Excertos de livro
"Graças a Deus que não estou morta", pensou Malala
por LusaHoje
Malala
O primeiro pensamento da estudante paquistanesa Malala Yousafzai ao
acordar do coma após ter sido baleada na cabeça por um atirador talibã
foram: "graças a Deus não estou morta", conta a jovem na sua
autobiografia que o Sunday Times publica hoje alguns excertos.
Aos 16 anos Malala Yousafzai
está entre os favoritos ao Prémio Nobel da Paz que será anunciado a 11
de outubro e conta que não podia falar, não sabia onde estava e nem
certeza tinha do seu nome quando acordou do coma, seis dias depois de
ter sido alvejada, num hospital de Londres.
No extrato do livro "EU sou Malala: a rapariga que se levantou por educação e foi baleada pelos talibãs", que será publicado terça-feira, Malala conta também não ter muitas memórias do ataque de que foi alvo.
Acrescenta também de que a última coisa de que se lembra do dia 09 de outubro de 2012, o dia em que foi alvejada, é de estar sentada num autocarro com amigas quando este foi rodeado num posto de controlo a caminho da escola no vale Swat.
As amigas contaram que um homem de cara tapada entrou no autocarro e perguntou quem era Malala, apontando-lhe, de seguida, uma arma à cabeça e disparando.
Quando acordou a 16 de outubro e lhe disseram que estava em Birmingham garante que não sabia sequer onde era esse lugar e que uma série de perguntas a assaltaram, tal como saber se o seu nome continuava a ser Malala.
No extrato do livro "EU sou Malala: a rapariga que se levantou por educação e foi baleada pelos talibãs", que será publicado terça-feira, Malala conta também não ter muitas memórias do ataque de que foi alvo.
Acrescenta também de que a última coisa de que se lembra do dia 09 de outubro de 2012, o dia em que foi alvejada, é de estar sentada num autocarro com amigas quando este foi rodeado num posto de controlo a caminho da escola no vale Swat.
As amigas contaram que um homem de cara tapada entrou no autocarro e perguntou quem era Malala, apontando-lhe, de seguida, uma arma à cabeça e disparando.
Quando acordou a 16 de outubro e lhe disseram que estava em Birmingham garante que não sabia sequer onde era esse lugar e que uma série de perguntas a assaltaram, tal como saber se o seu nome continuava a ser Malala.
Após
ter sido alvejada, foi um cirurgião o militar paquistanês que realizou a
operação de emergência e, de seguida, Malala foi transferida para
Inglaterra para tratamento.
A jovem paquistanesa, que hoje defende o livre acesso à educação das raparigas, diz ainda que a única vez que chorou foi quando viu os pais 16 dias após ter sido alvejada, momento em que sentiu que tudo ficaria bem.
A estudar em Birmingham, no centro de Inglaterra, Malala vai, segundo o Sunday Times, conhecer em breve Isabel II.
A jovem paquistanesa, que hoje defende o livre acesso à educação das raparigas, diz ainda que a única vez que chorou foi quando viu os pais 16 dias após ter sido alvejada, momento em que sentiu que tudo ficaria bem.
A estudar em Birmingham, no centro de Inglaterra, Malala vai, segundo o Sunday Times, conhecer em breve Isabel II.
copiado http://www.dn.pt/
Nenhum comentário:
Postar um comentário