PF investiga Odebrecht em inquérito à parte
Em sua delação premiada, Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, confessou ter recebido uma propina de US$ 23 milhões da empreiteira e se propôs a devolver os recursos – o que lhe deu direito a diversos benefícios, como a saída da prisão e o uso de uma tornezeleira eletrônica.
Embora tenha pago a maior propina, a empresa de Marcelo Odebrecht tem uma vantagem em relação a seus concorrentes. Segundo reportagem de Aguirre Talento, Gabriel Mascarenhas e Rubens Valente (leia aqui), seu caso foi desmembrado e não está nas mãos do juiz Sergio Moro, no Paraná.
A própria empresa afirma que o inquérito surgiu "a partir de notícias da imprensa e de uma ação que já tramita no Rio de Janeiro, que é o juízo competente para o caso".
Outras empresas questionaram a jurisdição do caso, mas apenas a Odebrecht saiu da Justiça Federal do Paraná. A empreiteira, embora tenha pago a maior propina descoberta na Operação Lava Jato, não foi incluída no rol das empresas "inidôneas" por um procurador junto ao Tribunal de Contas da União.
O executivo citado por Paulo Roberto Costa como seu contato na Odebrecht seria Marcio Faria, que teria repassado ao ex-diretor "recursos ilícitos".
copiado http://www.brasil247.com/pt
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