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25/01/2016 - 22:10
Missão da ONU verificará fim de conflito armado com Farc na Colômbia
AFP / ADALBERTO ROQUE
O chefe negociador do governo, Humberto de la Calle, em Havana, no dia 15 de dezembro de 2015
Humberto de la Calle, delegado oficial nas negociações que o governo de Juan Manuel Santos mantém há três anos com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc, comunistas), deu detalhes da missão política da ONU, que supervisionará o cessar-fogo bilateral e o abandono de armas dos guerrilheiros.
"Quando se fala em oito zonas, estamos nos referindo a áreas de presença nas sedes de conselho da delegação tripartida liderada pela ONU", afirmou, durante o fórum organizado pela revista Semana, o negociador das práticas realizadas em Cuba há mais de três anos.
De la Calle não revelou, contudo, os locais exatos em que serão instalados os observadores.
Há uma semana, o governo e as Farc concordaram que uma missão tripartida, composta por ambos os lados e mais um componente internacional da ONU, será encarregada do cumprimento do cessar-fogo bilateral e definitivo na Colômbia.
Após o anúncio, as delegações solicitaram ao Conselho de Segurança da ONU a formação desta missão, em que irão participar os países pertencentes à Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC).
Nesta segunda-feira, será votada em Nova York a resolução a esse respeito, acrescentou De la Calle.
A missão terá "um componente internacional na frente da ONU que será o coordenador, o diretor do mecanismo tripartido", afirmou o negociador.
"O monitoramento será feito por três componentes, mas a verificação, o veredito sobre se houve ou não violações ao cessar-fogo, corresponde ao componente internacional", acrescentou.
Atualmente, não existe uma trégua no território, embora a guerrilha das Farc, a principal do país, mantenha, desde julho do ano passado, uma pausa no fogo unilateral que significou "uma redução próxima a 90% das investidas armadas", segundo De la Calle.
As Farc, com aproximadamente sete mil combatentes, segundo os números oficiais, nasceram há mais de 50 anos em uma insurreição camponesa. Ela é, junto a outras guerrilhas de esquerda, paramilitares de direita e forças militares, um dos atores do conflito armado.
ccopiado http://www.afp.com/pt
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