04/10/2013 - 16:25
Haia (AFP)
A Holanda anunciou que vai iniciar uma ação judicial para obter a
libertação dos ativistas do Greenpeace detidos pela Rússia no barco
"Artic Sunrise" depois de um protesto em uma plataforma petroleira no
Ártico.
Timmermans acrescentou que, se não ocorrer nenhum avanço nas próximas duas semanas, seu país poderá levar o caso ante o Tribunal Intenacional do Direito do Mar, encarregado de legislar sobre a citada Convenção.
ustiça russa indiciou na quinta-feira por "pirataria" os 30 ativistas do Greenpeace que participaram de uma ação no Ártico.
Os membros da tripulação, quatro russos e 26 estrangeiros de 17 países, incluindo a bióloga brasileira Ana Paula Maciel, estão detidos em Murmansk e proximidades, noroeste da Rússia, desde 19 de setembro, quando um comando da guarda costeira russa abordou o 'Arctic Sunrise', que navegava pelo mar de Barents (Ártico russo).
Na Rússia, o crime de pirataria pode ser punido com uma pena de entre 10 e 15 anos de prisão.
copiado http://www.afp.com/
Timmermans acrescentou que, se não ocorrer nenhum avanço nas próximas duas semanas, seu país poderá levar o caso ante o Tribunal Intenacional do Direito do Mar, encarregado de legislar sobre a citada Convenção.
ustiça russa indiciou na quinta-feira por "pirataria" os 30 ativistas do Greenpeace que participaram de uma ação no Ártico.
Os membros da tripulação, quatro russos e 26 estrangeiros de 17 países, incluindo a bióloga brasileira Ana Paula Maciel, estão detidos em Murmansk e proximidades, noroeste da Rússia, desde 19 de setembro, quando um comando da guarda costeira russa abordou o 'Arctic Sunrise', que navegava pelo mar de Barents (Ártico russo).
Na Rússia, o crime de pirataria pode ser punido com uma pena de entre 10 e 15 anos de prisão.
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