23/09/2012 13h54
- Atualizado em
23/09/2012 14h43
Baleia é encontrada morta, sem cauda e cabeça, no litoral do RN
Animal, em estado avançado de decomposição, morreu há uma semana.
Esta é a 2ª jubarte a encalhar, em menos de um mês, em praias potiguares.
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De acordo com os biólogos, trata-se de uma fêmea juvenil, que mede
cerca de nove metros e pesa aproximadamente sete toneladas. Os
profissionais aguardam uma retroescavadeira para enterrar o cetáceo,
eliminando risco de contaminação na área. A causa da morte será
identificada por meio do exame de DNA. Esta é a segunda jubarte que
aparece morta em menos de um mês no litoral potiguar.O corpo do animal foi visto por volta das 19h deste sábado, contudo os procedimentos iniciais só foram executados na manhã deste domingo. Os biólogos retiraram parte da gordura e da pele da baleia para a realização do exame de DNA, que indica o motivo pelo qual o cetáceo morreu. Pela coloração esbranquiçada, os biólogos acreditam que a jubarte está morta há uma semana.
Como ainda não é sabida a causa da morte, toda a área está isolada, já que o contato com a areia e a água em volta da jubarte pode estar contaminada. “É um animal em decomposição, cuja causa morte desconhecemos. “Não é prudente ter contato com o local, pode transmitir doenças perigosas. Por isso, o quento antes enterrarmos melhor, mas seguro é para a população”, enfatizou Zélia Brito.
A baleia precisa ser retirada com uma retroescavadeira, dado o peso e o tamanho do animal. A prefeitura de Extremoz foi acionada para auxiliar a operação. A jubarte deverá ser enterrada próximo à praia, mas respeitando uma margem de segurança. “Temos que depositá-la onde a maré não a desenterre. Depois de alguns meses iremos voltar para recuperar a ossada e realizarmos as pesquisas”, acrescentou a bióloga.
O aparecimento das baleias nas águas do RN aumenta no segundo semestre, porque é a época em que elas migram da Antártida para as águas quentes do Nordeste do Brasil. Aqui elas passam os últimos meses do ano se alimentando e entram na fase de reprodução. A espécie jubarte está ameaçada de extinção, contudo, a população deste cetáceo vem aumentando.“Os projetos em prol da jubarte está fortalecendo a espécie. Por meio a conservação estamos conseguindo preservar a espécie”, comemorou a chefe da Reserva do Atol das Rocas.
COPIADO g1.globo.com
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