Procuradoria x Temer Em festa, Temer afirma ter votos na Câmara para barrar denúncia

 Temer afirma contar com apoio necessário para barrar eventual processo

(Acho que os militares hoje não serão opressores, será solução? não sei, uma opção. Sonho, apenas ter um "BRASIL" melhor, insuportável, triste, os dias de hoje. Dulce.)
Procuradoria x TemerPresidente diz ter votos na Câmara contra denúnciaAndre Penner-30.mai.2017/APTemer afirma contar com apoio necessário para barrar eventual processo





Em festa, Temer afirma ter votos na Câmara para barrar denúncia

Igor Gadelha
Brasília

Em jantar de aniversário do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente Michel Temer disse a políticos presentes que sua absolvição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi uma "bela vitória" e que está confiante de que terá os 172 votos mínimos necessários na Câmara para barrar eventual denúncia contra ele apresentada pela Procuradoria-Geral da República.
A festa ocorreu na noite de sexta-feira (9), na casa do deputado Alexandre Baldy (GO), no Lago Sul, área nobre de Brasília. Líder do Podemos (antigo PTN) na Câmara, Baldy é um dos parlamentares mais próximos de Maia. Ele deve ser escolhido relator da CPI mista que vai apurar supostas irregularidades em operações no mercado financeiro por parte da JBS, empresa cujos donos delataram Temer.
Conforme relatos dos presentes, poucos foram os deputados convidados para o jantar, entre eles o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e Fernando Monteiro (PP-PE). Os ministros Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), padrasto da mulher de Maia, também compareceram. Até políticos da oposição passaram pela festa.
Temer chegou pouco depois das 23h, acompanhado da primeira-dama Marcela. Antes de sua chegada, ministros pediram aos demais políticos que evitassem tocar no assunto do TSE. Não queriam passar a imagem de que o presidente estava "comemorando" a absolvição na corte eleitoral.
O presidente deixou o local pouco depois da meia-noite e, na saída, disse que vai "continuar pacificando o País".
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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