12/06/2013 - 21:58
Partidos islâmicos egípcios convocam manifestação em apoio a presidente
CAIRO (AFP)
Partidos islâmicos do Egito, incluindo o do presidente Mohamed Mursi,
convocaram nesta quarta-feira uma manifestação para 21 de junho como
contrapeso ao protesto previsto para o fim do mês organizado pela
oposição.
"Os partidos islâmicos decidiram organizar uma 'marcha dos milhões' em frente à mesquita de Rabaa al-Adawiya (nos arredores do Cairo), em 21 de junho, com o lema 'proteção da revolução, sim ao pacifismo, não à violência", indicou o Partido Liberdade e Justiça (PLJ), da Irmandade Muçulmana, em seu site.
Os partidos Al-Wasat e Construção e Desenvolvimento participaram da organização.
De acordo com a agência oficial de notícias MENA, os partidos também afirmaram que as assinaturas coletadas pela campanha Tamarrod (rebelião, em árabe) para exigir a saída de Mursi "não têm valor".
"Eles asseguraram que não há na Constituição meios de organizar eleições antecipadas (...), exceto em caso de alta traição", segundo a agência.
Os organizadores da Tamarrod afirmam ter reunido milhões de assinaturas em favor de uma eleição presidencial antecipada e convocaram uma manifestação em frente ao palácio presidencial para 30 de junho, data que marca o primeiro aniversário da posse de Mursi.
Partidos e forças políticas, como o Al-Dostur do, Prêmio Nobel da Paz Mohamed ElBaradei, e o Movimento de 6 de abril, uma dos organizadores da revolta de 2011 que derrubou Hosni Mubarak, anunciaram o seu apoio a essa iniciativa.
O presidente Mursi declarou em uma entrevista ao jornal Al-Ahram que considera "absurda" uma eleição antecipada.
Os opositores acusam Mursi de governar pelo interesse da Irmandade Muçulmana, à qual pertence, embora garanta ser "o presidente de todos os egípcios", e de não saber como lidar com a grave crise política e econômica que aflige o Egito.
O primeiro ano de mandato de Mursi, o primeiro presidente islâmico e civil do Egito, foi marcado por inúmeros confrontos, às vezes sangrentos, entre seus partidários e opositores. COPY http://www.afp.com
"Os partidos islâmicos decidiram organizar uma 'marcha dos milhões' em frente à mesquita de Rabaa al-Adawiya (nos arredores do Cairo), em 21 de junho, com o lema 'proteção da revolução, sim ao pacifismo, não à violência", indicou o Partido Liberdade e Justiça (PLJ), da Irmandade Muçulmana, em seu site.
Os partidos Al-Wasat e Construção e Desenvolvimento participaram da organização.
De acordo com a agência oficial de notícias MENA, os partidos também afirmaram que as assinaturas coletadas pela campanha Tamarrod (rebelião, em árabe) para exigir a saída de Mursi "não têm valor".
"Eles asseguraram que não há na Constituição meios de organizar eleições antecipadas (...), exceto em caso de alta traição", segundo a agência.
Os organizadores da Tamarrod afirmam ter reunido milhões de assinaturas em favor de uma eleição presidencial antecipada e convocaram uma manifestação em frente ao palácio presidencial para 30 de junho, data que marca o primeiro aniversário da posse de Mursi.
Partidos e forças políticas, como o Al-Dostur do, Prêmio Nobel da Paz Mohamed ElBaradei, e o Movimento de 6 de abril, uma dos organizadores da revolta de 2011 que derrubou Hosni Mubarak, anunciaram o seu apoio a essa iniciativa.
O presidente Mursi declarou em uma entrevista ao jornal Al-Ahram que considera "absurda" uma eleição antecipada.
Os opositores acusam Mursi de governar pelo interesse da Irmandade Muçulmana, à qual pertence, embora garanta ser "o presidente de todos os egípcios", e de não saber como lidar com a grave crise política e econômica que aflige o Egito.
O primeiro ano de mandato de Mursi, o primeiro presidente islâmico e civil do Egito, foi marcado por inúmeros confrontos, às vezes sangrentos, entre seus partidários e opositores. COPY http://www.afp.com
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