Combates intensos provocam mortes perto de Slaviansk Crise ucraniana ameaça paz na Europa sem uma resposta adequada, afirma Rússia

 
 
 
  • 05/05/2014 - 13:40

    Combates intensos provocam mortes perto de Slaviansk

     



    Soldados ucranianos em posto de controle perto da cidade de Slaviansk, em 3 de maio de 2014
    Várias pessoas morreram em combates intensos nesta segunda-feira perto de Slaviansk, leste da Ucrânia, afirmou o ministro do Interior Interior, Arsen Avakov.
    O ministro ucraniano, que estava em um posto de controle a seis quilômetros do local dos combates, não informou se as vítimas são nacionalistas ucranianos ou separatistas pró-Moscou.
    Os combates haviam começado duas horas antes, segundo um correspondente da AFP.
    Em Slaviansk, reduto pró-Rússia, "acontece uma guerra contra nosso território", disse o ministro.
    "Minha missão é eliminar os terroristas", completou, em referência aos separatistas pró-Moscou.
    "A única tática é avançar pouco a pouco para o centro da cidade", disse Avakov, antes de destacar que "não há solução militar. Esta deve ser política".
    O comandante da Guarda Nacional, Stepan Poltorak, observou que os adversários "estão bem treinados e bem equipados".
    "Nós os encurralamos no centro de Slaviansk e as estradas (na área de combate) estão fechadas. A passagem de civis não está permitida", disse Poltorak.
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05/05/2014 - 13:40

Crise ucraniana ameaça paz na Europa sem uma resposta adequada, afirma Rússia



Soldados ucranianos no dia 4 de maio de 2014 na principal estrada que leva a Slaviansk
A crise da Ucrânia ameaça a estabilidade e a paz na Europa se a comunidade internacional não responder de maneira adequada as "violações em massa" dos direitos humanos cometidas neste país, afirma o governo da Rússia em um documento oficial.
O ministério russo das Relações Exteriores estabelece uma lista das "violações em massa" dos direitos humanos cometidas na Ucrânia pelas "forças ultranacionalistas, extremistas e neonazistas", em um "Livro Branco" divulgado nesta segunda-feira e que apela por uma reação internacional "sem tomar partido".
"As consequências para a paz, a estabilidade e o desenvolvimento democrático da Europa poderiam ser tão destrutivas que é necessário acabar por completo com as violações", afirma o ministério.
A lista "permite assegurar que estas violações têm um caráter maciço", afirma o ministério na introdução do documento de 80 páginas.
"A principal missão do Livro Branco é chamar a atenção da comunidade internacional sobre os fatos (...) já que até o momento não prestaram a devida atenção e sem tomar partido durante a crise", afirma o texto.
O presidente russo, Vladimir Putin, recebeu o "Livro Branco", segundo o Kremlin.
    COPIADO  http://www.afp.com/

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