses novos produtos constituirão uma indústria revolucionária, a chamada “indústria do cérebro”, que certamente trará um profundo impacto na sociedade. Desde membros mecânicos controlados diretamente pelo pensamento até novos tratamentos para a doença de Parkinson, uma série de achados e descobertas científicas apontam para um futuro muito promissor da neurociência. De fato, mais de 500 empresas, somente nos EUA, estão concentrando suas pesquisas nas diversas maneiras de tratar doenças neurológicas. Essas empresas vêm investindo em pesquisa de ponta e desenvolvimento tecnológico desde o início dos anos 90. Nosso propósito é trazer esse novo campo de desenvolvimento industrial ao Brasil e criar joint-ventures entre o IINN-ELS e lideranças internacionais interessadas em investir na criação e no desenvolvimento da “Indústria Brasileira do Cérebro”.
Intercâmbio de Idéias
Como integrante de uma rede internacional de grandes instituições científicas patrocinadas pela “International Neuroscience Network Foundation”, o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra recebe regularmente pesquisadores do mundo inteiro interessados em participar dos programas de doutorado e pós-doutorado, sabáticos e cursos internacionais ministrados por neurocientistas de grande prestígio internacional.
http://www.blogdobg.com.br/2011/08/acredite-se-quiser-professores-nao-vao-mais-poder-comer-merenda-nas-escola-se-comer-podera-ser-preso/
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Acredite se quiser. Professores não vão mais poder comer merenda nas escolas. Se comer, poderá ser preso…
26agosto
Se já não bastassem as péssimas condições de trabalho, baixos salários, alunos desmotivados, falta de estrutura e recursos para serem usados em salas de aulas, agora os professores da rede estadual de ensino têm outra preocupação: a alimentação. Os educadores estão sendo orientados a não comer a merenda escolar que é destinada aos alunos.
A Recomendação Conjunta Nº 001/2011 é do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MP/RN), por meio da 78ª Promotoria de Justiça da Comarca de Natal, e o Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN).
Os órgãos recomendam aos gestores das escolas estaduais do RN que, atendendo aos Princípios da Legalidade e da Eficiência do Serviço Público (Constituição Federal, art. 37, caput), apliquem estritamente os recursos oriundos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para a aquisição de gêneros alimentícios destinados à alimentação escolar dos alunos da educação básica pública, em atendimento aos ditames da Lei nº 11.947/2009, devendo-se tomar todas as medidas de gestão necessárias para evitar o indesejado desperdício de alimentos, proibindo-se, em qualquer caso, o uso destes em prol de terceiros não abrangidos pelo PNAE.
Quem descumprir a recomendação está sujeito a pena de responsabilização criminal e administrativa.
Segundo o MP/RN e MPF/RN, o valor per capita da alimentação escolar repassado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) é baixo e o Estado do RN não repassa às instituições escolares os recursos destinados à alimentação de servidores público e trabalhadores terceirizados.
O cumprimento da Lei 11.947/2009 foi discutido em uma reunião na segunda-feira passada, 22, em Natal em que participaram os titulares de todas as 16 Diretorias Regionais de Educação (16ª DIREDs) do Estado.
A diretora da 12ª Dired, Magali Delfino, disse que o clima foi de apreensão entre os diretores. “A reunião durou um tempo a mais que o previsto e teve momentos de discussão mais calorosos. Eu sei que não vai ser fácil os gestores das escolas chegarem para os funcionários e dizerem que eles não podem mais comer a merenda escolar dos alunos. Vamos conversar com os professores, explicar que não é nada contra eles, mas é questão de lei e tem que ser cumprida”, explica.
Aos poucos, os servidores estão sendo comunicados da proibição e a insatisfação tem tomado de conta dos ambientes de trabalho. O coordenador regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE), Rômulo Arnaud, lamentou a proibição.
“Eu achei um excesso de cuidado desnecessário do Ministério Público. Na educação pública tem tantos outros problemas, várias outras questões mais importantes como falta de professores, salas de aulas precárias, para se preocupar”, relata.
O educador afirma que os professores são conscientes de que a alimentação é destinada aos estudantes. “Claro que a gente sabe que a merenda é para os alunos. Mas a quantidade as vezes é muita ou os alunos não comem e acaba sobrando. O professor não come antes do aluno. Ele come quando sobra”, argumentou. Ele lamenta a possibilidade dos alimentos irem para o lixo a partir de agora.
Fonte Gazeta do Oeste/Blog Estudantes do RN
Acredite se quiser. Professores não vão mais poder comer merenda nas escolas. Se comer, poderá ser preso…
26agosto
Se já não bastassem as péssimas condições de trabalho, baixos salários, alunos desmotivados, falta de estrutura e recursos para serem usados em salas de aulas, agora os professores da rede estadual de ensino têm outra preocupação: a alimentação. Os educadores estão sendo orientados a não comer a merenda escolar que é destinada aos alunos.
A Recomendação Conjunta Nº 001/2011 é do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MP/RN), por meio da 78ª Promotoria de Justiça da Comarca de Natal, e o Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN).
Os órgãos recomendam aos gestores das escolas estaduais do RN que, atendendo aos Princípios da Legalidade e da Eficiência do Serviço Público (Constituição Federal, art. 37, caput), apliquem estritamente os recursos oriundos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para a aquisição de gêneros alimentícios destinados à alimentação escolar dos alunos da educação básica pública, em atendimento aos ditames da Lei nº 11.947/2009, devendo-se tomar todas as medidas de gestão necessárias para evitar o indesejado desperdício de alimentos, proibindo-se, em qualquer caso, o uso destes em prol de terceiros não abrangidos pelo PNAE.
Quem descumprir a recomendação está sujeito a pena de responsabilização criminal e administrativa.
Segundo o MP/RN e MPF/RN, o valor per capita da alimentação escolar repassado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) é baixo e o Estado do RN não repassa às instituições escolares os recursos destinados à alimentação de servidores público e trabalhadores terceirizados.
O cumprimento da Lei 11.947/2009 foi discutido em uma reunião na segunda-feira passada, 22, em Natal em que participaram os titulares de todas as 16 Diretorias Regionais de Educação (16ª DIREDs) do Estado.
A diretora da 12ª Dired, Magali Delfino, disse que o clima foi de apreensão entre os diretores. “A reunião durou um tempo a mais que o previsto e teve momentos de discussão mais calorosos. Eu sei que não vai ser fácil os gestores das escolas chegarem para os funcionários e dizerem que eles não podem mais comer a merenda escolar dos alunos. Vamos conversar com os professores, explicar que não é nada contra eles, mas é questão de lei e tem que ser cumprida”, explica.
Aos poucos, os servidores estão sendo comunicados da proibição e a insatisfação tem tomado de conta dos ambientes de trabalho. O coordenador regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE), Rômulo Arnaud, lamentou a proibição.
“Eu achei um excesso de cuidado desnecessário do Ministério Público. Na educação pública tem tantos outros problemas, várias outras questões mais importantes como falta de professores, salas de aulas precárias, para se preocupar”, relata.
O educador afirma que os professores são conscientes de que a alimentação é destinada aos estudantes. “Claro que a gente sabe que a merenda é para os alunos. Mas a quantidade as vezes é muita ou os alunos não comem e acaba sobrando. O professor não come antes do aluno. Ele come quando sobra”, argumentou. Ele lamenta a possibilidade dos alimentos irem para o lixo a partir de agora.
Fonte Gazeta do Oeste/Blog Estudantes do RN
MARAVILHA DE TEXTO - De Telma Araújo - Bibliotecas e salas de leitura: Qual o seu lugar? Publicado em Publicado em Jornal Diário de Natal
08/07/2011
Bibliotecas e salas de leitura: Qual o seu lugar?
Telma Araújo
Publicado em Publicado em Jornal Diário de Natal
Inúmeras discussões acerca da importância da leitura literária vêm ocorrendo nos últimos anos no Brasil, sobretudo nos espaços de biblioteca e salas de leitura, não mais vistos como apêndices, mas como espaços dinamizadores da leitura e difusor do conhecimento produzido pela coletividade, permitindo o acesso ao patrimônio científico e cultural para a maioria das crianças brasileiras ao ingressarem na escola pública de ensino fundamental.
Os espaços de leitura existentes nas nossas escolas ainda precisam ser melhor compreendidos e dinamizados por professores, alunos, comunidade escolar, especialmente pelos gestores. Nesse contexto, surge o projeto da Rede Potiguar de Escolas leitoras, uma parceria do Instituto C&A, IDE, Secretarias Estadual e dos municípios de Natal e Parnamirim, que promove uma formação para os profissionais que se encontram em salas de leitura e bibliotecas escolares. As ações desenvolvidas no projeto estão voltadas à promoção da leitura literária de forma prazerosa e com autonomia. Ou seja, os alunos que frequentam tais espaços têm a oportunidade de escolher o livro que quer ler e, logo depois, de compartilhar numa Roda de leitura sobre o que leu, recomendando-o, ou não, aos demais alunos.
Quem vivencia as ações do projeto sabe da sua importância na escola, mas ainda luta pelo reconhecimento e valor deste espaço pela comunidade escolar. Na verdade, o trabalho desenvolvido parece desarticulado com aquele feito em sala de aula, considerando o desconhecimento e, talvez por isso, o não reconhecimento da sua relevância na construção de leitores mais críticos, dando apoio ao processo de aquisição da leitura e escrita em sala de aula.
Nesse caso, é importante destacar que o profissional responsável pelo trabalho desenvolvido no espaço da biblioteca escolar e/ou sala de leitura precisa estar preparado e sensibilizado para o exercício da leitura, além de ter como objetivo difundi-la junto aos mais diversos segmentos da população, visando à formação de uma sociedadeleitora e, consequentente, mais consciente, mais justa e igualitária. Entretanto, tal situação ainda é vista como desafiadora pelos educadores que, ao receberem uma formação voltada ao trabalho literário, encontram-se em permanente insegurança quanto a sua permanência nestes espaços.
Sabemos que uma biblioteca ou sala de leitura quando munida dos recursos necessários pode se transformar em um espaço de formação permanente para professores e profissionais que lá atuam, proporcionando as condições básicas fundamentais ao exercício da reflexão e da avaliação crítica acerca das práticas ali desenvolvidas e das experiências concretas vivenciadas e confrontadas durante o percurso da formação do leitor, segundo Lúcia Maroto.
Para que se alcance os objetivos esperados, os espaços de leitura devem estar sustentados por quatro pilares: o espaço, o acervo, o mediador e a gestão. Podemos afirmar que bons trabalhos com a leitura literária têm trazido resultados satisfatórios dentro e fora de sala de aula. Nos eventos realizados do projeto, temos tido a oportunidade de presenciar alunos de 1? ao 5? Ano lendo com proficiência, além de possuírem um vocabulário muito mais enriquecido com as leituras realizadas.
Entendemos, portanto, que a nova concepção da prática educativa de professores e daqueles que atuam em salas de leitura e bibliotecas vem contribuir com a redefinição do papel social desses espaços no contexto educacional, possibilitando à escola a conquista do seu espaço em meio a sua comunidade, criando condições concretas para democratizar o ensino e a leitura, além de preservar os bens culturais produzidos da sociedade. Para tal, é fundamental o reconhecimento por parte dos gestores de que nesses espaços ocorre um trabalho docente, portanto, igualmente importante como aquele praticado em sala de aula. Nesse caso, defendemos a permanência de profissionais habilitados em tais espaços, ou seja, profissionais leitores e convictos da importância de promover e de incentivar permanentemente o desenvolvimento de práticas leitoras no espaço escolar.
Contudo, necessitamos, ainda, de uma ação conjunta contando com a participação da comunidade escolar e demais segmentos da sociedade para reivindicar dos nossos gestores governamentais o cumprimento da Lei n? 9.169/2010, o Plano Estadual de Leitura Literária nas Escolas (PELLE/RN), que estabelece uma política pública de formação de leitores nas escolas de educação básica da rede estadual do Rio Grande do Norte, através de ações continuadas de promoção da leitura literária. E você, caro(a) leitor(a), pode nos apoiar assinando o Manifesto por um RN de Leitores no site www.ideducacao.org.br.
Telma Araújo, educadora, escreve a convite do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), que publica artigos às sextas-feiras.
Bibliotecas e salas de leitura: Qual o seu lugar?
Telma Araújo
Publicado em Publicado em Jornal Diário de Natal
Inúmeras discussões acerca da importância da leitura literária vêm ocorrendo nos últimos anos no Brasil, sobretudo nos espaços de biblioteca e salas de leitura, não mais vistos como apêndices, mas como espaços dinamizadores da leitura e difusor do conhecimento produzido pela coletividade, permitindo o acesso ao patrimônio científico e cultural para a maioria das crianças brasileiras ao ingressarem na escola pública de ensino fundamental.
Os espaços de leitura existentes nas nossas escolas ainda precisam ser melhor compreendidos e dinamizados por professores, alunos, comunidade escolar, especialmente pelos gestores. Nesse contexto, surge o projeto da Rede Potiguar de Escolas leitoras, uma parceria do Instituto C&A, IDE, Secretarias Estadual e dos municípios de Natal e Parnamirim, que promove uma formação para os profissionais que se encontram em salas de leitura e bibliotecas escolares. As ações desenvolvidas no projeto estão voltadas à promoção da leitura literária de forma prazerosa e com autonomia. Ou seja, os alunos que frequentam tais espaços têm a oportunidade de escolher o livro que quer ler e, logo depois, de compartilhar numa Roda de leitura sobre o que leu, recomendando-o, ou não, aos demais alunos.
Quem vivencia as ações do projeto sabe da sua importância na escola, mas ainda luta pelo reconhecimento e valor deste espaço pela comunidade escolar. Na verdade, o trabalho desenvolvido parece desarticulado com aquele feito em sala de aula, considerando o desconhecimento e, talvez por isso, o não reconhecimento da sua relevância na construção de leitores mais críticos, dando apoio ao processo de aquisição da leitura e escrita em sala de aula.
Nesse caso, é importante destacar que o profissional responsável pelo trabalho desenvolvido no espaço da biblioteca escolar e/ou sala de leitura precisa estar preparado e sensibilizado para o exercício da leitura, além de ter como objetivo difundi-la junto aos mais diversos segmentos da população, visando à formação de uma sociedadeleitora e, consequentente, mais consciente, mais justa e igualitária. Entretanto, tal situação ainda é vista como desafiadora pelos educadores que, ao receberem uma formação voltada ao trabalho literário, encontram-se em permanente insegurança quanto a sua permanência nestes espaços.
Sabemos que uma biblioteca ou sala de leitura quando munida dos recursos necessários pode se transformar em um espaço de formação permanente para professores e profissionais que lá atuam, proporcionando as condições básicas fundamentais ao exercício da reflexão e da avaliação crítica acerca das práticas ali desenvolvidas e das experiências concretas vivenciadas e confrontadas durante o percurso da formação do leitor, segundo Lúcia Maroto.
Para que se alcance os objetivos esperados, os espaços de leitura devem estar sustentados por quatro pilares: o espaço, o acervo, o mediador e a gestão. Podemos afirmar que bons trabalhos com a leitura literária têm trazido resultados satisfatórios dentro e fora de sala de aula. Nos eventos realizados do projeto, temos tido a oportunidade de presenciar alunos de 1? ao 5? Ano lendo com proficiência, além de possuírem um vocabulário muito mais enriquecido com as leituras realizadas.
Entendemos, portanto, que a nova concepção da prática educativa de professores e daqueles que atuam em salas de leitura e bibliotecas vem contribuir com a redefinição do papel social desses espaços no contexto educacional, possibilitando à escola a conquista do seu espaço em meio a sua comunidade, criando condições concretas para democratizar o ensino e a leitura, além de preservar os bens culturais produzidos da sociedade. Para tal, é fundamental o reconhecimento por parte dos gestores de que nesses espaços ocorre um trabalho docente, portanto, igualmente importante como aquele praticado em sala de aula. Nesse caso, defendemos a permanência de profissionais habilitados em tais espaços, ou seja, profissionais leitores e convictos da importância de promover e de incentivar permanentemente o desenvolvimento de práticas leitoras no espaço escolar.
Contudo, necessitamos, ainda, de uma ação conjunta contando com a participação da comunidade escolar e demais segmentos da sociedade para reivindicar dos nossos gestores governamentais o cumprimento da Lei n? 9.169/2010, o Plano Estadual de Leitura Literária nas Escolas (PELLE/RN), que estabelece uma política pública de formação de leitores nas escolas de educação básica da rede estadual do Rio Grande do Norte, através de ações continuadas de promoção da leitura literária. E você, caro(a) leitor(a), pode nos apoiar assinando o Manifesto por um RN de Leitores no site www.ideducacao.org.br.
Telma Araújo, educadora, escreve a convite do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), que publica artigos às sextas-feiras.
Para uma escola democrática. "ESTUDANTE X CIDADÃO"
Cordel
ESTUDANTE X CIDADÃO
Neste pequeno cordel.
Vou te contar
Não vou nunca esquecer.
Desse meu tempo escolar.
Dos dias de hoje até os mais distantes.
Onde tudo se completa com a orientação da cidadania.
Meu mestre ensinando.
Com seu livro explicando.
O que é cidadania.
Para que exerça os meus direitos.
Tenho que saber toda hora todo dia.
As leis sempre modificando para melhorias.
Sabendo dos meus direitos.
Ensinando ao meu povo do meu País.
O que é cidadania.
A lei magna, que é a Constituição Federal.
Onde vejo meus deveres e direitos de cidadão.
Juntando com a declaração Universal dos direitos humanos.
