12/06/2013 - 17:02
MOSCOU (AFP)
Milhares de pessoas - 30.000, segundo os organizadores, e 6.000, de
acordo com a polícia - protestaram nesta quarta-feira, em Moscou, para
exigir a libertação dos militantes presos há um ano em protestos contra a
eleição do presidente Vladimir Putin.
A manifestação, na qual participaram não mais de 10.000 pessoas, segundo uma estimativa da AFP, transcorreu sem incidentes entre a Praça Kaluga e a Praça Bolotnaia.
O principal opositor a Putin, Alexei Navalny, que nesta manhã havia retornado de Kirov, 900 km a leste de Moscou, onde está sendo julgado por desvio de fundos, liderou a manifestação junto aos chefes dos movimentos liberais Solidarnost e Parnas, Ilia Iachine e Mijail Kassianov, respectivamente.
Os líderes opositores seguravam um cartaz que dizia "Liberdade para os detidos de 6 de maio" e "Passeata por sua liberdade e pela nossa".
Os manifestantes, pertencentes a diferentes grupos políticos, gritavam "Abaixo a autocracia presidencial" e "Um, dois, três, que Putin vá embora".
"A Rússia deve se divorciar de Putin", gritavam alguns se referindo ao recente anúncio de divórcio do presidente.
No momento em que começava a manifestação, a polícia deteve um grupo de militantes da Frente de Esquerda, cujo líder Serguei Udaltsov está em prisão domiciliar à espera de um julgamento por grandes distúrbios.
No dia 6 de maio de 2012, ocorreram incidentes na Praça Bolotnaia, em frente ao Kremlin, sede da presidência, ao término de uma manifestação contra a posse de Putin.
A origem dos confrontos ainda provoca polêmica. Os manifestantes afirmam que foram provocados pelas forças de segurança para justificar uma onda de detenções nos meios opositores.
Quase 30 pessoas foram indiciadas e o julgamento de 12 delas começou na semana passada.
A manifestação, na qual participaram não mais de 10.000 pessoas, segundo uma estimativa da AFP, transcorreu sem incidentes entre a Praça Kaluga e a Praça Bolotnaia.
O principal opositor a Putin, Alexei Navalny, que nesta manhã havia retornado de Kirov, 900 km a leste de Moscou, onde está sendo julgado por desvio de fundos, liderou a manifestação junto aos chefes dos movimentos liberais Solidarnost e Parnas, Ilia Iachine e Mijail Kassianov, respectivamente.
Os líderes opositores seguravam um cartaz que dizia "Liberdade para os detidos de 6 de maio" e "Passeata por sua liberdade e pela nossa".
Os manifestantes, pertencentes a diferentes grupos políticos, gritavam "Abaixo a autocracia presidencial" e "Um, dois, três, que Putin vá embora".
"A Rússia deve se divorciar de Putin", gritavam alguns se referindo ao recente anúncio de divórcio do presidente.
No momento em que começava a manifestação, a polícia deteve um grupo de militantes da Frente de Esquerda, cujo líder Serguei Udaltsov está em prisão domiciliar à espera de um julgamento por grandes distúrbios.
No dia 6 de maio de 2012, ocorreram incidentes na Praça Bolotnaia, em frente ao Kremlin, sede da presidência, ao término de uma manifestação contra a posse de Putin.
A origem dos confrontos ainda provoca polêmica. Os manifestantes afirmam que foram provocados pelas forças de segurança para justificar uma onda de detenções nos meios opositores.
Quase 30 pessoas foram indiciadas e o julgamento de 12 delas começou na semana passada.
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