Paulo ‘preso’ e Aloysio ‘revistado’: sem Moro, Lava Jato vai aos tucanos?
Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto – apontado como operador de propinas do PSDB, foi preso agora cedo por ordem do novo juiz da 13ª Vara Criminal de Curitiba, onde reinava Sérgio Moro. O ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira (ex-senador tucano) está sendo alvo de alvo de mandados de busca e apreensão.
Ainda não se sabe a extensão dos fatos que motivaram a ação de hoje, mas faz anos que se sabe que Paulo Vieira de Souza, diretor da Dersa duante a construção do Rodoanel, nos governos tucanos de São Paulo, era coletor de recursos do partido.
Tanto que, quando José Serra foi confrontado com estas acusações e “se esqueceu” de quem era Paulo Preto, o agora preso reclamou que não se deixava “um líder assim na beira da estrada”.
Serra, por sinal, deve estar com as barbas de molho, ao ver as de Aloysio, seu parceiro, em chamas.
E o pacote de Moro, agora, ganhou mais alguns percalços no Congresso, embora Bolsonaro possa contar com o desvio das luzes para longe do caso Bebianno-laranjas.
Bolsonaro apresenta a “laranja” de seu ministro
No dia em que foi à Câmara assinar os papéis com que se tornaria candidata “laranja” do Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, a delatora do esquema de desvio de fundos “ganhou” um vídeo com ninguém menos que o ainda despreocupado Jair Bolsonaro.
A candidatura não era para valer e o vídeo teve, até hoje cedo, apenas 29 visualizações. Coisa para mostrar à família,só, pelo visto.
E o ex-capitão entrou, ao que parece, de gaiato na história, à época.
Mas agora, não pode deixar de achar que, também neste caso, houve “quebra de confiança” de seu ministro.
Parece, porém, que o problema não é o “foro íntimo”, mas o “fora íntimo”, infelizmente não mais com o circunflexo diferencial, de Gustavo Bebbiano.
copiado http://www.tijolaco.net/blog
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