Assim estudando meus direitos.
Direitos de igualdade.
Direitos de moradia.
Direito a educação.
Além de outros direitos.
Como cidadão tem que exigi.
A quem eu escolher para me representar.
No meu voto direto.
O direito de votar em que eu escolher a quem vai me representar.
A todos que escolher.
Seu representante deve votar.
A quem eleger.
Se não cumprir com o que prometeu.
O direito para exonerar.
Nos estudos quero avançar.
Nos estudos devo sonhar.
Para a vida melhorar.
Assim, praticar a democracia.
Efetivamente alavancando a minha comunidade a participar.
Meus direitos e deveres da cidadania.
No ponto de vista ecológico.
Consciência de todo cidadão.
Limpar, arborizar, economizar o que tem no nosso planeta.
Para nunca nada faltar.
Para iniciar, minhas professoras vão ensinar.
Que cidadania se inicia na escola.
Com participação efetiva da comunidade.
Com idéia na ética nos conceitos e nos conteúdos aprendidos.
Que a convivência entre indivíduos.
O indivíduo e o grupo.
Os grupos entre se e os grupos no coletivo.
Na busca das potencialidades e limitações.
E quando os conflitos aparecerem.
Resolver na coletividade.
Minha comunidade, porém solidificam na construção da cidadania.
Exercício no dia a dia.
Para a construção da democracia.
Construir que sou importante,
Como individuo, sujeito participante de um coletivo.
Na construção de minha identidade.
Na minha convivência com os outros.
Dessa maneira vou resgatar.
A necessidade de aprender.
O lado mais humanizado de aprender a fazer.
Aprender a conhecer.
Aprender a conviver.
Aprender a ser que exercitarei diariamente.
Para iniciar vou praticar.
Escolhendo consciente o meu gestor.
Conforme seu projeto de gestão.
Vai ter que apresentar a toda comunidade.
Com cartazes, murais, textos informativos e faixa que chame a nossa atenção.
Que forma vai trabalhar.
Mensagem bem clara para minha comunidade escolar.
Ainda vamos analisar propostas dos candidatos
Para que depois possamos votar.
Ao gestor que melhor souber trabalhar.
Soube de uma declaração mundial para todos.
Aconteceu em Juntem, na Tailândia.
No ano 1990.
Realizou-se uma conferência mundial.
A Declaração Mundial de Educação para todos.
Com plano de ação para as necessidades básicas da aprendizagem.
Para todos como cidadãos.
Mais uma vez vou dizer.
Para você não esquecer não custa nada eu repetir.
Saber das suas necessidades básicas como exercício de cidadão.
Aprender a conhecer (pesquisar, selecionar e criticar).
Aprender a fazer (resolver problemas).
Aprender a conviver (compreensão e a participação do outro).
Aprender a ser (desenvolver a identidade e a cidadania, expressando opiniões).
Nunca você deve esquecer.
De exercer sua cidadania.
E não deixar de estudar.
Para a vida melhorar.
Dulce Ferreira de Andrade
ESTUDANTE X CIDADÃO
Neste pequeno cordel.
Vou te contar
Não vou nunca esquecer.
Desse meu tempo escolar.
Dos dias de hoje até os mais distantes.
Onde tudo se completa com a orientação da cidadania.
Meu mestre ensinando.
Com seu livro explicando.
O que é cidadania.
Para que exerça os meus direitos.
Tenho que saber toda hora todo dia.
As leis sempre modificando para melhorias.
Sabendo dos meus direitos.
Ensinando ao meu povo do meu País.
O que é cidadania.
A lei magna, que é a Constituição Federal.
Onde vejo meus deveres e direitos de cidadão.
Juntando com a declaração Universal dos direitos humanos.
Assim estudando meus direitos.
Direitos de igualdade.
Direitos de moradia.
Direito a educação.
Além de outros direitos.
Como cidadão tem que exigi.
A quem eu escolher para me representar.
No meu voto direto.
O direito de votar em que eu escolher a quem vai me representar.
A todos que escolher.
Seu representante deve votar.
A quem eleger.
Se não cumprir com o que prometeu.
O direito para exonerar.
Nos estudos quero avançar.
Nos estudos devo sonhar.
Para a vida melhorar.
Assim, praticar a democracia.
Efetivamente alavancando a minha comunidade a participar.
Meus direitos e deveres da cidadania.
No ponto de vista ecológico.
Consciência de todo cidadão.
Limpar, arborizar, economizar o que tem no nosso planeta.
Para nunca nada faltar.
Para iniciar, minhas professoras vão ensinar.
Que cidadania se inicia na escola.
Com participação efetiva da comunidade.
Com idéia na ética nos conceitos e nos conteúdos aprendidos.
Que a convivência entre indivíduos.
O indivíduo e o grupo.
Os grupos entre se e os grupos no coletivo.
Na busca das potencialidades e limitações.
E quando os conflitos aparecerem.
Resolver na coletividade.
Minha comunidade, porém solidificam na construção da cidadania.
Exercício no dia a dia.
Para a construção da democracia.
Construir que sou importante,
Como individuo, sujeito participante de um coletivo.
Na construção de minha identidade.
Na minha convivência com os outros.
Dessa maneira vou resgatar.
A necessidade de aprender.
O lado mais humanizado de aprender a fazer.
Aprender a conhecer.
Aprender a conviver.
Aprender a ser que exercitarei diariamente.
Para iniciar vou praticar.
Escolhendo consciente o meu gestor.
Conforme seu projeto de gestão.
Vai ter que apresentar a toda comunidade.
Com cartazes, murais, textos informativos e faixa que chame a nossa atenção.
Que forma vai trabalhar.
Mensagem bem clara para minha comunidade escolar.
Ainda vamos analisar propostas dos candidatos
Para que depois possamos votar.
Ao gestor que melhor souber trabalhar.
Soube de uma declaração mundial para todos.
Aconteceu em Juntem, na Tailândia.
No ano 1990.
Realizou-se uma conferência mundial.
A Declaração Mundial de Educação para todos.
Com plano de ação para as necessidades básicas da aprendizagem.
Para todos como cidadãos.
Mais uma vez vou dizer.
Para você não esquecer não custa nada eu repetir.
Saber das suas necessidades básicas como exercício de cidadão.
Aprender a conhecer (pesquisar, selecionar e criticar).
Aprender a fazer (resolver problemas).
Aprender a conviver (compreensão e a participação do outro).
Aprender a ser (desenvolver a identidade e a cidadania, expressando opiniões).
Nunca você deve esquecer.
De exercer sua cidadania.
E não deixar de estudar.
Para a vida melhorar.
Dulce Ferreira de Andrade
CALET - Jorge Fernandes - UFRN: Encontro Nacional de Estudantes de Letras/Libras -...
CALET - Jorge Fernandes - UFRN: Encontro Nacional de Estudantes de Letras/Libras -...: TEMA: "FORMAÇÃO DO SUJEITO SURDO E (D)OS PROFISSIONAIS PROFESSOR E TRADUTOR / INTÉRPRETE DE LIBRAS: PERSPECTIVAS SÓCIO-EDUCATIVAS" Início ...
O professor alfabetizador na Educação de Jovens e adultos.
O professor alfabetizador não é apenas aquele que trabalha as duas primeiras séries iniciais ou com ciclo básico na área a língua materna. O educador que alfabetiza tem que ser também aquele que ministra qualquer disciplina, enfim todo o professor é um facilitador da compreensão ativa dos textos com expressões da realidade do mundo que é vivenciado pelo educando.
Alfabetização não é um processo fechado, ele se abre através da leitura das vivências adquiridas no convívio com as pessoas.
Quando esse trabalho é feito com jovens e adultos deve ser lapidado pela leitura do mundo que o educando adquiriu ao logo do tempo, permitindo transformá-los em vivências significativas que propicia para construção do próprio conhecimento. Essa construção deve ser elaborada com fundamento na construção de um material didático que possibilita ao aluno a interação com maior diversidade de produções textuais. Com heterogeneidade textual capaz de conduzir uma capacidade mais ampla de decodificação e interpretação não somente que acontece no mundo contemporâneo nas diversidades dos textos, de maneira que eles estabeleçam relações com os outros. Que esse suporte, seja de forma que eles entendam o qual deve ser usado, não somente como única forma do ler, mas também do aprender a fazer (resolver problemas), criar (aprender a fazer), conhecer (pesquisar), a conviver (compreensão e a percepção do outro) e aprender a ser (desenvolver a identidade e a cidadania, expressando as opiniões deles).
Dulce.
Alfabetização não é um processo fechado, ele se abre através da leitura das vivências adquiridas no convívio com as pessoas.
Quando esse trabalho é feito com jovens e adultos deve ser lapidado pela leitura do mundo que o educando adquiriu ao logo do tempo, permitindo transformá-los em vivências significativas que propicia para construção do próprio conhecimento. Essa construção deve ser elaborada com fundamento na construção de um material didático que possibilita ao aluno a interação com maior diversidade de produções textuais. Com heterogeneidade textual capaz de conduzir uma capacidade mais ampla de decodificação e interpretação não somente que acontece no mundo contemporâneo nas diversidades dos textos, de maneira que eles estabeleçam relações com os outros. Que esse suporte, seja de forma que eles entendam o qual deve ser usado, não somente como única forma do ler, mas também do aprender a fazer (resolver problemas), criar (aprender a fazer), conhecer (pesquisar), a conviver (compreensão e a percepção do outro) e aprender a ser (desenvolver a identidade e a cidadania, expressando as opiniões deles).
Dulce.
Grande tragédia africana, a maior guerra que acontece em todos os tempos, “A fome”.
Grande tragédia africana, a maior guerra que acontece em todos os tempos, “A fome”.
Muita gente morre crianças e adultos e nada foi feito para salvar algumas pessoas. A maior tragédia do mundo por causa da seca dos últimos 60 anos afeta a Somália, o Quênia, a Etiópia, a Uganda. Muito triste essa realidade. Vamos ajudar. A África pede socorro. Existem direitos humanos somente para crimes? E esse crime contra humanidade? Crianças e adultos que morrem por falta de água e alimento?
Onde fica o direito dessa comunidade que morre por falta de alimento.
O mundo deveria ao invés de gastar com guerras, tentar ajudar essa parte do mundo que vive essa tragédia de misérias, de fome e mortes. Não investe um pouco com a fome desse povo que precisa de urgência de ajuda, que pode ser chamada de calamidade mundial.
Esse descaso mundial e a falta de humanidade dos grandes governantes nos fazem entender que não estão ligandos com que acontece na África. Será que isso acontecerá com as grandes potências? O tratamento que se dar a terra?
A energia nuclear que interferir nos ecossistemas, um ecossistema que já está sendo prejudicados brutalmente por problemas do planeta terra e esses exemplos todos sabe. Desmatamentos para enriquecimentos de pessoas que muitas vezes matam e ficam por isso mesmo. Qual o País que dará o primeiro passo contra a devastação de humanos O G 7? G 8 E O G 20? (Serão os ministros das finanças e governadores de bancos centrais desses países). Quem sabe os EUA, União Européia e o Japão que comandam politicamente as instituições econômicas mundiais (como o FMI e o Banco Mundial).
Dulce.
Muita gente morre crianças e adultos e nada foi feito para salvar algumas pessoas. A maior tragédia do mundo por causa da seca dos últimos 60 anos afeta a Somália, o Quênia, a Etiópia, a Uganda. Muito triste essa realidade. Vamos ajudar. A África pede socorro. Existem direitos humanos somente para crimes? E esse crime contra humanidade? Crianças e adultos que morrem por falta de água e alimento?
Onde fica o direito dessa comunidade que morre por falta de alimento.
O mundo deveria ao invés de gastar com guerras, tentar ajudar essa parte do mundo que vive essa tragédia de misérias, de fome e mortes. Não investe um pouco com a fome desse povo que precisa de urgência de ajuda, que pode ser chamada de calamidade mundial.
Esse descaso mundial e a falta de humanidade dos grandes governantes nos fazem entender que não estão ligandos com que acontece na África. Será que isso acontecerá com as grandes potências? O tratamento que se dar a terra?
A energia nuclear que interferir nos ecossistemas, um ecossistema que já está sendo prejudicados brutalmente por problemas do planeta terra e esses exemplos todos sabe. Desmatamentos para enriquecimentos de pessoas que muitas vezes matam e ficam por isso mesmo. Qual o País que dará o primeiro passo contra a devastação de humanos O G 7? G 8 E O G 20? (Serão os ministros das finanças e governadores de bancos centrais desses países). Quem sabe os EUA, União Européia e o Japão que comandam politicamente as instituições econômicas mundiais (como o FMI e o Banco Mundial).
Dulce.
Saint-Exupéry diz....
“Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, porque cada pessoa é única para nós e nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai sozinho, nem nos deixa só.
Leva um pouco de nós mesmos e nos deixa um pouco de si mesmos.
Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada.
Há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada.
Esta é a mais bela realidade da vida, a prova tremenda de que cada um é importante e que ninguém se aproxima do outro por acaso.”
Saint-Exupéry
Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai sozinho, nem nos deixa só.
Leva um pouco de nós mesmos e nos deixa um pouco de si mesmos.
Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada.
Há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada.
Esta é a mais bela realidade da vida, a prova tremenda de que cada um é importante e que ninguém se aproxima do outro por acaso.”
Saint-Exupéry
Lenda da cobra e o vaga-lume.
Conta a lenda que uma vez uma cobra começou a perseguir um vaga-lume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a cobra nem pensar em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...
No terceiro dia, já sem forças o vaga-lume parou e disse a cobra:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar ?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar....
Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a cobra nem pensar em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...
No terceiro dia, já sem forças o vaga-lume parou e disse a cobra:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar ?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar....
Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar.
Educação sem avanço!!
O pior salário pago no Brasil, entre todas as categorias as quem tenham o papel principal em uma sociedade, onde formam todas as categorias é o educador.
Salário do Professor no Brasil. Categoria Beneficiada pela constituição, entretanto lei que os gestores não cumprem. A lei garante uma remuneração mínima.
No ano de 2008, foi aprovada pelo Congresso Nacional uma emenda constitucional que institui o piso salarial nacional para os professores. A categoria é a única do País a ter o benefício assegurado na Constituição Federal. Nessa lei os Municípios e Estados teriam para começar a parti r de 1º de janeiro de 2010 uma remuneração mínima de R$ 950,00 para educadores que tivesse o ensino médio completo, hoje esse valor é de 1.024,00 correção feita pelo MEC quando o piso se tornou obrigatório em todo País.
Hoje em dia ninguém quer mais ser professor, passar anos em uma faculdade para não ter um salário digno, pois o professor não tem condições de pagar uma pós, comprar livros para adquirir mais conhecimentos e entre outras coisa de primeira necessidade para viver.
Tenho observado que o percentual muito grande de professor não tem domínio no conhecimento, muitos falam corretos mas não têm o domínio na língua materna.
Como algumas profissões, deveria ter uma avaliação para profissionais da educação e periodicamente. Tenho observado uma baixa grande de conhecimento, uma simples declaração se não tiver pronta, já elaborada, há dificuldade no domínio da escrita como se expressar no documento expedido entre outros.
Em relação ao professor, ainda é uma educação bancárias e muito pouco eu posso dizer que 2% atua com a pesquisa e a interdisciplinaridade. (Pensar a interdisciplinaridade enquanto processo de integração recíproca entre várias disciplinas e campos de conhecimento "capaz de romper as estruturas de cada uma delas para alcançar uma visão unitária e comum do saber trabalhando em parceria", conforme afirma Palmade (1979), é sem dúvida, uma tarefa que demanda, de nossa parte, um grande esforço no rompimento de uma série de obstáculos ligados a uma racionalidade extremamente positivista da sociedade industrializada.)
Sem qualificação adequada, jogando professores estagiários sem uma investigação de como esses conteúdos estão sendo passado, sem revisão do mestre e orientador, essas aulas não serão bem proveitosas para o alunado e assim é no meu Estado, muitos nem recebem seus salários se não correr em busca desse direito.
Hoje ser professor é uma alternativa do profissional que não tem outra opção no campo profissional, carga horária com os turnos matutino, vespertino e noturno para poder viver.Por isso a educação agoniza nesse País, nenhuma proposta política para médio prazo para formar cidadãos críticos, pensantes capazes de desenvolver não somente seus deveres conforme a Carta magna mas também o direito de educação, saúde e segurança.
Dulce.
Salário do Professor no Brasil. Categoria Beneficiada pela constituição, entretanto lei que os gestores não cumprem. A lei garante uma remuneração mínima.
No ano de 2008, foi aprovada pelo Congresso Nacional uma emenda constitucional que institui o piso salarial nacional para os professores. A categoria é a única do País a ter o benefício assegurado na Constituição Federal. Nessa lei os Municípios e Estados teriam para começar a parti r de 1º de janeiro de 2010 uma remuneração mínima de R$ 950,00 para educadores que tivesse o ensino médio completo, hoje esse valor é de 1.024,00 correção feita pelo MEC quando o piso se tornou obrigatório em todo País.
Hoje em dia ninguém quer mais ser professor, passar anos em uma faculdade para não ter um salário digno, pois o professor não tem condições de pagar uma pós, comprar livros para adquirir mais conhecimentos e entre outras coisa de primeira necessidade para viver.
Tenho observado que o percentual muito grande de professor não tem domínio no conhecimento, muitos falam corretos mas não têm o domínio na língua materna.
Como algumas profissões, deveria ter uma avaliação para profissionais da educação e periodicamente. Tenho observado uma baixa grande de conhecimento, uma simples declaração se não tiver pronta, já elaborada, há dificuldade no domínio da escrita como se expressar no documento expedido entre outros.
