Temer indiciado; prisão para o Coronel Lima. Os mortos que vão morrer Mil juristas pedem voto em Haddad pela democracia


















Temer indiciado; prisão para o Coronel Lima. Os mortos que vão morrer

A Polícia Federal já tem pronta a “primeira realização” para o caso de Jair Bolsonaro chegar à presidência da República.
indiciamento de Michel Temer pela Polícia Federal pelas maracutaias do atual Presidente no favorecimento de empresas no Porto de Santos, dependendo de se dar um destino rápido ao processo que está nas mãos de Luís Roberto Barroso, pode fazer com que, a partir do dia 1° de janeiro torne-se réu e tenha, até, prisão preventiva decretada.
Depende de como a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, e o próprio Barroso resolverem tratar o assunto.
O mais provável é que executem uma medida dura contra o Coronel João Baptista Lima Filho, amigo e possível “mala” de Temer e, talvez, um bloqueio dos bens do futuro ex-presidente, mesmo antes de remeterem o processo para a primeira instância.
Embora a tentação de decretar a prisão de um ex – mas ainda quase – presidente seja uma tentação imensa para a vaidade de Barroso, o clima político que se criaria com um presidente entrando no Planalto e outro entrando numa cela é “over” até para ele.
A partir do dia 1° de janeiro, recorde-se, não há mais empecilhos como a autorização da Câmara para que se possa  transformar Temer em réu e isso pode ser uma interessante “marcação de território” do Supremo diante do novo presidente, cheio de ambições de submeter a corte a seu poder de mando.
E Temer, já hoje um cadáver insepulto, é o objeto ideal – por deméritos – para essa disputa, porque é corpo que não tem nem mais família que o requeira.
O nosso estado policial-judicial dificilmente deixará de ser hiena neste processo.

Mil juristas pedem voto em Haddad pela democracia

Do blog do Marcelo Auler, recolho o  manifesto de advogados, juristas e professores de Direito, divulgado ontem, pedindo o voto em Fernando Haddad “independentemente de eventuais diferenças programáticas , pelo fato de ser o único , nesse segundo turno, capaz de garantir a  continuidade do regime democrático e dos direitos que lhe são inerentes, num ambiente de paz , de tolerância e de garantia das liberdades públicas”.
Entre eles, não faltam figuras que nem de longe podem ser chamada de petistas, como dois ex-ministros de Fernando Henrique Cardoso – José Carlos Dias (Justiça) e Paulo Sérgio Pinheiro (Direitos Humanos) –  o ministro aposentado do Supremo, Sepúlveda Pertence; o ex-Procurador Geral da República, Claudio Fonteles e juristas consagrados, como Cândido Mendes, Dalmo Dallari, Eduardo Seabra Fagundes (que presidia a OAB quando um atentado na sede da entidade  matou D. Lyda Monteiro da Silva) e  muitos outros.
No texto, eles apelam para que “brasileiras e brasileiros de todos os credos, raças, etnias, profissões, filiações políticas, orientações sexuais e de gênero, damo-nos as mãos para pedir paz e, mais do que tudo, a preservação da democracia”.
“Rejeitamos o rancor e a divisão entre brasileiros. Temos a Constituição mais democrática do mundo, que diz que nosso Brasil é uma República que visa a erradicar a pobreza, fazer justiça social, reduzir desigualdades regionais, incentivar a cultura e promover a solidariedade. Este é o nosso desejo neste momento de crise. O respeito às leis, à Constituição e aquilo que não se pode tocar nem ver: a democracia.”
O texto completo do manifesto e a lista de signatários estão no Blog do Marcelo Auler.



copiado http://www.tijolaco.net/blog/



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