Resposta a ataque de Nairobi
EUA lançam operação contra líder islamita na Somália
por Susana Salvador, com agênciasHoje
(Atualizada) Uma unidade de operações especiais da Marinha
norte-americana atacou a residência de um chefe do grupo islamita somali
'shebab', numa incursão feita na Somália, diz o New York Times (NYT).
Um porta-voz do Pentágono confirmou operação, mas não se o alegado
terrorista foi morto.
O
diário, que cita funcionários norte-americanos sem os identificar,
afirma que os soldados atacaram a residência do líder islamita em Barawe
"em resposta ao ataque contra um centro comercial de Nairobi
reivindicado pelo 'shebab'".
"Posso confirmar que ontem, 4 de outubro, os militares norte-americano estiveram envolvidos numa operação de contra-terrorismo visando um terrorista shebab conhecido", indicou à AFP o porta-voz do Pentágono, George Little, dizendo que não é possível confirmar se este foi morto ou não.
Segundo o NYT, a equipa de marines esteve envolvida numa troca de tiros com os militantes islamitas, sendo obrigada a deixar o local antes de conseguir confirmar a sua morte no ataque.
"Este tipo de operações por parte de forças norte-americanas é raro, porque implica alto risco e indica que se considerou o objetivo como de alta prioridade", afirma o jornal, adiantando que Barawe, um pequeno porto a sul de Mogadíscio, "é um local onde se concentram combatentes estrangeiros do 'shebab'".
A fonte afirmou que a incursão foi planeada há uma semana e meia em resposta ao ataque ao centro comercial Westgate, na capital do Quénia, ocupado por um grupo armado num ataque em que morreram m
ais de 70 pessoas e que foi
reivindicado pelo 'shebab'.
"Posso confirmar que ontem, 4 de outubro, os militares norte-americano estiveram envolvidos numa operação de contra-terrorismo visando um terrorista shebab conhecido", indicou à AFP o porta-voz do Pentágono, George Little, dizendo que não é possível confirmar se este foi morto ou não.
Segundo o NYT, a equipa de marines esteve envolvida numa troca de tiros com os militantes islamitas, sendo obrigada a deixar o local antes de conseguir confirmar a sua morte no ataque.
"Este tipo de operações por parte de forças norte-americanas é raro, porque implica alto risco e indica que se considerou o objetivo como de alta prioridade", afirma o jornal, adiantando que Barawe, um pequeno porto a sul de Mogadíscio, "é um local onde se concentram combatentes estrangeiros do 'shebab'".
A fonte afirmou que a incursão foi planeada há uma semana e meia em resposta ao ataque ao centro comercial Westgate, na capital do Quénia, ocupado por um grupo armado num ataque em que morreram m
O Governo somali foi informado da operação, escreve ainda o NYT.
Um porta-voz dos rebeldes, Abdulaziz Abu Musab, acusou hoje o Reino Unido e a Turquia de terem atacado a sua base de Barawe, no sul da Somália.
De acordo com o movimento 'shebab' e outras testemunhas citadas pela France Presse, o ataque foi realizado na noite de sexta-feira para sábado, de barco e de helicóptero.
Uma porta-voz do Ministério da Defesa britânico negou, em declarações à AFP, qualquer envolvimento do Reino Unido no ataque.
Um porta-voz dos rebeldes, Abdulaziz Abu Musab, acusou hoje o Reino Unido e a Turquia de terem atacado a sua base de Barawe, no sul da Somália.
De acordo com o movimento 'shebab' e outras testemunhas citadas pela France Presse, o ataque foi realizado na noite de sexta-feira para sábado, de barco e de helicóptero.
Uma porta-voz do Ministério da Defesa britânico negou, em declarações à AFP, qualquer envolvimento do Reino Unido no ataque.
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