Em relação ao professor, ainda é uma educação bancárias e muito pouco eu posso dizer que 2% atua com a pesquisa e a interdisciplinaridade. (Pensar a interdisciplinaridade enquanto processo de integração recíproca entre várias disciplinas e campos de conhecimento "capaz de romper as estruturas de cada uma delas para alcançar uma visão unitária e comum do saber trabalhando em parceria", conforme afirma Palmade (1979), é sem dúvida, uma tarefa que demanda, de nossa parte, um grande esforço no rompimento de uma série de obstáculos ligados a uma racionalidade extremamente positivista da sociedade industrializada.)
Sem qualificação adequada, jogando professores estagiários sem uma investigação de como esses conteúdos estão sendo passado, sem revisão do mestre e orientador, essas aulas não serão bem proveitosas para o alunado e assim é no meu Estado, muitos nem recebem seus salários se não correr em busca desse direito.
Hoje ser professor é uma alternativa do profissional que não tem outra opção no campo profissional, carga horária com os turnos matutino, vespertino e noturno para poder viver.Por isso a educação agoniza nesse País, nenhuma proposta política para médio prazo para formar cidadãos críticos, pensantes capazes de desenvolver não somente seus deveres conforme a Carta magna mas também o direito de educação, saúde e segurança.
Dulce.
O método de Paulo Freire e suas fases de aplicação!
As 40 horas de Angicos, o método de Paulo Freire e suas fases de aplicação!
As 40 horas de Angicos:
Angicos era uma cidade pequena no sertão do Rio Grande do Norte, onde pela primeira vez Paulo Freire usou seu famoso método de alfabetização de adultos. Se realizou assim; Antes da hora: aconteceu o levantamento do universo vocabular que foram 400 palavras, dsepois houveram a chegada de professores voluntários e tudo isso foi financiado pela Aliança para o Progresso, que era para que a América Latina progredisse, e SERCEN, que implanta, administra, organiza a reforma educacional no RN. Vale ressaltar que 75% da população era analfabeta e a taxa de mortalidade era altíssima.
Já nas 40 horas, que teve seu inicio em 18/01/1963, primeiro houve uma apresentação do programa. Na primeira hora trabalhou-se o conceito antropológico de cultura, onde houve a diferenciação de objeto de natrureza e objeto de cultura que é o homem. A investigação do professor é mais pra saber se eles entenderam.
Depois das 40 horas houve a alfabetização de 300 trabalhadores rurais. E Paulo Freire foi convidado a implantar um programa nacional de alfabetização de adultos.
As etapas do método. Primeiro ocorre uma investigação temática, que é procura mesmo dos temas significativos dos educandos, do universo deles e da comunidade em que eles viviam. Depois a tematização, que é o explorar da palavra. E a problematização que vai um pouco mais além onde o professor desafia o aluno a ter uma postura mais conscientizada.
O método. Tudo parte da realidade do educando. Que tem as palavras geradoras que é o levantamento do universo vocabular dos alunos, depois a silabação e as palavras nova onde se forma mais palavras com as sílabas das palavras já conhecidas e assim a conscientização que é a discussão sobre os diversos temas surgidos a partir das palavras geradoras.
As fases de aplicação. São cindo fases: A primeira é o levantamento do universo vocabular. A segunda é silabação das palavras selecionadas, seguia uma seqüência da mais simples para a mais complicada. A terceira era a criação de situações inseridas na realidade local, onde são discutidas com o intuito de abrir perspectivas para a análise crítica consciente de problemas locais e até mesmo nacionais. A quarta fase era a criação de fichas de palavras para a decomposição das famílias fonéticas, são tipo uns roteiros para os debates mas nada muito rígido. A quinta fase era a coscientização a partir de novas palavras.
Paulo Freire teve uma grande influencia no campo educacional lutou pela a escola pública nos anos 80 em São paulo, participa do programa de formação de professores, programa de alfabetização de jovens e adultos, participou do MOVA em São Paulo e outras diversas atitudes.
CONTEÚDO COPIADO DO
http://blogs.multimeios.ufc.br/
SITE:http://blogs.multimeios.ufc.br/paulofreire/2010/06/21/as-40-horas-de-angicos-o-metodo-de-paulo-freire-e-suas-fases-de-aplicacao/
This entry was posted on 21 21UTC junho 21UTC 2010, 22:30 and is filed under Sem categoria. You can follow any responses to this entry through RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou citar de seu próprio site.
As 40 horas de Angicos:
Angicos era uma cidade pequena no sertão do Rio Grande do Norte, onde pela primeira vez Paulo Freire usou seu famoso método de alfabetização de adultos. Se realizou assim; Antes da hora: aconteceu o levantamento do universo vocabular que foram 400 palavras, dsepois houveram a chegada de professores voluntários e tudo isso foi financiado pela Aliança para o Progresso, que era para que a América Latina progredisse, e SERCEN, que implanta, administra, organiza a reforma educacional no RN. Vale ressaltar que 75% da população era analfabeta e a taxa de mortalidade era altíssima.
Já nas 40 horas, que teve seu inicio em 18/01/1963, primeiro houve uma apresentação do programa. Na primeira hora trabalhou-se o conceito antropológico de cultura, onde houve a diferenciação de objeto de natrureza e objeto de cultura que é o homem. A investigação do professor é mais pra saber se eles entenderam.
Depois das 40 horas houve a alfabetização de 300 trabalhadores rurais. E Paulo Freire foi convidado a implantar um programa nacional de alfabetização de adultos.
As etapas do método. Primeiro ocorre uma investigação temática, que é procura mesmo dos temas significativos dos educandos, do universo deles e da comunidade em que eles viviam. Depois a tematização, que é o explorar da palavra. E a problematização que vai um pouco mais além onde o professor desafia o aluno a ter uma postura mais conscientizada.
O método. Tudo parte da realidade do educando. Que tem as palavras geradoras que é o levantamento do universo vocabular dos alunos, depois a silabação e as palavras nova onde se forma mais palavras com as sílabas das palavras já conhecidas e assim a conscientização que é a discussão sobre os diversos temas surgidos a partir das palavras geradoras.
As fases de aplicação. São cindo fases: A primeira é o levantamento do universo vocabular. A segunda é silabação das palavras selecionadas, seguia uma seqüência da mais simples para a mais complicada. A terceira era a criação de situações inseridas na realidade local, onde são discutidas com o intuito de abrir perspectivas para a análise crítica consciente de problemas locais e até mesmo nacionais. A quarta fase era a criação de fichas de palavras para a decomposição das famílias fonéticas, são tipo uns roteiros para os debates mas nada muito rígido. A quinta fase era a coscientização a partir de novas palavras.
Paulo Freire teve uma grande influencia no campo educacional lutou pela a escola pública nos anos 80 em São paulo, participa do programa de formação de professores, programa de alfabetização de jovens e adultos, participou do MOVA em São Paulo e outras diversas atitudes.
CONTEÚDO COPIADO DO
http://blogs.multimeios.ufc.br/
SITE:http://blogs.multimeios.ufc.br/paulofreire/2010/06/21/as-40-horas-de-angicos-o-metodo-de-paulo-freire-e-suas-fases-de-aplicacao/
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Livro didático "Por uma vida melhor".O Ministério Público Federal (MPF) .www.nominuto.com
Flash Nominuto
Fotos
Infográficos
Rádio Nominuto
TV Nominuto
Serviços
publicado www.nominuto.com
Início / Notícias / Brasil Sábado, 02/07/2011 às 07h43
MPF arquiva processo sobre livro que defendia "norma popular" da língua portuguesa
Livro causou polêmica porque tem frases com erro de concordância em uma lição que apresenta a diferença da norma culta e a falada.
Por Redação, com informações da Agência BrasilTamanho do texto: A Imprimir
Foto: Reprodução
Livro didático "Por uma vida melhor".O Ministério Público Federal (MPF) arquivou o inquérito civil instaurado contra o Ministério da Educação (MEC) para apurar irregularidades na distribuição para turmas de jovens e adultos do livro didático Por uma vida melhor.
O livro causou polêmica porque tem frases com erro de concordância em uma lição que apresenta a diferença da norma culta e a falada. No texto, a autora da obra defende que os alunos podem falar de “jeito errado”, mas devem atentar para o uso da norma culta, cujas regras precisam ser dominadas.
De acordo com o procurador da República no Distrito Federal Peterson de Paula Pereira, “não há elementos plausíveis indicativos de que o livro Por uma vida melhor esteja a propagar o ensino errado da língua portuguesa”.
Cerca de 484 mil exemplares da obra foram distribuídos. Desde o início da polêmica, o MEC se negou a recolher o material sob o argumento de que eles não estavam incorretos, mas apresentam o debate sobre as variações linguísticas.
A Academia Brasileira de Letras (ABL) condenou a posição da autora e criticou o MEC por defender o livro. Por causa da polêmica, o ministro Fernando Haddad foi convocado ao Senado para explicar a questão e foi criticado pela oposição.
No pedido de arquivamento do caso, ele defende que a discussão sobre o livro na mídia transmitiu “a ideia de que o livro pudesse ensinar a língua portuguesa de modo errado aos estudantes, quando, na verdade, o Ministério da Educação propôs à sociedade a introdução e reflexão acerca da linguística”.
O procurador argumentou que “o estudo do comportamento da língua, pelo contrário, reafirma o papel social do Estado em fomentar o respeito à dignidade da pessoa humana e afastar preconceitos, entre os quais o linguístico, que, como comprovado pelas recentes publicações jornalísticas, infelizmente ainda existe no nosso meio”.
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MPF arquiva processo sobre livro que defendia "norma popular" da língua portuguesa
Livro causou polêmica porque tem frases com erro de concordância em uma lição que apresenta a diferença da norma culta e a falada.
Por Redação, com informações da Agência BrasilTamanho do texto: A Imprimir
Foto: Reprodução
Livro didático "Por uma vida melhor".O Ministério Público Federal (MPF) arquivou o inquérito civil instaurado contra o Ministério da Educação (MEC) para apurar irregularidades na distribuição para turmas de jovens e adultos do livro didático Por uma vida melhor.
O livro causou polêmica porque tem frases com erro de concordância em uma lição que apresenta a diferença da norma culta e a falada. No texto, a autora da obra defende que os alunos podem falar de “jeito errado”, mas devem atentar para o uso da norma culta, cujas regras precisam ser dominadas.
De acordo com o procurador da República no Distrito Federal Peterson de Paula Pereira, “não há elementos plausíveis indicativos de que o livro Por uma vida melhor esteja a propagar o ensino errado da língua portuguesa”.
Cerca de 484 mil exemplares da obra foram distribuídos. Desde o início da polêmica, o MEC se negou a recolher o material sob o argumento de que eles não estavam incorretos, mas apresentam o debate sobre as variações linguísticas.
A Academia Brasileira de Letras (ABL) condenou a posição da autora e criticou o MEC por defender o livro. Por causa da polêmica, o ministro Fernando Haddad foi convocado ao Senado para explicar a questão e foi criticado pela oposição.
No pedido de arquivamento do caso, ele defende que a discussão sobre o livro na mídia transmitiu “a ideia de que o livro pudesse ensinar a língua portuguesa de modo errado aos estudantes, quando, na verdade, o Ministério da Educação propôs à sociedade a introdução e reflexão acerca da linguística”.
O procurador argumentou que “o estudo do comportamento da língua, pelo contrário, reafirma o papel social do Estado em fomentar o respeito à dignidade da pessoa humana e afastar preconceitos, entre os quais o linguístico, que, como comprovado pelas recentes publicações jornalísticas, infelizmente ainda existe no nosso meio”.
Machado de Assis " Um Apólogo" ... Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça: — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!....
Machado de Assis Um Apólogo
Machado de Assis
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar,
toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por
quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre
que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A
senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu
ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso.
Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor.
Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu
é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que
furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e
mando...
— Também os batedores vão adiante
do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é
que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo
o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou
à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que
tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do
pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.
Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre
os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor
poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima
no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa
comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando.
Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o
que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava
resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não
se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a
costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até
que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa
vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho,
para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de
um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha
para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que
vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que
vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da
costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas
um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em
abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de
costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de
melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha
a muita linha ordinária!
Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.
copiado http://www.releituras.com/machadodeassis_apologo.asp
Uma história que apresenta uma doutrinação moral. Uma narrativa presente na nossa vida.Com humor maravilhoso esse tema é o retrato vivo da ingratidão humana.
Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana Nesta interferência ele faz uma intertextualidade, (leitura de uma texto dentro de outro texto), a comparação com a deusa da caça Diana e seus ágeis cães.Fico fascinada, narrativa que pode ser lida para incentivar os jovens a ser um leitor.Muito divertido e faz o sujeito ser um pensante.
Dentre outras maravilha do tesouro que Machado de Assis nos deu de herança.
Biografia e Bibliografia
Menu do Autor
http://www.releituras.com/biofotos/machadoassis.jpg
Um Apólogo
Machado de Assis
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
-Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.
Conheça o autor e sua obra visitando "Biografias".
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A todos, muito obrigado. Arnaldo Nogueira Júnior. ® @njo
"É uma coletividade rica pelas diferentes visões políticas e de vida. E é muito legal você vê dez comissões funcionando; vê companheirismo e unidade, mesmo na diferença; vê que a população está feliz por a gente estar representando simbolicamente a insatisfação de todos"
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NatalNatal, 27 de Junho de 2011 | Atualizado às 09:41 Movimento que nasceu e cresceu nas redes sociais
Publicação: 26 de Junho de 2011 às 00:
Margareth Grilo
Repórter Especial
"E o pulso ainda pulsa...". O refrão entoado pelo cantor, Arnaldo Antunes, na música "O Pulso", cabe, na medida, para explicar o atual momento nos bastidores do Coletivo Fora Micarla. Nove dias depois da desocupação da Câmara Municipal de Natal, os estudantes, garantem, têm fôlego para muito mais. As manifestações, na rede mundial de computadores, e nas ruas, continua firme.
Júnior SantosMarcos Aurélio Garcia é um dos integrantes do Fora MicarlaMarcos Aurélio Garcia é um dos integrantes do Fora Micarla
"Até que tudo cesse, nós não cessaremos", afirma Marcos Aurélio Garcia de Lemos, 28 anos, da Comissão de Imprensa do Coletivo. Marcos Aurélio faz militância política e social desde 1996. Ingressou no movimento estudantil aos 13 anos. "Esse foi o momento mais belo, mais marcante na luta de classes nesses 15 anos que me dedico à militância. Em onze dias o movimento ganhou consistência política e organicidade única".
O movimento que parou a sede do Poder Legislativo por dez dias reúne estudantes do ensino médio, universitários, sindicalistas, trabalhadores, militantes partidários e integrantes de segmentos organizados da sociedade civil. A maioria, jovens entre 17 e 35 anos, familiarizados com a conectividade, com o compartilhamento de informações e com os sites de relacionamento na internet. São adeptos do Twitter, do Facebook, do Orkut e de tantas outras redes.
Como muitos, em outros continentes e mesmo no Brasil, usaram essa "existência virtual" não apenas para manifestar e potencializar suas insatisfações, mas para mobilizar e fazer o movimento transbordar para as ruas. "O negócio era extravasar, ir para as ruas, mostrar que é preciso mudar a cultura política, essa representatividade falha. Não adianta ficar só criticando no Twitter", afirmou a concluinte do curso de Direito, Natália Bastos Benavides, 23 anos, integrante da comissão jurídica do Coletivo.
Em entrevista na manhã da quinta-feira, 23, feriado de Corpus Christi, Natália Benevides, Hélio Miguel Santos Bezerra, 25 anos, e Natália de Sena Alves, 23 anos, lembraram que, aqui, a mobilização social dos jovens teve como ponto de partida a luta pelo Passe Livre, em 2006. De lá para cá, o ativismo nas redes de relacionamento na internet se fortaleceu.
Em dezembro de 2010, foram as manifestações contra o aumento da tarifa de ônibus e este ano, em abril contra os preços dos combustíveis. Nos dois casos, os protestos migraram das redes sociais digitais para as ruas. "A internet foi uma ferramenta importante para mobilizar, principalmente a classe média, porque não é apenas quem usa a escola pública; o posto de saúde que está descontente", disse Natália Sena.
Nas últimas semanas, o movimento Fora Micarla ganhou destaque nacional e chegou a ser denominado pela revista Carta Capital, em reportagem sobre o assunto, como "ciberativismo". Os jovens que integram o Coletivo Fora Micarla preferem outra definição: "Ativismo Ciberinterativo". Na noite de quinta, 23, as manifestações no Rio Grande do Norte foram destacadas no programa "Entre Aspas", da Globo News.
Gil Giardelli, professor de pós-graduação na disciplina de Redes Sociais, da Escola Superior de Propaganda e Marketing e Marcos Nobre, professor de Filosofia da Unicamp falaram sobre o ressurgimento da mobilização de jovens e destacaram as mídias sociais como "a era das grandes verdades", que rompe um cinturão de autodefesa do sistema político.
Na entrevista, citaram a mobilização dos jovens no Rio Grande do Norte e no Espírito Santo, como um grande processo na construção de uma sociedade em rede. A exemplo do que acontece na Espanha, onde mais de 60 mil pessoas foram às ruas mobilizadas pelas redes sociais. "No Rio Grande do Norte, eles criaram, nas redes sociais, uma coordenação nova. Disseram olha está todo mundo reclamando, um de saúde, outro de educação, outro de transporte. Vamos nos juntar. Isso é um grande processo", destacou Giardelli.
