Primeira marcha de protesto de 2013
"Maré Branca" volta às ruas de Madrid
Hoje
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Os manifestantes voltaram hoje às ruas da capital espanhola para
protestaram contra as recentes reformas aprovadas pela Comunidade de
Madrid, a 27 de dezembro, permitindo a ampliação das privatizações...
Fotografia © Reuters
Os manifestantes voltaram hoje às ruas da capital espanhola para
protestaram contra as recentes reformas aprovadas pela Comunidade de
Madrid, a 27 de dezembro, permitindo a ampliação das privatizações na
saúde pública. Os ativistas defenderam uma saúde universal, gratuita e
de qualidade.
Mesmo com o frio e uma espessa
neblina, milhares de profissionais de saúde saíram às ruas do centro de
Madrid. Protestaram contra as reformas na Lei de Medidas Fiscais,
aprovadas pela governo de Ignacio González. Estas permitem a ampliação
da privatização na saúde pública. Os manifestantes exibiram uma grande
faixa com o slogan: "Saúde não se vende, defende-se", segundo noticiou o
jornal 'El Mundo' na sua edição on-line.
A manifestação partiu da Praça de Neptuno ao meio dia, a maioria dos ativistas vestia as suas fardas brancas. A primeira marcha de 2013 contou também com funcionários e utentes dos centros de saúde.
Ao chegarem à Puerta del Sol, um dos principais pontos da cidade de Madrid, os participantes da marcha fizeram um minuto de silêncio "em sinal de luto pela morte da saúde pública" e leram um manifesto em defesa de uma saúde universal, gratuita e de qualidade.
Mónica Garcia, porta-voz da organização do protesto, declarou: "Continuaremos a informar os utentes da perda de um património que é nosso, como é o sistema público de saúde, de que se vão aproveitar uma série de empresas, que vão obter um rendimento económico".COPIADO http://www.dn.pt/
A manifestação partiu da Praça de Neptuno ao meio dia, a maioria dos ativistas vestia as suas fardas brancas. A primeira marcha de 2013 contou também com funcionários e utentes dos centros de saúde.
Ao chegarem à Puerta del Sol, um dos principais pontos da cidade de Madrid, os participantes da marcha fizeram um minuto de silêncio "em sinal de luto pela morte da saúde pública" e leram um manifesto em defesa de uma saúde universal, gratuita e de qualidade.
Mónica Garcia, porta-voz da organização do protesto, declarou: "Continuaremos a informar os utentes da perda de um património que é nosso, como é o sistema público de saúde, de que se vão aproveitar uma série de empresas, que vão obter um rendimento económico".COPIADO http://www.dn.pt/
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