"Cadáver do Glória indica que Rio mereceu Eike" Eike Batista comprou e depois arrasou o teatro de 1922, jogou fora os móveis e quase 90 anos de tradição; “Eike representa o capital especulativo, corrosivo, que não tem compromisso com nada que não seja o ganho imediato, sem respeitar passado ou futuro. É a força da grana que apenas destrói coisas belas”
Colunista Luiz Fernando Vianna lembra que, com incentivos do Estado,
empresário Eike Batista comprou e depois arrasou o teatro de 1922, jogou
fora os móveis e quase 90 anos de tradição; “Eike representa o capital
especulativo, corrosivo, que não tem compromisso com nada que não seja o
ganho imediato, sem respeitar passado ou futuro. É a força da grana que
apenas destrói coisas belas”
"Cadáver do Glória indica que Rio mereceu Eike"
Colunista Luiz Fernando Vianna lembra que, com
incentivos do Estado, empresário Eike Batista comprou e depois arrasou o
teatro de 1922, jogou fora os móveis e quase 90 anos de tradição; “Eike
representa o capital especulativo, corrosivo, que não tem compromisso
com nada que não seja o ganho imediato, sem respeitar passado ou futuro.
É a força da grana que apenas destrói coisas belas”
19 de Setembro de 2014 às 05:25
247 – O colunista Luiz Fernando Vianna relaciona a
bancarrota de Eike Batista ao “cadáver” do hotel Glória. Segundo ele, os
escombros são o reflexo do que “nós, cariocas, deixamos nos tornar”.
Ele lembra que Eike o adquiriu, com incentivos do Estado, para o
transformar num hotel seis estrelas. “Arrasou um teatro, os quartos,
jogou fora os móveis e quase 90 anos de tradição. Falido, fechou a porta
do cenário apocalíptico, repassou o terreno para um fundo suíço e foi
embora ser classe média --após, pai exemplar, repassar sua fortuna aos
filhos”, ironiza.
Segundo Vianna, “Eike representa o capital especulativo, corrosivo,
que não tem compromisso com nada que não seja o ganho imediato, sem
respeitar passado ou futuro. É a força da grana que apenas destrói
coisas belas” (leia mais).
Nenhum comentário:
Postar um comentário