Equador expulsa embaixadora da Venezuela Tesouro dos EUA diz que China não manipula iuane, mas não é transparente


Equador expulsa embaixadora da Venezuela

AFP / Don EMMERT(Arquivo) O presidente do Equador, Lenín Moreno
O Equador expulsou nesta quinta-feira a embaixadora da Venezuela, Carol Delgado, por comentários "ofensivos" contra o presidente Lenín Moreno expressos pelo ministro da Comunicação e Informação da Venezuela, Jorge Rodríguez, informou o ministério das Relações Exteriores.
"Diante das expressões ofensivas formuladas ontem pelo ministro de Comunicação e Informação da República Bolivariana da Venezuela, Jorge Rodríguez, contra o presidente equatoriano, Lenín Moreno Garcés, o Governo Nacional decidiu expulsar de nosso país a embaixadora da Venezuela no Equador", anunciou o ministério das Relações Exteriores em um comunicado.

Tesouro dos EUA diz que China não manipula iuane, mas não é transparente

GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/Arquivos / ALEX WONGSecretário do Tesouro, Steven Mnuchin
O governo dos Estados Unidos reconheceu novamente em um relatório divulgado nesta quarta-feira (17) que a China não desvaloriza o iuane a fim de aumentar suas exportações, como o presidente Donald Trump afirmou várias vezes.
Em um relatório sobre câmbio que é apresentado duas vezes ao ano ao Congresso, o Tesouro diz que "nenhum país parceiro importante" manipulou sua moeda em 2018, e que a intervenção direta do banco central chinês foi "limitada".
No entanto, o relatório critica "a falta de transparência" na política cambial do país asiático, e manifesta preocupações sobre "a recente fraqueza de sua moeda", o iuane ou o renminbi.
Segundo o relatório, a moeda chinesa se desvalorizou 7% em relação ao dólar desde meados de junho.
O Tesouro, que não pôde estabelecer formalmente uma intervenção de Pequim em sua moeda, indica que o enfraquecimento do yuan "representa grandes desafios para se alcançar intercâmbios mais equilibradas".
A última vez que a China foi acusada pelo Congresso de manipular o yuan foi em 1994.
Agora, os Estados Unidos colocam a China sob vigilância junto com outros cinco países: Alemanha, Índia, Japão, Coreia do Sul e Suíça.
"Continuaremos a monitorar as práticas cambiais chinesas e manteremos diálogos com o Banco Popular da China", disse o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, em um comunicado.
O iuane fraco, disse Mnuchin, "não vai na direção necessária para reduzir o grande superávit comercial da China" com os Estados Unidos.
E, portanto, vai contra os objetivos de Trump. Nos últimos quatro trimestres, o déficit comercial americano com o país asiático atingiu o recorde de 390 bilhões de dólares, detalha o relatório.



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