EGIPTO
ElBaradei disponível para liderar Governo
por LusaOntem
Fotografia © REUTERS/Asmaa Waguih
Mohamed ElBaradei, uma das figuras mais mediáticas do meio político egípcio, afirmou hoje estar disposto a renunciar às suas ambições presidenciais para liderar um Governo de salvação nacional.
O antigo chefe da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), que foi hoje recebido pelo presidente do Conselho Supremo das Forças Armadas do Egipto, o marechal Mohamed Hussein Tantaoui, está "disposto a renunciar à ideia de ser candidato presidencial se for designado oficialmente para formar um Governo" de salvação nacional, referiu um comunicado do gabinete da candidatura do Nobel da Paz.
"ElBaradei sublinhou que está pronto para responder às necessidades dos jovens da revolução, das forças revolucionárias concentradas nas ruas do Egipto, e das forças políticas, assumindo a responsabilidade de formar um Governo de unidade nacional que represente todas as forças nacionais", indicou o mesmo texto.
No entanto, para assumir tal responsabilidade "o Governo terá de ser dotado de todas as prerrogativas para gerir o período de transição, restabelecer a segurança, relançar a economia e para atingir os objectivos da revolução egípcia", segundo o mesmo comunicado.
A mesma nota afirmou que, ao renunciar às suas ambições presidenciais, o Nobel da Paz "garante a confiança e a imparcialidade para liderar o período de transição".
Na última semana, o Egipto testemunhou um reacender da contestação popular, desta vez contra o conselho militar, que dirige os destinos do país desde a queda de Hosni Mubarak.
COPIADO : http://www.dn.pt/inicio/globo/
"ElBaradei sublinhou que está pronto para responder às necessidades dos jovens da revolução, das forças revolucionárias concentradas nas ruas do Egipto, e das forças políticas, assumindo a responsabilidade de formar um Governo de unidade nacional que represente todas as forças nacionais", indicou o mesmo texto.
No entanto, para assumir tal responsabilidade "o Governo terá de ser dotado de todas as prerrogativas para gerir o período de transição, restabelecer a segurança, relançar a economia e para atingir os objectivos da revolução egípcia", segundo o mesmo comunicado.
A mesma nota afirmou que, ao renunciar às suas ambições presidenciais, o Nobel da Paz "garante a confiança e a imparcialidade para liderar o período de transição".
Na última semana, o Egipto testemunhou um reacender da contestação popular, desta vez contra o conselho militar, que dirige os destinos do país desde a queda de Hosni Mubarak.
COPIADO : http://www.dn.pt/inicio/globo/
Nenhum comentário:
Postar um comentário