Bolsonaro reafirma grande plano de privatização e nega que esteja batendo de frente com Guedes
12 de Outubro de 2018 / às 21:12 / ATRÁS 18 horas atrás
“Vai ser um grande plano de
privatização? Sim, vai ser, mas com muita responsabilidade”, disse
Bolsonaro em uma transmissão de vídeo, voltando a especificar que não
pensa em privatizar Furnas, subsidiária de geração controlada pela
Eletrobras.
“E pode ter certeza que o mercado não vai se decepcionar conosco não”, acrescentou.
Logo em seguida, o candidato fez questão de afirmar: “não estou batendo de frente com o Paulo Guedes, de jeito nenhum.”
“E, afinal de contas, eu concordo com 90 por cento do que ele diz e ele concorda com 90 por cento do nosso lado”, disse. “Está bem encaminhado esse casamento.”
Bolsonaro anunciou na quinta-feira, juntamente com outros nomes, Guedes como seu futuro ministro da Fazenda, caso seja eleito.
“E pode ter certeza que o mercado não vai se decepcionar conosco não”, acrescentou.
Logo em seguida, o candidato fez questão de afirmar: “não estou batendo de frente com o Paulo Guedes, de jeito nenhum.”
“E, afinal de contas, eu concordo com 90 por cento do que ele diz e ele concorda com 90 por cento do nosso lado”, disse. “Está bem encaminhado esse casamento.”
Bolsonaro anunciou na quinta-feira, juntamente com outros nomes, Guedes como seu futuro ministro da Fazenda, caso seja eleito.
13 de Outubro de 2018 / às 13:34 / ATRÁS uma hora atrás
EUA arrastam câmbio da China para centro de disputa comercial, FMI faz apelo por solução
O comunicado do presidente do Banco Popular da China para o comitê de direção do FMI destacou que o país não adotará desvalorizações competitivas da moeda.
“A China continuará a deixar o mercado desempenhar um papel decisivo na formação da taxa de câmbio”, disse Yi no comunicado. “Não vamos nos engajar em desvalorizações competitivas e não usaremos a taxa de câmbio como uma ferramenta para lidar com atritos comerciais.”
Um comunicado emitido pelos países-membros do FMI neste sábado – que veio depois de um novo tumulto nos mercados financeiros – também buscou acalmar investidores nervosos com a promessa de reforçar o diálogo em assuntos comerciais.
O secretário do Tesouro Americano, Steven Mnuchin, afirmou neste sábado que oficiais chineses disseram a ele que a depreciação do iuan não era do interesse da China. Ele afirmou à Reuters, em entrevista na sexta-feira, que problemas de câmbio precisam fazer parte das conversas entre EUA e China.
“Queremos assegurar que a depreciação (do iuan) não seja usada com propósitos competitivos no comércio”, disse Mnuchin a repórteres neste sábado.
O iuan caiu mais de 8 por cento em relação ao dólar desde o fim de abril, para aproximadamente 6,91 no fechamento de sexta-feira, próximo de 7,0, valor psicologicamente importante e que não é visto há uma década.
No comunicado do Comitê Financeiro e Monetário Internacional, os países-membros do Fundo também concordaram em debater maneiras de melhorar a Organização Mundial do Comércio para melhor endereçar disputas comerciais.
“Reconhecemos que um mercado de bens, serviços e investimentos livre, justo e benéfico mutuamente é chave para o crescimento e criação de empregos”, disse o IMFC em comunicado.
“Vamos evitar desvalorizações competitivas e não usaremos objetivos para taxa de câmbio com propósitos competitivos”, acrescentou.
copiado https://br.reuters.com/a
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