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Nusa
Dua — O secretário de Estado americano, John Kerry, afirmou nesta
segunda-feira que a captura de um líder da Al-Qaeda em uma .
John
Kerry representa o presidente americano Barack Obama em uma duas
reuniões durante uma viagem ao continente asiático (AFP Photo, SONNY
TUMBELAKA)
(AFP)
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Nusa
Dua — O secretário de Estado americano, John Kerry, afirmou nesta
segunda-feira que a captura de um líder da Al-Qaeda em uma operação na
Líbia foi legal, depois que Trípoli pediu explicações para o que chamou
de "sequestro".Abu Anas al-Libi, acusado de participação nos atentados contra as embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e Tanzânia em 1998, pelo qual o FBI oferecia uma recompensa de cinco milhões de dólares, foi detido sábado.
Esta foi uma das operações realizadas no fim de semana pelas forças especiais dos marines americanos, os Seal, que também executaram outra intervenção no porto somali de Barawe, uma ação que ainda não tem resultados claros.
O governo líbio classificou a detenção de Al-Libi de "sequestro" e pediu explicações a Washington.
Kerry afirmou nesta segunda-feira em Bali, onde participa no Fórum de Países da Ásia-Pacífico (APEC), que a operação aconteceu dentro da lei.
"Abu Anas al-Libi é uma figura proeminente da Al-Qaeda e um objetivo legal e apropriado para o exército americano", disse Kerry.
De acordo com o chefe da diplomacia americana, Libi cometeu "atos de terror" e foi "processado pela justiça, em julgamentos legais".
"Os Estados Unidos farão tudo o que estiver em seu poder, dentro da legalidade e de maneira apropriada, para fazer cumprir a lei e proteger nossa segurança", disse.
Mas ao ser questionado se Washington havia informado o governo da Líbia antes da operação, se recusou a confirmar.
"Não damos detalhes de nossas comunicações com governos estrangeiros sobre nenhum tipo de operação como esta", disse.
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