Os manifestantes do Fora Micarla tem consciência da dimensão do ativismo que estão fazendo. "A interação com a população foi muito grande. O movimento ganhou vida orgânica. Até porque nossa luta é toda na vida real, no cotidiano. Nós somos ativistas das lutas reais da rua", argumenta Marcos Aurélio.
A grande diferença, em relação a momentos anteriores, completa, é que "agora, sabemos usar novas ferramentas de comunicação para nos mantermos mais conectados e mais interativos". Para Giardelli e Nobre os jovens estão dizendo o que todo mundo já sabia. "Eles estão falando assim: nossos sonhos não cabem mais em suas urnas", resumiu Giardelli.
Diversidade e pluralidade são a marca do grupo
Quem acompanhou de perto os dez dias de ocupação da Câmara Municipal percebeu que a diversidade é a marca do Coletivo Fora Micarla. Reúne do jovem ciclista e universitário, de 19 anos, Renato Galdino, a trabalhadores, como o guia de turismo, Rinaldo Sampaio de Andrade, 32 anos. Ele começou a militância sindical aos 14 anos, numa época - destacou - em que para mobilizar precisava gastar "muito gogó e panfleto".
Em 18 anos de militância sindical, disse que nunca viveu um momento tão marcante. "É bela essa ciberinteratividade com a população. Minha geração não tinha internet, facebook, twitter. Tinha que gastar o gogó mesmo", comentou Rinaldo. Depois de uma semana cansativa (a do acampamento), descansou. Dormiu a noite da sexta-feira e quase todo o dia do sábado, em casa. No dia seguinte, contou, já estava preparado para recomeçar. "Não tem mais como pensar a vida, sem o movimento. Ele está em primeiro plano. Agora, é arranjar mais força, mobilizar mais gente e expandir". Nesses dias, concilia o trabalho e as atividades do movimento. Na quarta-feira, 22, ele e outros manifestantes se envolveram em conflito com seguranças legislativos, inconformados com a limitação do acesso à Câmara.
Terminou com parte do rosto, próximo ao olho direito, machucado. Mas não desistiu. Permaneceu em frente à Câmara até final da sessão e comemorou a leitura do requerimento de instalação da CEI dos Contratos. Rinaldo classifica o momento como "fantástico". "Fico maravilhado, vendo realmente que um outro mundo é possível. Que podemos questionar e impor outro ritmo".
A horizontalidade, a pluralidade e autogestão são fundamentos que, segundo ele, fazem toda a diferença. "É uma coletividade rica pelas diferentes visões políticas e de vida. E é muito legal você vê dez comissões funcionando; vê companheirismo e unidade, mesmo na diferença; vê que a população está feliz por a gente estar representando simbolicamente a insatisfação de todos", resumiu.
Comissão jurídica está articulada
A Comissão Jurídica do Coletivo Fora Micarla arrancou do Poder Judiciário algo que poucos acreditavam: o habeas corpus coletivo preventivo, mais tarde derrubado pelo Pleno de Desembargadores do Tribunal de Justiça, mas, no final do mesmo dia, mantido pelo Superior Tribunal de Justiça. O trabalho foi desenvolvido em conjunto por Natália Benevides, Hélio Miguel e Natália de Sena. Já o recurso ao STJ, foi assinado pelo advogado Daniel Pessoa.
Nesta semana, os alunos retomaram a rotina das aulas, mas já com uma nova demanda na bagagem: acompanhar e fiscalizar os movimentos da CEI dos Contratos. "Nosso trabalho e o de todo mundo do Coletivo não parou e não vai parar". Outros estudantes de Direito devem entrar na comissão. "Muitos estão querendo participar mais de perto do Coletivo. Vamos poder fazer um revezamento e acompanhar mais atentamente tudo. É muito bom vê que inspiramos essa participação", disse Hélio Miguel, que agora retoma os projetos finais do curso.
Embora tenham alcançado vitórias, uma no campo político e outra no campo institucional, a experiência para os estudantes de Direito gerou decepção com o judiciário do RN. "Mostrou que o Pleno é uma aula de como o Direito não deve ser", sintetizam os três concluintes de Direito. "Toda aquela visão romântica do judiciário caiu por terra. Em parte, a confiança só foi restabelecida com a decisão de STJ", disse Hélio Miguel.
Natália Sena completou: "tanto a manobra da presidência da Câmara que extinguiu a CEI dos Aluguéis, quanto a decisão do juiz de suspender o habeas corpus no domingo foi uma lição que valeu para aprendermos a ter estratégias, a nos antecipar. Hoje, estamos cientes de que não devemos confiar cegamente. É para mudar essa cultura, que vê primeiros os interesses privados, antes do público, que vamos lutar".
Os três têm uma certeza: para eles, o exercício do Direito, depois dessa empreitada, será "dez mil vezes melhor". Natália Benevides acredita que a indignação e a esperança darão gás ao movimento. "Como dizia Paulo Freire a 'justa raiva' é que move o cidadão e acredito que a possibilidade real de sermos sujeito de uma mudança e isso é que dará gás, dará força para voltar às ruas, quantas vezes forem necessárias. É isso que dá força a muitos estudantes em fim de semestre de colocarem a luta como prioridade".
Natália Sena resumiu o que pensa; "há uma unanimidade negativa latente em todas as classes. Poder compartilhar essa indignação e ir às ruas pedir mudanças, foi muito bom. Nunca pensei que um mês antes de me formar ia viver uma experiência como essa. É um momento histórico e não podia deixar passar. Tinha mesmo que sacrificar vida pessoal e acadêmica".
No caso deles, o projeto Lições de Cidadania, do curso de Direito, os levou a ter contato com a comunidade do Leningrado, onde puderem identificar os problemas estruturais, de saúde e educação. "Entramos no movimento com propriedade de conhecimento dos problemas da cidade", comentou Hélio Miguel.
"Senti medo da polícia, de levar pancada"
Alguns momentos no acampamento montado o pátio da Câmara foram tensos. Que o diga Renato Galdino, 19 anos. "Senti medo da polícia, de levar pancada. Todo dia era dia da polícia ir nos retirar. Mas não podia deixar que o medo me dominasse. Nossa mobilização era pacífica. E a gente precisava resistir e produzir".
Na manhã da última quarta-feira, 22, dia de instalação da CEI dos Contratos, ele fazia um trabalho em grupo, no setor I, do Campus. À tarde, tinha compromisso: acompanhar a sessão na Câmara. E foi um dos primeiros a chegar. Depois, participou da caminhada até a sede da prefeitura e, à noite, já estava sentado no chão da praça, na plenária dos manifestantes.
Ele foi um dos que enfrentou a família. "Minha mãe foi na Câmara, me viu deitado num canto de parede. Ela disse que eu tinha abandonado a família; que não concorda com aquela ocupação. Pegou minha mochila e foi embora", contou. Por um momento, disse, pensou em ir para casa, mas os companheiros deram força e ele resolveu ir atrás da mãe e conversar. "Foi mais de uma hora esclarecendo o movimento. Depois, ela entendeu, me abraçou e disse para eu ficar com Deus". Hoje, a mãe de Renato já está tranqüila. Ele voltou aos estudos. Faz o 3º período de Serviço Social.
Novas armas para chamar a atenção
Foi apoiada em pernas-de-pau de aproximadamente um metro, que a universitária Louise Caroline Gomes Branco, 22 anos, percorreu os 1.500 metros que separam a Praça Cívica da Câmara Municipal de Natal. A intervenção foi na quarta-feira, 22, às 15h20 e era mais uma das ações do Coletivo Fora Micarla. Louise estava ansiosa e animada para acompanhar a instalação da CEI dos Contratos.
Rodrigo SenaNas ruas, jovens fazem caminhada e apitaço para chamar a atenção da população para movimentoNas ruas, jovens fazem caminhada e apitaço para chamar a atenção da população para movimento
E não poderia ser de outra forma. A estudante do 7º período do curso de Ciências Sociais da UFRN participa das ações do Fora Micarla desde o primeiro ato, no dia 25 de maio. Esse ato reuniu centenas de estudantes no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira. Depois, veio a segunda mobilização, no dia 09 de junho. Daí por diante, Louise se juntou aos que já estavam acampados no pátio do poder legislativo.
Permaneceu por lá até a sexta-feira, 17, quando foi firmado o acordo, garantindo a instalação da CEI. Na quarta, 22, ele chegou à Câmara, mas não conseguiu entrar. As galerias já estavam lotadas. Permaneceu na frente do prédio, portando nas costas uma grande borboleta colorida, fazendo barulho e protestando contra o governo municipal. Louise disse que comemora muito o fato dessa mobilização está acontecendo em Natal. "É um momento muito engrandecedor, novidade para um estado como o nosso, sem visibilidade". Num primeiro momento, antes das mobilizações de rua, Louise compartilhava no facebook sua insatisfação com a gestão municipal. Ela não tem filiação partidária. Declara-se "meio arquinista". Como muitos, abriu mão da família e de casa para se dedicar às mobilizações. "Minha rotina mudou toda. Abri mão de muita coisa, até faltei algumas aulas, mas isso faz parte da vida de quem é militante".
Antes da ocupação da Câmara, ela saia de casa às 7h. Ia pra faculdade e ficava por lá até meio-dia. Por um período chegou a trabalhar nos semáforos, na parte da tarde, fazendo malabares. Mas as atividades de rua estavam atrapalhando os estudos e ela decidiu parar e ficar em casa para estudar. Nas últimas semanas, se dedica, 24 horas, ao Coletivo Fora Micarla. "Após dez dias de acampamento, o cansaço bate, é normal, mas não significa que vamos abrandar", avisa a estudante.
Bate-papo
» José Antônio Spinelli, Sociólogo
Como o senhor avalia o momento de politização dos jovens e uso das redes sociais na internet?
As mobilizações juvenis têm uma grande capacidade de contágio e geralmente antecipam movimentos que, depois, se espraiam para o conjunto da sociedade. E as redes sociais deram aos movimentos uma maior capilaridade, um poder de aglutinação sem precedentes, uma força mobilizadora potente e um nível de liberdade que escapa ao controle de qualquer um.
Esse fenômeno é uma tendência ou moda passageira?
Minha esperança é que seja uma tendência e não simplesmente uma moda. Pensando objetivamente, parece mesmo tratar-se de uma tendência que veio para ficar, haja visto o caráter mundial do fenômeno e a possibilidade muito concreta de a internet se massificar, incentivando a formação e a extensão das redes sociais.
O movimento #Fora Micarla é um exemplo da força das redes sociais na internet?
Com certeza. Foi a partir das redes que o movimento nasceu, se expandiu, cresceu, foi às ruas e ganhou apoio, simpatia e adesão do grosso da população, chamando a atenção da mídia tradicional.
Os jovens se sentem mais estimulados ao mobilizar por meio das mídias virtuais?
Sim, porque se trata de um meio dinâmico, instantâneo, ágil, flexível.
Do ponto de vista de comportamento, quais as mudanças que já se configuram e como lidar com elas?
Há muita controvérsia a esse respeito e os estudos de caráter científico sobre as redes ainda estão em sua fase inicial. Algo que se pode afirmar é que as redes sociais na internet [como qualquer rede social] reforçam os laços identitários entre seus participantes. Nas redes sociais na internet, a comunicação é interativa, favorecendo uma sociabilidade dialógica e o processo de construção de subjetividades que se enriquecem no processo de interreconhecimento.
Ao disseminar informações em rede, o jovem sente mais poder e mais coragem?
Sem dúvida. Eles podem se dar conta de que atuando em conjunto podem mudar a realidade, podem transformar pensamentos em forças sociais criadoras ou destrutivas.
Que diferença o senhor vê entre essa mobilização atual e outras do passado, como o Fora Collor?
As esperanças eram as mesmas: transparência na política, participação nas decisões que afetam a nossa vida, liberdade, democracia. Os meios é que são diferentes. Na época do movimento contra o ex-presidente Collor, assim como no movimento Diretas-Já, a mídia tradicional aderiu tardiamente e a comunicação entre os participantes do movimento se fazia na base do boca a boca. Hoje, com a internet, se dispõe de um meio instantâneo, que permite a comunicação imediata, em tempo real e relativamente livre da intervenção das autoridades. Mas movimento nas ruas, como passeatas e ocupações de espaços públicos, continua e continuará sendo um momento de celebração coletiva, de comunhão democrática.
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NatalNatal, 27 de Junho de 2011 | Atualizado às 09:41 Movimento que nasceu e cresceu nas redes sociais
Publicação: 26 de Junho de 2011 às 00:
Margareth Grilo
Repórter Especial
"E o pulso ainda pulsa...". O refrão entoado pelo cantor, Arnaldo Antunes, na música "O Pulso", cabe, na medida, para explicar o atual momento nos bastidores do Coletivo Fora Micarla. Nove dias depois da desocupação da Câmara Municipal de Natal, os estudantes, garantem, têm fôlego para muito mais. As manifestações, na rede mundial de computadores, e nas ruas, continua firme.
Júnior SantosMarcos Aurélio Garcia é um dos integrantes do Fora MicarlaMarcos Aurélio Garcia é um dos integrantes do Fora Micarla
"Até que tudo cesse, nós não cessaremos", afirma Marcos Aurélio Garcia de Lemos, 28 anos, da Comissão de Imprensa do Coletivo. Marcos Aurélio faz militância política e social desde 1996. Ingressou no movimento estudantil aos 13 anos. "Esse foi o momento mais belo, mais marcante na luta de classes nesses 15 anos que me dedico à militância. Em onze dias o movimento ganhou consistência política e organicidade única".
O movimento que parou a sede do Poder Legislativo por dez dias reúne estudantes do ensino médio, universitários, sindicalistas, trabalhadores, militantes partidários e integrantes de segmentos organizados da sociedade civil. A maioria, jovens entre 17 e 35 anos, familiarizados com a conectividade, com o compartilhamento de informações e com os sites de relacionamento na internet. São adeptos do Twitter, do Facebook, do Orkut e de tantas outras redes.
Como muitos, em outros continentes e mesmo no Brasil, usaram essa "existência virtual" não apenas para manifestar e potencializar suas insatisfações, mas para mobilizar e fazer o movimento transbordar para as ruas. "O negócio era extravasar, ir para as ruas, mostrar que é preciso mudar a cultura política, essa representatividade falha. Não adianta ficar só criticando no Twitter", afirmou a concluinte do curso de Direito, Natália Bastos Benavides, 23 anos, integrante da comissão jurídica do Coletivo.
Em entrevista na manhã da quinta-feira, 23, feriado de Corpus Christi, Natália Benevides, Hélio Miguel Santos Bezerra, 25 anos, e Natália de Sena Alves, 23 anos, lembraram que, aqui, a mobilização social dos jovens teve como ponto de partida a luta pelo Passe Livre, em 2006. De lá para cá, o ativismo nas redes de relacionamento na internet se fortaleceu.
Em dezembro de 2010, foram as manifestações contra o aumento da tarifa de ônibus e este ano, em abril contra os preços dos combustíveis. Nos dois casos, os protestos migraram das redes sociais digitais para as ruas. "A internet foi uma ferramenta importante para mobilizar, principalmente a classe média, porque não é apenas quem usa a escola pública; o posto de saúde que está descontente", disse Natália Sena.
Nas últimas semanas, o movimento Fora Micarla ganhou destaque nacional e chegou a ser denominado pela revista Carta Capital, em reportagem sobre o assunto, como "ciberativismo". Os jovens que integram o Coletivo Fora Micarla preferem outra definição: "Ativismo Ciberinterativo". Na noite de quinta, 23, as manifestações no Rio Grande do Norte foram destacadas no programa "Entre Aspas", da Globo News.
Gil Giardelli, professor de pós-graduação na disciplina de Redes Sociais, da Escola Superior de Propaganda e Marketing e Marcos Nobre, professor de Filosofia da Unicamp falaram sobre o ressurgimento da mobilização de jovens e destacaram as mídias sociais como "a era das grandes verdades", que rompe um cinturão de autodefesa do sistema político.
Na entrevista, citaram a mobilização dos jovens no Rio Grande do Norte e no Espírito Santo, como um grande processo na construção de uma sociedade em rede. A exemplo do que acontece na Espanha, onde mais de 60 mil pessoas foram às ruas mobilizadas pelas redes sociais. "No Rio Grande do Norte, eles criaram, nas redes sociais, uma coordenação nova. Disseram olha está todo mundo reclamando, um de saúde, outro de educação, outro de transporte. Vamos nos juntar. Isso é um grande processo", destacou Giardelli.
Os manifestantes do Fora Micarla tem consciência da dimensão do ativismo que estão fazendo. "A interação com a população foi muito grande. O movimento ganhou vida orgânica. Até porque nossa luta é toda na vida real, no cotidiano. Nós somos ativistas das lutas reais da rua", argumenta Marcos Aurélio.
A grande diferença, em relação a momentos anteriores, completa, é que "agora, sabemos usar novas ferramentas de comunicação para nos mantermos mais conectados e mais interativos". Para Giardelli e Nobre os jovens estão dizendo o que todo mundo já sabia. "Eles estão falando assim: nossos sonhos não cabem mais em suas urnas", resumiu Giardelli.
Diversidade e pluralidade são a marca do grupo
Quem acompanhou de perto os dez dias de ocupação da Câmara Municipal percebeu que a diversidade é a marca do Coletivo Fora Micarla. Reúne do jovem ciclista e universitário, de 19 anos, Renato Galdino, a trabalhadores, como o guia de turismo, Rinaldo Sampaio de Andrade, 32 anos. Ele começou a militância sindical aos 14 anos, numa época - destacou - em que para mobilizar precisava gastar "muito gogó e panfleto".
