Tragédia já provocou seis mortes e pelo menos 20 estão desaparecidos
Rio - As equipes de resgate do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro localizaram mais um corpo na madrugada desta sexta-feira, por volta das 3h. É de uma mulher, cuja identidade ainda está sendo investigada. Já são seis mortos e pelo menos 20 desaparecidos, vítimas da tragédia provocada pelos desabamentos de três prédios, no Centro, na noite de quarta. A informação é da assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Defesa Civil e Corpo de Bombeiros.
>> FOTOGALERIA: Bombeiros trabalham em resgate de vítimas
Até agora, foram localizados sob os escombros os corpos de três homens e três mulheres. O Instituto Médico-Legal (IML) informou que foram identificados Cornélio Ribeiro Lopes, de 73 anos, porteiro do Edifício Liberdade, onde morava com a mulher, Margarida Vieira de Carvalho, que está desaparecida, e Celso Renato Braga Cabral, de 44 anos – cujo enterro ocorrerá nesta manhã, em Niterói, na Região Metropolitana.

Cerca de 22 toneladas de escombros foram retiradas da área. Toda a região em volta dos três prédios que desabaram – um de 18 andares, outro de 10 e o menor com quatro pisos – será mantida isolada, segundo as autoridades locais. Por segurança, quatro prédios que ficam próximos aos edifícios que desabaram estão fechados.
As investigações sobre as causas do acidente ainda não foram concluídas. Mas a suspeita mais provável, segundo os investigadores, é que houve colapso na estrutura do prédio mais alto, devido a falhas em uma reforma feita em um dos andares, onde funcionava uma empresa de informática.
A desconfiança é que a reforma, que ocorria há dois meses, levou à retirada de vigas de sustentação, ameaçando a estrutura do prédio. Os dois edifícios que estavam ao lado acabaram sendo atingidos pela força da primeira queda, segundo investigações preliminares.

Foto: Severino Silva / Agência O Dia
As famílias das vítimas estão sendo mantidas em um núcleo de atendimento, na Câmara Municipal do Rio, que fica perto do local onde ocorreram os desabamentos. Os atendimentos aos parentes e amigos são feitos por funcionários da Defesa Civil e da prefeitura da capital.
Histórias profissionais em ruínas no meio do desabamento
No total de 34 pavimentos dos três prédios que desabaram na Avenida Treze de Maio, haviam salas comerciais onde funcionavam empresas de informática, imobiliárias, escritórios de advocacia, consultorias de recursos humanos, agências de publicidade, entre outras.
No térreo do prédio 44, construído em 1940 e que possuía 18 andares, além de loja e sobreloja, funcionava uma agência do Banco Itaú. Os outros dois prédios foram construídos em 1938. O imóvel número 40 tinha quatro andares, e o número 38, dez pavimentos. No prédio menor funcionava uma loja de produtos naturais.
O dentista Antônio Molinari, 60 anos, conta que tinha cinco consultórios odontológicas em um dos edifícios, e ainda não sabe como retomar o trabalho. Calcula prejuízo em torno de R$ 300 mil. “Além de ter perdido tudo, sou obrigado a ver pessoas garimpando equipamentos em meio aos destroços”, critica Antônio.
Segundo o presidente da Associação Comercial do Rio, Antenor Barros, as lojas da região vão demorar pelo menos uma semana para retomar a rotina de antes da tragédia.
Com informações da Agência Brasil copiado ; http://odia.ig.com.br/
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Até agora, foram localizados sob os escombros os corpos de três homens e três mulheres. O Instituto Médico-Legal (IML) informou que foram identificados Cornélio Ribeiro Lopes, de 73 anos, porteiro do Edifício Liberdade, onde morava com a mulher, Margarida Vieira de Carvalho, que está desaparecida, e Celso Renato Braga Cabral, de 44 anos – cujo enterro ocorrerá nesta manhã, em Niterói, na Região Metropolitana.
Foto: Divulgação
As equipes de socorro, comandadas pelo Grupamento de Busca e Salvamento (GBS) do Corpo de Bombeiros com o apoio da Defesa Civil e da Polícia Militar, intensificarão hoje o trabalho de busca por mais vítimas. Cães farejadores ajudam nos resgates. As dificuldades, segundo os bombeiros, são geradas principalmente pela nuvem de poeira que ainda é intensa no local.Cerca de 22 toneladas de escombros foram retiradas da área. Toda a região em volta dos três prédios que desabaram – um de 18 andares, outro de 10 e o menor com quatro pisos – será mantida isolada, segundo as autoridades locais. Por segurança, quatro prédios que ficam próximos aos edifícios que desabaram estão fechados.
As investigações sobre as causas do acidente ainda não foram concluídas. Mas a suspeita mais provável, segundo os investigadores, é que houve colapso na estrutura do prédio mais alto, devido a falhas em uma reforma feita em um dos andares, onde funcionava uma empresa de informática.
A desconfiança é que a reforma, que ocorria há dois meses, levou à retirada de vigas de sustentação, ameaçando a estrutura do prédio. Os dois edifícios que estavam ao lado acabaram sendo atingidos pela força da primeira queda, segundo investigações preliminares.
Foto: Severino Silva / Agência O Dia
As famílias das vítimas estão sendo mantidas em um núcleo de atendimento, na Câmara Municipal do Rio, que fica perto do local onde ocorreram os desabamentos. Os atendimentos aos parentes e amigos são feitos por funcionários da Defesa Civil e da prefeitura da capital.Histórias profissionais em ruínas no meio do desabamento
No total de 34 pavimentos dos três prédios que desabaram na Avenida Treze de Maio, haviam salas comerciais onde funcionavam empresas de informática, imobiliárias, escritórios de advocacia, consultorias de recursos humanos, agências de publicidade, entre outras.
No térreo do prédio 44, construído em 1940 e que possuía 18 andares, além de loja e sobreloja, funcionava uma agência do Banco Itaú. Os outros dois prédios foram construídos em 1938. O imóvel número 40 tinha quatro andares, e o número 38, dez pavimentos. No prédio menor funcionava uma loja de produtos naturais.
O dentista Antônio Molinari, 60 anos, conta que tinha cinco consultórios odontológicas em um dos edifícios, e ainda não sabe como retomar o trabalho. Calcula prejuízo em torno de R$ 300 mil. “Além de ter perdido tudo, sou obrigado a ver pessoas garimpando equipamentos em meio aos destroços”, critica Antônio.
Segundo o presidente da Associação Comercial do Rio, Antenor Barros, as lojas da região vão demorar pelo menos uma semana para retomar a rotina de antes da tragédia.
Com informações da Agência Brasil copiado ; http://odia.ig.com.br/
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