Temer diz que o Brasil precisa do contrário do que Temer lhe dá
Do discurso de Michel Temer, ao dar posse aos ministros do governo do golpe, há exatos 13 meses, em 12 de maio de 2016: A minha primeira palavra ao povo brasileiro é a palavra...
Do discurso de Michel Temer, ao dar posse aos ministros do governo do golpe, há exatos 13 meses, em 12 de maio de 2016: A minha primeira palavra ao povo brasileiro é a palavra...
Do discurso de Michel Temer, ao dar posse aos ministros do governo do golpe, há exatos 13 meses, em 12 de maio de 2016:
A minha primeira palavra ao povo brasileiro é a palavra confiança.
Confiança nos valores que formam o caráter de nossa gente. Na vitalidade da nossa democracia. Confiança na recuperação da economia nacional(…) Em suas instituições sociais e políticas. E na capacidade de que, unidos, poderemos enfrentar os desafios deste momento que é de grande dificuldade.
Reitero, como tenho dito ao longo do tempo, que é urgente pacificar a Nação e unificar o Brasil.
É urgente fazermos um governo de salvação nacional.
Inacreditável como aquilo que, pouco mais de um ano atrás, soava apenas ridículo, soa hoje como trágico.
Josias de Souza, insuspeito de petismos, diz hoje em seu blog:
“Temer está cada vez mais parecido com Eduardo Cunha. A diferença é que Cunha usava a estrutura da Câmara. E Temer abusa da engrenagem de todo o governo. É um caso clássico de obstrução da Justiça. Se não desfrutasse das imunidades inerentes ao cargo, Temer talvez estivesse preso na companhia do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, na penitenciária da Papuda.”
O governo Temer não tem apoiadores, passou a ter cúmplices.
Do discurso de Michel Temer, ao dar posse aos ministros do governo do golpe, há exatos 13 meses, em 12 de maio de 2016:
A minha primeira palavra ao povo brasileiro é a palavra confiança.
Confiança nos valores que formam o caráter de nossa gente. Na vitalidade da nossa democracia. Confiança na recuperação da economia nacional(…) Em suas instituições sociais e políticas. E na capacidade de que, unidos, poderemos enfrentar os desafios deste momento que é de grande dificuldade.
Reitero, como tenho dito ao longo do tempo, que é urgente pacificar a Nação e unificar o Brasil.
É urgente fazermos um governo de salvação nacional.
Confiança nos valores que formam o caráter de nossa gente. Na vitalidade da nossa democracia. Confiança na recuperação da economia nacional(…) Em suas instituições sociais e políticas. E na capacidade de que, unidos, poderemos enfrentar os desafios deste momento que é de grande dificuldade.
Reitero, como tenho dito ao longo do tempo, que é urgente pacificar a Nação e unificar o Brasil.
É urgente fazermos um governo de salvação nacional.
Inacreditável como aquilo que, pouco mais de um ano atrás, soava apenas ridículo, soa hoje como trágico.
Josias de Souza, insuspeito de petismos, diz hoje em seu blog:
“Temer está cada vez mais parecido com Eduardo Cunha. A diferença é que Cunha usava a estrutura da Câmara. E Temer abusa da engrenagem de todo o governo. É um caso clássico de obstrução da Justiça. Se não desfrutasse das imunidades inerentes ao cargo, Temer talvez estivesse preso na companhia do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, na penitenciária da Papuda.”
O governo Temer não tem apoiadores, passou a ter cúmplices.
O país do sobressalto
De uns tempos para cá, este modesto blogueiro, que sempre acordou cedo, teve de passar a acordar mais cedo ainda.
Porque todos já perceberam que é com o raiar do dia, como nos versos do baião Maria Bonita, que atua o mais poderoso partido político brasileiro, o PPF – Partido da Polícia Federal.
Nem mesmo sei se, quando escrevo isso, já não estará em curso alguma nova operação, de nome criativo, prendendo, quem sabe, o Geddel, o Mabel, ou outro que não esteja protegido pelo cargo de ministro.
(Observação necessária: isso não é um vazamento…)
Fica-se, de uns tempos para cá, na base do “prendeu dois dos deles, prendeu um dos meus”e a vida segue para ver quem sobra para ser dado ao povo escolher entre o nada e o coisa alguma.
Ou, pior, entre o nada e o “coisa ruim” que vem inchando como um cogumelo.
Os métodos, dizia sempre o velho Brizola, determinam os fins. Desde que transformou-se – sob aplausos da mídia e do conservadorismo – o método policial-judicial de decidir a política neste país, o que tivemos foi uma devastação que só aos fanáticos que creem que a destruição constrói pode ser esperança.
Viramos o país do sobressalto, onde cada manhã, em lugar de clarear, o horizonte escurece ainda mais.
copiado http://www.tijolaco.com.br/blog/
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