15:22Roberto Sá pede normalidade na RocinhaO secretário de Segurança do Rio disse que a operação em conjunto com as forças militares na comunidade seguirá por tempo indeterminado.
Roberto Sá admitiu haver instabilidades também em outras favelas do Rio(Foto: Reprodução)
Marcelly Setúbal siterj@band.com.br
O secretário de Segurança do Rio de Janeiro pediu à população da Rocinha que siga com a rotina normalmente enquanto não houver confrontos na favela da Zona Sul da cidade. Roberto Sá disse que a operação em conjunto com as forças militares na comunidade seguirá por tempo indeterminado.
O gabinete de crise no Centro Integrado de Comando e Controle foi reativado em uma reunião que contou com a presença dos comandantes das polícias Civil e Militar, além do chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando Militar do Leste.
O secretário de Segurança afirmou que a decisão de pedir apoio das Forças Armadas CINCO dias depois da invasão de traficantes rivais na Rocinha foi tomada em conjunto com o Governo Federal. Roberto Sá explicou que a PM deu a primeira resposta, mas não conseguiu estabilizar a situação na favela. O comandante-geral da PM, coronel Wolney Dias, admitiu redução no efetivo da corporação.
O secretário de Segurança também não quis rebater as declarações do presidente da Câmara dos Deputados. Rodrigo Maia disse que Sá perdeu as condições de comando.
Roberto Sá admitiu haver instabilidades em outras favelas do Rio, mas afirmou que os confrontos registrados nesta sexta não possuem relação com a Rocinha.
As tropas militares realizam o cerco na favela, principalmente na região de mata, onde os criminosos estão escondidos, para reconhecimento.
O gabinete de crise no Centro Integrado de Comando e Controle foi reativado em uma reunião que contou com a presença dos comandantes das polícias Civil e Militar, além do chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando Militar do Leste.
O secretário de Segurança afirmou que a decisão de pedir apoio das Forças Armadas CINCO dias depois da invasão de traficantes rivais na Rocinha foi tomada em conjunto com o Governo Federal. Roberto Sá explicou que a PM deu a primeira resposta, mas não conseguiu estabilizar a situação na favela. O comandante-geral da PM, coronel Wolney Dias, admitiu redução no efetivo da corporação.
O secretário de Segurança também não quis rebater as declarações do presidente da Câmara dos Deputados. Rodrigo Maia disse que Sá perdeu as condições de comando.
Roberto Sá admitiu haver instabilidades em outras favelas do Rio, mas afirmou que os confrontos registrados nesta sexta não possuem relação com a Rocinha.
As tropas militares realizam o cerco na favela, principalmente na região de mata, onde os criminosos estão escondidos, para reconhecimento.
copiado http://noticias.band.uol.com.br/
Nenhum comentário:
Postar um comentário