Em 18 anos de militância sindical, disse que nunca viveu um momento tão marcante. "É bela essa ciberinteratividade com a população. Minha geração não tinha internet, facebook, twitter. Tinha que gastar o gogó mesmo", comentou Rinaldo. Depois de uma semana cansativa (a do acampamento), descansou. Dormiu a noite da sexta-feira e quase todo o dia do sábado, em casa. No dia seguinte, contou, já estava preparado para recomeçar. "Não tem mais como pensar a vida, sem o movimento. Ele está em primeiro plano. Agora, é arranjar mais força, mobilizar mais gente e expandir". Nesses dias, concilia o trabalho e as atividades do movimento. Na quarta-feira, 22, ele e outros manifestantes se envolveram em conflito com seguranças legislativos, inconformados com a limitação do acesso à Câmara.
Terminou com parte do rosto, próximo ao olho direito, machucado. Mas não desistiu. Permaneceu em frente à Câmara até final da sessão e comemorou a leitura do requerimento de instalação da CEI dos Contratos. Rinaldo classifica o momento como "fantástico". "Fico maravilhado, vendo realmente que um outro mundo é possível. Que podemos questionar e impor outro ritmo".
A horizontalidade, a pluralidade e autogestão são fundamentos que, segundo ele, fazem toda a diferença. "É uma coletividade rica pelas diferentes visões políticas e de vida. E é muito legal você vê dez comissões funcionando; vê companheirismo e unidade, mesmo na diferença; vê que a população está feliz por a gente estar representando simbolicamente a insatisfação de todos", resumiu.
Comissão jurídica está articulada
A Comissão Jurídica do Coletivo Fora Micarla arrancou do Poder Judiciário algo que poucos acreditavam: o habeas corpus coletivo preventivo, mais tarde derrubado pelo Pleno de Desembargadores do Tribunal de Justiça, mas, no final do mesmo dia, mantido pelo Superior Tribunal de Justiça. O trabalho foi desenvolvido em conjunto por Natália Benevides, Hélio Miguel e Natália de Sena. Já o recurso ao STJ, foi assinado pelo advogado Daniel Pessoa.
Nesta semana, os alunos retomaram a rotina das aulas, mas já com uma nova demanda na bagagem: acompanhar e fiscalizar os movimentos da CEI dos Contratos. "Nosso trabalho e o de todo mundo do Coletivo não parou e não vai parar". Outros estudantes de Direito devem entrar na comissão. "Muitos estão querendo participar mais de perto do Coletivo. Vamos poder fazer um revezamento e acompanhar mais atentamente tudo. É muito bom vê que inspiramos essa participação", disse Hélio Miguel, que agora retoma os projetos finais do curso.
Embora tenham alcançado vitórias, uma no campo político e outra no campo institucional, a experiência para os estudantes de Direito gerou decepção com o judiciário do RN. "Mostrou que o Pleno é uma aula de como o Direito não deve ser", sintetizam os três concluintes de Direito. "Toda aquela visão romântica do judiciário caiu por terra. Em parte, a confiança só foi restabelecida com a decisão de STJ", disse Hélio Miguel.
Natália Sena completou: "tanto a manobra da presidência da Câmara que extinguiu a CEI dos Aluguéis, quanto a decisão do juiz de suspender o habeas corpus no domingo foi uma lição que valeu para aprendermos a ter estratégias, a nos antecipar. Hoje, estamos cientes de que não devemos confiar cegamente. É para mudar essa cultura, que vê primeiros os interesses privados, antes do público, que vamos lutar".
Os três têm uma certeza: para eles, o exercício do Direito, depois dessa empreitada, será "dez mil vezes melhor". Natália Benevides acredita que a indignação e a esperança darão gás ao movimento. "Como dizia Paulo Freire a 'justa raiva' é que move o cidadão e acredito que a possibilidade real de sermos sujeito de uma mudança e isso é que dará gás, dará força para voltar às ruas, quantas vezes forem necessárias. É isso que dá força a muitos estudantes em fim de semestre de colocarem a luta como prioridade".
Natália Sena resumiu o que pensa; "há uma unanimidade negativa latente em todas as classes. Poder compartilhar essa indignação e ir às ruas pedir mudanças, foi muito bom. Nunca pensei que um mês antes de me formar ia viver uma experiência como essa. É um momento histórico e não podia deixar passar. Tinha mesmo que sacrificar vida pessoal e acadêmica".
No caso deles, o projeto Lições de Cidadania, do curso de Direito, os levou a ter contato com a comunidade do Leningrado, onde puderem identificar os problemas estruturais, de saúde e educação. "Entramos no movimento com propriedade de conhecimento dos problemas da cidade", comentou Hélio Miguel.
"Senti medo da polícia, de levar pancada"
Alguns momentos no acampamento montado o pátio da Câmara foram tensos. Que o diga Renato Galdino, 19 anos. "Senti medo da polícia, de levar pancada. Todo dia era dia da polícia ir nos retirar. Mas não podia deixar que o medo me dominasse. Nossa mobilização era pacífica. E a gente precisava resistir e produzir".
Na manhã da última quarta-feira, 22, dia de instalação da CEI dos Contratos, ele fazia um trabalho em grupo, no setor I, do Campus. À tarde, tinha compromisso: acompanhar a sessão na Câmara. E foi um dos primeiros a chegar. Depois, participou da caminhada até a sede da prefeitura e, à noite, já estava sentado no chão da praça, na plenária dos manifestantes.
Ele foi um dos que enfrentou a família. "Minha mãe foi na Câmara, me viu deitado num canto de parede. Ela disse que eu tinha abandonado a família; que não concorda com aquela ocupação. Pegou minha mochila e foi embora", contou. Por um momento, disse, pensou em ir para casa, mas os companheiros deram força e ele resolveu ir atrás da mãe e conversar. "Foi mais de uma hora esclarecendo o movimento. Depois, ela entendeu, me abraçou e disse para eu ficar com Deus". Hoje, a mãe de Renato já está tranqüila. Ele voltou aos estudos. Faz o 3º período de Serviço Social.
Novas armas para chamar a atenção
Foi apoiada em pernas-de-pau de aproximadamente um metro, que a universitária Louise Caroline Gomes Branco, 22 anos, percorreu os 1.500 metros que separam a Praça Cívica da Câmara Municipal de Natal. A intervenção foi na quarta-feira, 22, às 15h20 e era mais uma das ações do Coletivo Fora Micarla. Louise estava ansiosa e animada para acompanhar a instalação da CEI dos Contratos.
Rodrigo SenaNas ruas, jovens fazem caminhada e apitaço para chamar a atenção da população para movimentoNas ruas, jovens fazem caminhada e apitaço para chamar a atenção da população para movimento
E não poderia ser de outra forma. A estudante do 7º período do curso de Ciências Sociais da UFRN participa das ações do Fora Micarla desde o primeiro ato, no dia 25 de maio. Esse ato reuniu centenas de estudantes no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira. Depois, veio a segunda mobilização, no dia 09 de junho. Daí por diante, Louise se juntou aos que já estavam acampados no pátio do poder legislativo.
Permaneceu por lá até a sexta-feira, 17, quando foi firmado o acordo, garantindo a instalação da CEI. Na quarta, 22, ele chegou à Câmara, mas não conseguiu entrar. As galerias já estavam lotadas. Permaneceu na frente do prédio, portando nas costas uma grande borboleta colorida, fazendo barulho e protestando contra o governo municipal. Louise disse que comemora muito o fato dessa mobilização está acontecendo em Natal. "É um momento muito engrandecedor, novidade para um estado como o nosso, sem visibilidade". Num primeiro momento, antes das mobilizações de rua, Louise compartilhava no facebook sua insatisfação com a gestão municipal. Ela não tem filiação partidária. Declara-se "meio arquinista". Como muitos, abriu mão da família e de casa para se dedicar às mobilizações. "Minha rotina mudou toda. Abri mão de muita coisa, até faltei algumas aulas, mas isso faz parte da vida de quem é militante".
Antes da ocupação da Câmara, ela saia de casa às 7h. Ia pra faculdade e ficava por lá até meio-dia. Por um período chegou a trabalhar nos semáforos, na parte da tarde, fazendo malabares. Mas as atividades de rua estavam atrapalhando os estudos e ela decidiu parar e ficar em casa para estudar. Nas últimas semanas, se dedica, 24 horas, ao Coletivo Fora Micarla. "Após dez dias de acampamento, o cansaço bate, é normal, mas não significa que vamos abrandar", avisa a estudante.
Bate-papo
» José Antônio Spinelli, Sociólogo
Como o senhor avalia o momento de politização dos jovens e uso das redes sociais na internet?
As mobilizações juvenis têm uma grande capacidade de contágio e geralmente antecipam movimentos que, depois, se espraiam para o conjunto da sociedade. E as redes sociais deram aos movimentos uma maior capilaridade, um poder de aglutinação sem precedentes, uma força mobilizadora potente e um nível de liberdade que escapa ao controle de qualquer um.
Esse fenômeno é uma tendência ou moda passageira?
Minha esperança é que seja uma tendência e não simplesmente uma moda. Pensando objetivamente, parece mesmo tratar-se de uma tendência que veio para ficar, haja visto o caráter mundial do fenômeno e a possibilidade muito concreta de a internet se massificar, incentivando a formação e a extensão das redes sociais.
O movimento #Fora Micarla é um exemplo da força das redes sociais na internet?
Com certeza. Foi a partir das redes que o movimento nasceu, se expandiu, cresceu, foi às ruas e ganhou apoio, simpatia e adesão do grosso da população, chamando a atenção da mídia tradicional.
Os jovens se sentem mais estimulados ao mobilizar por meio das mídias virtuais?
Sim, porque se trata de um meio dinâmico, instantâneo, ágil, flexível.
Do ponto de vista de comportamento, quais as mudanças que já se configuram e como lidar com elas?
Há muita controvérsia a esse respeito e os estudos de caráter científico sobre as redes ainda estão em sua fase inicial. Algo que se pode afirmar é que as redes sociais na internet [como qualquer rede social] reforçam os laços identitários entre seus participantes. Nas redes sociais na internet, a comunicação é interativa, favorecendo uma sociabilidade dialógica e o processo de construção de subjetividades que se enriquecem no processo de interreconhecimento.
Ao disseminar informações em rede, o jovem sente mais poder e mais coragem?
Sem dúvida. Eles podem se dar conta de que atuando em conjunto podem mudar a realidade, podem transformar pensamentos em forças sociais criadoras ou destrutivas.
Que diferença o senhor vê entre essa mobilização atual e outras do passado, como o Fora Collor?
As esperanças eram as mesmas: transparência na política, participação nas decisões que afetam a nossa vida, liberdade, democracia. Os meios é que são diferentes. Na época do movimento contra o ex-presidente Collor, assim como no movimento Diretas-Já, a mídia tradicional aderiu tardiamente e a comunicação entre os participantes do movimento se fazia na base do boca a boca. Hoje, com a internet, se dispõe de um meio instantâneo, que permite a comunicação imediata, em tempo real e relativamente livre da intervenção das autoridades. Mas movimento nas ruas, como passeatas e ocupações de espaços públicos, continua e continuará sendo um momento de celebração coletiva, de comunhão democrática.
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Paulo Freire "Defendendo o salário dos professores"
http://www.antroposmoderno.com/textos/freire.shtml
À LUIZA ERUNDINA
Defendendo o salário dos professores
Prezada Erundina:
Se há algo que não precisamos fazer, você e eu, é tentar convencer, você a mim, eu a você, de que é urgente, entre em seus números de mudanças neste país, mudar a escola pública, melhorá-la, democratizá-la, superar seu autoritarismo, vencer seu elitismo. Este é no fundo, seu sonho, meu sonho, nosso sonho. A materialização dele envolve, de um lado o resgate de uma dívida histórica com o magistério, de que salários menos imorais são uma dimensão fundamental, de outro, a melhoria de condições de trabalho, indispensáveis à materialização do próprio sonho. Sutre estas condições, a possibilidade de trabalho coletivo para a efetivação da reorientação curricular e a formação permanente dos educadores e das educadoras, o que não se pode realizar a não ser mudando-se também o que se entende hoje por jornada de trabalho nas escolas.
Se há muito estou certo e absolutamente convencido hoje de que, só na medida em que experimentarmos profundamente a tensão entre a "insanidade" e a sanidade, em nossa prática política, de que resulta nos tornarmos autenticamente sãos é que nos faremos capazes de separar dificuldades só aparentemente intensas possíveis que nos apresentam na busca da concretização de nossos sonhos.
Na verdade, querida Erundina, é isso o que você vem sendo e é isso o que você vem fazendo ao longo de sua vida de militante, amorosa da verdade, defensora dos ofendidos, entregue sempre à boniteza doida de servir.
O texto que se segue, de produção coletiva, amorosamente militante também, é uma espécie de grito manso, de apelo, em busca da concretização de nosso sonhos.
Do amigo
Paulo Freire
http://www.antroposmoderno.com/textos/freire.shtml
À LUIZA ERUNDINA
Defendendo o salário dos professores
Prezada Erundina:
Se há algo que não precisamos fazer, você e eu, é tentar convencer, você a mim, eu a você, de que é urgente, entre em seus números de mudanças neste país, mudar a escola pública, melhorá-la, democratizá-la, superar seu autoritarismo, vencer seu elitismo. Este é no fundo, seu sonho, meu sonho, nosso sonho. A materialização dele envolve, de um lado o resgate de uma dívida histórica com o magistério, de que salários menos imorais são uma dimensão fundamental, de outro, a melhoria de condições de trabalho, indispensáveis à materialização do próprio sonho. Sutre estas condições, a possibilidade de trabalho coletivo para a efetivação da reorientação curricular e a formação permanente dos educadores e das educadoras, o que não se pode realizar a não ser mudando-se também o que se entende hoje por jornada de trabalho nas escolas.
Se há muito estou certo e absolutamente convencido hoje de que, só na medida em que experimentarmos profundamente a tensão entre a "insanidade" e a sanidade, em nossa prática política, de que resulta nos tornarmos autenticamente sãos é que nos faremos capazes de separar dificuldades só aparentemente intensas possíveis que nos apresentam na busca da concretização de nossos sonhos.
Na verdade, querida Erundina, é isso o que você vem sendo e é isso o que você vem fazendo ao longo de sua vida de militante, amorosa da verdade, defensora dos ofendidos, entregue sempre à boniteza doida de servir.
O texto que se segue, de produção coletiva, amorosamente militante também, é uma espécie de grito manso, de apelo, em busca da concretização de nosso sonhos.
Do amigo
Paulo Freire
http://www.antroposmoderno.com/textos/freire.shtml
Salário do professor em Natal, rn..O salário de um professor em início de carreira, é de R$ 739,00.
Área do leitor
Jornal Tribuna do Norte
Natal
Natal, 03 de Maio de 2011 | Atualizado às 11:09
Professores do Estado entram em greve na segunda-feira
Publicação: 29 de Abril de 2011 às 11:06
Professores e servidores da rede pública estadual entram em greve por tempo indeterminado na próxima segunda-feira. A decisão tomada em assembleia, ontem, é segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN uma resposta ao governo que até agora não atendeu à reivindicação de aplicação da tabela salarial à categoria. Os 19 mil professores ativos questionam que seus salários estão defasados em relação a outras categorias e que o governo não estaria oferecendo o mesmo tratamento.
elisa elsiePresidente do Sinte/RN diz que greve depende de negociaçãoPresidente do Sinte/RN diz que greve depende de negociação
Em entrevista por telefone na manhã desta sexta-feira, a coordenadora do Sinte-RN, professora Fátima Cardoso, afirmou que a governadora chegou a enviar uma carta à instituição. “Mas essa carta é absolutamente evasiva. Ao mesmo tempo que se mostra interessada em resolver, diz que não tem como”. “Queremos o mesmo tratamento que o Governo concede a outras categorias”, afirmou.
De acordo com o Sindicato, o salário de um professor em início de carreira, é de R$ 739,00. O cumprimento da tabela que trata dos vencimentos da categoria elevaria esse piso para R$ 1.759,50 podendo chegar a R$ 3.519,00 de um professor com doutorado, por exemplo.
Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a responsável pela pasta, Bethania Ramalho, ainda não foi informada oficialmente pelo sindicato sobre a greve, e só se pronunciará quando rece...........
Jornal Tribuna do Norte
Natal
Natal, 03 de Maio de 2011 | Atualizado às 11:09
Professores do Estado entram em greve na segunda-feira
Publicação: 29 de Abril de 2011 às 11:06
Professores e servidores da rede pública estadual entram em greve por tempo indeterminado na próxima segunda-feira. A decisão tomada em assembleia, ontem, é segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN uma resposta ao governo que até agora não atendeu à reivindicação de aplicação da tabela salarial à categoria. Os 19 mil professores ativos questionam que seus salários estão defasados em relação a outras categorias e que o governo não estaria oferecendo o mesmo tratamento.
elisa elsiePresidente do Sinte/RN diz que greve depende de negociaçãoPresidente do Sinte/RN diz que greve depende de negociação
Em entrevista por telefone na manhã desta sexta-feira, a coordenadora do Sinte-RN, professora Fátima Cardoso, afirmou que a governadora chegou a enviar uma carta à instituição. “Mas essa carta é absolutamente evasiva. Ao mesmo tempo que se mostra interessada em resolver, diz que não tem como”. “Queremos o mesmo tratamento que o Governo concede a outras categorias”, afirmou.
