Putin "Só um louco imaginaria que a Rússia poderia atacar a NATO algum dia"
O Presidente da
Rússia, Vladimir Putin, declarou hoje que "só alguém que não esteja no
seu perfeito juízo imaginaria que a Rússia poderia atacar a NATO algum
dia", referindo-se à crise na Ucrânia.
Mundo
Lusa
Vladimir Putin acrescentou, relativamente a este
conflito, que "não foi culpa da Rússia que as relações com os países da
União Europeia se tenham deteriorado", numa entrevista publicada hoje no
diário italiano Corriere della Sera, citado pela Efe.
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recibeu em maio na
Casa Branca o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, com quem
abordou a postura "cada vez mais agressiva" da Rússia no conflito
ucraniano.
"Não é necessário ter medo da Rússia", afirmou Putin na entrevista na qual negou que o seu país seja uma ameaça.
"A Rússia praticamente não tem bases militares no exterior. A nossa política não tem um caráter global, ofensivo ou agressivo", sublinhou, o que não acontece com "as bases americanas" a nível internacional.
Quanto à crise na Ucrânia, Putin respondeu às acusações anteriores do secretário-geral da NATO, que alertou que a Rússia apoiava os separatistas na Ucrânia com artilharia e equipamento pesado e que não respeitava as fronteiras com os seus países vizinhos.
"Talvez os Estados Unidos estejam interessados em evitar uma aproximação entre a União Europeia e a Rússia", afirmou Putin.
O Presidente russo negou que seja intenção da Rússia medir forças com os Estados Unidos e sublinhou que o Kremlin mantém uma relação de cooperação com os americanos em temas como o terrorismo, o controlo de armamento e a prevenção para o fabrico de armas de destruição maciça.
Quanto à União Europeia, lamentou que as relações se tenham "deteriorado" por culpa, disse, não da Rússia mas sim dos países europeus.
"Não fomos nós que introduzimos certas limitações no comércio e atividade económica. Empreenderam-se ações contra nós e nós vimo-nos obrigados a defendermo-nos", argumentou Putin.
copiado http://www.noticiasaominuto.com/mundo
"Não é necessário ter medo da Rússia", afirmou Putin na entrevista na qual negou que o seu país seja uma ameaça.
"A Rússia praticamente não tem bases militares no exterior. A nossa política não tem um caráter global, ofensivo ou agressivo", sublinhou, o que não acontece com "as bases americanas" a nível internacional.
Quanto à crise na Ucrânia, Putin respondeu às acusações anteriores do secretário-geral da NATO, que alertou que a Rússia apoiava os separatistas na Ucrânia com artilharia e equipamento pesado e que não respeitava as fronteiras com os seus países vizinhos.
"Talvez os Estados Unidos estejam interessados em evitar uma aproximação entre a União Europeia e a Rússia", afirmou Putin.
O Presidente russo negou que seja intenção da Rússia medir forças com os Estados Unidos e sublinhou que o Kremlin mantém uma relação de cooperação com os americanos em temas como o terrorismo, o controlo de armamento e a prevenção para o fabrico de armas de destruição maciça.
Quanto à União Europeia, lamentou que as relações se tenham "deteriorado" por culpa, disse, não da Rússia mas sim dos países europeus.
"Não fomos nós que introduzimos certas limitações no comércio e atividade económica. Empreenderam-se ações contra nós e nós vimo-nos obrigados a defendermo-nos", argumentou Putin.
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