Dilma: “O Brasil não pode e não vai parar” Leia aqui a íntegra da entrevista, em espanhol.

Dilma: “O Brasil não pode e não vai parar”

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Em entrevista ao jornal El Mercurio, do Chile, para onde viaja nesta sexta-feira 26, a presidente afirma ter a "consciência tranquila" de que não cometeu nenhuma irregularidade em seu mandato e reforça que não existe contra ela "nenhuma dúvida relativa a denúncias de corrupção"; "Independentemente das tentativas de setores da oposição de distanciar-me da Presidência por meios ilegítimos e ilegais, seguirei cumprindo o que me ordena a Constituição (...). O Brasil não pode e não vai parar", disse; Dilma também destacou positivamente o fato de que a oposição, antes empenhada em apostar "na ideia do 'quanto pior, melhor'", demonstra agora "maior disposição para o diálogo" com o governo
26 de Fevereiro de 2016 às 11:24
247 – A presidente Dilma Rousseff disse que está com a "consciência tranquila" quanto aos pedidos da oposição pelo seu afastamento do cargo e ressalta que não existe contra ela "nenhuma dúvida relativa a denúncias de corrupção". As declarações foram feitas em entrevista ao jornal El Mercurio, do Chile, publicada nesta sexta-feira 26, quando Dilma embarcou para uma viagem de dois dias para o país.
"Tenho a consciência tranquila de que não cometi nenhum delito. Independentemente das tentativas de setores da oposição de distanciar-me da Presidência por meios ilegítimos e ilegais, seguirei cumprindo o que me ordena a Constituição", afirmou. Dilma também destacou positivamente o fato de setores da oposição, que "vinham apostando na ideia do 'quanto pior, melhor'", demonstrarem agora "maior disposição para o diálogo" com o governo.
Questionada se o clima político pode piorar ainda mais com as investigações que vêm prendendo políticos e empresários de alto escalão, a presidente respondeu que "a solução para as diferenças políticas em uma sociedade democrática é o diálogo efetivo, a apresentação de propostas que contribuam para superar as dificuldades momentâneas e defender os interesses nacionais do país".
"O governo está aberto ao diálogo com todos", acrescentou Dilma Rousseff, ressaltando que "não vamos ser reféns dos que apenas nos criticam e não apresentam propostas construtivas". Dilma disse ainda que gostaria de entregar ao seu sucessor, "daqui a três anos, um país em plena recuperação econômica, com uma melhora significativa nas condições de vida da população e com o aprofundamento da transformação social que estamos promovendo e que tanto o Brasil necessita".
Na reunião que terá com a presidente chilena, Michelle Bachelet, deverão ser discutidos temas como a aproximação dos blocos comerciais do Mercosul e da Aliança do Pacífico e a implantação de corredores bioceânicos. Às 18h desta sexta-feira, Dilma se encontra com representantes de empresas brasileiras no país. A agenda deste sábado ainda não foi divulgada.
Leia aqui a íntegra da entrevista, em espanhol.
copiado  http://www.brasil247.com/

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