Candidato a presidente pelo PSDB, Aécio Neves, avalia que "não houve
erro" da parte de sua campanha para que ele esteja atualmente em
terceiro lugar na corrida eleitoral; para ele "a tragédia" que matou
Eduardo Campos (PSB), em agosto, explica sua condição adversa na
disputa; na perspectiva do tucano, "a essa altura", se tivesse "feito
tudo certo", ele estaria chegando a 30%. Mas este planejamento ele
fez antes do acidente fatal com o candidato do PSB; "Eu levei uns dez
dias para conseguir começar a avaliar o estrago eleitoral para mim",
disse
21 de Setembro de 2014 às 07:05
247 - O candidato a
presidente pelo PSDB, Aécio Neves, avalia que "não houve erro" da parte
de sua campanha para que ele esteja atualmente em terceiro lugar na
corrida eleitoral. Para ele "a tragédia" que matou Eduardo Campos (PSB),
em agosto, explica sua condição adversa na disputa. Na perspectiva do
tucano, "a essa altura", se tivesse "feito tudo certo", ele estaria
chegando a 30%. Mas este planejamento ele fez antes do acidente fatal
com o candidato do PSB, o que recolocou Marina Silva na disputa. Ela
então tomou o segundo lugar confortável do candidato do PSDB nas
pesquisas. "Eu levei uns dez dias para
conseguir começar a avaliar o estrago eleitoral para mim, sabe?",
comentou Aécio recentemente com um aliado. "Gostava muito do Eduardo e
aquilo pegou forte. Lá em casa começou um papo meio inevitável de podia
ter sido você'. Foi difícil. Pensei: Cara, tenho dois bebês em casa e
não deixei nada organizado'. Que loucura, né?", disse. Na semana passada, com a reação de
sua candidatura em duas pesquisas (passou de 15% a 19% no Ibope e de 15%
a 17% no Datafolha), o tucano citou o trovador mineiro Soares da Cunha
para ilustrar a situação que viveu. "Ele escreveu: Amigos são, todos
eles, como aves de arribação. Faz bom tempo, eles vêm. Faz mau tempo,
eles vão'. Diria que alguns políticos são assim", disse. Agora, Aécio
adotou o discurso de que começou a "virada".
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