15:46 - 23 de Outubro de 2014
O Presidente
francês, François Hollande, disse hoje, em Bruxelas, estar disposto a
chegar a um acordo sobre as novas metas da União Europeia (UE) para o
clima e a energia.
Mundo
Lusa
"Faremos tudo, juntamente com a Alemanha e o Reino Unido,
para se chegar a um acordo", disse Hollande à entrada para a reunião do
Conselho Europeu, que decorre até sexta-feira.
Também o presidente cessante da Comissão Europeia, José Manuel
Durão Barroso, se manifestou confiante na aprovação, hoje, pelos chefes
de Estado e de Governo das novas metas.
O novo quadro prevê objetivos vinculativos de redução das emissões de gases com efeito de estufa de 40% em relação ao nível de 1990 e de pelo menos 27% de incorporação de energias renováveis, para o período entre 2020 e 2030.
A questão das interconexões entre a Península Ibérica e o resto da Europa são outro ponto do "Pacote Clima e Energia 2030" a debater pelo Conselho Europeu.
Portugal defende, nesta matéria, objetivos vinculativos de pelo menos 10% relativamente às interconexões sobretudo na área da eletricidade e do gás, de modo a permitir a entrada da Península Ibérica no mercado europeu.
Falando na quarta-feira no Luxemburgo, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou "pouco sério" o comportamento da UE nesta matéria.
"O nível de interligação entre Portugal, Espanha e França, e, portanto, o resto da Europa, é inferior a 2% da capacidade instalada. Portugal e Espanha são uma ilha energética. Ora, nós fizemos esforços muito grandes do ponto de vista estrutural para poder ter uma economia mais competitiva e estamos alinhados com a ideia de ter um mercado interno de energia que possa funcionar plenamente", disse Passos Coelho.
copiado http://www.noticiasaominuto.com/
O novo quadro prevê objetivos vinculativos de redução das emissões de gases com efeito de estufa de 40% em relação ao nível de 1990 e de pelo menos 27% de incorporação de energias renováveis, para o período entre 2020 e 2030.
A questão das interconexões entre a Península Ibérica e o resto da Europa são outro ponto do "Pacote Clima e Energia 2030" a debater pelo Conselho Europeu.
Portugal defende, nesta matéria, objetivos vinculativos de pelo menos 10% relativamente às interconexões sobretudo na área da eletricidade e do gás, de modo a permitir a entrada da Península Ibérica no mercado europeu.
Falando na quarta-feira no Luxemburgo, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou "pouco sério" o comportamento da UE nesta matéria.
"O nível de interligação entre Portugal, Espanha e França, e, portanto, o resto da Europa, é inferior a 2% da capacidade instalada. Portugal e Espanha são uma ilha energética. Ora, nós fizemos esforços muito grandes do ponto de vista estrutural para poder ter uma economia mais competitiva e estamos alinhados com a ideia de ter um mercado interno de energia que possa funcionar plenamente", disse Passos Coelho.
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