Conselho da OEA estudará propostas para reestruturar órgão
A resolução aprovada depois de um longo debate
foi consequência em grande medida da agenda política que marcou o
encontro por meio dos posicionamentos dos presidentes da Bolívia, Evo
Morales, e do Equador, Rafael Correa.
O mandatário boliviano afirmou na segunda-feira que "ou a OEA muda ou vai morrer". Ontem, Morales retomou o tema e deu um novo aspecto à declaração, dizendo que "não é a Bolívia nem a América Latina que querem eliminar a OEA. Se um dia morrer será pela soberba, prepotência do governo dos Estados Unidos".
Já Correa, que criticou severamente a Comissão Interamericana dos Direitos Humanos (CIDH) e em particular a sua relatoria sobre liberdade de expressão, defendeu "ações drásticas" no caso de não se aprovar uma profunda reestruturação do sistema.
Ainda na perspectiva de questionamento do funcionamento dos organismos, Bolívia, Equador, Venezuela e Nicarágua denunciaram o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (Tiar), de 1947, pelo nulo respaldo que deu à Argentina na Guerra das Malvinas. Pouco depois, a assembleia resolveu por unanimidade apoiar a reivindicação da Argentina sobre as ilhas do Atlântico do Sul e pediu para que se busque uma solução negociada, ao que chanceler argentino Héctor Timmerman agradeceu e reiterou a vontade do país em iniciar os diálogos com a Grã-Bretanha.
Já a demanda marítima da Bolívia no plenário se resumiu ao anúncio do chanceler David Choquehuana sobre a decisão de renegociar o tratado de 1904 e o imediato rechaço de seu par chileno Alfredo Moreno, que recordou que qualquer mudança de um tratado depende de um acordo entre as partes.
O mandatário boliviano afirmou na segunda-feira que "ou a OEA muda ou vai morrer". Ontem, Morales retomou o tema e deu um novo aspecto à declaração, dizendo que "não é a Bolívia nem a América Latina que querem eliminar a OEA. Se um dia morrer será pela soberba, prepotência do governo dos Estados Unidos".
Já Correa, que criticou severamente a Comissão Interamericana dos Direitos Humanos (CIDH) e em particular a sua relatoria sobre liberdade de expressão, defendeu "ações drásticas" no caso de não se aprovar uma profunda reestruturação do sistema.
Ainda na perspectiva de questionamento do funcionamento dos organismos, Bolívia, Equador, Venezuela e Nicarágua denunciaram o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (Tiar), de 1947, pelo nulo respaldo que deu à Argentina na Guerra das Malvinas. Pouco depois, a assembleia resolveu por unanimidade apoiar a reivindicação da Argentina sobre as ilhas do Atlântico do Sul e pediu para que se busque uma solução negociada, ao que chanceler argentino Héctor Timmerman agradeceu e reiterou a vontade do país em iniciar os diálogos com a Grã-Bretanha.
Já a demanda marítima da Bolívia no plenário se resumiu ao anúncio do chanceler David Choquehuana sobre a decisão de renegociar o tratado de 1904 e o imediato rechaço de seu par chileno Alfredo Moreno, que recordou que qualquer mudança de um tratado depende de um acordo entre as partes.
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