Rede Social Conheça 'os seis maiores criminosos' do Facebook

15:36 - 05 de Novembro de 2014


O Facebook como ferramenta social usada por milhões de pessoas tornou-se também num meio para que criminosos consigam entrar em contacto com as suas vítimas. O Daily Mail dá a conhecer, esta quarta-feira, as personalidades mais comuns dos criminosos desta rede social.
Tech
Conheça 'os seis maiores criminosos' do Facebook
DR
Depois da polícia do Reino Unido ter detido 48 criminosos do Facebook, ou seja, pessoas que utilizaram a rede social para atrair as suas vítimas, cientistas do mesmo país procederam à definição de seis tipos de personalidades para estes criminosos. São elas: reator, informador, antagonista, utopista, predador ou o impostor.
O reator é o mais comum, sendo que 27,1% dos crimes cometidos desta forma pertencem a criminosos que se inserem nesta personalidade. Estes são os que vêem comentários ou fotografias no Facebook que os deixam furiosos e, por isso, decidem reagir pela força e violência.
Os informadores são aqueles que recorrem à rede social para informar que têm intenções de fazer mal a alguém ou para informar que já o fizeram. O seu objetivo, de acordo com os cientistas, é o de mostrar aos outros que exercem controlo sobre as suas vítimas.
O antagonista, responsável por 16,7% destes crimes, têm tendência a criar situações de confronto e hostilidade através do Facebook. Após a troca de palavras menos boas através da rede social, este criminoso parte para a violência física, recorrendo muitas vezes a armas.
Os utopistas tendem a criar histórias que são meras ilusões. Para estes, a linha entre a realidade e a fantasia é muito ténue e o homicídio torna-se numa forma de manter a sua fantasia real ou de evitar que outros descubram que tudo o que dizia era mentira.
O predador é aquele que cria um perfil falso e tenta persuadir a sua vítima a conhecê-lo na vida real. Aproveita as informações do perfil da vítima para saber quais são as suas vulnerabilidades para depois se aproveitar delas.
O impostor, o menos comum. É aquele que acede e publica conteúdos com o perfil de outra pessoa. Pode invadir o perfil da sua vítima para fingir que esta ainda está viva ou o de um amigo da vítima para conseguir comunicar com ela.
O médico Yardley defende que apesar disto o Facebook não deve ser visto como a responsável por estes crimes. Trata-se sim, explica, de uma ferramenta usada no nosso dia-a-dia. O importante é perceber as intenções de quem a utiliza.
   copiado  http://www.noticiasaominuto.com/

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagem em destaque

Ao Planalto, deputados criticam proposta de Guedes e veem drible no teto com mudança no Fundeb Governo quer que parte do aumento na participação da União no Fundeb seja destinada à transferência direta de renda para famílias pobres

Para ajudar a educação, Políticos e quem recebe salários altos irão doar 30% do soldo que recebem mensalmente, até o Governo Federal ter f...