De acordo com o Sindicato, o salário de um professor em início de carreira, é de R$ 739,00. O cumprimento da tabela que trata dos vencimentos da categoria elevaria esse piso para R$ 1.759,50 podendo chegar a R$ 3.519,00 de um professor com doutorado, por exemplo.
Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a responsável pela pasta, Bethania Ramalho, ainda não foi informada oficialmente pelo sindicato sobre a greve, e só se pronunciará quando rece...........
Pensando exclusivamente desenvolvimento cultural do alunado.
Inserir o aluno na biblioteca com trabalho voltado para o gosto pela leitura.
Desenvolver suas capacidades para fazer suas atividades.
Informar uso de direitos e deveres dentro da escola e suas dependências.
Inseri a biblioteca como uma ferramenta no auxílio ao educando para seus problemas.
Trabalhar a afetividade e o incentivo de permanência mesmo quando ociosos com jogos.
Desenvolver no aluno sua capacidade de resolver suas questões, uma intervenção que estimule ao desempenho sozinho em suas atividades.
Informar de suas competências e capacidades intelectuais, conscientizando-os do fazer do aprender e do criar.
Hipótese (suposição)
Todos os indivíduos que estão fora da faixa etária escolar e que procuram se matricular em uma escola, seja ela de ensino fundamental ou de ensino médio, mas não têm condições de percorrerem sozinhos o caminho do aprendizado, precisam de um facilitador para auxiliar no seu desenvolvimento cultural. O professor da biblioteca se prontifica, juntamente com o pessoal de apoio pedagógico e com os gestores. É nesta perspectiva que entra o trabalho da biblioteca de observação feito pelo grupo de estudo da escola, exprimindo os vários tipos de relações existentes entre a comunidade escolar e o educando com o objetivo de contribuir com o currículo escolar, detectando as dificuldades, bem como aprontando soluções.
O desafio é da necessidade na formação do educando, integrando o aluno e os educadores à Biblioteca. E em conjunto com planejamentos, técnicas de trabalhos, relacionadas aos conteúdos curriculares e extras curriculares, pela atitude avaliativa, usando metodologia à realidade vivenciada, métodos que sejam pertinentes ao contexto escolar
Trabalho com resultados em médio prazo.
Desenvolver suas capacidades para fazer suas atividades.
Informar uso de direitos e deveres dentro da escola e suas dependências.
Inseri a biblioteca como uma ferramenta no auxílio ao educando para seus problemas.
Trabalhar a afetividade e o incentivo de permanência mesmo quando ociosos com jogos.
Desenvolver no aluno sua capacidade de resolver suas questões, uma intervenção que estimule ao desempenho sozinho em suas atividades.
Informar de suas competências e capacidades intelectuais, conscientizando-os do fazer do aprender e do criar.
Hipótese (suposição)
Todos os indivíduos que estão fora da faixa etária escolar e que procuram se matricular em uma escola, seja ela de ensino fundamental ou de ensino médio, mas não têm condições de percorrerem sozinhos o caminho do aprendizado, precisam de um facilitador para auxiliar no seu desenvolvimento cultural. O professor da biblioteca se prontifica, juntamente com o pessoal de apoio pedagógico e com os gestores. É nesta perspectiva que entra o trabalho da biblioteca de observação feito pelo grupo de estudo da escola, exprimindo os vários tipos de relações existentes entre a comunidade escolar e o educando com o objetivo de contribuir com o currículo escolar, detectando as dificuldades, bem como aprontando soluções.
O desafio é da necessidade na formação do educando, integrando o aluno e os educadores à Biblioteca. E em conjunto com planejamentos, técnicas de trabalhos, relacionadas aos conteúdos curriculares e extras curriculares, pela atitude avaliativa, usando metodologia à realidade vivenciada, métodos que sejam pertinentes ao contexto escolar
Trabalho com resultados em médio prazo.
Biblioteca, "Processo de Construção do Letramento"
“Ler é viajar pelo passado presente e futuro; é percorrer todos os recantos da terra sem sair do lugar” Fanny Abramovich
Ao ministrar uma disciplina seja especificamente de língua portuguesa ou outra qualquer, o professor é o facilitador da compreensão ativa dos textos, isso acontece fora e dentro da realidade vivenciada do educando.
Sabendo dos esforços dos professores, no intuito de contribuição no desenvolvimento escolar, a Biblioteca Comunitária entra como auxiliadora das matérias do currículo escolar. Sendo uma ferramenta facilitadora para caminhar o aluno em maior aproveitamento da leitura e da pesquisa e assim, a biblioteca deixa de ser simples encarregados da conservação dos livros de arquivos de registros, empréstimos, etc.
Ficando (ao) responsável da biblioteca o desafio de elaborar anualmente, Plano de Trabalho que seja concernente ao currículo escolar com proposta dos conteúdos, juntamente com os professores que estão em sala de aula.
Contudo que esses trabalhos sejam elaborados com metas pertinentes no sentido que o aluno tenha interesse a freqüentar mais a biblioteca e levando livros para casa.
Justificativa (por quê?)
Apesar das transformações dos avanços, dos esforços de muitos professores, o atual quadro que se tem no Brasil, em evolução na transformação de leitores, continua de pouca eficácia. Mesmo com a chegada de novas tecnologias, computadores, vídeo e a internet não se conseguem um avanço no desempenho da leitura, o conhecer destas ferramentas acaba tornando desmotivador a freqüentar a biblioteca e ao exercício da leitura.
Na necessidade de competir com essas novas tecnologias, devemos formar grupos com pretensão de fazer trabalhos que desenvolva o alunado a uma cultura de leitura.
Linha de trabalho conforme a proposta do projeto.
Criar condições para o aluno ter interesses de levar livros para casa.
Fortalecer permanecia do aluno na biblioteca.
Biblioteca inserida no compromisso com a aprendizagem do alunado e toda comunidade.
Criar condições favoráveis para o aluno permanecer e sentir bem dentro da biblioteca.
Fortalecer a permanecia do professor e aluno nas atividades de sala de aula.
Compartilhar nas pesquisas juntos Professor e Aluno.
Criar condições para as pesquisas para aluno e comunidade.
DULCE - RN
Ao ministrar uma disciplina seja especificamente de língua portuguesa ou outra qualquer, o professor é o facilitador da compreensão ativa dos textos, isso acontece fora e dentro da realidade vivenciada do educando.
Sabendo dos esforços dos professores, no intuito de contribuição no desenvolvimento escolar, a Biblioteca Comunitária entra como auxiliadora das matérias do currículo escolar. Sendo uma ferramenta facilitadora para caminhar o aluno em maior aproveitamento da leitura e da pesquisa e assim, a biblioteca deixa de ser simples encarregados da conservação dos livros de arquivos de registros, empréstimos, etc.
Ficando (ao) responsável da biblioteca o desafio de elaborar anualmente, Plano de Trabalho que seja concernente ao currículo escolar com proposta dos conteúdos, juntamente com os professores que estão em sala de aula.
Contudo que esses trabalhos sejam elaborados com metas pertinentes no sentido que o aluno tenha interesse a freqüentar mais a biblioteca e levando livros para casa.
Justificativa (por quê?)
Apesar das transformações dos avanços, dos esforços de muitos professores, o atual quadro que se tem no Brasil, em evolução na transformação de leitores, continua de pouca eficácia. Mesmo com a chegada de novas tecnologias, computadores, vídeo e a internet não se conseguem um avanço no desempenho da leitura, o conhecer destas ferramentas acaba tornando desmotivador a freqüentar a biblioteca e ao exercício da leitura.
Na necessidade de competir com essas novas tecnologias, devemos formar grupos com pretensão de fazer trabalhos que desenvolva o alunado a uma cultura de leitura.
Linha de trabalho conforme a proposta do projeto.
Criar condições para o aluno ter interesses de levar livros para casa.
Fortalecer permanecia do aluno na biblioteca.
Biblioteca inserida no compromisso com a aprendizagem do alunado e toda comunidade.
Criar condições favoráveis para o aluno permanecer e sentir bem dentro da biblioteca.
Fortalecer a permanecia do professor e aluno nas atividades de sala de aula.
Compartilhar nas pesquisas juntos Professor e Aluno.
Criar condições para as pesquisas para aluno e comunidade.
DULCE - RN
Madre Teresa
http://www.cancaonova.com/portal/canais/especial/madre_teresa/materias.php?local=0&id=1618
Experiências
Madre Teresa nos partilha algumas de suas muitas, edificantes e maravilhosas experiências, que tivera ao cuidar e amar dos milhares de menos privilegiados:
"Uma noite, saímos às ruas e recolhemos quatro pessoas das ruas. Uma delas, no entanto, estava num estado terrível. Eu disse as outras irmãs que cuidassem das outras, que eu me encarregaria de cuidar da que estava no pior estado. Então, fiz tudo que meu amor poderia fazer. Cuidei dela, a pus na cama, e então vi um lindo sorriso em seu rosto. Ela apenas pegou em minha mão e disse-me: “Muito obrigado” e morreu.
Não pude deixar, então, de examinar minha consciência diante dela. Foi então que perguntei: O que teria feito eu em seu lugar? E minha resposta foi muito curta e simples: Eu teria tentado atrair um pouco de atenção a mim mesma. Eu teria dito: “ Eu estou faminta, estou morrendo, estou com fome, estou com fome e frio.” ou algo parecido.
Mas, ela me deu muito mais, me deu seu amor incondicional, e faleceu com um grande sorriso no rosto."
"Ouve outro caso, de um homem que recolhemos, com vermes por todo o corpo, o qual após o termos trazido ao Lar, nos disse: “Tenho vivido como um animal nas ruas, mas vou morrer como um anjo, tratado e cuidado”. Após termos retirado todos os vermes de seu corpo, tudo o que disse com um grande e belo sorriso foi: “ Irmã, estou voltando para casa, para Deus” e morreu. Foi tão belo este momento. Ver a grandeza daquele homem, que pôde falar aquilo sem culpar ninguém, sem comparar com nada, verdadeiramente como um anjo.
Esta é a grandeza das pessoas ricas de espírito, mas pobres materialmente."
Experiências
Madre Teresa nos partilha algumas de suas muitas, edificantes e maravilhosas experiências, que tivera ao cuidar e amar dos milhares de menos privilegiados:
"Uma noite, saímos às ruas e recolhemos quatro pessoas das ruas. Uma delas, no entanto, estava num estado terrível. Eu disse as outras irmãs que cuidassem das outras, que eu me encarregaria de cuidar da que estava no pior estado. Então, fiz tudo que meu amor poderia fazer. Cuidei dela, a pus na cama, e então vi um lindo sorriso em seu rosto. Ela apenas pegou em minha mão e disse-me: “Muito obrigado” e morreu.
Não pude deixar, então, de examinar minha consciência diante dela. Foi então que perguntei: O que teria feito eu em seu lugar? E minha resposta foi muito curta e simples: Eu teria tentado atrair um pouco de atenção a mim mesma. Eu teria dito: “ Eu estou faminta, estou morrendo, estou com fome, estou com fome e frio.” ou algo parecido.
Mas, ela me deu muito mais, me deu seu amor incondicional, e faleceu com um grande sorriso no rosto."
"Ouve outro caso, de um homem que recolhemos, com vermes por todo o corpo, o qual após o termos trazido ao Lar, nos disse: “Tenho vivido como um animal nas ruas, mas vou morrer como um anjo, tratado e cuidado”. Após termos retirado todos os vermes de seu corpo, tudo o que disse com um grande e belo sorriso foi: “ Irmã, estou voltando para casa, para Deus” e morreu. Foi tão belo este momento. Ver a grandeza daquele homem, que pôde falar aquilo sem culpar ninguém, sem comparar com nada, verdadeiramente como um anjo.
Esta é a grandeza das pessoas ricas de espírito, mas pobres materialmente."
Educação no Brasil, educadores sem apoio para mudar a sociedade.
Como mudar?
Pagamos salários e impostos altos para eles nos representar.(OS POLÍTICOS)
Saúde?
Segurança?
Educação?
SAÚDE, SEGURANÇA E EDUCAÇÃO UM TRIO PARA VERDADEIRA CIDADANIA.
http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/deputados-propoem-aumento-de-61-8-nos-proprios-rfscom@...15/12/201
Publicado : http://www.tribunadonorte.com.br
Política
Natal, 09 de Fevereiro de 2011
Política
Deputados propõem aumento de 61,8% nos próprios salários; projeto segue para Senado
Publicação: 15 de Dezembro de 2010 às 14:33
Os deputados federais aproveitaram o fim de ano para concederem a eles mesmos um presente de Natal. O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, no início da tarde desta quarta-feira (15), uma proposta que equipara os salários dos parlamentares federais, presidente, vice-presidente e ministros, aos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que é de R$ 26,7 mil. O reajuste corresponde a um aumento de 61,8% nos salários dos deputados federais. O projeto, no entanto, ainda seguirá para o Senado.
luiz alvesCongresso Nacional aprecia proposta de aumento nos salários de parlamentares, presidente, vice e ministrosCongresso Nacional aprecia proposta de aumento nos salários de parlamentares, presidente, vice e ministros
A proposta, que chegou ao legislativo na manhã desta quarta, foi apreciada graças a acordo da maioria dos líderes e aos votos favoráveis de 279 deputados para o regime de urgência, enquanto cinco se abstiveram e 35 foram contra a urgência na proposta. Com isso, os salários do Presidente da República, do vice e dos ministros, assim como dos deputados e senadores, será de R$ 26,7 mil.
Por se tratar de um Decreto Legislativo, basta a aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. A votação no Sendo, inclusive, pode ocorrer ainda nesta quarta-feira.
Tantos pais de família que não tem condição de dar uma vida melhor a seus filhos e esses "representantes do povo" se beneficiando. Vergonha. O problema é que o povo brasileiro não reage diante de tal ação! Fica por isso mesmo.
anadunas@...15/12/2010 @ 20h19
comentários:
Isso é nojento!! Bando de políticos safados enquanto o salário dos aposentados é uma miséria, e o aumento de salário que essa cambada dá para o povo brasileiro é uma vergonha, uma esmola de 510,00. Se o povo tivesse vergonha não votava nesses sangue-sugas não só de Brasília mas no Brasil como num todo. Para votar no aumento deles é em um minuto e para votar no aumento da miséria , esmola, para o cidadão que dá duro trabalhando é um ano para ser votado. Vergonha! Cada um tem o político que merece, o político que coloca a bunda na cadeira e não faz nada pela população. Isso é o Brasil da vergonha.
daniel-eagles@...15/12/2010 @ 18h23
Eu gostaria de ser vereador, deputado estadual ou federal, ou ainda senador. Mas, na verdade, gostaria de participar de qualquer cargo político. É ótimo ter o poder de aumentar o próprio salário acima da correção inflacionária e tudo com muita rapidez! Também gostaria de passar dos atuais 13 para 15 salários! Sem contar com as mil e uma ajudas de custo para sobreviver (se é que um político sobreviva com tanta votação para participar!). Bom, dinheiro para programas educacionais sérios, uma saúde digna ou segurança pública que preste, não, não há aumento! Vamos continuar morrendo alienados, de esperar pelos poucos médicos na rede pública ou então de uma bala perdida proveniente da arma de um traficante ou um policial mal treinado e pago!
luizdavila@...15/12/2010 @ 17h49
Caros Cidadãos Brasileiros, Em poucas palavras, o que os nossos falsos representantes no Congresso Nacional e outras Camâras fazem é um toal desrespeito ao Cidadão brasileiro. Nós todos,somos os maiores culpados por essa vergonha. Cargo Público é dado por nós, a uma pessoa para responder por nós, já que não háespaçopara todos estarmos lé. Quando é que vamos criar vergonha e decisão política para tirar de cena essas mediocridades. O governo é do rpovo,pelo povo e para o povo, mais estranhos noninho vir a usurpar deste poder para benefício próprio de outro chupa cabras,é serum mero usufrutuário do esforço alheio. O maior problema do hom em brasileiro,segundo luiz Carlos Guimarães, é ser povo, e povo é nojento, depentente, etc. pois esse mesmopovo só visa tirar vantangem e ganhar dinheiro fácildos cofres públicos. Democracia ... rs...rs...rs... Ébom ler o Livro de Carlos Eduardo Novaes- Capitalismopara principiantes. \nunca chegaremos a lugar nenhum se continuarmos a depender de esmolas de políticos brasileiros. E VIVA A SUIÇA> Luiz Carlos .: Tenhamos vergonha, temos filhos,esposas,família etc. Vamos acabar com esse falso poder e olhar face a face nos olhos de nosso políticos. Eu nãao tive,não tenho e jamais tere princípios de conivência e subserviência à político nenhum,pois sou uma pessoa digna,de cvaráter e com personalidade firmada,nosso políticos é que são débeis, com isquisofrenias, paranóias e outras coisa mais. QUE TAL FORMAMOSUMA ASSEMBLÉIA COM REPRESENTAÇÕES DE BAIRROS, PARA DE FORMA INDIRETA,MAS CORRETA REPRESENTARMOS NOSSOS ANSEIOS PARA A COMUNIDADE. Novamente, abraços de uma pessoa que pensa no bem comum, Luiz Carlos Cardoso d'Ávila .:
kripthoni@...15/12/2010 @ 16h53
Enquanto o povão tenta sobreviver com um salário de R$ 510,00 estes salafrários aumentam os seus salários em 61,8% passando a receber R$ 26.700,00 além de apartamento, passagens aéreas, gasolina, refeição no restaurante da Câmara, ajuda de gabinete, etc, etc, etc. O culpado disso é o ótario do eleitor que sai de casa para votar nesses bandidos. O babaca do eleitor precisa aprender a VOTAR NULO e acabar com essa farra lá em Brasília com o nosso dinheiro.
