Energia elétrica: o olho do capital é tão forte quanto sobre o petróleo. Assista
Ano passado, pela primeira vez, os investimentos em energia elétrica, no mundo, superaram os feitos em petróleo. Não é só a crise dos preços do óleo, é uma disputa estratégica. Basta ver que a questão das geradoras térmicas está no centro do impasse político vivido por Ângela Merkel na Alemanha.
O Estado, no Brasil, foi o responsável por transformar um setor que era “mambembe” operado as multinacionais,antes dos anos 50 em um dos maiores parques geradores hidrelétricos do mundo.
Agora, com a maeaça de privatização da Eletrobras, estamos ensaiando uma volta ao passado.
Assista o debate sobre o setor elétrico movimento SOS Brasil Soberano, realizado pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), neste momento, ao vivo.
Participam José Antonio Feijó de Melo, professor e engenheiro eletricista, autor do livro As concessões hidroelétricas e o entulho neoliberal, Ronaldo Bicalho, pesquisador do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro na área de mudanças estruturais e institucionais nas indústrias de energia e Wladimir Pomar, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores.
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