21:32 - 05 de Junho de 2015
O Conselho de
Segurança da ONU insurgiu-se hoje contra a nova onda de atentados com
barris de explosivos, na Síria, que provocou dezenas de mortos durante a
semana na província de Alep, no norte do país.
Mundo
Lusa
A Rússia, aliada do regime de Bachar al-Assad, juntou-se
aos 14 outros países membros do Conselho de Segurança para condenar
"toda a violência contra civis, infraestruturas civis e médicas".
Em comunicado, o Conselho de Segurança da ONU condenou os "ataques
indiscriminados, incluindo os bombardeamentos provocados por barris de
explosivos, utilizados em grande escala nos últimos dias".
Segundo o diretor das operações humanitárias da ONU, John Ging, os barris de explosivos provocaram, na província de Alep, desde o início do conflito na Síria, a morte a 3.600 pessoas.
Os Estados Unidos, a França e o Reino Unido acusaram o regime do Presidente Assad de ser responsável por aqueles ataques, salientando que só o chefe de Estado dispõe de helicópteros para largar os barris.
O regime sírio nega a existência daquele tipo de armamento, que foi também descrito pela organização de defesa dos direitos humanos Humans Rights Watch.
Os barris de explosivos são bombas fabricadas localmente e de forma barata, geralmente feitas a partir de tambores de petróleo, cilindros de gás e caixas de água.
Aqueles recipientes são depois cheios com explosivos e outro tipo de fragmentos, para reforçar o efeito da explosão.
Desde o início do conflito, em março de 2011, mais de 220 mil pessoas morreram na Síria, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.
copiado http://www.noticiasaominuto.com/
Segundo o diretor das operações humanitárias da ONU, John Ging, os barris de explosivos provocaram, na província de Alep, desde o início do conflito na Síria, a morte a 3.600 pessoas.
Os Estados Unidos, a França e o Reino Unido acusaram o regime do Presidente Assad de ser responsável por aqueles ataques, salientando que só o chefe de Estado dispõe de helicópteros para largar os barris.
O regime sírio nega a existência daquele tipo de armamento, que foi também descrito pela organização de defesa dos direitos humanos Humans Rights Watch.
Os barris de explosivos são bombas fabricadas localmente e de forma barata, geralmente feitas a partir de tambores de petróleo, cilindros de gás e caixas de água.
Aqueles recipientes são depois cheios com explosivos e outro tipo de fragmentos, para reforçar o efeito da explosão.
Desde o início do conflito, em março de 2011, mais de 220 mil pessoas morreram na Síria, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.
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