luiztrindade@...15/12/2010 @ 16h48
Que safadeza... Enquanto se aumenta em média 5% nos salários dos trabalhadores os que não trabalham se aumentam em 62%. Tá vendo por que se sonega tanto nesse país de merda??? Serei mais um a sonegar...
dyegotelles@...15/12/2010 @ 16h39
É brincadeira viu se um negócio desses for aprovado. Enquanto policiais, médicos, professores e etc fazem greve para ter um aumento de menos de 15% dos seus já pequenos salários, vem um bando de vagabundos aprovar um projeto de 61,8%. Se esse projeto for mesmo aprovado, é melhor acabar mesmo o mundo, pq viver num país em que vagabundos vestidos de paletó e graváta mandam é demais.
heliogc40@...15/12/2010 @ 16h26
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk,só rindo mesmo,pois se chatear não resolve nada mesmo,entra ano,sai ano,mudam algumas caras,mais a palhaçada continua,e ainda falam que tiririca é um atraso,ora pois,se lá é lugar de palhaço,ele encontrou o picadeiro perfeito,TIRIRICA PARA PRESIDENTE DA CÃMARA JÁ.
igocesar@...15/12/2010 @ 18h38
Isso é um absurdo!!!!!!!!!!1 enquanto um trabalhador com tres filhos por ai se lasca pra ganhar 530 conto mensais....Ta ai pq nosso pai não vai pra frente!!!!!
glauberh@...15/12/2010 @ 17h19
estão de sacanagem com a cara da gente so pode, precisa nem da explicações aki que todo mundo sabe, mais vou citar so uma a CPMF, pra isso mesmo, pra aumentar os salarios. é foda!
juarezalveslopes@...15/12/2010 @ 15h58
É mesmo uma piada nossa república composta por esses parasitas do congresso. Só uma revolução para mudar esse tão lindo e tão roubado país.
bruno_acyoly@...15/12/2010 @ 15h51
Enquanto isso, trabalhadores e funcionários públicos lutam por um mísero aumento e nunca conseguem. Mas nada podemos fazer, temos que trabalhar duro para pagar o salário deles. Isso é o Brasil!
jom_hp@...15/12/2010 @ 15h13
QUE VERGONHA!JÁ É DE SE ESPERAR ISSO DESSES PARLAMENTARES,VERDADEIROS LADR.... DO COLARINHO BRANCO!ENQUANTO ISSO, ELES FALAM QUE NÃO HÁ VERBA PARA SEGURANÇA,SAÚDE E EDUCAÇÃO!PALHAÇADA ISSO!EXEMPLO MAIOR É OQUE ELES ESTÃO FAZENDO COM A CLASSE DOS POLICIAIS, ILUDINDO-OS COM A FAMIGERADA PEC 300!UM SONHO PARA QUE O PROFISSIONAL POSSA DAR MELHORES CONDIÇOES AS SUAS FAMILHIAS!PROFISSIONAIS QUE DÃO A PRÓPRIA VIDA PARA DEFENDER AS DE OUTRAS PESSOAS!INCLUSIVE A DESSES CARA DE PAU!
marcosasbarbosa@...15/12/2010 @ 15h05
Orgulho-me dos políticos brasileiros. Gostaria de saber se o aumento do salário mínimo vai ser decidido em poucas horas e o percentual acima de 60%. Espero que sim, pois afinal de contas durante a campanha eleitoral prometeram mundos e fundos. Desculpem-me, estava delirando. Vou cair na real! Acho que um aumento de 1% já é o suficiente, até porque a previdência tá falida somente para os verdadeiros trabalhadores, e os empresários não querem diminuir os lucros. Vou me candidatar nas próximas eleições com falsas promessas, só assim deixarei de sonhar e ser pobre.
sgt_baldochi@...15/12/2010 @ 22h15
Bin Laden kd vc? Jogue um avião, uma bomba, a mãe, mas estoure aquele congresso em dia de votação de aumento do próprio salário. Ladrões. Onde está a UNE, os movimentos sociais. Tudo calado e patrocinado pelo governo. Só nos resta a mídia ou o BIN LADEN.
agostinho.pqd@...15/12/2010 @ 22h07
Enquanto isso nos estados, os governadores que irão assumir vem aquela velha conversa "este ano não tem aumento pra o funcionalismo por causa da LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL; vou arrumar a casa; tem um rombo no cofre do estado" mas eu sei onde está o rombo.
cristinamiligan@...15/12/2010 @ 22h36
Adooooooooooorooooo... cada povo tem o governante que merece...
valdeciorodrigues@...16/12/2010 @ 11h46
IMORAL!!!! VOTAÇÃO RÁPIDA E PRECISA, SÓ QUANDO É PARA INTERESSE PRÓPRIO. PAÍS DE CORRUPTOS. PRECISAMOS DAR UM BASTA NISSO!!! CHEGA DE LADRÃO.
jonathas_brandao@...16/12/2010 @ 08h02
Pois é, mas pra aprovar a PEC 300, o discurso é que iria aumentar os custos excessivamente. Estranho né?
vocevivo@...17/12/2010 @ 00h10
País DEMOCRÁTICO? Democracia disfarçada, sejam então como Fidel Castro, que pelo menos é julgado como ditador estremista porem assume uma unica postura, e não sai por ai dizendo que vive em plena "democracia" mas que é mascarada pelo pleito do voto que iludem o povo! , ! Voce meu amigo trabalhador foi consultado, votou, ou deu sua opinião sobre este aumento? Entao, que democracia é esta que vos falam? Isso é a mais pura ditadura onde os "poderosos" se apoiam nas leis que criam e executam como e quando querem !!!! "HOOO abram alas que eu quero passar! E o carnaval segue o baile! Ate quando? Será que com guerras civis? protestos sangrentos? lamentável, sinto-me "impotente" nao por ter perdido as forças. mas por ser ciddão, homem, tarbalhador e pai de 2 lindos filhos menores de idade que diante de toda esta vergonha ainda preciso passar para eles que o mundo vale a pena ser vivido! Atitude começamos já!
pauloematheus@...18/12/2010 @ 11h46
Um absurdo isso! Custam pra votar um aumento de 40, 50 reais no salário mínimo. Esses deputados não têm vergonha na cara. Quem votou no Tiririca não fez muito errado não, pois afinal de contas: "Pior que tá num fica!", não é mesmo?
juarezalveslopes@...24/12/2010 @ 14h11
É mesmo uma piada essa república composta por esses parasitas do congresso. Só uma revolução para salvar este tão lindo e tão roubado país.
Pagamos salários e impostos altos para eles nos representar.(OS POLÍTICOS)
Saúde?
Segurança?
Educação?
SAÚDE, SEGURANÇA E EDUCAÇÃO UM TRIO PARA VERDADEIRA CIDADANIA.
http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/deputados-propoem-aumento-de-61-8-nos-proprios-rfscom@...15/12/201
Publicado : http://www.tribunadonorte.com.br
Política
Natal, 09 de Fevereiro de 2011
Política
Deputados propõem aumento de 61,8% nos próprios salários; projeto segue para Senado
Publicação: 15 de Dezembro de 2010 às 14:33
Os deputados federais aproveitaram o fim de ano para concederem a eles mesmos um presente de Natal. O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, no início da tarde desta quarta-feira (15), uma proposta que equipara os salários dos parlamentares federais, presidente, vice-presidente e ministros, aos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que é de R$ 26,7 mil. O reajuste corresponde a um aumento de 61,8% nos salários dos deputados federais. O projeto, no entanto, ainda seguirá para o Senado.
luiz alvesCongresso Nacional aprecia proposta de aumento nos salários de parlamentares, presidente, vice e ministrosCongresso Nacional aprecia proposta de aumento nos salários de parlamentares, presidente, vice e ministros
A proposta, que chegou ao legislativo na manhã desta quarta, foi apreciada graças a acordo da maioria dos líderes e aos votos favoráveis de 279 deputados para o regime de urgência, enquanto cinco se abstiveram e 35 foram contra a urgência na proposta. Com isso, os salários do Presidente da República, do vice e dos ministros, assim como dos deputados e senadores, será de R$ 26,7 mil.
Por se tratar de um Decreto Legislativo, basta a aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. A votação no Sendo, inclusive, pode ocorrer ainda nesta quarta-feira.
Tantos pais de família que não tem condição de dar uma vida melhor a seus filhos e esses "representantes do povo" se beneficiando. Vergonha. O problema é que o povo brasileiro não reage diante de tal ação! Fica por isso mesmo.
anadunas@...15/12/2010 @ 20h19
comentários:
Isso é nojento!! Bando de políticos safados enquanto o salário dos aposentados é uma miséria, e o aumento de salário que essa cambada dá para o povo brasileiro é uma vergonha, uma esmola de 510,00. Se o povo tivesse vergonha não votava nesses sangue-sugas não só de Brasília mas no Brasil como num todo. Para votar no aumento deles é em um minuto e para votar no aumento da miséria , esmola, para o cidadão que dá duro trabalhando é um ano para ser votado. Vergonha! Cada um tem o político que merece, o político que coloca a bunda na cadeira e não faz nada pela população. Isso é o Brasil da vergonha.
daniel-eagles@...15/12/2010 @ 18h23
Eu gostaria de ser vereador, deputado estadual ou federal, ou ainda senador. Mas, na verdade, gostaria de participar de qualquer cargo político. É ótimo ter o poder de aumentar o próprio salário acima da correção inflacionária e tudo com muita rapidez! Também gostaria de passar dos atuais 13 para 15 salários! Sem contar com as mil e uma ajudas de custo para sobreviver (se é que um político sobreviva com tanta votação para participar!). Bom, dinheiro para programas educacionais sérios, uma saúde digna ou segurança pública que preste, não, não há aumento! Vamos continuar morrendo alienados, de esperar pelos poucos médicos na rede pública ou então de uma bala perdida proveniente da arma de um traficante ou um policial mal treinado e pago!
luizdavila@...15/12/2010 @ 17h49
Caros Cidadãos Brasileiros, Em poucas palavras, o que os nossos falsos representantes no Congresso Nacional e outras Camâras fazem é um toal desrespeito ao Cidadão brasileiro. Nós todos,somos os maiores culpados por essa vergonha. Cargo Público é dado por nós, a uma pessoa para responder por nós, já que não háespaçopara todos estarmos lé. Quando é que vamos criar vergonha e decisão política para tirar de cena essas mediocridades. O governo é do rpovo,pelo povo e para o povo, mais estranhos noninho vir a usurpar deste poder para benefício próprio de outro chupa cabras,é serum mero usufrutuário do esforço alheio. O maior problema do hom em brasileiro,segundo luiz Carlos Guimarães, é ser povo, e povo é nojento, depentente, etc. pois esse mesmopovo só visa tirar vantangem e ganhar dinheiro fácildos cofres públicos. Democracia ... rs...rs...rs... Ébom ler o Livro de Carlos Eduardo Novaes- Capitalismopara principiantes. \nunca chegaremos a lugar nenhum se continuarmos a depender de esmolas de políticos brasileiros. E VIVA A SUIÇA> Luiz Carlos .: Tenhamos vergonha, temos filhos,esposas,família etc. Vamos acabar com esse falso poder e olhar face a face nos olhos de nosso políticos. Eu nãao tive,não tenho e jamais tere princípios de conivência e subserviência à político nenhum,pois sou uma pessoa digna,de cvaráter e com personalidade firmada,nosso políticos é que são débeis, com isquisofrenias, paranóias e outras coisa mais. QUE TAL FORMAMOSUMA ASSEMBLÉIA COM REPRESENTAÇÕES DE BAIRROS, PARA DE FORMA INDIRETA,MAS CORRETA REPRESENTARMOS NOSSOS ANSEIOS PARA A COMUNIDADE. Novamente, abraços de uma pessoa que pensa no bem comum, Luiz Carlos Cardoso d'Ávila .:
kripthoni@...15/12/2010 @ 16h53
Enquanto o povão tenta sobreviver com um salário de R$ 510,00 estes salafrários aumentam os seus salários em 61,8% passando a receber R$ 26.700,00 além de apartamento, passagens aéreas, gasolina, refeição no restaurante da Câmara, ajuda de gabinete, etc, etc, etc. O culpado disso é o ótario do eleitor que sai de casa para votar nesses bandidos. O babaca do eleitor precisa aprender a VOTAR NULO e acabar com essa farra lá em Brasília com o nosso dinheiro.
luiztrindade@...15/12/2010 @ 16h48
Que safadeza... Enquanto se aumenta em média 5% nos salários dos trabalhadores os que não trabalham se aumentam em 62%. Tá vendo por que se sonega tanto nesse país de merda??? Serei mais um a sonegar...
dyegotelles@...15/12/2010 @ 16h39
É brincadeira viu se um negócio desses for aprovado. Enquanto policiais, médicos, professores e etc fazem greve para ter um aumento de menos de 15% dos seus já pequenos salários, vem um bando de vagabundos aprovar um projeto de 61,8%. Se esse projeto for mesmo aprovado, é melhor acabar mesmo o mundo, pq viver num país em que vagabundos vestidos de paletó e graváta mandam é demais.
heliogc40@...15/12/2010 @ 16h26
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk,só rindo mesmo,pois se chatear não resolve nada mesmo,entra ano,sai ano,mudam algumas caras,mais a palhaçada continua,e ainda falam que tiririca é um atraso,ora pois,se lá é lugar de palhaço,ele encontrou o picadeiro perfeito,TIRIRICA PARA PRESIDENTE DA CÃMARA JÁ.
igocesar@...15/12/2010 @ 18h38
Isso é um absurdo!!!!!!!!!!1 enquanto um trabalhador com tres filhos por ai se lasca pra ganhar 530 conto mensais....Ta ai pq nosso pai não vai pra frente!!!!!
glauberh@...15/12/2010 @ 17h19
estão de sacanagem com a cara da gente so pode, precisa nem da explicações aki que todo mundo sabe, mais vou citar so uma a CPMF, pra isso mesmo, pra aumentar os salarios. é foda!
juarezalveslopes@...15/12/2010 @ 15h58
É mesmo uma piada nossa república composta por esses parasitas do congresso. Só uma revolução para mudar esse tão lindo e tão roubado país.
bruno_acyoly@...15/12/2010 @ 15h51
Enquanto isso, trabalhadores e funcionários públicos lutam por um mísero aumento e nunca conseguem. Mas nada podemos fazer, temos que trabalhar duro para pagar o salário deles. Isso é o Brasil!
jom_hp@...15/12/2010 @ 15h13
QUE VERGONHA!JÁ É DE SE ESPERAR ISSO DESSES PARLAMENTARES,VERDADEIROS LADR.... DO COLARINHO BRANCO!ENQUANTO ISSO, ELES FALAM QUE NÃO HÁ VERBA PARA SEGURANÇA,SAÚDE E EDUCAÇÃO!PALHAÇADA ISSO!EXEMPLO MAIOR É OQUE ELES ESTÃO FAZENDO COM A CLASSE DOS POLICIAIS, ILUDINDO-OS COM A FAMIGERADA PEC 300!UM SONHO PARA QUE O PROFISSIONAL POSSA DAR MELHORES CONDIÇOES AS SUAS FAMILHIAS!PROFISSIONAIS QUE DÃO A PRÓPRIA VIDA PARA DEFENDER AS DE OUTRAS PESSOAS!INCLUSIVE A DESSES CARA DE PAU!
marcosasbarbosa@...15/12/2010 @ 15h05
Orgulho-me dos políticos brasileiros. Gostaria de saber se o aumento do salário mínimo vai ser decidido em poucas horas e o percentual acima de 60%. Espero que sim, pois afinal de contas durante a campanha eleitoral prometeram mundos e fundos. Desculpem-me, estava delirando. Vou cair na real! Acho que um aumento de 1% já é o suficiente, até porque a previdência tá falida somente para os verdadeiros trabalhadores, e os empresários não querem diminuir os lucros. Vou me candidatar nas próximas eleições com falsas promessas, só assim deixarei de sonhar e ser pobre.
sgt_baldochi@...15/12/2010 @ 22h15
Bin Laden kd vc? Jogue um avião, uma bomba, a mãe, mas estoure aquele congresso em dia de votação de aumento do próprio salário. Ladrões. Onde está a UNE, os movimentos sociais. Tudo calado e patrocinado pelo governo. Só nos resta a mídia ou o BIN LADEN.
agostinho.pqd@...15/12/2010 @ 22h07
Enquanto isso nos estados, os governadores que irão assumir vem aquela velha conversa "este ano não tem aumento pra o funcionalismo por causa da LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL; vou arrumar a casa; tem um rombo no cofre do estado" mas eu sei onde está o rombo.
cristinamiligan@...15/12/2010 @ 22h36
Adooooooooooorooooo... cada povo tem o governante que merece...
valdeciorodrigues@...16/12/2010 @ 11h46
IMORAL!!!! VOTAÇÃO RÁPIDA E PRECISA, SÓ QUANDO É PARA INTERESSE PRÓPRIO. PAÍS DE CORRUPTOS. PRECISAMOS DAR UM BASTA NISSO!!! CHEGA DE LADRÃO.
jonathas_brandao@...16/12/2010 @ 08h02
Pois é, mas pra aprovar a PEC 300, o discurso é que iria aumentar os custos excessivamente. Estranho né?
vocevivo@...17/12/2010 @ 00h10
País DEMOCRÁTICO? Democracia disfarçada, sejam então como Fidel Castro, que pelo menos é julgado como ditador estremista porem assume uma unica postura, e não sai por ai dizendo que vive em plena "democracia" mas que é mascarada pelo pleito do voto que iludem o povo! , ! Voce meu amigo trabalhador foi consultado, votou, ou deu sua opinião sobre este aumento? Entao, que democracia é esta que vos falam? Isso é a mais pura ditadura onde os "poderosos" se apoiam nas leis que criam e executam como e quando querem !!!! "HOOO abram alas que eu quero passar! E o carnaval segue o baile! Ate quando? Será que com guerras civis? protestos sangrentos? lamentável, sinto-me "impotente" nao por ter perdido as forças. mas por ser ciddão, homem, tarbalhador e pai de 2 lindos filhos menores de idade que diante de toda esta vergonha ainda preciso passar para eles que o mundo vale a pena ser vivido! Atitude começamos já!
pauloematheus@...18/12/2010 @ 11h46
Um absurdo isso! Custam pra votar um aumento de 40, 50 reais no salário mínimo. Esses deputados não têm vergonha na cara. Quem votou no Tiririca não fez muito errado não, pois afinal de contas: "Pior que tá num fica!", não é mesmo?
juarezalveslopes@...24/12/2010 @ 14h11
É mesmo uma piada essa república composta por esses parasitas do congresso. Só uma revolução para salvar este tão lindo e tão roubado país.
