Vítimas do Meco vistas a rastejar com pedras nos tornozelos |
Moradores de Aiana de Cima, onde o grupo tinha casa alugada, viram
estudantes a serem humilhados e chamaram a atenção. "Isto é uma praxe.
Não se meta", foi a resposta
- Pais de vítimas do Meco convencidos que houve praxe
- Sobrevivente do Meco alega amnésia seletiva
Vítimas do Meco vistas a rastejar com pedras nos tornozelos
Fotografia © Vitor Rios/Global ImagensMoradores de Aiana de Cima, onde o grupo tinha casa alugada, viram estudantes a serem humilhados e chamaram a atenção. "Isto é uma praxe. Não se meta", foi a resposta"Isto é uma praxe. Uma experiência de vida. Não se meta." Terá sido desta forma que os alunos da Lusófona, que integravam o grupo estudantes que foram arrastados por uma onda na praia do Meco, se dirigiram aos moradores de Aiana de Cima que os abordaram na tarde de sábado, horas antes da tragédia, indignados com os contornos de humilhação a que se estavam a sujeitar.
O relato é feito ao DN por Cidália Almeida, uma das vizinhas de um terreno baldio na rua das Flores, a cerca de 300 metros na casa que tinham arrendado para o fim-de-semana. "Aquilo intrigou-nos tanto, porque ninguém percebia o que estavam ali a fazer sete jovens, com trajes académicos, mas a rastejar pela terra e com pedras presas nos tornozelos."
Leia mais na edição de hoje em papel ou no epaper do DN.
COPIADO http://www.dn.pt/
Nenhum comentário:
Postar um comentário