05/09/2012 09h25
- Atualizado em
05/09/2012 09h25
Juiz autoriza detento a mudar de sexo nos EUA
Michelle Kosilek, antes Robert, cumpre pena por assassinato da mulher.
Ainda não se sabe se Kosilek será transferido a penitenciária feminina.
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Um juiz federal de Massachusetts
autorizou nesta terça-feira (4) um preso transexual a realizar uma
cirurgia para mudança de sexo, mas sem explicar se após a intervenção
ele permanecerá entre os homens ou será transferido para uma
penitenciária feminina.
Michelle Kosilek, nascida com o nome de Robert Kosilek, cumpre prisão perpétua pelo assassinato de sua mulher e solicitava há 12 anos na Justiça o direito de mudar de sexo para resolver seu "problema de indentidade sexual".
Por decisão do juiz Mark Wolf, as autoridades penitenciárias de Massachusetts deverão tomar "imediatamente todas as medidas necessárias" para que Kosilek possa ser submetida a uma operação de mudança de sexo "o mais rápido possível".
O juiz destaca que a cirurgia é "o único tratamento apropriado" para a "necessidade médica imperativa" da detenta, respondendo aos seus direitos constitucionais previstos na 8ª Emenda sobre a proteção diante de "punições crueis".
Michelle Kosilek em 15 de janeiro de 1993 (Foto: AP)
As autoridades penitenciárias negavam a cirurgia alegando que Kosilek,
uma vez operada, corria o risco de se tornar objeto sexual dos demais
detentos, mas o juiz rebateu afirmando que cabe ao Estado protegê-la.
"O tribunal não decide neste momento onde Kosilek deverá ficar presa após a operação", diz a sentença, que também não informa quem pagará os custos da cirurgia. COPIADO : http://g1.globo.com/
Michelle Kosilek, nascida com o nome de Robert Kosilek, cumpre prisão perpétua pelo assassinato de sua mulher e solicitava há 12 anos na Justiça o direito de mudar de sexo para resolver seu "problema de indentidade sexual".
Por decisão do juiz Mark Wolf, as autoridades penitenciárias de Massachusetts deverão tomar "imediatamente todas as medidas necessárias" para que Kosilek possa ser submetida a uma operação de mudança de sexo "o mais rápido possível".
O juiz destaca que a cirurgia é "o único tratamento apropriado" para a "necessidade médica imperativa" da detenta, respondendo aos seus direitos constitucionais previstos na 8ª Emenda sobre a proteção diante de "punições crueis".
"O tribunal não decide neste momento onde Kosilek deverá ficar presa após a operação", diz a sentença, que também não informa quem pagará os custos da cirurgia. COPIADO : http://g1.globo.com/
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