“Precisamos dar crédito à proposta de diálogo”
"Não se pode governar com pratos feitos", diz ele, em entrevista ao blog da jornalista Tereza Cruvinel, no 247. "Quando cada projeto chega sem discussão prévia, os conflitos estressam a aliança", acrescenta. O ministro compara a relação com um casamento: "Se todo dia o casal tem um conflito porque um toma posições isoladas, faltou amor, e a relação não aguentará".
Sobre a candidatura do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara, ele defende o acordo já firmado com o PT, de alternância de poder, mas minimiza o clima de tensão: "A eleição será em fevereiro, falta muito tempo. Ate lá, vamos exercitar o diálogo dentro do PMDB e com o PT e o Governo. O vice-presidente Michel Temer já está conduzindo o diálogo interno".
Ele nega que o PMDB apresentar uma proposta própria de reforma política seja se antecipar à presidente, que tem o tema como bandeira. "O PMDB está colaborando para acelerar o debate", ressalta. Sobre o clima pós-eleitoral, afirma ser necessário "algum tempo para que as emoções se dissipem" depois de uma eleição "tá acirrada", mas acrescenta que "fazer da divisão eleitoral uma permanente luta política é algo temerário e grave".
Leia aqui a íntegra da entrevista com o ministro.
copiado http://www.brasil247.com/pt/247
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