China Dirigentes do Partido Comunista Chinês expulsam vários altos responsáveis
O Comité Central do
Partido Comunista Chinês (PCC), que se reuniu esta semana, excluiu do
partido vários altos responsáveis e defendeu "uma governança regida pela
lei", mas "com características chinesas", anunciou hoje a agência
estatal Xinhua.
Mundo
Reuters
O plenário do Comité Central, o quarto da era iniciada
com o 18.º congresso do PCC em novembro de 2012, juntou os cerca de 200
membros titulares e 170 suplentes durante quatro dias num hotel de
Pequim.
Segundo a Xinhua, durante a reunião foram expulsos cinco altos
responsáveis do PCC, vários deles aliados do ex-chefe de segurança do
país, Zhou Yongkang, bem como um general do Exército Popular de
Libertação, ex-comandante-adjunto da região militar de Chengdu
(sudoeste).
Entre os excluídos encontram-se Li Dongsheng, vice-ministro da Segurança Pública, Jiang Jiemin, ex-chefe da Comissão de Controlo e da Administração de Bens Públicos, e Wang Yongchun, antigo vice-presidente do gigante petrolífero China National Petroleum Corp.
Li Chuncheng, antigo líder do partido na província de Sichuan (sudoeste), e Wan Qingliang, secretário do PCC em Cantão (sul), foram outros dos expulsos.
Todos foram vítimas da vasta campanha anticorrupção lançada sob a égide do presidente Xi Jinping, há dois anos no poder.
Paralelamente à luta anticorrupção, Pequim intensificou a repressão das vozes dissidentes, prendendo centenas de advogados, universitários, jornalistas, ativistas e até bloguistas considerados demasiado críticos.
Esta reunião à porta-fechada era oficialmente dedicada à "autoridade da lei", o que é referido no documento final divulgado pela agência oficial chinesa.
É proposto "apoiar totalmente a governança nacional segundo a lei, com o objetivo de construir um sistema legal socialista com características chinesas".
A China "irá garantir" que a direção do PCC concretiza aqueles objetivos, assinala a Xinhua, indicando que "um plano (para reforçar) a autoridade da lei na segunda economia mundial" foi elaborado durante a cimeira, embora sem revelar detalhes do mesmo.
copiado http://www.noticiasaominuto.com/
Entre os excluídos encontram-se Li Dongsheng, vice-ministro da Segurança Pública, Jiang Jiemin, ex-chefe da Comissão de Controlo e da Administração de Bens Públicos, e Wang Yongchun, antigo vice-presidente do gigante petrolífero China National Petroleum Corp.
Li Chuncheng, antigo líder do partido na província de Sichuan (sudoeste), e Wan Qingliang, secretário do PCC em Cantão (sul), foram outros dos expulsos.
Todos foram vítimas da vasta campanha anticorrupção lançada sob a égide do presidente Xi Jinping, há dois anos no poder.
Paralelamente à luta anticorrupção, Pequim intensificou a repressão das vozes dissidentes, prendendo centenas de advogados, universitários, jornalistas, ativistas e até bloguistas considerados demasiado críticos.
Esta reunião à porta-fechada era oficialmente dedicada à "autoridade da lei", o que é referido no documento final divulgado pela agência oficial chinesa.
É proposto "apoiar totalmente a governança nacional segundo a lei, com o objetivo de construir um sistema legal socialista com características chinesas".
A China "irá garantir" que a direção do PCC concretiza aqueles objetivos, assinala a Xinhua, indicando que "um plano (para reforçar) a autoridade da lei na segunda economia mundial" foi elaborado durante a cimeira, embora sem revelar detalhes do mesmo.
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