
Após "campanha permanente" para a saída de Guido Mantega da Fazenda, "a
oposição já se mostra impaciente para garantir plenos poderes a seu
sucessor anunciado, Joaquim Levy", afirma Paulo Moreira Leite, diretor
do 247 em Brasília; jornalista diz, porém, que os papéis de ministros e
presidente "não podem ser confundidos"; "São novas ideias, sim, mas num
jogo político definido", ressalta; colunista lembra da "parceria
ruinosa" Sarney-Mailson, quando o País, segundo ele, "teve um ministro
da Fazenda que parecia mais importante do que o presidente da República"
e o governo, à época, "enfrentou uma agonia final sem remédio"; "Levy
entra no governo como ministro — não como interventor, certo?", provoca
25 de Novembro de 2014 às 10:33
247 – Depois de realizar uma campanha para tirar de
seu posto o ministro Guido Mantega, "a oposição já se mostra impaciente
para garantir plenos poderes a seu sucessor anunciado, Joaquim Levy",
escreve Paulo Moreira Leite, em
seu blog no 247.
Na nova coluna, o jornalista ressalta, porém, que os papéis de
ministros e presidente "não podem ser misturados nem confundidos".
PML resgata o exemplo da dupla Sarney-Mailson, quando, segundo ele,
"o país teve um ministro da Fazenda que parecia mais importante do que o
presidente da República". O governo enfrentou, à época, "uma agonia
final sem remédio", sem lançar sucessores competitivos em 1989, sem
apoio na primeira eleição direta depois do golpe militar e ainda, com
simpatia do próprio Mailson da Nóbrega, ministros defendiam a renúncia
de José Sarney.
O jornalista ressalta que o Brasil agora troca de ministro, mas não
de presidente. "São novas ideias, sim, mas num jogo político definido",
pontua. É claro, diz ele, que a entrada de Joaquim Levy na Fazenda tem
implicações de política econômica, "mas a presidente é Dilma. Ela
representa a soberania popular". Por fim, o colunista provoca: "Levy
entra no governo como ministro — não como interventor, certo?".
Leia aqui a íntegra do texto.
copiado http://www.brasil247.com/pt/2
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