Irã alerta EUA sobre porta-aviões no Golfo Pérsico

Irã alerta EUA sobre porta-aviões no Golfo Pérsico

França pede que UE aprove novas sanções contra Teerã

Com agências internacionais
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TEERÃ - Um dia após o governo iraniano realizar testes com mísseis capazes de derrubar navios no Golfo Pérsico, o comandante geral do exército iraniano, Ataollah Salehi, pediu que os EUA não enviem novos porta-aviões ao Golfo Pérsico. O governo de Teerã tem usado o local para exercícios, com testes de três mísseis com capacidade de afundar navios. Segundo o comandante, caso os americanos resolvam retornar a embarcação haverá retaliação, segundo informou a agência de notícias estatal do país, Irna.


- Não vamos repetir o alerta. Recomendo que o porta-aviões americano não retorne ao Golfo - enfatiza Salehi.Mais tarde, foi a vez do chefe da Marinha iraniana reforçar que não há necessidade de presença estrangeira no Golfo:
- O Irã atua de acordo com a lei internacional, e tropas estrangeiras não podem estar presentes em nossas águas territoriais - disse Habibollah Sayyari.
França pede endurecimento de sanções contra o governo iraniano
A França pediu nesta terça-feira o aumento das sanções contra Teerã e pediu que os países-membros da União Europeia siga os EUA e aprovem um embargo contra o petróleo e o Banco Central do país.
- A França quer sanções mais duras, e o presidente (Nicolas Sarkozy) fez duas propostas concretas sobre o tema, sendo a primeira a de congelar os bens do Banco Central iraniano, e a segunda, um embargo às exportações de petróleo - disse o ministro de Relações Exteriores francês, Alain Juppé, pedindo que os membros da UE aproveitem a reunião do próximo dia 30 para passar tais medidas.
Teerã sentencia filha de ex-presidente a prisão
A filha do ex-presidente iraniano Akbar Hashemi Rafsanjani foi condenada a seis meses de prisçao por fazer propaganda contra o governo nesta manhã. Segundo um site conservador do país, Faezeh foi julgada pela Corte Revolucionária de Teerã e proibida de participar de atividades políticas, culturais e midiáticas por cinco anos.
Faezeh tem 20 dias para recorrer à sentença. Seu advogado, Gholam Ali Riahi, disse que as queixas contra sua clientes foram feitas após ela dar entrevistas a sites de notícias na Internet.
Copiado http://oglobo.globo.com/:

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