Polêmica tese jurídica utilizada na Ação Penal 470
contra José Dirceu vem sendo cogitada pelos tucanos para provocar o
impeachment da presidente Dilma Rousseff; em nota do colunista Ilimar
Franco, presidente do PSDB de Minas, deputado Marcus Pestana, especula:
“É impossível que a presidente Dilma não soubesse, como integrante do
Conselho de Administração da Petrobras, de contratos (corriqueiros) na
gestão da estatal; que ela não soubesse, ou tivesse determinado, as
pedaladas fiscais aplicadas pelo ministro Guido Mantega (em 2013 e
2014); e que não tivesse conhecimento que a CEF usou seu capital para
fechar as contas de programas sociais, o que se compara a empréstimos à
União (o que é proibido por lei)”
17 de Abril de 2015 às 06:29
247 – Os juristas convocados
pelo partido de Aécio Neves em ação para fundamentar o pedido de
impeachment da presidente Dilma Rousseff, querem usar a teoria do
“domínio do fato”, segundo o colunista Ilimar Franco.
A polêmica tese jurídica utilizada na Ação Penal 470 contra José
Dirceu, que, mesmo não agindo diretamente, era quem na pratica fazia
articulação política.
O presidente do PSDB de Minas, deputado Marcus Pestana, especula: “É
impossível que a presidente Dilma não soubesse, como integrante do
Conselho de Administração da Petrobras, de contratos (corriqueiros) na
gestão da estatal; que ela não soubesse, ou tivesse determinado, as
pedaladas fiscais aplicadas pelo ministro Guido Mantega (em 2013 e
2014); e que não tivesse conhecimento que a CEF usou seu capital para
fechar as contas de programas sociais, o que se compara a empréstimos à
União (o que é proibido por lei)”. copiado http://www.brasil247.com/
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