Vamos sonhar,,,,Leiam! Professores: Projeto aumenta para R$ 1.575 piso do magistério do ensino básico.
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24/12/2010 09:00
Projeto aumenta para R$ 1.575 piso do magistério do ensino básico
Leonardo Prado
Eliseu Padilha: há uma insatisfação dos professores com as divergências sobre a atualização do piso.
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7783/10, do deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), que fixa em R$ 1.575 o piso salarial nacional para profissionais do magistério público da educação básica. O projeto altera a Lei 11.738/08.
Segundo o autor, após duas décadas de luta, a aprovação da Lei 11.738/08, que criou o piso nacional para a categoria, foi comemorada pelos professores como uma grande vitória.Padilha lembra, no entanto, que, por razões políticas ou por dificuldades operacionais na aplicação do critério de atualização previsto na lei, os professores tem manifestado preocupação de a lei não ser aplicada na prática.
Insatisfação generalizada
"Após a demora para a implementação inicial da lei - atropelada por uma ação direta de inconstitucionalidade ainda pendente de julgamento final de mérito -, há uma insatisfação generalizada com as divergências sobre os critérios de atualização. O piso atualmente é de R$ 1.024,67.
Pelas regras em vigor hoje (Lei 11.738/08), o piso será atualizado no mês de janeiro no mesmo percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno definido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Pelo projeto, o cronograma de atualizações do piso de profissionais do magistério da educação básica, com formação em nível médio e jornada de 40 horas semanais, passara a ser o seguinte:
- no primeiro ano, 1/3 de acréscimo em relação ao valor praticado no exercício de 2010;
- no segundo ano, 2/3 de acréscimo em relação ao valor praticado no exercício de 2010;
- após esse período, valor integral de R$ 1.575,00.
"A elaboração do piso salarial dos profissionais do magistério é, em verdade, o maior e melhor investimento que podemos fazer em nosso crescimento como atores em um mercado globalizado", argumenta o autor.
Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
* PL-7783/2010
Reportagem - Murilo Souza
Edição - Newton Araújo
* Agência Câmara de Notícias (expediente)
A reprodução das notícias deste site é autorizada
desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara'
* Telefones: (61) 3216.1851 / 3216.1852
Fax: (61) 3216.1856
Fale com a Agência Câmara de Notícias
Quarta-feira, 09 de fevereiro de 2011
No site No Google
http://www.endividado.com.br/noticia_ler-27601,camara-aprova-salario-r-267-mil-para-deputados-e-senadores.html
Publicada em 16/12/2010
449 pessoas já leram esta matéria.
Câmara aprova salário de R$ 26,7 mil para deputados e senadores
por Renan Ramalho
Proposta, que segue para o Senado, reajusta os salários do Executivo federal
Em votação relâmpago realizada nesta quarta-feira (15), os deputados federais aprovaram um aumento de 62% dos próprios salários. Com a proposta, o valor sobe dos atuais R$ 16.512,09 para R$ 26.723,13, mas, para valer, o projeto de decreto legislativo ainda precisa ser votado no Senado.
Além do salário dos deputados, a proposta prevê aumentar também o valor pago aos senadores, presidente e vice-presidente da República, e dos ministros do governo federal a partir de fevereiro de 2011. A proposta iguala ao que é pago a um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), que ganha o teto do funcionalismo público.
Dê sua opinião: Você concorda com o aumento de 61,8% aos deputados?
Para o presidente, o aumento seria de 134%, já que hoje ele ganha R$ 11.420,21 por mês. Já para o vice e os ministros, o reajuste seria de 148,6%; atualmente, cada um deles recebe R$ 10.748,43.
Os deputados e senadores ainda levam vantagem, já que recebem 15 salários durante o ano. Além disso, contam com verbas de gabinete, passagens aéreas, moradia, plano de saúde e gastos administrativos pagos pelo Congresso.
O reajuste também abre o caminho para o efeito-cascata: deputados estaduais e vereadores também poderão aumentar sua remuneração, já que seus salários são limitados conforme o dos federais.
Votação
A votação ocorreu menos de 30 minutos após os parlamentares aprovarem um requerimento de urgência para que a proposta passasse na frente de outras na fila. Os votos ocorreram de forma simbólica. Assim, o presidente em exercício da Câmara, Inocêncio Oliveira (PR-PE), apenas pergunta, no plenário, se todos concordam. Quem não faz nenhum gesto, aprova.
O projeto surgiu de surpresa ainda na manhã de hoje. Foi apresentado por cinco membros da Mesa Diretora, que comanda a pauta da Casa.
Os parlamentares reclamam que o último reajuste foi dado em 2007, enquanto os ministros do Supremo tiveram aumentos nos últimos dois anos. No texto, a justificativa é sucinta. “Devem ser iguais os subsídios pagos a ministros do Supremo Tribunal Federal e a membros do Congresso Nacional, bem como pagos ao Presidente e Vice-Presidente da República e Ministros de Estados.”
Assinaram a proposta o segundo vice-presidente da Casa, ACM Neto (DEM-BA), o primeiro-secretário, Rafael Guerra (PSDB-MG), o segundo-secretário Inocêncio Oliveira (PR-PE), o terceiro-secretário, Odair Cunha (PT-MG) e o quarto-secretário, Nelson Marquezelli (PTB-SP).
O projeto agora segue para votação no Senado, que precisa aprovar a proposta para que ela entre em vigor a partir da próxima legislatura.
Fonte: R7 - 15/12/2010
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24/12/2010 09:00
Projeto aumenta para R$ 1.575 piso do magistério do ensino básico
Leonardo Prado
Eliseu Padilha: há uma insatisfação dos professores com as divergências sobre a atualização do piso.
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7783/10, do deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), que fixa em R$ 1.575 o piso salarial nacional para profissionais do magistério público da educação básica. O projeto altera a Lei 11.738/08.
Segundo o autor, após duas décadas de luta, a aprovação da Lei 11.738/08, que criou o piso nacional para a categoria, foi comemorada pelos professores como uma grande vitória.Padilha lembra, no entanto, que, por razões políticas ou por dificuldades operacionais na aplicação do critério de atualização previsto na lei, os professores tem manifestado preocupação de a lei não ser aplicada na prática.
Insatisfação generalizada
"Após a demora para a implementação inicial da lei - atropelada por uma ação direta de inconstitucionalidade ainda pendente de julgamento final de mérito -, há uma insatisfação generalizada com as divergências sobre os critérios de atualização. O piso atualmente é de R$ 1.024,67.
Pelas regras em vigor hoje (Lei 11.738/08), o piso será atualizado no mês de janeiro no mesmo percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno definido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Pelo projeto, o cronograma de atualizações do piso de profissionais do magistério da educação básica, com formação em nível médio e jornada de 40 horas semanais, passara a ser o seguinte:
- no primeiro ano, 1/3 de acréscimo em relação ao valor praticado no exercício de 2010;
- no segundo ano, 2/3 de acréscimo em relação ao valor praticado no exercício de 2010;
- após esse período, valor integral de R$ 1.575,00.
"A elaboração do piso salarial dos profissionais do magistério é, em verdade, o maior e melhor investimento que podemos fazer em nosso crescimento como atores em um mercado globalizado", argumenta o autor.
Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
* PL-7783/2010
Reportagem - Murilo Souza
Edição - Newton Araújo
* Agência Câmara de Notícias (expediente)
A reprodução das notícias deste site é autorizada
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* Telefones: (61) 3216.1851 / 3216.1852
Fax: (61) 3216.1856
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Quarta-feira, 09 de fevereiro de 2011
No site No Google
http://www.endividado.com.br/noticia_ler-27601,camara-aprova-salario-r-267-mil-para-deputados-e-senadores.html
Publicada em 16/12/2010
449 pessoas já leram esta matéria.
Câmara aprova salário de R$ 26,7 mil para deputados e senadores
por Renan Ramalho
Proposta, que segue para o Senado, reajusta os salários do Executivo federal
Em votação relâmpago realizada nesta quarta-feira (15), os deputados federais aprovaram um aumento de 62% dos próprios salários. Com a proposta, o valor sobe dos atuais R$ 16.512,09 para R$ 26.723,13, mas, para valer, o projeto de decreto legislativo ainda precisa ser votado no Senado.
Além do salário dos deputados, a proposta prevê aumentar também o valor pago aos senadores, presidente e vice-presidente da República, e dos ministros do governo federal a partir de fevereiro de 2011. A proposta iguala ao que é pago a um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), que ganha o teto do funcionalismo público.
Dê sua opinião: Você concorda com o aumento de 61,8% aos deputados?
Para o presidente, o aumento seria de 134%, já que hoje ele ganha R$ 11.420,21 por mês. Já para o vice e os ministros, o reajuste seria de 148,6%; atualmente, cada um deles recebe R$ 10.748,43.
Os deputados e senadores ainda levam vantagem, já que recebem 15 salários durante o ano. Além disso, contam com verbas de gabinete, passagens aéreas, moradia, plano de saúde e gastos administrativos pagos pelo Congresso.
O reajuste também abre o caminho para o efeito-cascata: deputados estaduais e vereadores também poderão aumentar sua remuneração, já que seus salários são limitados conforme o dos federais.
Votação
A votação ocorreu menos de 30 minutos após os parlamentares aprovarem um requerimento de urgência para que a proposta passasse na frente de outras na fila. Os votos ocorreram de forma simbólica. Assim, o presidente em exercício da Câmara, Inocêncio Oliveira (PR-PE), apenas pergunta, no plenário, se todos concordam. Quem não faz nenhum gesto, aprova.
O projeto surgiu de surpresa ainda na manhã de hoje. Foi apresentado por cinco membros da Mesa Diretora, que comanda a pauta da Casa.
Os parlamentares reclamam que o último reajuste foi dado em 2007, enquanto os ministros do Supremo tiveram aumentos nos últimos dois anos. No texto, a justificativa é sucinta. “Devem ser iguais os subsídios pagos a ministros do Supremo Tribunal Federal e a membros do Congresso Nacional, bem como pagos ao Presidente e Vice-Presidente da República e Ministros de Estados.”
Assinaram a proposta o segundo vice-presidente da Casa, ACM Neto (DEM-BA), o primeiro-secretário, Rafael Guerra (PSDB-MG), o segundo-secretário Inocêncio Oliveira (PR-PE), o terceiro-secretário, Odair Cunha (PT-MG) e o quarto-secretário, Nelson Marquezelli (PTB-SP).
O projeto agora segue para votação no Senado, que precisa aprovar a proposta para que ela entre em vigor a partir da próxima legislatura.
Fonte: R7 - 15/12/2010
A importância da biblioteca para o educando e o educador.
Todos os indivíduos que estão fora da faixa etária escolar e que procuram se matricular em uma escola, seja ela de ensino fundamental ou de ensino médio, mas não têm condições de percorrerem sozinhos o caminho do aprendizado, precisam de um facilitador para auxiliar no seu desenvolvimento cultural. O professor da biblioteca se prontifica, juntamente com o pessoal de apoio pedagógico e com os gestores. É nesta perspectiva que entra o trabalho da biblioteca de observação feito pelo grupo de estudo da escola, exprimindo os vários tipos de relações existentes entre a comunidade escolar e o educando com o objetivo de contribuir com o currículo escolar, detectando as dificuldades, bem como aprontando soluções.
O desafio é da necessidade na formação do educando, integrando o aluno e os educadores à Biblioteca. E em conjunto com planejamentos, técnicas de trabalhos, relacionadas aos conteúdos curriculares e extras curriculares, pela atitude avaliativa, usando metodologia à realidade vivenciada, métodos que sejam pertinentes ao contexto escolar
Dulce
O desafio é da necessidade na formação do educando, integrando o aluno e os educadores à Biblioteca. E em conjunto com planejamentos, técnicas de trabalhos, relacionadas aos conteúdos curriculares e extras curriculares, pela atitude avaliativa, usando metodologia à realidade vivenciada, métodos que sejam pertinentes ao contexto escolar
Dulce
Eu Educador
Eu Educador
A postura que se espera de todo bom educador é a de dar importância à individualidade e ao que foi vivenciado pelo educando. O professor deve se utilizar do meio no qual o aluno está inserido para que este possa apreender mais facilmente os ensinamentos dados.
Problemas que afetam aos alunos devem ser combatidos pelo professor por meio de atividades que visem a mostrá-los que cada um tem seu potencial. Na existência de barreiras, cabe ao professor buscar soluções viáveis aos conflitos, fazendo com que o aluno supere-os e, assim, os objetivos do projeto pedagógico sejam alcançados.
Função:
A função do educador é trabalhar o social buscando ferramentas viáveis para que os alunos tenham interesse e se sintam bem dentro da sala de aula. Cabe ao professor procurar desenvolver atividades prazerosas e lúdicas para que eles sintam prazer no aprender. Deve-se mostrar ao educando sua capacidade, seu potencial, seus direitos e deveres, formando-os cidadãos críticos, encaminhando-os para exercício da plena cidadania. A função do educador é ouvir o aluno sem bloquear seus anseios e seus ideais, com propósito de fomentar seu crescimento cultural.
O professor deve acreditar em cujo grupo trabalhe, propondo metas e buscando atingir os objetivos, pois somente assim os seus ensinamentos terão sentindo. Se o grupo não confia no professor, perde o interesse de aprender e, com isso, não se mantem ativo em de sala de aula.
Para que o professor alcance o desenvolvimento do grupo e atinja suas metas, é preciso que tenha a convicção de que cada aluno possui seu conhecimento prévio. Deve-se trabalhar com o cotidiano de cada aluno. Agindo desta forma, o professor aprende ensinando e haverá um maior aproveitamento da proposta pedagógica.
O HOMEM ESCRAVISA, MATA, INVADE DESTROI.(Para Não Ser Triste).
Para Não Ser Triste Para não ser triste COnTEMPLE..
"O que quero dizer é que a educação, como formação, como processo de conhecimento, de ensino, de aprendizagem, se tornou, ao longo da aventura no mundo dos seres humanos uma conotação de sua natureza, gestando-se na história, como a vocação para a humanização [...] (FREIRE, 2003a, p. 20)."
Segundo Freire (2000b, p. 34), em discursos lúcidos e em práticas democráticas, a vontade só se autentica na ação de sujeitos que assumem seus limites. A vontade ilimitada é despótica, negadora das outras vontades, é a vontade ilícita dos "donos do mundo", é vontade egoísta. Nenhuma educação que pretenda estar a serviço da boniteza da presença humana no mundo, a serviço da rigorosidade ética, do respeito às diferenças, da justiça, pode-se realizar ausente da dramática relação entre autoridade e liberdade (cf. idem). Por isso, a liberdade que vive plenamente suas possibilidades é aquela que aprende a constituir vivencialmente a autoridade interna pela introjeção da externa. Mas os limites devem ter uma assunção lúcida, ética, não pode ser uma obediência medrosa e cega (cf. ibid, p. 35). A liberdade deve ser exercitada no sentido da gestação da autonomia, para que os educandos vão se tornando "seres para si".
Freire (ibid, p. 47) reconhece importância na vontade compondo um tecido complexo com a resistência, com a rebeldia na confrontação ou na luta contra o inimigo que oprime, seja ele um vício ou a exploração capitalista. Tanto para um oprimido quanto para um subjugado pelas drogas; falta amanhã, falta esperança. A superação dessas situações passa pelo fortalecimento da vontade. Freire (ibid, p. 46) cita como exemplo a sua experiência pessoal de decisão e fortalecimento da própria vontade para largar o vício de fumar cigarros. A educação da vontade é necessária para se fazer livre da heteronomia da escravidão dos próprios desejos e da vontade ilícita do outro que procura oprimir.
Freire (ibid, p. 47) reconhece importância na vontade compondo um tecido complexo com a resistência, com a rebeldia na confrontação ou na luta contra o inimigo que oprime, seja ele um vício ou a exploração capitalista. Tanto para um oprimido quanto para um subjugado pelas drogas; falta amanhã, falta esperança. A superação dessas situações passa pelo fortalecimento da vontade. Freire (ibid, p. 46) cita como exemplo a sua experiência pessoal de decisão e fortalecimento da própria vontade para largar o vício de fumar cigarros. A educação da vontade é necessária para se fazer livre da heteronomia da escravidão dos próprios desejos e da vontade ilícita do outro que procura oprimir.
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