Prisão para 6 islamitas britânicos por plano de atentado contra ultradireitistas


10/06/2013 - 15:19

Prisão para 6 islamitas britânicos por plano de atentado contra ultradireitistas

 


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LONDRES (AFP)
Seis extremistas islâmicos britânicos foram condenados nesta segunda-feira em Londres a até 19 anos e meio de prisão por terem planejado um atentado contra uma manifestação da extrema direita que não se concretizou porque o protesto terminou antes do esperado.
Os seis acusados, Omar Mohammed Khan, Jewel Uddin, Zohaib Ahmed, Mohammed Saud, Anzal Hussain e Mohamed Hasseen receberam suas sentenças no Tribunal Penal Central de Londres depois de terem se declarado culpados em abril de preparar um ato terrorista de 1 de maio a 4 de julho de 2012.
O grupo, originário de Birmingham (centro da Inglaterra), tramava supostamente atacar uma manifestação da ultradireitista e anti-islâmica English Defence League (EDL) no dia 30 de junho em Dewsbury (norte), utilizando duas escopetas, espadas, facas e uma bomba de fabricação caseira cheia de metralhas.
Mas o plano fracassou supostamente porque os cinco membros que se dirigiam à manifestação - todos menos Hasseen - chegaram duas horas depois que os participantes do ato, que, segundo a polícia, reuniu até 750 pessoas, se dispersaram.
Três dos acusados, Khan, de 31 anos, Uddin, de 27, e Ahmed, de 22, foram condenados a 19 anos e meio de prisão, com uma extensão de 5 anos de liberdade condicional.
Os outros, Saud, de 23 anos, Hussain, de 25, e Hasseen, de 24, receberam uma pena de 18 anos e nove meses, com a mesma extensão de 5 anos.
Todos deverão passar ao menos dois terços de suas penas atrás das grades, e, em caso de libertação antecipada, cumprir o restante de suas sentenças e mais outros cinco anos em liberdade condicional.
A trama foi descoberta após um controle de tráfego quando os homens retornavam de Birmingham. Os agentes pararam seu veículo por problemas na documentação. Mas eles encontraram as armas e cópias de uma carta dirigida aos "inimigos de Alá", incluindo a rainha Elizabeth II, o primeiro-ministro David Cameron e a EDL, na qual reivindicavam o atentado.
    COPIADO  http://www.afp.com/pt/

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