O primeiro-ministro
britânico, David Cameron, disse hoje que a União Europeia vai ter "um
grande problema" se não resolver o problema das verbas adicionais para o
orçamento europeu exigidas até 01 de dezembro.
Mundo
Lusa
"Espero que possa ser resolvido na cimeira do Ecofin
(reunião dos ministros da Economia e Finanças da UE). Se puder, tanto
melhor, se não puder, (...) então obviamente haverá um grande problema",
disse Cameron à margem de uma cimeira regional em Helsínquia.
"Penso que dei uma resposta muito clara. Não vamos pagar dois mil milhões de euros a 01 de dezembro", disse Cameron. A UE exigiu a alguns Estados membros o pagamento, até 01 de dezembro, de verbas adicionais para o orçamento europeu, definidas com base nos novos cálculos do Produto Interno Bruto (PIB). O Reino Unido, que tem a pagar 2,1 mil milhões de euros, recusou pagar a verba nesse prazo.
Na reunião de hoje em Bruxelas, os ministros das Finanças estão a negociar um acordo para prolongar o prazo de pagamento das verbas adicionais.
Em Helsínquia, o primeiro-ministro britânico foi também questionado sobre a sua posição relativamente à imposição de limites à livre circulação de pessoas na Europa, que já suscitou críticas de vários dirigentes europeus.
"Havia um consenso ontem (quinta-feira) à noite sobre um determinado número de pontos. Um deles é que o conceito de livre circulação é um direito, mas não é um direito incondicional", disse.
Cameron referiu "um determinado número de áreas (...) em que há problemas" e em relação às quais "todos os países disseram que têm de ser avaliadas", citando concretamente "o Estado providência e as prestações sociais".
copiado http://www.noticiasaominuto.com
"Penso que dei uma resposta muito clara. Não vamos pagar dois mil milhões de euros a 01 de dezembro", disse Cameron. A UE exigiu a alguns Estados membros o pagamento, até 01 de dezembro, de verbas adicionais para o orçamento europeu, definidas com base nos novos cálculos do Produto Interno Bruto (PIB). O Reino Unido, que tem a pagar 2,1 mil milhões de euros, recusou pagar a verba nesse prazo.
Na reunião de hoje em Bruxelas, os ministros das Finanças estão a negociar um acordo para prolongar o prazo de pagamento das verbas adicionais.
Em Helsínquia, o primeiro-ministro britânico foi também questionado sobre a sua posição relativamente à imposição de limites à livre circulação de pessoas na Europa, que já suscitou críticas de vários dirigentes europeus.
"Havia um consenso ontem (quinta-feira) à noite sobre um determinado número de pontos. Um deles é que o conceito de livre circulação é um direito, mas não é um direito incondicional", disse.
Cameron referiu "um determinado número de áreas (...) em que há problemas" e em relação às quais "todos os países disseram que têm de ser avaliadas", citando concretamente "o Estado providência e as prestações sociais".
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