07/10/2013 - 15:45
Sete mortos em ataques contra o exército e a polícia no Egito
Cairo (AFP)
Sete pessoas, incluindo cinco militares, morreram nesta segunda-feira
em dois ataques contra a polícia e o exército no Egito, um dia depois
dos violentos confrontos entre as forças de segurança e partidários do
presidente islamita deposto Mohamed Mursi.
Cinco soldados morreram em Ismailiya (norte), onde grupos islamitas atacam com frequência as forças de segurança as forças oficiais desde que o exército destituiu e prendeu em 3 de julho Mohamed Mursi, primeiro presidente eleito democraticamente no Egito.
Na península do Sinai, duas pessoas morreram em um atentado com carro-bomba diante de uma delegacia.
Testemunhas viram a aproximação de um veículo da principal entrada da delegacia de Al-Tur, ao sul do Sinai, segundo a polícia.
Na capital, vários foguetes atingiram uma gigantesca antena de comunicação por satélite.
Os disparos tinham como alvo um conjunto de várias antenas parabólicas de comunicação no bairro de Maadi e atingiram uma delas, destinada a comunicações telefônicas internacionais.
No domingo, as manifestações dos partidários de Mursi, que terminaram em confrontos com a polícia, deixaram pelo menos 50 mortos.
As autoridades e os simpatizantes de Mursi trocaram acusações sobre os distúrbios, os mais violentos no país desde meados de agosto.
Cinco soldados morreram em Ismailiya (norte), onde grupos islamitas atacam com frequência as forças de segurança as forças oficiais desde que o exército destituiu e prendeu em 3 de julho Mohamed Mursi, primeiro presidente eleito democraticamente no Egito.
Na península do Sinai, duas pessoas morreram em um atentado com carro-bomba diante de uma delegacia.
Testemunhas viram a aproximação de um veículo da principal entrada da delegacia de Al-Tur, ao sul do Sinai, segundo a polícia.
Na capital, vários foguetes atingiram uma gigantesca antena de comunicação por satélite.
Os disparos tinham como alvo um conjunto de várias antenas parabólicas de comunicação no bairro de Maadi e atingiram uma delas, destinada a comunicações telefônicas internacionais.
No domingo, as manifestações dos partidários de Mursi, que terminaram em confrontos com a polícia, deixaram pelo menos 50 mortos.
As autoridades e os simpatizantes de Mursi trocaram acusações sobre os distúrbios, os mais violentos no país desde meados de agosto.
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