13:51 - 22 de Outubro de 2014
Em tempos de crise
não se limpam armas o que, neste caso, é o mesmo que dizer que é muito
difícil para os jovens saírem da casa dos pais. Uns porque não têm
emprego, outros porque têm emprego mas recebem pouco para conseguir
suportar os custos de uma habitação. No entanto, há sempre aspetos
positivos e, por isso, apresentamos-lhe uma lista de boas razões para
que as jovens – sim este texto é direcionado às mulheres – ganhem
coragem (se for só isso que falta) e saiam de casa dos pais... para viv
Mundo
DR
A crise afeta uma enorme fatia dos jovens portugueses, o
que dificulta a saída de casa dos pais e os obriga a viver de forma
dependente dos progenitores ao longo da sua juventude, não podendo,
desta forma, apreciar a beleza da conjugação entre independência e
juventude.
Este texto é sobretudo dirigido às mulheres, mas se for homem não se acanhe e leia também. Por um lado poderá ficar a conhecer um pouco mais o (complicado) universo feminino. Por outro lado, é uma forma de ganhar argumentos que o ajudem a convencer a sua filha a sair de casa para que possa ter uma segunda lua-de-mel com a sua mulher.
Assim, o que todas as jovens entre os 20 e os 30 anos devem saber sobre viver sozinhas é que podem cantar e dançar nuas à vontade, sem receio de que apareça alguém. Mas não só.
Viver sozinha implica que a comida que está no frigorífico só tem uma dona, o que evita muitas discussões sobre a quem pertence a última fatia do cheesecake. E por falar em frigorifico, que tal beber leite diretamente do pacote? Quem é que a vai repreender? Ninguém!
Ter uma casa só para si é também sinónimo de poder desfrutar sozinha das suas lágrimas sem ter que explicar o porquê de tão triste condição. Ou porque discutiu com o namorado, ou porque viu um filme deprimente ou simplesmente porque é mulher e está com tensão pré-menstrual.
Mas se por um lado o facto de viver sozinha ajuda a levar a sério a dieta, pois não é obrigada a ver a comida boa da mamã em cima da mesa, por outro lado pode ser mau não ter ninguém que soe o alarme sempre que a tentação for maior que a vontade de emagrecer.
Ser independente é também sinónimo de ter uma oportunidade para explorar, sem medos, a sua sexualidade. Sofá, mesa, cadeira, bancada da casa de banho: vale tudo.
Mas é também sinónimo de ser responsável por si própria: pagar as contas a tempo, fazer as compras e, claro, gerir bem o dinheiro para não ter que recorrer à ajuda dos pais, caso contrário lá se vai o propósito da independência.
Viver sozinha implica também ter o comando da televisão só para si, ter privacidade ilimitada, planear os seus tempos livres à vontade e, claro, ter um lugar que pode dizer: “É MEU”.
copiado http://www.noticiasaominuto.com/
Este texto é sobretudo dirigido às mulheres, mas se for homem não se acanhe e leia também. Por um lado poderá ficar a conhecer um pouco mais o (complicado) universo feminino. Por outro lado, é uma forma de ganhar argumentos que o ajudem a convencer a sua filha a sair de casa para que possa ter uma segunda lua-de-mel com a sua mulher.
Assim, o que todas as jovens entre os 20 e os 30 anos devem saber sobre viver sozinhas é que podem cantar e dançar nuas à vontade, sem receio de que apareça alguém. Mas não só.
Viver sozinha implica que a comida que está no frigorífico só tem uma dona, o que evita muitas discussões sobre a quem pertence a última fatia do cheesecake. E por falar em frigorifico, que tal beber leite diretamente do pacote? Quem é que a vai repreender? Ninguém!
Ter uma casa só para si é também sinónimo de poder desfrutar sozinha das suas lágrimas sem ter que explicar o porquê de tão triste condição. Ou porque discutiu com o namorado, ou porque viu um filme deprimente ou simplesmente porque é mulher e está com tensão pré-menstrual.
Mas se por um lado o facto de viver sozinha ajuda a levar a sério a dieta, pois não é obrigada a ver a comida boa da mamã em cima da mesa, por outro lado pode ser mau não ter ninguém que soe o alarme sempre que a tentação for maior que a vontade de emagrecer.
Ser independente é também sinónimo de ter uma oportunidade para explorar, sem medos, a sua sexualidade. Sofá, mesa, cadeira, bancada da casa de banho: vale tudo.
Mas é também sinónimo de ser responsável por si própria: pagar as contas a tempo, fazer as compras e, claro, gerir bem o dinheiro para não ter que recorrer à ajuda dos pais, caso contrário lá se vai o propósito da independência.
Viver sozinha implica também ter o comando da televisão só para si, ter privacidade ilimitada, planear os seus tempos livres à vontade e, claro, ter um lugar que pode dizer: “É MEU”.
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